Wednesday, December 23, 2015

Amazon.com e a nova estratégia de distribuição: Boeing 767

Muitas das vezes quando fazemos consultoria de marketing de massa aos clientes que chegam à nós, insistimos no tópico:  distribuição. Muitos acreditam que é só colocar o produto em Miami e mais nada. 

Como fazer para ter certeza na entrega? Como fazer para saber que quem vai entregar a mercadoria, fará com velocidade e eficiência?

A questão de distribuição é tão forte com os compradores de maior porte, que muitos só aceitam comprar de você, se a empresa XYZ Delivery fizer a entrega. Eles os compradores, indicam as opções que querem. Geralmente são empresas que já trabalham com eles há anos, possuem todos os certificados e seguros. Como se diz no Brasil, uma “máquina azeitada”.

Cabe ao exportador brasileiro aceitar ou aceitar a condição imposta caso queira fazer negócio com esse grande comprador! Isto posto, é bom ter uma boa idéia de custo de entrega no depósito do potencial comprador antes de qualquer negociação de porte. Isso é fato!

Mas qual o motivo dessa abertura?

A gigante Amazon.com está negociando o leasing de 20 Boeing’s 767 para fazer entrega mais rápida, principalmente na época do Natal. Você não leu errado, 20 Boeing’s 767! A empresa que reduzir os atrasos quando terceiriza os serviços usando outras companhias.

Paralelamente a Amazon prestaria serviços para a UPS e Fedex criando um tremendo impacto no mercado de carga.  Enquanto isso a logística no Brasil...

Friday, December 18, 2015

U.S. – Brazil Chamber of Commerce comemora 1 ano

Quarta-feira, dia 16 de dezembro, a U.S. Brazil Chamber of Commerce no Doral, comemorou 1 ano de existência. 

Com a presença de representante do Consulado Brasileiros, Cidade do Doral, empresários locais, visitantes do Brasil e amigos, o evento contou ainda com a transmissão ao vivo para Miami e para o mundo, do show de rádio Business Hour com o radialista Pete De La Torre, The Voice of Business in South Florida.

No evento, o brasileiro, Richard Sanchez, fundador e presidente da câmara de comércio, descreveu o trabalho feito por ele e pela equipe, aqui e no Brasil.  Também agradeceu e leu o nome de todos os palestrantes que durante o ano honraram com sua presença e conhecimento. As fotos de todos os palestrantes estão na página do Facebook no website.

Os quase 50 presentes, interagiram, se divertiram com o clima descontraído, desfrutando de um excelente breakfast, e claro fizeram negócios entre si, sendo essa a principal missão de uma câmara de comércio.

Na fala de fechamento, Sanchez arrancou lágrimas dos presentes com palavras de encorajamento, desejando sucesso e abençoando o ano de 2016. 

O vídeo do evento estará muitíssimo em breve no Canal do You Tube no website. Maiores informações, favor acessar www.usbrazilchamberofcommerce.com 

Indústria da tragédia: ainda não explorada pelos brasileiros nos Estados Unidos

No ano de 2005 quando o furacão Katrina, acabou com a cidade de Nova Orleans, esse blogger estava muito envolvido no mercado moveleiro tanto nos Estados Unidos como no Brasil. 


Na época, esse blogger apresentou a vários fabricantes brasileiros, um projeto de vendas e distribuição de móveis, bem agressivo para atender à necessidade desesperadora da região afetada.

Esse blogger pela miopia de marketing de vários, foi adjetivado de uma maneira desnecessária. Nem vale a pena lembrar!

Para os que acompanharam de perto, a devastação tiveram proporções bíblicas, com uma destruição total.

Para aquele que perdeu tudo na enchente, qualquer produto novo, de qualquer qualidade até mesmo questionável, estando seco e novo, é muitíssimo bem vindo.  

Uma coisa que muitos fabricantes brasileiros não entendem, é que o governo americano libera bilhões de dólares para recuperar região destruída. A indústria de tragédia no mercado americano é fato. Entenda o brasileiro ou não. Aceite o brasileiro ou não.

Essa semana, a companhia resseguradora suíça Swiss RE reconhece a indústria da tragédia em desastre natural em US$ 85 bilhões de dólares. Um número bem expressivo...

Os Estados Unidos onde praticamente quase tudo acontece, terremoto, tornado, furacão, enchente, incêndio natural, enfim, esse blogger pode garantir à você leitor, que a indústria da tragédia é um segmento de mercado. Muitas empresas só atendem esse segmento!

A pergunta é a mesma de sempre: está o fabricante disposto a pagar o preço para pegar uma fatia de um mercado de bilhões de dólares?

Tuesday, December 1, 2015

Câmara de Comércio Estados Unidos – Brasil comemora 1 ano dia 16 de dezembro.

Com muito entusiasmo e potencial de crescimento no Sul da Flórida e no Brasil, a U.S. Brazil Chamber of Commerce comemora em dezembro 16, seu primeiro aniversário.

Contrariando à tudo e à todos, como se diz no bom português, a U.S. Brazil Chamber of Commerce tem realizado um belo trabalho junto à comunidade empresarial, principalmente atendendo os pequenos e médios empresários.

Com apoio da Prefeitura da Cidade do Doral, Condado de Miami-Dade, Estado da Flórida, do governo americano, e por último mas não menos importante o Consulado Brasileiro assim como a Cidade do Doral que tem sido frequência constante nos eventos que se realizam todas as terceiras quartas-feiras do mês, a U.S. Brazil Chamber of Commerce tem deixado sua marca pelo espírito de excelência e dedicação junto aos membros, empresariado, profissionais liberais e convidados dos eventos.

O brasileiro Richard Sanchez que já reside nos Estados Unidos há 25 ano, fundador e presidente da U.S. Brazil Chamber of Commerce mantendo o mesmo nível de palestrante que tem chamado a atenção do Sul da Flórida, convidou para a celebração de um ano, o nacionalmente renomado economista J. Antonio Villamil, fundador e presidente da WEG – The Washington Economics Group, Inc.

Dentro dos 35 anos de uma carreira de sucesso do palestrante, podemos destacar alguns pontos. Villamil é economista, professor universitário, com mestrado e doutorado, regulamentador a nível estadual e federal, tendo sido apontado no governo do Presidente George H.W. Bush como Sub-Secretário de Comércio para Assuntos Econômicos, recebendo aprovação unânime do Senado Americano. A nível estadual, no passado sobre o governo Jeb Bush, Villamil foi apontado como primeiro Diretor de Turismo, Trade e Desenvolvimento Econômico.

Para registro e informações sobre esse business breakfast, favor contatar visitar o website www.usbrazilchamberofcommerce.com , clicando em events.

Tuesday, November 24, 2015

Vereador do Condado de Miami-Dade dá palestra entusiasmada na Câmara de Comércio Estados Unidos –Brasil.

Como sempre acontece na terceira quarta-feira de todos os meses, já se tornando uma parada obrigatória para os que atuam no comércio internacional do Sul da Flórida, nessa última quarta-feira, Jose “Pepe”Diaz, vereador do Condado de Miami-Dade e Chairman do Consórcio de Negócios Internacionais do Condado, falou com bastante entusiasmos a uma seleta platéia, na U.S. Brazil Chamber of Commerce, onde como sempre estavam presentes oficias da Cidade do Doral dentre outros formadores de opiniões locais. 

O tópico principal foi o impacto do Brasil não só no Sul da Flórida ou no Estados da Flórida mas nos Estados Unidos como um todo. Como todos sabemos, temos que prestar atenção no Brasil.

Você leitor, que não esteve presente, poderíamos resumir o discurso em dois pontos principais. São palavras do palestrante, que carrega uma experiência de 25 anos no comércio internacional, vendendo Miami para o mundo.

Em resumo, tirando dados e valores, o que o Vereador disse foi o seguinte:

“ Se você busca o seu nicho, formata a sua empresa com espírito de excelência para o mercado de Miami, você não só está preparando sua empresa para o mercado americano mas como para o mundo. Aqui é uma vitrine mundial e as pessoas vem buscar idéias e negócios nessa cidade”.

E outro tópico de suma importância para os brasileiros que ainda não possuem a cultura de câmara de comércio.

“Para a maioria dos empresários, a distância mais curta entre eles e o governo, é uma câmara de comércio”.

Fica esses dois pensamentos para você que considera um dia fazer empresariar ou mudar para os Estados Unidos.

Thursday, November 12, 2015

Prof. Dr. Attila Andrade fala no programa de rádio U.S. Brazil Biz Talk

Ontem à noite a U.S. Brazil Biz Talk teve a honra de receber o advogado de direito internacional, professor universitário no Brasil e nos Estados Unidos, Phd na renomada Universidade de Yale, Prof.Dr. Attila Andrade Jr. 

Como convidado especial da noite falou de algumas oportunidades de negócios nos dois país, que como sabido, ainda é muito mal interpretado pelos pequenos e médios empresários.

Aqui nos Estados Unidos como mencionado na matéria anterior, é chamado FTZ –Foreign Trade Zone. Em Miami, no Estado da Flórida, o MFZ – Miami Free Zone localizado no Cidade do Doral, é o maior FTZ dos Estados Unidos. Operando desde 1979, MFZ atende importações de 65 países e exporta para mais de 80 países.

Do lado Brasil, Dr. Andrade falou das oportunidades do SUFRAMA. Nas duas pontas como mencionado, a assessoria jurídica é relevante para que o empresário venha desfrutar de todas as vantagens fiscais e tributárias que essas estruturas oferecem, tornando-se assim mais competitivo no mercado doméstico, até mesmo no local.

Para escutar o podcast do Dr. Attila, favor clicar no site do consagrado radialista Pete de La Torre http://www.petebizradio.com/usbrazilbiztalk.html e buscar a data 11/11/15.

Monday, November 9, 2015

As vantagens de utilização das FTZ do Sul da Flórida

Muitos empresários brasileiros em São Paulo e em outras cidades do país tem-me perguntado de que forma possam melhorar suas exportações para os EUA . Desde a década de 60, o Brasil adotou a regra “ Exportar é a Solução”. De fato assim é para muitos empresários, a questão é como fazer no que concerne aos demais países. Infelizmente, as economias ocidentais foram se “fechando” para se protegerem contra as exportações de países como o Brasil que tem-se valido de inexistencia de impostos na exportação e as vezes de diversos subsidios tributários como a isenção de IPI e de ICMS nas exportações. 

Todavia os EUA como uma economia forte , sempre moderna e sem medo da concorrencia internacional , ao contrário, continua sendo um mercado relativamente aberto e liberal. E mais ,tem criado soluções inteligentes que ao contrário inclusive tem favorecido a vinda de mais exportadores aos EUA. Uma dessas notáveis soluções são as “Foreign Trade Zones”- as FTZ que existem em quase todos os EUA. Aqui na Flórida, a mais conhecida e importante é a FTZ de Miami por suas inúmeras vantagens que serão apresentadas neste artigo.

O que são as FTZ ?  A rigor são armazéns alfandegados que constituem um ambiente especial de comércio internacional no território americano. Como funcionam ?

Primeiramente funcionam  como um armazém alfandegado especial. Assim neles é possível que os empresários brasileiros ( assim como os estrangeiros em geral) possam exportar seus produtos para os EUA sem impostos desde que permaneçam nos armazéns e não sejam vendidos ou “internados” em território americano. Assim funciona como se fossem um “dry port” ou seja um “porto seco”. Os produtos exportados do Brasil são mantidos no armazem e serao destinados a re-exportação para outros países. Enquanto mantidos no armazem alfandegado e desde que sejam re-exportados para outros países, não há imposto a pagar.   Super !

Todavia, os benefícios do FTZ não param aí !   Existem outros benefícios que serão aqui relatados. É sempre possível fazer-se das FTZ uma verdadeira zona também de complementação ou acabamento industrial, a exemplo do que ocorre na nossa Suframa em Manaus. Destarte, é legalmente possível desde que o projeto seja previamente aprovado de tal forma  que a empresa brasileira ( ou estrangeira) possa exportar insumos ou componentes e fazer o processo de industrialização dentro da zona. Nesse caso, os impostos são deferidos, adiados à etapa seguinte. Em outras palavras, os impostos de importação assim como o sales tax ( o imposto sobre vendas)  aqui da Flórida somente serão cobrados e pagos quando o produto final industrialmente acabado “sair” da zona, ou seja, for vendido ao mercado americano. Isto torna o processo de fabricação muito mais economico, porque o processo de tributação é adiado por ocasião do faturamento de venda. Destarte, através de um bom planejamento financeiro uma parte do pagamento da venda do pagamento servirá também como elemento de custeio para o pagamento dos impostos.  

Outro detalhe importante é o de que os impostos nos EUA ao contrário do Brasil são extremamente razoáveis. O imposto de importação normalmente varia entre 12% a 15% ad valorem e o imposto sobre vendas ( o sales tax) em torno de 7% sobre o valor do faturamento de venda do produto final acabado. Assim se permite que o industrial brasileiro possa conquistar o mercado americano de uma maneira mais eficiente e preparado para oferecer preços competitivos  ao grande mercado americano.

A próxima pergunta que o leitor possa fazer é: são quaisquer produtos que posso “trabalhar” na FTZ ?  E a resposta será pela negativa. Não é qualquer produto. Normalmente deva ser um produto cujo processo de industrialização seja “leve” e descomplicado . Normalmente produtos eletronicos , de montagem fácil que não requeiram processos complicados de usinagem e solda por exemplo são os ideiais para a FTZ.

Claro que quanto mais “light” for o processo de fabricação, melhor. Há empresas que tem seus projetos aprovados na FTZ simplesmente mediante processo de etiquetagem, rótulos em lingua inglesa , preparo dos manuais e finalmente o processo de embalagem ou empacotamento , tudo preparado ao gosto e de acordo com os requisitos legais dos EUA.

Produtos comestíveis são bem mais complicados porque além da aprovação do órgão administrador do FTZ ainda vai requerer aprovação e registro prévios do FDA e de outros órgãos locais (estaduais e municipais) encarregados da fiscalização sanitária neste país.

Enfim, as oportunidades são imensas para as indústrias brasileiras desde que seus projetos sejam previamente aprovados pelos órgãos competentes. Perguntar-se-á qual o tempo médio para tramitação e aprovação de um projeto industrial para o FTZ ?  Pela experiencia, estimamos um tempo médio mínimo de 4 meses desde o ingresso do projeto até a sua aprovação final.

Outras indagações relevantes ?  Não há requisito mínimo de certificado de origem. Não, isto vai depender da economicidade do projeto . Claro que quanto maior for a utilização de produtos ou componentes americanos , mais chances terão os projetos de serem aprovados pelos órgãos competentes.

O mesmo dir-se-á sobre o emprego de mão de obra. Nos EUA, já o sabemos ,a mão de obra é bem mais cara do que no Brasil . Ademais por lei, as empresas são também obrigadas a fornecer aos seus empregados, planos de saúde o que agrava ainda mais os custos da contratação de mão de obra. Destarte, para manter a viabilidade do custo de sua implantação, convem ao empresário brasileiro utilizar sempre processos intensivos de capital e não de trabalho. Ou seja, quanto mais automação o processo industrial requeira, quanto mais viável o projeto tornar-se-á financeiramente.


Estamos a disposição dos prezados leitores para outras indagações a respeito deste tema, devendo endereçá-las ao Prof. Dr. Attila Andrade Jr, advogado internacional website www.advatila.com.br attilaandradejr2013@gmail.com Skype: attila.andrade Bons negócios na FTZ de Miami!

Friday, November 6, 2015

Lennar Holmes fala no programa de rádio U.S. Brazil Biz Talk

Dando continuidade ao sucesso da semana passada, a Lennar Homes que é um dos maiores construtores de imóveis residenciais dos Estados Unidos e baseado aqui na cidade de Miami, na pessoa de Carla Corbo, que é a Diretora de Vendas Internacionais no Sul da Flórida, falou no programa US BRAZIL BIZ TALK, onde esse blogger é co-host com premiadíssimo radio personality Pete ed La Torre, sobre a história da empresa que foi fundada em 1954, e o sucesso da mesma junto ao público brasileiro seja em Orlando ou em Miami.

O esforço de marketing que fazem para atrair o comprador de imóvel brasileiro seja o investidor ou futuro morador, é imenso.  Com viagens frequentes, alianças operacionais, pesquisa de mercado para saber o que o Brasil quer, sonha e está disposto a pagar, é uma realidade dentro da empresa.

Para maiores informações sobre essas ofertas de imóveis e condições de financiamento e pagamento, não deixe de visitar em português www.lennar.com/brasil

Thursday, October 29, 2015

Cidade do Doral fala no show de rádio U.S. Brazil BizTalk

Dando continuidade no sucesso do business breakfast da semana passada que aconteceu no
U.S.Brazil Chamber of Commerce conforme mencionado nesse blog, Manuel Pila, diretor de Desenvolvimento Econômico da Cidade do Doral, participou ontem à noite do programa U.S. Brazil Biz Talk que acontece todas às quartas-feiras às 19 horas de Miami.

Ontem Pila, com um entusiasmo contagiante publicamente declarou o interesse da Cidade do Doral pelo Brasil. A saber, a Cidade do Doral junto com a Lennar Homes que é um dos maiores construtores de imóveis dos Estados Unidos, são dois patrocinadores do programa. Quando você tem apoio desse peso, mostra que não só o conceito de negócio do programa justifica mas como também o Brasil apesar dos problemas ainda tem grande apelo comercial.

Pila disse, e como morador da cidade sou obrigado a confirmar, que a cidade do Doral hoje é uma as áreas mais desejadas do mundo. A cidade junto com a U.S. Brazil Chamber of Commerce (www.usbrazilchamberofcommerce.com) está pronta para receber os brasileiros que querem morar e/ou abrir negócios.  

Sendo ele sabedor da violência no Brasil, deixou todos nós nos questionando quando disse que a criminalidade é tão baixa mas tão baixa que a cidade nem tem departamento de homicídio! Imagine você morando que vive essa adrenalina no Brasil, vivendo em um lugar assim?  

As informações mencionadas estão no website da cidade, www.cityofdoral.com. Você clicando nos tabs About Us e Business encontrará todas as informações mencionadas e muito mais.

Semana que vem, o áudio estará em podcast no site do host principal Pete de La Torre. www.petedelatorre.com 

Friday, October 23, 2015

Cidade do Doral fala na câmara de comércio Estados Unidos Brasil...na Cidade de Doral

Na última quarta-feira, dia 21 de outubro, como acontece todas as terceiras quartas-feiras do mês, a Cidade de Doral, através do seu Diretor de Desenvolvimento Econômico, Manuel Pila, deu uma palestra muitíssimo entusiasmada do momento da cidade e onde ela estará nos próximos cinco anos. 

Como sempre, nesse concorrido café-da-manhã, onde empresários, profissionais liberais e mover and shakers locais se encontram, a visita inesperada do Prefeito Luigi Boria, mostrando o apoio não só ao trabalho que a U.S. Brazil Chamber of Commerce (www.usbrazilchamberofcommerce.com) vem realizando como também o interesse no Brasil e no povo brasileiro, deu a esse evento um brilho especial. A saber, hoje existe uma escola na cidade que está ensinando português!

Aos que não sabem, dentro de inúmeras conquistas, a Cidade de Doral já foi eleita pela revista Business Week como uma das melhores cidades americanas para abrir um negócio. Pela revista Forbes foi eleita a número 2 das 25 melhores cidades dos Estados Unidos para morar devido a mentalidade pro-business. Pela US News e World Report, a terceira cidade para se aposentar. 

Veja no link a seguir, outras premiações e dados super relevantes que poderão ajudar a decidir por essa maravilhosa cidade caso queira mudar ou abrir negócios na Flórida. 

Thursday, October 22, 2015

Programa de rádio de como fazer negócios com os Estados Unidos inaugura em Miami.



Inaugurou ontem depois de muitas expectativas e publicidade local, o programa de rádio U.S.BRAZIL BIZ TALK que também será transmitido on line. Patrocinado pela Cidade de Doral e pela Lennar Homes, um dos maiores construtores de imóveis residenciais dos Estados Unidos, o programa foi lançado em grande estilo.

O host do programa é o radialista Pete de La Torre, premiado inclusive pelo SBA – Small Business Administration. A saber ele recebeu duas premiações esse ano. Uma premiação estadual e outra regional pelo sul da Flórida. Como radialista AM, ele recebeu o cobiçado 2015 SBA State of Florida and South Florida Small Business Media Advocate of the Year. Com uma audiência de quase 100.000 ouvintes diários, Pete de La Torre irá passar esse mesmo know how para os ouvintes do programa U.S. Brazil Biz Talk.

O outro host desse programa é Richard Sanchez, esse blogger que vos escreve. Como primeiro convidado, tivemos a honra de receber João Barbosa, Sócio e CFO do Giraffas USA, contando a sua trajetória de sucesso nos Estados Unidos e no Brasil.

Para atender esse enorme mercado bi-lateral entre Brasil e Estados Unidos, iremos trazer as maiores autoridades, empresários e especialistas locais e internacionais, americanos e brasileiros, para dividir as experiências com os ouvintes.

Iremos passar para todos os ouvintes o que chamamos de real deal. Esse segmento e seleto grupo de ouvintes irá saber a realidade dura e crua do que é estabelecer e/ou negociar com os Estados Unidos. 

A transmissão será direta, em inglês, português e espanhol, afinal são as 3 línguas que se falam em Miami. Aos que querem praticar o inglês, será uma excelente oportunidade de praticar o inglês comercial do dia a dia do comércio internacional.

Apesar de ser um programa totalmente independente, haverá divulgação e apoio da câmara de comércio U.S.Brazil Chamber of Commerce na Cidade de Doral que está dando o que falar no Condado de Miami-Dade que fica no Sul da Flórida. O zêlo, o espírito de excelência e a dedicação principalmente ao pequeno e médio empresário local e brasileiro, tem levado essa organização a uma outra dimensão empresarial entre os dois países. Maiores informações sobre essa câmera de comércio, podem ser obtidas no www.usbrazilchamberofcommerce.com  

O programa US BRAZIL BIZ TALK será uma vez por semana, todas as quartas-feiras, das 21 às 22 horas de Brasília devido ao horário de verão.

Para acessar, visitar www.petedelatorre.com e no topo da direita clicar no link laranja LISTEN LIVE 8-9AM EST ON WZAB 880AM THE BIZ.

Monday, September 7, 2015

Moriah International abre canal no You Tube sobre negócios, abertura de empresas, marketing de massa dentre outros assuntos com os Estados Unidos

A Moriah International, Inc depois de muito incentivada pelos leitores desse blog, deu cara ao nome para os leitores que já acompanham esse blogger há anos.

Esse blogger e apresentador, sabe que com certeza os seus comentários e opiniões dos mais de 20 anos empresariando e dando consultoria nesse eixo EUA/Brasil/EUA, irão gerar muita polêmica. Afinal, muita gente esconde a realidade do que é a vida pessoal e empresarial aqui nos Estados Unidos.

O vídeo inaugural teve um tópico muito cobiçado. “Como empresariar, investir, comprar imóvel, morar, importar ou exportar para Miami?”. O segundo já foi parte de uma série sobre abertura de empresa em Miami. Falando sobre o que fazer depois, o sonho fora outros tópicos que estão por vir.

Veja vídeo, curta e assine o canal. Não deixe de nos enviar pergunta. Iremos nos esforçar para responder à todas.



Thursday, August 27, 2015

Condado de Miami-Dade fala na Câmara de Comércio Estados Unidos Brasil


No dia 19 do corrente, Vivian Walters Jr, diretor da  Divisão de Desenvolvimento de Pequenas Empresas do Condado de Miami-Dade, falou aos empresários locais de como participar de um mercado com um potencial de compra de mais de US$ 1 bilhão de dólares.

De uma maneira bem diferenciada das concorrências que acontecem no Brasil que todos nós sabemos como, basta ver os noticiários brasileiros, o pequeno empresário baseado no condado que possui todas as licenças, com mais de 1 ano de existência dentre outros requerimentos de qualificação, uma vez qualificado, tem o direito por lei de disputar qualquer concorrência pública dentro do programa que lhe compete. 

Por exemplo, no exercício de 2013/204 mais de US$ 1.2 bilhões de dólares foram comprados pelo condado de Miami-Dade entre produtos e serviços. Deste orçamento, 20% são destinados às pequenas empresas. 

Realizado na cidade do Doral, o evento como sempre foi um sucesso com empresários locais, representante do consulado brasileiro e autoridades locais. Na foto o palestrante e esse blogger.

Para maiores informações e ver todas as fotos, favor acessar www.usbrazilchamberofcommerce.com 
As fotos estão na nossa página do Facebook no roda pé do home page. Aproveite curta página e torne-se nosso amigo.

Thursday, August 13, 2015

O que o empresário brasileiro pode aprender com o Donald Trump?

É sabido que religião, política e futebol não se discute...mas que o Donald Trump está revolucionando a história política americana, contrariando os “especialistas”, batendo record de audiência na televisão e em público, isso é fato. 

Como empresário e bilionário, Trump está mostrando ao mundo, que é de resultados e que divide para multiplicar. Como assim, pergunta você leitor?

Conhecendo a cultura americana como conhecemos, acreditamos que esse é um dos maiores ensinamentos que o Trump pode dar ao empresário brasileiro que pensa ou sonha em conquistar o mercado americano.

Caso você não saiba, segundo declaração apresentada à Comissão Federal Eleitoral de 92 páginas para se candidatar a presidente dos Estados Unidos pelo partido republicano, ele possui listado 150 fontes de renda e diz ter posição em mais de 500 companhias. Você não leu errado, 150 e 500! Isso gerou uma renda de US$ 362 milhões de dólares no ano de 2014.

Esse bilionário que promete fazer America um grande país de novo, make America great again, possui 23 ativos que valem mais de US$ 50 milhões de dólares, e cobra US$ 450 mil dólares para uma palestra.

Se você o acompanha, você verá o quanto ele fala de emprestar o nome dele, dividir para multiplicar, ter uma parte de um negócio ao invés do todo, usar leverage (alavancar em cima do potencial de cada um), enfim, para um empresário que se formou em finanças na conceituadíssima Wharton School of the University of Pensylvania, onde Warren Buffet, Elon Musk, também se formaram, ele não deve estar errado, porque assim ele acumulou US$ 10 bilhões de dólares. 


 Fica a pergunta: o que você acha de dividir para multiplicar? O que você acha de ter um pedaço do bolo, como se diz aqui, piece of the pie, ao invés de comer o bolo todo? Como você entende, juntar teu produto com quem tem know how e experiência?

Aqui nos Estados Unidos devido a competição predadora, é dito que no passado, se você tivesse uma boa idéia, era suficiente e você poderia ficar rico. Hoje, está valendo mais é quem leva e propaga a mensagem de uma boa idéia, bom produto ou serviço.

Você está preparado para dividir?

Thursday, July 23, 2015

O que precisa para conquistar um cliente de luxo ou uma grande fatia do Mercado Americano?

Classe AGargalhada!
Grana! Muita grana! 

O Brasil virou exportador. Muitos fabricantes e empresários querem vir para cá, e conquistar os Estados Unidos. Mas fica a pergunta: estariam eles dispostos a investir nessa conquista?

Podemos estar errados, mas nos parece que a defasagem entre o rico e o pobre está cada vez mais distanciada. A chamada classe dos 1% dos americanos, sabe quem ela é e o poder de compra que tem. Os grandes compradores americanos, também sabem quem são.

Nos imóveis de dezenas de milhões de dólares os corretores estão fazendo coisas, adotando estratégias que a maioria dos brasileiros, deverão perguntar: como pode? Funciona? Respondemos, sim pode e funciona, se não, não fariam.

Como a proposta de porque você tem que fazer negócio comigo, cada vez o vendedor nos Estados Unidos tem que criar um diferencial para se destacar da competição, encantar o comprador e ser lembrado.

Em Los Angeles, os corretores chegam ao ponto de investir em voo de helicóptero para sobrevoar a propriedade, criar filme muito bem editado de apresentação bem no estilo Hollywood, dar um open house que pode custar uns bons milhares de dólares para de repente, o cliente falar, não gostei! 


 Em um veículo conceituado de imóveis de luxo, recentemente publicou que um corretor chega a dizer que gastou quase US$ 300 mil em promoção para um imóvel de US$ 77 milhões de dólares.

E você fabricante? Quanto quer investir para visitar o comprador de uma grande cadeia americana que possui dezenas e/ou centenas de loja, que tem chama de repente?

Quanto você quer investir para enviar as amostras para uma cadeia de loja super cobiçada que o mundo todo que ter uma oportunidade de ter esse tipo de exposição?

Seja para vender produto ou para você brasileiro incorporador, que quer vir aqui, construir e vender. Saiba que investimento em promoção, marketing e merchandising também fazem parte do produto ou serviço que pensa em negociar. 

E os resultados a serem alcançados, estão diretamente ligados ao tamanho do investimento. Se você não criar o chamado WOW fator vai ficar muito difícil. Abra o olho quem te falar o contrário. Se você acha que estamos exagerando, tente!

Friday, July 17, 2015

Qual o seu diferencial para conquistar os Estados Unidos?

Dias atrás enviamos um blast ao nosso database que cobre os 26 estados brasileiros com a seguinte pergunta no assunto:  o que você deseja com os Estados Unidos. O gancho da lâmina promocional foi: você tem a assessoria certa para os seus sonhos e necessidades nos EUA?

Wow! Fora as outras perguntas provocantes no texto, só essas duas foram motivos para escutarmos alguns comentários. Mesmo assim, como não foi surpresa para nós o resultado tem sido positivo.

Mas porque estamos escrevendo isso? Para exemplificar com uma empresa que tem mexido com o mercado de aviação comercial. A SouthWest Airlines tem inovado de uma maneira agressiva em várias frentes, que os resultados têm aparecido de maneira super positiva no balanço, animando assim os investidores.

Costumamos perguntas aos nossos clientes: o que você pode fazer que ninguém está fazendo? Ou se está fazendo, o que você pode mudar? 

A SouthWest Airlines incentiva seus funcionários a serem criativos. No caso da tripulação, aeromoças e comissários de bordo, exteriorizam até mesmo seus dons artísticos. Curiosos que na agressividade comercial comum americana que assusta os brasileiros, o David que é o comissário de bordo que canta o rap, muito animado e engraçado, no minuto final ele fala, you will not get that at United Airlines, I guarantee. Ou seja, você não vai ter isso na concorrência.

Veja esse vídeo um pouco antigo mas que não anula a proposta do post. Veja link.

Wednesday, July 8, 2015

Memorandum of understanding, um aperto de mão e um possível processo na corte americana

Apesar de ter sido publicado em 1 de setembro de 2011, nossa matéria sobre Carta de Intenção ou Letter of Intent (LOI), tem sido disparada, uma das matérias mais lidas do nosso blog. Se você ainda não leu, ela deve estar na coluna da direita em vermelho com o título As 10 mais lidas dos últimos 7 dias.

Segundo nosso admin, desde a publicação até o dia de hoje, 8 de julho de 2015, 2.930 pessoas leram essa matéria. Se considerarmos que esse blog Direto dos USA só é promovido no Brasil, podemos dizer sem margem de dúvidas, que 2.930 brasileiros acessaram essa página. Mas por que estamos falando isso? 

Nos parece que uma outra palavra que está na moda na boca do brasileiro de um bom tempo para cá, é o Memorandum of Understanding, para os íntimos M.O.U. ou MOU como muitos chamam!

Temos escutado com bastante frequência os interessados brasileiros em fazer negócios em Miami ou em Orlando,  falar com bastante “desenvoltura”...”vamos fazer um M.O.U!”. Será que quem fala sabe o que está falando?

Como sabido, o M.O.U. é um documento que descreve os termos e condições de um acordo entre as partes, incluindo as responsabilidades e deveres das partes envolvidas. É o primeiro estágio na elaboração de um contrato, e muito mais formal do que um aperto de mão; carregando nesse documento um peso legal, que pode ser aplicada na corte, caso uma das partes não corresponda as obrigações que foram acordadas. Você sabia disso? Você já reparou que quando negociações entre países acontecem, é assinado um M.O.U. e não um L.O.I.?

Nossa opinião no tocante a negócios com os Estados Unidos e está ficando cada vez mais difícil de mudar pelo que vemos acontecer ao nosso redor, é a seguinte. 

Antes do interessado brasileiro chegar aqui Flórida, querer impressionar com o inglês, procure um advogado de confiança para o devido assessoramento jurídico. Não assine nada sem uma assessoria jurídica e/ou ou até mesmo comercial, caso não tenha segurança. 

O texto abaixo é para colocar no Twitter porque tem menos de 140 caracteres. 

O fato de muitas das vezes você falar português nas negociações, não quer dizer que está no Brasil. O fato do sistema americano ser prático, não quer dizer que é frágil. 

Tuesday, June 23, 2015

Aeroporto Internacional de Miami dá palestra na Câmara de Comércio U.S.Brazil no Doral

No dia 17 de junho, Chris Mangos que é Diretor da Divisão de Marketing do Departamento de Aviação do Condado de Miami-Dade (Miami-Dade Aviation Department), deu uma palestra aos empresários brasileiros e não brasileiros na cidade do Doral, oeste de Miami, no Condado de Miami-Dade. 

Na apresentação, Mangos falou do o volume de carga do aeroporto internacional impacto da expansão do Canal do Panamá no Sul da Flórida, e claro como não poderia deixar de ser, o volume de trading com o Brasil que continua firme, apesar de uma pequena redução devido ao câmbio.

Alguns números e dados muitíssimo interessante sobre o Aeroporto Internacional de Miami.
  •  Segundo aeroporto em número de passageiro nos Estados Unidos. Primeiro é JFK, em Nova York, Miami e LAX, que é o de Los Angeles na Califórnia.
  • 40.9 milhões de passageiros em 2014, sendo 50% estrangeiros.
  • Maior e mais importante centro logístico para a América Latina e Caribe.
  • Aeroporto número 1 em carga internacional nos Estados Unidos e no ocidente.
  • Tem um impacto anual de US$ 33.7 bilhões.
  • Gera mais de 282.000 posições de trabalhos direto e indiretos. 
  • Possui 41 linhas aéreas de carga, sendo 25 linhas americanas e 16 internacionais, servindo 96 destinos mundial.
  • Possui 60 linhas linhas de passageiros, sendo 17 americanas e 43 internacionais, servindo 158 destinos mundiais.
  • O Aeroporto Internacional de Miami é o único aeroporto em volume de carga nos Estados Unidos, que está entre os 10 maiores de volume de carga no mundo. 
Na foto ao lado, da esquerda para direita, Frank Rosillo, contador público certificado pelo estado da Flórida e presidente da Rosillo & Associates. Esse blogger, Richard Sanchez, que junto com o Rosillo compõe a diretoria da U.S.-Brazil Chamber of Commerce. O terceiro da esquerda para direita, o palestrante, Chris Mangos, e por último mas não importante, Pete de La Torre, Conselheiro da U.S.-Brazil Chamber of Commerce e host do programa de rádio Pete de La Torre Show.

Monday, June 8, 2015

Porto de Miami dá palestra na Câmara de Comércio U.S.Brazil no Doral

No dia 20 de maio, Eric Olafson Gerente de Assuntos Intergovernamentais e Desenvolvimento de Carga do Porto de Miami, deu uma palestra aos empresários brasileiros e não brasileiros na cidade do Doral, oeste de Miami, no Condado de Miami-Dade na U.S.Brazil Chamber of Commerce (USBRCC). 

Na apresentação, Olafson falou do impacto da expansão do Canal do Panamá no Sul da Flórida, e claro como não poderia deixar de ser, o volume de trading com o Brasil que continua firme, apesar de uma pequena redução devido ao câmbio.

Como sabemos, mesmo com a alta do dólar as negociações com o Brasil irão continuar. Pode dar uma redução mas não parar!

Na foto acima, da direita para esquerda: Pete de La Torre, conselheiro do USBRCC e host do programa de rádio de business Pete de La Torre show. Eric Olafson, o palestrante. Abraham, advogado e diretor do USBRCC. Paulo Paiani, do Setor Econômico e Promoção Comercial do Consulado Geral do Brasil em Miami. E por último, esse blogger, presidente e fundador do USBRCC. 

Maiores informações sobre a câmara de comércio, favor visitar www.usbrazilchamberofcommerce.com

Sunday, May 17, 2015

Estado da Flórida bate recorde de turismo

Anunciado com grande comemoração pelo governador Rick Scott na cidade de Naples na costa oeste do estado, a Flórida no primeiro trimestre de 2015 recebeu mais turistas do que em qualquer outro trimestre da história do estado. 

Contabilizando 28.4 milhões de turistas e empregando 1.2 milhões de pessoas, esse resultado significou um aumento de 4.8% em relação ao primeiro trimestre de 2014.

Um coisa é certa, o frio que está ficando mais rigoroso ano à ano, não só na temperatura mas também com as tempestades de neve, que literalmente param a sua vida, estão fazendo com que vários que moram no norte ou até mesmo de outros países, venham à Flórida experimentar esse clima tropical.

Como sabido, hoje o mundo on line e wifi com todo os recursos dos aplicativos, permite aos que sabem, e acredito que uma grande maioria dos que tem condições de viajar sabem, poder trabalhar de qualquer lugar.

Você pode perguntar a qualquer brasileiro que vem à Miami ou à Orlando. Com esse blogger, não é diferente.

Thursday, April 23, 2015

Caiu de US$ 10 mil para US$ 3 mil. O que é isso?

Nessa última terça-feira dia 21, as autoridades federais americanas que nós chamamos de uma maneira popular de “feds”, iniciaram uma campanha contra lavagem de dinheiro focando 700 exportadores de equipamentos eletrônicos e celulares do Condado de Miami-Dade, onde a maior concentração é nas cidades do Doral, Medley e Miami Springs. Se você faz negócio com alguém aqui no Condado nessa natureza, as chances são que deva conhecer alguém que pode estar na mira.

Saiba você leitor que hoje o distribuidor ou exportador que receber US$ 3.000,00 dólares americanos ou mais, terá que reportar essa quantia e origem da quantia ao Departamento do Tesouro Americano.

Se até a presente data para muitos que faziam negócios com mais de US$ 10.000,00 já se enrolavam, imagina agora?

Comandada pela U.S. Immigration and Customs Enforcement, com certeza essa medida irá deixar muita gente com vontade de trabalhar com o passaporte no bolso. Para quem não conhece ou não acredita na expressão follow the money...siga o dinheiro, é bom fica bem esperto. Alguém duvida que o cerco está fechando?

Tuesday, April 21, 2015

Câmara de Comércio Estados Unidos Brasil se apresenta em universidade em Miami.

Na pessoa do seu presidente e fundador, Richard Sanchez, coincidentemente esse blogger, a U.S. – Brazil Chamber of Commerce foi convidada a dar uma pequena palestra aos alunos que participam do clube brasileiro, BCC – Brazilian Culture Club da FIU – Florida International University. 

A palestra foi em cima da missão e visão da USBRCC, do potencial de mercado Brasil e Estados Unidos, e da importância da câmara de comércio na cultura comercial e empresarial nos Estados Unidos, fato esse que a maioria esmagadora dos brasileiros e latinos de um modo geral não entendem e acreditam; perdendo assim grandes oportunidades de conhecimento, networking e claro, de fazer business!

O entusiasmo dos jovens em aprender o português e conhecer a cultura brasileira, não tem como falar diferente, foi contagiante. Fica o meu agradecimento em nome da USBRCC à Prof. Augusta Vono que organizou esse evento.

Friday, April 10, 2015

Preciso eu de alvará para operar minha empresa nos Estados Unidos?

O que você acha? O curioso é que tem muita gente boa abrindo empresa aqui nos States, sendo assessorado por consultores que dizem que não precisa! Será mesmo?

Quando é estabelecimento aberto como loja, armazém, ou qualquer outro estabelecimento comercial mais aberto ao público, o pessoal respeita. Mas quando é escritório, home business e P.O.Box, para “facilitar” como alguns dizem, como não “vão receber ninguém”....estão escondidos no canto de um prédio...esses “jeitinhos” acontecem.

Você precisa de alvará para operar no Brasil? Como você adjetiva uma empresa que opera no Brasil sem alvará? Deixaremos você responder a esse pergunta e usar os adjetivos necessários.

Tem um ditado americano que diz o seguinte: 

A chain is only as strong as its weakest link. A corrente é forte até o seu elo mais fraco.

O curioso é que esse dito popular não tem haver com uma corrente propriamente dito mas sim em “correntes” de pessoas ou tecnabilidade de algum processo.

Como costumamos dizer, a praticidade do mercado americano não quer dizer que ele é frágil. Basta um deslize, uma falha, um elo mais fraco da corrente se arrebentar, para comprometer tudo. 

Aí meu amigo leitor, para quem não sabe definir punição, dependendo da “craca” podemos garantir à você que é um aprendizado super intensivo e muito caro. Já escutou dizer que advogado na América não é caro? Podemos garantir à você que caro é você contratar advogado para te tirar da “craca”.

Thursday, March 5, 2015

O imposto de renda americano e você...que quer morar e/ou empresariar nos Estados Unidos

Para os brasileiros que acreditam que tudo aqui nos Estados Unidos funciona perfeitamente, essa
matéria pode chocar aos que acreditam em Papai Noel.

Para os que não sabem, o Imposto de Renda americano, o chamado IRS – Internal Revenue Service, é uma empresa, e como toda grande empresa, enfrenta os desafios diários com os “funcionários”, sim eles são gentes, e como todos nós cheio de defeitos, e as falhas do sistema.

A temporada aqui é de declaração de imposto de renda jurídico e de pessoa física. Hoje por causa da internet, o roubo de identidade é uma epidemia que atinge todo os Estados Unidos. Declaradamente segundo os noticiários americano, só em 2013, os estelionatários, que para nós são assaltantes que ao invés de usarem uma arma usam o computador, roubaram US$ 5.8 bilhões de dólares em restituição. 
Diz ainda o IRS que conseguiu evitar e/ou recuperar US$ 24 bilhões de dólares desses assaltantes. São números inimagináveis mas é a realidade de um sistema falho.

Com todos esses cortes governamentais, essa agência teve seus números também afetados e igualmente os seus serviços, fazendo com que grande parte dos contribuintes lesados sofram consequências, e algumas desastrosas.

A situação é delicada. De um lado roubo de identidade do outro, o declínio na auditoria. É sabido que ao longo dos anos menos e menos empresas estão sendo auditadas. O próprio IRS declarou na semana passada que um pouco mais de 57.000 empresas foram auditadas em 2014, o maior declínio desde 2006.

Mas o que tenho eu haver com isso? Pergunta você! Well, se você é um dos brasileiros que vem para cá, ou conhece alguém que veio ou quer vir, e carrega no sangue, como a maioria esmagadora carrega, a vontade de sonegar, de ter pena de pagar imposto de renda, o fato do Imposto de Renda americano passar por esse momento, não quer dizer que você não tem que declarar e seguir a lei. 

Saiba você que a lei de Gérson não funciona aqui. Se você ler os jornais americanos, é muito fácil chegar a essa conclusão.  É uma pena que não se aplica o mesmo no Brasil.

Deixamos você com um aprendizado, que passamos para todos os brasileiros que aqui chegam ou pensam em empresariar e ou viver na terra do Tio Sam.

Você pode esquecer do Imposto de Renda mas o Imposto de Renda não esquece de você.

Tuesday, February 10, 2015

Você fala Inglês?

Você fala mesmo ou é na base do the book is on the table? You know what I mean...whatever!

Hoje no Brasil fala-se muito no mercado internacional. Na verdade, entendemos que depois da internet, estar no mercado internacional é uma obrigatoriedade. Seja para fazer negócios, seja para aprender alguma coisa na própria internet.

E como sabemos, apesar de todo avanço da economia chinesa, o inglês ainda é predominante e uma necessidade. Quem fala inglês fluente tem uma vantagem absurda nesse mundo corporativo que está cada vez mais competitivo. 


Em uma pesquisa recente datada de 2014 em proficiência em inglês entre 63 países, a América Latina ficou nas últimas colocações do ranking! Pasme você caro leitor que o Brasil ficou atrás dos “Hermanos” argentinos que ocuparam a décima-quinta posição e a República Dominicana ocupou a vigésima-terceira posição. E o Brasil? Ficamos felizes que você perguntou! O Braza ficou na trigésima-oitava posição!

O que aconteceu com esse avanço milagroso da economia nessa última década que colocou o Brasil na capa da revista The Economist? Porque o governo não investiu em educação? Com toda essa abertura de mercado com a influência das músicas, vídeos, filmes, enfim, o que aconteceu?

Aparentemente não aconteceu nada. Veja por exemplo, esse programa Ciência sem Fronteira. A idéia é excelente mas não está conseguindo passar as bolsas porque os alunos não sabem inglês suficiente para entrarem nas universidades americanas! Quem perde com isso? Todos nós. Perde o aluno. Perde uma geração. Perde um país chamado Brasil.

Aqui nos Estados Unidos é bem falado que um dos motivos que a China é o que é hoje, é porque o chinês fala inglês! Chega a ser um absurdo a quantidade de jovens chineses que vem para cá, estudam nas universidades e levam de volta a tecnologia, o know-how e conhecimento do American Way of Doing Business. Mas enquanto isso no Brasil...

Thursday, February 5, 2015

Esse blogger foi palestrante para a Escola Superior de Propaganda e Marketing em Miami

No dia 30 de janeiro, esse blogger teve a honra de como guest speaker dar uma palestra para os alunos a nível de MBA da ESPM – Escola de Propaganda e Marketing, que estavam fazendo curso extensivo na FIU – Florida International University – College of Business Administration. 

Na ocasião com quase 40 anos alunos presentes, esse blogger que é também fundador e presidente da U.S.-Brazil Chamber of Commerce, por um pouco mais de uma hora, respresentando a USBRCC falou da cultura de uma câmara de comércio nos Estados Unidos e que de um modo geral, o brasileiro não conhece e os que conhecem, não acreditam. Falou também das tendências, oportunidades, ameaças e dados do mercado do Brasil com a Flórida.

Aos que não sabem, o Brasil é o maior parceiro comercial da Flórida, cuja balança comercial até novembro de 2014 representou US$ 66.81 bilhões de dólares.

Tuesday, February 3, 2015

Conexão e Networking nos Estados Unidos valem muito dinheiro

Você que pensa em morar ou fazer negócios com os Estados Unidos, esteja preparado para pagar pelo valor das conexões e networking desenvolvido pelos profissionais que irão te assessorar. 

Contrário à cultura brasileira de pagar pela consultoria e networking, mais e mais os brasileiros estão enfrentando uma barreira em relação a esse tipo de comportamento totalmente contrário ao capitalismo.

O brasileiro vende um produto. O empresário americano, o consultor vende conexão, know-how e networking. Aí que o conflito acontece.

Como o valor do trabalho não é corporificado ou materializado, o brasileiro de um modo geral tem muita dificuldade de pagar por serviços, principalmente os que acabam de chegar tentando fugir ou não da alta do dólar.

Meu amigos leitores,  alguns mais ousados ou abusados dependendo de como você queira adjetivar, ainda perguntam: você sabe quanto você ganha no Brasil cobrando isso?

Confesso à você que não sei nem quero saber porque não estou no Brasil...mas como sabemos existem muitos insistentes que tem pena de pagar uma consultoria/assessoria séria mas não tem pena de ir ao shopping!

Mas por que estamos escrevendo isso? 

Se você pensa em vir para Miami, Orlando ou qualquer outra cidade da Flórida ou Estados Unidos, para empresariar, não deixe de assistir Shark Tank.

Aos que não conhecem a nomenclatura, é um “tanque de tubarão” que são os investidores onde a maior preocupação é ganhar dinheiro, não importa como.

No programa que foi lançado em agosto de 2009 e televisado pela CBBC que é um grande canal de negócios americano, o sucesso é absoluto. Nele os que possuem uma idéia, produto ou negócio mas que precisam de investidores, possuem no máximo 120 segundos para fazer a apresentação chamada sales pitch e tentar convencer uns dos tubarões a investir na oferta o seu próprio dinheiro, tempo, know-how e conexão!  

No programa você encontra o bilionário Mark Cuban dono do time de basquete Dallas Maverick que foi campeão do NBA em 2011. Também encontra o Daymond John que fundou e criou a famosa marca FUBU – For Us and By Us, fora outros investidores bem populares no território americano.

Você buscando no YouTube Shark Tank , com certeza entenderá bem mais como o americano compra e negocia. O que é número, estatística, formatação na apresentação, e melhor, quanto custa uma conexão e networking.

Os tubarões não cansam de falar sobre o valor das conexões. Os tubarões não cansam de enfatizar o que se economiza de milhares ou até mesmo milhões de dólares com as conexões certas, fora o tempo que se ganha.

Então, se você pensa em amanhã negociar com os States, pergunte à você quanto tempo você levaria para conhecer as pessoas chaves, quanto tempo você levaria para aprender e quanto você teria que investir? Não se assuste, o texto acima é apenas a essência pura do capitalismo.

Saturday, January 17, 2015

Quero voltar para o Brasil. Como faço?

Com a virada do ano, a maioria faz um plano de vida. Para o brasileiro que está aqui nos Estados Unidos, a cultura ensina a fazer o chamado resolution, que são as metas que você quer alcançar no ano.

Curiosamente aqueles que viram a data de 31 de dezembro e pensam em voltar para o Brasil, consideram voltar antes do Carnaval e desfrutar daquilo que dizem sentir saudades...família, verão, praia, samba, botequim e de novo Carnaval. Será mesmo? 

Você pode acreditar que muitos que pensam em voltar, carregando o sentimento de derrota juntando com a distração e emoção da viagem de volta, esquecem de fazer um planejamento. Ou seja, o que já estava ruim, piora!

Preocupado com a repatriação dos brasileiros que depois de sofrerem aqui fora, juntar o suado dólar quando juntam, e perdem tudo ou quase tudo logo na chegada porque não tem mais o tato com a cultura brasileira, o Ministério das Relações Exteriores com o apoio de outros órgão governamentais como CEF, Ministério do Trabalho, SEBRAE, e a Receita Federal desenvolveram o Portal do Retorno, onde o brasileiro que está voltando encontra as informações básicas para se posicionar no “retorno” ao Brasil.

Se você que lê esse blog pensa em voltar ou conhece alguém que está pensando em voltar, pode acreditar que o voltar para o Brasil depois de um tempo morando nos Estados Unidos, é igual ou mais difícil do que imigrar para cá.

Apesar desse blogger hoje já ser cidadão americano, quando a história dele começou em 1984, ele veio e voltou para o Brasil duas vezes antes de se estabelecer direto em 1991. Saiba você que voltar, nunca foi, é e será fácil, basta perguntar quem já passou por essa experiência.

Se esse alguém que está nessa situação e não tem a mínima noção por onde começar, não deixe de visitar o site http://www.portalconsular.mre.gov.br/retorno-ao-brasil/retorno-ao-brasil

Saturday, January 10, 2015

Sou investidor e quero ir para os Estados Unidos!

Você é investidor mesmo? Quanto você quer investir? Qual o R.O.I. que você espera? Caso não saiba o que é R.O.I., return of investment, ou melhor retorno do investimento... ou melhor ainda, qual o percentual que você espera ter? 

Quer investir por quanto tempo? Qual o plano de saída? Como você vai trazer o capital para ser investido? Quando? Quer investir em que? Você vai fazer algum will?

Se você ficou sem saber responder com precisão alguma das perguntas, saiba você que não está sózinho nesse grupo de brasileiros que chegam aqui se dizendo “investidor”, com toda pompa e pose e não tem a mínima idéia do que estão falando. Se você acha que esse blogger está exagerando, você nunca viu os “investidores” brasileiros chegando em Miami.

Pior do que não saber responder perguntas básicas como as supra citadas, a maioria se recusa a contratar uma consultoria especializada seja comercial, contábil e/ou jurídica. 

Trazendo na bagagem a síndrome de Gabriela, eu nasci assim e cresci assim, acabam sendo parte de uma triste estatística.

Alguns mais entusiasmados se arriscam no mercado de capital fora outras formas de investimentos não muito familiar para os brasileiros que operam aqui, sem saber quem são os consultores financeiros, os brokers ou as até mesmo as empresas com quem eles irão negociar.

Se você escutou falar no Bernard Madoff ou viu o filme o Lobo de Wall Street com Leonardo Di Caprio, não é difícil imaginar que existe e muitas falhas no mercado, e que esse blogger não está exagerando. E como sempre, quem paga é o “investidor”. 

Para dar um pouco mais de tranquilidade ao investidor, seja ele americano ou brasileiro, o FINRA – Financial Industry Regulatory Authority inaugurou um website gratuito que dá acesso aos interessados em saber quem é quem na indústria.


Checando o website www.finra.org ,você clicando no topo a direita no botão azul BROKER CHECK terá a chance de acessar um database com mais de 1 milhão de cadastrados do segmento.

Finalizando, como a vovó nos ensinou, canja e precaução não faz mal a ninguém. Não é porque está na web é confiável. Faça o seu dever de casa e boa sorte!