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Wednesday, March 30, 2016

Os 2R’s de 3 que o exportador brasileiro insiste em não aceitar para conquistar os Estados Unidos

 O dólar está alto. A economia brasileira estagnada, dando cada vez mais sinal que antes de melhorar ainda vai piorar. O que fazer? Pergunta você fabricante/empresário. A saída parece ser: exportação.

Mas aí você que é mais cuidadoso, pergunta: estou eu preparado? Se você diz que sim, siga em frente. Se você diz que não, o conflito começa.

Suponhamos que você seja um dos que se aventuram a vir para Miami. Se o termo “aventuram” feriu os brios, informamos que você não está preparado para o mercado americano. Porque na hora que você colocar seu produto ou serviço em teste, acredite que você vai escutar muita coisa que não quer, não acredita ou nunca pensou em escutar.  Qualquer um quer te falar ao contrário, abra os olhos!

Não importa quão famosa sua empresa, sua fábrica seja no Brasil. Aqui nos States, de uma maneira respeitosa, nunca foi, não é e para ser, é um longo caminho, muito tortuoso, demorado e caro. 

Mas e os 3R’s do título? Bem, existe uma sequência “oculta” e “rígida” aqui no mercado que pela quantidade de ofertas do mundo inteiro, sim, o mundo inteiro disputa um espaço físico no território americano, é muito seguida.

Primeiro você tem que criar a sua REPUTAÇÃO. Quem é você? De onde vêm e para onde vai? Quais as suas intenções? Há quanto tempo está nos States? É residente? Não é? Qual sua história? Enfim, dezenas de perguntas que criam a sua identidade: REPUTAÇÃO.

Da REPUTAÇÃO, com o tempo, vem o RELACIONAMENTO. A indústria, o mercado, as pessoas começam a te conhecer. Fica bem menos difícil você pegar um telefone ou visitar uma pessoa e ser bem recebido.

Uma vez que você desenvolve sua REPUTAÇÃO e RELACIONAMENTO, a RECEITA aparece. Mas caro leitor, chegar na RECEITA, é demorado e caro. Muito caro! Você está preparado para esse tipo de investimento?

O que temos experimentado através dos anos é que o exportador brasileiro quer ir direto no terceiro R que é a RECEITA.  Ou seja, o exportador brasileiro insiste em não aceitar os dois primeiros R's. querendo ir direto no terceiro. Dizer que quebram a cara, estamos sendo carinhosos. 

Com tudo que acontece no Brasil que reverbera aqui nos States, mais do que nunca, criar, desenvolver e manter uma boa ou excelente REPUTAÇÃO junto com uma rede de RELACIONAMENTO, são etapas fundamentais para o sucesso de qualquer exportador brasileiro. Você que está interessado no mercado americano já tinha pensado com essa ótica?

Friday, April 10, 2015

Preciso eu de alvará para operar minha empresa nos Estados Unidos?

O que você acha? O curioso é que tem muita gente boa abrindo empresa aqui nos States, sendo assessorado por consultores que dizem que não precisa! Será mesmo?

Quando é estabelecimento aberto como loja, armazém, ou qualquer outro estabelecimento comercial mais aberto ao público, o pessoal respeita. Mas quando é escritório, home business e P.O.Box, para “facilitar” como alguns dizem, como não “vão receber ninguém”....estão escondidos no canto de um prédio...esses “jeitinhos” acontecem.

Você precisa de alvará para operar no Brasil? Como você adjetiva uma empresa que opera no Brasil sem alvará? Deixaremos você responder a esse pergunta e usar os adjetivos necessários.

Tem um ditado americano que diz o seguinte: 

A chain is only as strong as its weakest link. A corrente é forte até o seu elo mais fraco.

O curioso é que esse dito popular não tem haver com uma corrente propriamente dito mas sim em “correntes” de pessoas ou tecnabilidade de algum processo.

Como costumamos dizer, a praticidade do mercado americano não quer dizer que ele é frágil. Basta um deslize, uma falha, um elo mais fraco da corrente se arrebentar, para comprometer tudo. 

Aí meu amigo leitor, para quem não sabe definir punição, dependendo da “craca” podemos garantir à você que é um aprendizado super intensivo e muito caro. Já escutou dizer que advogado na América não é caro? Podemos garantir à você que caro é você contratar advogado para te tirar da “craca”.

Tuesday, June 24, 2014

Feira da indústria de calçados acontece em Miami.

Uma das feiras mais tradicionais dos Estados Unidos no ramo de calçados acontece no final do mês aqui na cidade de Miami. Será do dia 29 de junho à 1 de julho. 
A Shoe Market of the Americas ou a SMOTA como é conhecido o evento é somente para os profissionais do segmento e não é aberta ao público.
Muitos brasileiros que comparecem a eventos especializados, às vezes reclamam de tais medidas porque dizem inibir aos que querem iniciar no segmento. Uma coisa é certa, o justo paga sempre pelo pecador. Não podemos esquecer dois pontos importantes.
1)    Tempo é dinheiro e tem muita gente jogando conversa fora com pura especulação nesses eventos atrapalhando não só os expositores como também os que querem realmente atenção.
2)  Afasta os "colecionadores de brindes”. Antes de torcer o nariz, temos que confessar que também já fizemos isso quando aqui chegamos em 1991. E claro, tudo que era brinde era novidade e de muita boa qualidade!
2)    Estudos de mercado mostram que as feiras que não são abertas aos públicos, agradam muito mais aos expositores e também aos que visitam. Eles possuem maior produtividade com melhores resultados após eventos.
Como qualquer trade show que acontece aqui nos States, as últimas tendências, com exibidores de diversos países que querem conquistar a América assim como visitantes de diversos países, disputam as atenções dos compradores e formadores de opinião que se apresentam no pavilhão.

Maiores informações direto no website http://www.smota.com 

Friday, January 17, 2014

Flórida lidera os Estados Unidos nos leilões de imóveis

Que o brasileiro está comprando imóveis para investimento nas cidades de Miami e Orlando, dentre outras cidades do Estados da Flórida, ninguém dúvida e não precisamos mais ficar falando disso.

Mas como investimento está justificando? Se o investidor compra o imóvel seja ele de luxo ou não, apartamento ou casa, e o aluga, ele espera ter o retorno ou prometido ou sonhado.

Acontece que nem sempre acontece assim como sabemos. Muitos inquilinos abusam por saber que o dono do imóvel é estrangeiro, e que a variação do dólar é fator decisivo na manutenção e pagamento do financiamento. 

Segundo o Realty Trac que é uma empresa/website que monitora e reporta os leilões de imóveis (foreclosure) ao redor dos Estados Unidos, acompanhando bem de perto mais de 2.200 condados, cobrindo mais de 90% dos imóveis, o estado da Flórida está contribuindo só nesses primeiros 15 dias do ano com 25% do volume leiloado em todo o mercado americano.

Você que pensa em investir em imóveis ou aqui ou no Brasil, não pode se esquecer que é um negócio como outro qualquer. Isto posto, risco existem e temos que estar preparados para isso. 

Acontece que quando o seu negócio é em outro país, todo cuidado é pouco.

Mas aí você pergunta, com esses números e texto, ainda é bom investir em imóveis nos States? 

Sim, respondemos nós, desde que você tenha paciência no retorno e faça o seu dever de casa. Você é estrangeiro, existe uma tratativa diferenciada fiscal e legal, enfim, nada que uma boa assessoria e consultoria não possa resolver.

Thursday, September 6, 2012

Vale a pena arriscar e tentar a vida como empregado nos Estados Unidos?

Quem não sonha com uma vida melhor? Nós brasileiros nascemos e somos criados com as belezas do sonho americano. Hoje devido a essa imigração contínua de mais de 30 anos, não só escutamos muitas histórias como também a chance de você que está lendo esse blog, conhecer alguém que more ou morou aqui. Aí você pode até pensar, porque não eu?

Bem, se você fizer a coisa legalmente, abrindo a filial da sua empresa, sendo transferido para cá ou até mesmo sendo convidado para trabalhar aqui, não existe problema. Mas se você pensa ou conhece alguém que quer se aventurar como empregado, não temos outra maneira de dizer: está cada vez mais difícil.

Fora o que sai no noticiário brasileiro, o governo americano através do Departemento de Imigração hoje está promovendo agressivamente o website www.dhs.gov/E-verify , onde o empregado de maneira muitíssimo rápida verifica a sua eligibilidade para trabalhar legalmente nos States.

Não queremos atrapalhar o sonho de ninguém mas qualquer um que queira vir para cá para tentar a vida, seja lá qual for o cenário, acredite que os tempos mudaram!

Friday, July 6, 2012

O que tem haver o palito, o guardanapo com um imóvel e um advogado?

O título desse post parece mais uma charada mas não é. Agora que temos a sua atenção, depois de você ler essa matéria, esperamos que venha fazer sentido.

É sabido que os brasileiros estão investindo e comprando imóveis por todos os Estados Unidos. A cidade de Miami no Condado de Miami-Dade no estado da Flórida pelos laços desenvolvidos em quase 30 anos de imigração ininterrupta, preços e condições de financiamentos oferecidos, ainda é a preferência brasileira.

O que muitos não sabem, não querem saber ou não querem acreditar é que existe muita mas muita gente mesmo, incluso brasileiros se encrencando com a justiça americana por ter comprado o imóvel de maneira “equivocada”...de maneira “não apropriada”...para sermos políticamente corretos.  

Recentemente como noticiado no Brasil, mais um, leia de novo...mais um brasileiro na Flórida, não sabemos em outros estados americanos, se meteu em uma tremenda encrenca.

Culpado? Inocente? Apesar do brasileiro jurar inocência, não nos cabe julgá-lo mas uma coisa é certa, pelo vídeo por ele mesmo criado, ele assina uma papelada sem ler! Opa, como é isso? Assinar a compra de um imóvel onde técnicamente você poderá estar se comprometendo por 30 anos, sem ler?

É quase que inacreditável ainda ver de maneira contínua muitos brasileiros comprando e/ou investindo em imóveis nos USA, sem assistência de um advogado. Ou seja, eles querem comprar imóveis de preço significativo, às vezes mais de milhão de dólares ou até mesmo mais de um milhão de dólares e se recusam a contratar uma assessoria jurídica. Pegando a carona no título, eles querem dar um banquete e economizar no palito e no guardanapo. Agora o título faz sentido?

Muitos se encantam com o canto da sereia. Acham o preço e condições favoráveis, acreditam nas facilidades, mas não são esclarecidos, sobre a lei da herediteriadade, os compromissos com o Imposto de Renda quando tem o imóvel para rendimento e por aí vai outras tratativas legais que mais pesadas são para o estrangeiro.

A síndrome de Gabriela, eu nasci assim eu cresci assim, muitas das vezes vem na mala e não funciona muito nos States. A vida nos ensina que apagar incêndio é mais caro do que prevenir. O mesmo funciona com advogado; caro é contratá-lo para nos defender de alguma encrenca que possamos nos envolver, contratá-lo para nos orientar/prevenir não!

Uma verdade que temos presenciado é que muitos não querem contratar advogado por que já “chiam” de pagar comissão ao corretor, e quando pensam que ainda terão que pagar assessoria jurídica, torcem o nariz.

Aprendemos aqui logo que chegamos há mais de 20 anos atrás que você pode esquecer do imposto de renda mas o imposto de renda não esquece de você. You have been warned. Você foi avisado! 

Tuesday, August 30, 2011

Investir em imóvel nos USA com desastre natural. É um bom negócio?


 Recentemente temos lido que os brasileiros estão investindo de uma maneira “empolgada” na compra de imóveis nos Estados Unidos. Acontece que muitos compram nessa “empolgação” e com o passar do tempo, começam a experimentar os problemas que qualquer imóvel apresenta junto com um grande diferencial que não se apresenta no Brasil: desastre natural.

Vamos esquecer os desafios junto ao Imposto de Renda e a lei da hereditariedade. Mas caso você tenha comprado um imóvel aqui nos States, estaria você protegido contra os desastres naturais?

Digamos no caso de uma grande tempestade, se a água vem por cima você está protegido? Ou se vier por baixo como rio transbordando, mar invadindo as ruas…você estaria protegido? Complicou? Você ainda não viu nada….

É dito que dois palmos de água dentro da sua casa pode no mínimo causar US$ 50 mil dólares.

Agora e perguntamos: quanto vale o imóvel que vc comprou?

Um bom website para você se posicionar é o http://www.floodsmart.gov/. Você terá dicas muitíssimo interessante de como se comportar. 

E o furacão? E o terremoto? Você que comprou imóvel aqui nos States ou considera investir, já pensou nisso?

Dentro do que temos lido, pesquisado, participado de seminários, estamos chegando a conclusão no que se trata de propriedade, o melhor investimento apesar de menor rentabilidade, dependendo da localização, é o terreno.

Investindo em terreno, você não terá problema de enchente (flood), furacão, terremoto, nevasca, incêndio…ou qualquer outra ameaça de desastre natural. E o pior de tudo isso, é lidar com as companhias de seguro que no final não querem te pagar porque foi ato de DEUS!

Alguém pode nos explicar como é isso de uma grande corporação Americana se agarrar em DEUS para não te pagar quando você não pode falar de DEUS dentro da mesma corporação?

Tuesday, June 28, 2011

Imóveis nos USA x Imóveis no Brasil

Semana passada lemos uma matéria em um conceituado veículo brasileiro, dizendo que os “milionários” brasileiros, “grandes investidores” brasileiros, estão fazendo a alegria dos corretores de imóveis de Miami. Na mesma matéria dizia que nesse ano de 2011, mais de 50% dos imóveis de mais de US$ 1 milhão de dólares, tinham sido vendidos para brasileiros.

Curioso que na mesma semana, lemos que “milionários” americanos, “grandes investidores” americanos estão fazendo a alegria dos corretores brasileiros em várias parte do Brasil, ainda mais nos Estados onde haverá a Copa do Mundo.

Perguntamos:

Entendemos que devemos dividir riscos…mas quem está com a razão? Qual o melhor lugar para investir em imóveis? Aqui nos Estados Unidos ou no Brasil?

Uma coisa é certa, a maioria dos brasileiros que compram imóvel aqui não sabe, não tem a minima idéia sobre o percentual de lucro que terão que pagar como estrangeiro (capital gain) quando venderem o imóvel; e principalmente o que acontecerá com os herdeiros, caso venha falecer!

Não custa nada a fazer o dever de casa, esgotando todas as possibilidades…se você está pensando em adquirir um imóvel nos States.

Monday, May 16, 2011

Ainda é um bom negócio comprar imóvel nos USA?

Apesar de tudo que a imprensa brasileira e mundial diz acontecer e estar para acontecer de bom na economia brasileira, é impressionante como ainda tem brasileiros vindo para os Estados Unidos comprar imóvel. E o pior, a maioria despreparado, empolgado e mal assessorado. Sorry, é a realidade...

Que existem profissionais qualificadíssimo para te assessorar, com certeza! Mas quem tem que saber é você. Afinal, se você consegue comprar um imóvel nos States, acreditamos ser inteligente e experiente suficiente para ter essa reserva financeira, caso contrário você não se permitiria esse luxo de adquirir uma propiedade no exterior como investimento.

Uma das perguntas mais frequentes que ainda nos fazem é a seguinte: ainda é bom negócio comprar imóvel na América?

Tudo depende porque, para que e onde você pensa em comprar. Lendo sobre essa enchente de proporção quase que bíblica que atingirá vários cidades nos estados de Mississipi, Louisiana e Tennessee, e ficamos nos perguntando como ficarão aqueles que compraram imóvel para investimento só porque estava “barato”. 

Muitos compram imóvel para investimento, mas não consideram os problemas que vem junto com qualquer negócio. Problemas de manutenção, problemas com inquilino que não pagam e também não saem do imóvel propositadamente porque sabem que podem ganhar meses ou até mesmo anos sem pagar mortgage com as brechas na legislação que hoje acontece. Mas como é isso? Pergunte ao assessor!

Fora os problemas de seguro e condomínios, quando o imóvel pretence a uma associação, imposto de renda na venda do imóvel que está pesando para o estrangeiro que é investidor e por final mas não quer dizer menos importante, a lei de hereditariedade.

Pesquisando e lendo sobre o assunto, estamos chegando a conclusão que quando se fala em investimento em propriedades, uma das melhores opções é o terreno.

Você não tem problema de enchentes, furacão, tornado, terremoto, inquilino e seguro! Você pode até ganhar menos, mas também investe e arrisca menos! E dependendo do homework que você faça junto aos departamentos estaduais específicos, sua lucratividade pode te surpreender. Pense nisso!

Thursday, December 2, 2010

Abertura de empresa nos Estados Unidos. Qual o melhor para mim?

O sonho e/ou a vontade de abrir uma empresa nos Estados Unidos para o empresário brasileiro, é quase que o maior desafio empresarial na história dele.

Entenda que de um modo geral, é um processo muitíssimo rápido e que pode ser feito até mesmo pela internet; evitando assim pagar os custos de advogados ou contador no processo de abertura. Mas fica a pergunta: justifica?

Se você é confortável com a língua inglesa, já fez o homework pesquisando os diversos tipo de empresas, as regulamentações e requerimentos estaduais, implicações fiscais e tributárias, pode até ser...mas se você assim não o fez, sugerimos a buscar um profissional da área ou advogado ou contador especializado.

Entenda que depois que você submeter suas informações ao estado de escolha e ao imposto de renda, não tem mais volta...por isso todo cuidado é pouco.

Por exemplo, de um modo geral os brasileiros que aqui chegam se assustam em contratar um advogado para abrir uma empresa. Mas tenha certeza de uma coisa caso queira imigrar para os States. A consulta inicial de um advogado nos Estados Unidos não é caro, caro é contratá-lo depois para consertar...besteira...erros...

Inclusive dependendo do seu interesse para com a terra americana, o advogado já pode o direcionar dentro de uma estratégia jurídica, caso pense em imigrar no futuro com sua família.

Mais quais os tipos de empresas? Sem aprofundar muito porque não somos nem advogados nem contadores, iremos mencionar as principais.

Sole Proprietorship

Funciona como o autônomo no Brasil onde você pessoa física, você o dono, passa ser a empresa. Essa é a modalidade mais rápida e barata para se estruturar nos Estados Unidos. Porém, sua responsabilidade é ilimitada porque não existe uma proteção “corporativa” contra qualquer ação legal contra você. Seus bens quase sempre serão usados para cobrir qualquer processo. E como você bem sabe, processo aqui é uma coisa que faz parte da cultura americana.

Corporation

É a estrutura jurídica empresarial mais adotada no mercado americano. Nessa estrutura, a pessoa jurídica está separada da pessoa física, dando assim ao dono uma tremenda vantagem jurídica contra qualquer ação penal.

Uma das grandes desvantagens da C-Corporation é a “dupla tributação”. Paga imposto de renda a corporação e o dono da corporação independentemente. Muita utilizada pelos imigrantes brasileiros que aqui chegam abrindo empresas.

S Corporation

Bastante parecida com a C-Corporation tem a vantagem de poder misturar as despesas e receitas da empresa com a pessoa do dono, o que dá uma tremenda vantagem fiscal e tributária. Mas somente os residentes com Green Card ou cidadãos americanos podem ter a corporação com essa classificação S.

Se um dia você abrir uma corporação nos Estado Unidos, as chances são que a corporação será classificada como C Corporation, pois você não deve ser residente ou americano como mencionado.

Você ficando nos States, assim que ganhar seu sonhado e cobiçado Green Card, não esqueça de pedir seu contador e/ou advogado a transferência de status da sua corporação. Não espere que ele te lembre...pois o interesse é seu! Quem vai economizar muito dinheiro é você, não ele!

Limited Partnership (LP)

A Limited Partnership é a composição juridical estabelecida por dois tipos de sócios. Os sócios limitados que são os Limited Partners, onde recebem e respondem proporcionalmente contra qualquer ação legal proporcionalmente ao capital investido. Os sócios gerais, que são os General Partners, geralmente ganham mais por investir capital, trabalhar na frente do negócio, tem responsabilidade no dia a dia da empresa, e assumem maiores riscos.

Limited Liability Partnership (LLP)

Possui uma estrutura jurídica parecida com oa Limited Partnership mas todos os sócios tem responsabilidade limitada.

Limited Liability Company (LLC)

Como o próprio nome diz, limita as responsabilidades de jurídicas dos donos contra qualquer ação legal contra a corporação. Apesar de ser uma estrutura jurídica recente, ganha adesão mais e mais juntos aos empresários, principalmente os investidores.

Enfim, seja qual for a configuração jurídica que você queira escolher, uma coisa que você deve se informar no Brasil até mesmo antes da escolha, é de como fazer o aporte de capital do Brasil no início para cá.

Podemos garantir sem margem de dúvidas, que muitos tiveram seus projetos e sonhos empresariais americanos comprometidos, porque simplesmente não tiveram como transferir dinheiro devido ao modus operandis brasileiros.

O problema não foi com governo brasileiro, muito menos com o sistema bancário... mas eles próprios que tinham uma maneira bem empírica de tocar os negócios.

Friday, September 24, 2010

Porque não retornar o telefonema ou email que prometeu?

A bíblia nos ensina no livro de Mateus 5:37 que seja o nosso falar:sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.

Porque estamos escrevendo isso? O que tem haver entre o que falamos, da maneira que nos expressamos com o comércio com os Estados Unidos?

Porque aquele que quer fazer negócio com o mercado americano, tem que ser objetivo e se esforçar ao máximo, não queremos usar a palavra honrar para não ficar pesado, para fazer o que diz que vai fazer. Seja retornar um email, seja retornar uma ligação como muitos se comprometem, e nada fazem.

Como em um artigo polêmico por nós publicado nesse mesmo blog em 24 de agosto de 2009 chamado You Got Email, a cultura americana, tem praticamente tolerância zero para esse tipo de postura. Seja um telefonema não devolvido em que a parte diz ou promete que vai ligar e não liga...ou email não respondido que a parte diz ou promete que vai responder e não responde...nós brasileiros que muitas vezes estamos no meio da negociação e assumimos compromissos junto as empresas americanas, ficamos em uma situação complicadíssima...e quanto maior a transação, menor a tolerância por parte dos americanos... porque a imagem começa a ficar arranhada...a confiança comprometida...será uma influência dos políticos brasileiros junto ao empresariado brasileiro?

O empresário brasileiro que quer comercializar com os States, não responder um e-mail ou dois, um telefonema ou dois até entendemos, mas três ou quatro, com toda a facilidade de comunicação que existe hoje, deixamos a imaginação de você leitor à vontade; afinal brasileiro é tido como muito criativo.

Vamos reverter a experiência...e se fosse tentando fazer um negócio grande, nos ligasse 3 ou quatro vezes, e não retornássemos a ligação? Ou prometêssemos?  Déssemos a palavra sobre o telefonema ou email? Marcasse dia e hora e não ligássemos? Como se sentiria?

Talvez devido a cultura brasileira conviver mais com isso, basta ver quem elege para o governo, consegue administrar mais esse tipo de postura mas não os americanos...principalmente os que não estão muito ligados na cultura latina.

Mais uma vez, a tolerância é zero e muitos negócios são perdidos e desestimulados  pelas fábricas americanas simplesmente por não compactuar com esse tipo de postura e atendimento. Choque cultural? Quem tem que ceder? Quem compra ou quem vende? Quem está certo ou errado nessa relação?

Esse problema é tão grande que já virou até debate no LinkedIn de um grupo de brasileiros que opera aqui fora.

Mas onde entra Mateus 5:37 nisso tudo? Nas desculpas que se seguem...de um modo geral são desastrosas...sem querer espiritualizar mais ainda o texto...como se diz no próprio livro de Mateus...nada há de escondido que não venha ser revelado.

Como bem sabemos...a verdade pode ser evitada mas não negada! Não seria mais fácil fazer o que se diz ou que se compromete a fazer? Onde está a dificuldade de não fazer?

Thursday, September 2, 2010

3 perguntas que você tem que ter coragem de perguntar a si mesmo, se pensa em exportar para os USA.

Contiuamos sendo abordados por empresas e fábricas que querem conquistar o mercado americano. Se você está no Brasil e sonha em exportar para os Estados Unidos, deixaremos 3 perguntas que você tem que perguntar a si mesmo ou então a qualquer outro empresário/fabricante que queira exportar para os States.

Fruto de quase 20 anos negociando com o Brasil e lidando com inúmeros “exportadores”, podemos afirmar sem margem de dúvidas, que a maioria engasga. Podemos afirmar que muitos "exportadores" ou "potencial exportadores" nunca se quer pensaram nessas perguntas...a expressão facial dos “entrevistados” os entrega...como se diz hoje no Brasil, ficam na maior saia justa.

Are you ready?                    

1) Porque você quer exportar para os Estados Unidos?
2) Porque o mercado americano tem que comprar o seu produto?
3) O mercado americano querendo comprar seu produto, qual a vantagem que você dará em relação ao concorrente?

Se você não conseguiu responder a duas perguntas com muita segurança, sugerimos à você rever seus conceitos mercadológicos para melhor posicionamento. Assim você economizará muito seu tempo e dinheiro... evitará muita dor de cabeça...e claro poupará também seu importador e/ou representante americano.

Monday, October 19, 2009

Comprar imóvel, é a melhor opção para quem acabou de chegar nos USA?

O dólar abaixou no Brasil mas violência não...só vêm aumentando. Você não aguenta mais essa fobia social. Sonha em se transferir para os Estados Unidos. Dar uma vida melhor a sua família...seus filhos...

A emoção toma conta, você vêm para os States ou transferido (a), ou vêm com visto de turista, e tenta se legalizar... e desavisadamente ou incentivado por amigos que dizem que os imóveis estão “super baratos” acaba comprando um imóvel.

Perguntamos: comprar um imóvel é o melhor negócio para quem logo chega nos Estados Unidos? Você está qualificado (a) financeiramente para comprar um imóvel? Você deve comprar uma casa, mesmo não sabendo se vai se adpatar a cultura americana ou onde quer ficar?

Se você vacilou em qualquer resposta, nosso conselho, não compre!

Você chegando aqui com visto de turista, não tendo histórico de crédito, sua entrada será bem mais alta do que você imagina.

Muitos bancos já estão pedindo no mínimo 30% de entrada. E muitos bancos, até segunda order, nem mais estão financiando para estrangeiro. Uma escritura gira mais ou menos de 5% à 6% do valor do empréstimo. Você já pode calcular quanto irá desembolsar. Você se descapitaliza!

Você como proprietário de imóvel será responsável por todas as taxas, seguros, e adversidades que qualquer propriedade pode apresentar. Estrago devido ao furacão, enchentes, vazamentos, etc.

No aluguel, você têm a flexibilidade de mudança de endereço e conhecer não só a cidade, mas principalmente saber se você se adaptará a uma nova realidade de vida. Você saberá se irá gostar ou não de morar nos States.

Se você soubesse quantos vêm para cá e não gostam, não se dão bem, não se adaptam e querem voltar...e estão todo enrolados com contratos e compromissos assumidos indevidamente logo que chegaram...você não têm idéia...

Estamos desencorajando à você a não vir para os States? Claro que não! Mas entenda que para quem quer fazer uma mudança radical de vida, ainda mais com toda a família, todo cuidado é pouco... e esse país, apesar dos brasileiros terem uma certa dificuldade de entender, é um país de estratégia e de sistemas aplicados.

Você sabendo um pouco de inglês, vários websites podem te ajudar na decisão.

http://www.mortgage101.com/ – você encontra tabela de financiamentos.

http://www.zillow.com/ – você pode ter o valor aproximado do imóvel que você pensa em adquirir, apenas digitando o endereço, cidade e cep.

http://www.interest.com/ – você calcula juros. Mas querendo saber o comparativo de comprar ou alugar, http://mortgages.interest.com/content/calculators/rentvsbuy.asp

Como sabido, as informações supra citadas jamais irão substituir as consultoria e orientações dos profissionais da área, seja ele advogado, realtor (corretor de imóveis) ou mortgage broker.

Boa sorte!

Monday, August 24, 2009

You've got e-mail!

Umas das propostas desse blog são dicas rápidas, curtas e “diretas” de como empresariar ou nos ou com os Estados Unidos.

Sempre quando pensamos em fazer negócios ente dois países, entre duas culturas, sempre haverá o choque. Acontece que de um modo geral, a cultura que irá prevalecer é o país onde o negócio está sendo feito, no caso os Estados Unidos.

Muitos brasileiros querem fazer negócios/empresariar com os Estados Unidos ou nos Estados Unidos.

Uma coisa que a cultura americana, têm praticamente tolerância zero é para e-mails não respondidos. Quanto maior a transação, menor a tolerância. O interessado brasileiro não responder um e-mail ou dois, até entendemos, mas três ou quatro, deixamos a imaginação de você leitor a vontade; afinal brasileiro é tido como muito criativo.

Claro que o contato pessoal, olho no olho é, e será a melhor estratégia. Acontece que como a maioria quando não fala bem o inglês, se expressa melhor escrevendo do que falando, muitas empresas adotam o e-mail como forma de desenvolver um relacionamento.

O negócio avançando, quando o interessado mesmo que chegue na frente do americano com um broken English (o inglês quebrado, conhecido nos States como the book is on the table), muitas barreiras já foram vencidas, o americano já sabe o que o brasileiro quer, o que facilitará a vida de todos os envolvidos.

Se o interessado brasileiro, não têm a disciplina de responder
e-mails ou até mesmo um recado deixado, nosso conselho à ele é concentrar na comunidade brasileira ou hispana, que pelas raízes e similaridades culturais, aceitam esse tipo de comportamento. Mesmo assim, podemos garantir...que muitos estão cansados e mais ainda...muitos estão se cansando desse comportamento comercial.

Vamos reverter o cenário. Se fosse o contrário, como o interessado brasileiro se sentiria?