Search This Blog

Showing posts with label empresários. Show all posts
Showing posts with label empresários. Show all posts

Wednesday, June 20, 2018

Com quase 10 anos, o blog Direto dos USA comemora 300 posts!


Ontem tivemos o orgulho de publicar o post de número 300 nesse blog Direto dos USA.

Desde 2009, com bastante regularidade temos publicado matérias que acreditamos nós, de uma maneira ou outra tem ajudado à todos brasileiros empresários ou não, que sonham em mudar ou querem fazer negócios com os Estados Unidos.

Aos que nunca prestaram atenção no arquivo do lado direito desse blog, aí vai a quantidade de posts até a presente data.

2018 – 24 posts / 2017 – 55 posts / 2016 – 39 posts / 2015 – 29 posts / 2014 – 26 posts / 2013 – 24 posts / 2012 – 30 posts / 2011 – 27 posts / 2010 – 25 posts / 2009  -  21 posts

Nesses quase 10 anos escrevendo, é difícil você não encontrar uma matéria que não responda totalmente ou parcialmente suas dúvidas ou curiosidades.  Se o post não responder, com certeza ele o redirecionará!

Seja qual for a modalidade, importando, exportando, distribuindo, vendendo, imigrando, investindo, franquia, feiras, desenvolvendo negócios, seja qual for o seu interesse, tem quase tudo lá!

O sucesso do blog foi tanto  que nossos seguidores nos incentivaram a abrir o Canal de Consultoria e 
Negócios no You Tube   www.tinyurl.com/RWSYT , e mais recentemente uma conta no Instagram.

Com mais de 40 vídeos no You Tube e posts no Instagram, como mencionado por vários seguidores, sabemos que as matérias dos blogs são complementadas por essas ferramentas digitais. 

Podendo se inscrever e compartilhar nosso Canal de Consultoria e Negócios sobre os Estados Unidos e no Instagram,  nosso antecipado agradecimento.

Só temos a agradecer à todos vocês que tem nos seguidos ou nos blogs ou nos vídeos, sugerindo matérias e até mesmo nos criticado.

Tenham certeza que não tem sido poucas críticas mas nosso maior objetivo é relatar a verdade dura e crua do que é a realidade do American Way of Life e American Way of Doing Business.

Aos que nos conhecem mais de perto e nos acompanham, sabem que não existe o cinza na nossa abordagem,  ou é prêto ou é branco!

Esse é o meu compromisso como blogger. Esse é o compromisso da Moriah International, Inc.

Nosso muito obrigado e até o próximo post, até o próximo vídeo!

Monday, July 17, 2017

Como conquistar o mercado americano de graça?

Com a crise sócio-econômica-política que o Brasil vive hoje, exportar para os Estados Unidos sempre é um plano B para a maioria dos empresários e/ou fabricantes.

Muitos acreditam que podem chegar e conquistar o mercado americano de graça.

Será que podemos comemorar como a foto ao lado oh yes! It is free?

Finalmente, segue a resposta em vídeo, que muitos perguntam a esse blogger/consultor há muito tempo.

Veja o vídeo para saber da resposta e tire as suas conclusões.  



Friday, December 18, 2015

U.S. – Brazil Chamber of Commerce comemora 1 ano

Quarta-feira, dia 16 de dezembro, a U.S. Brazil Chamber of Commerce no Doral, comemorou 1 ano de existência. 

Com a presença de representante do Consulado Brasileiros, Cidade do Doral, empresários locais, visitantes do Brasil e amigos, o evento contou ainda com a transmissão ao vivo para Miami e para o mundo, do show de rádio Business Hour com o radialista Pete De La Torre, The Voice of Business in South Florida.

No evento, o brasileiro, Richard Sanchez, fundador e presidente da câmara de comércio, descreveu o trabalho feito por ele e pela equipe, aqui e no Brasil.  Também agradeceu e leu o nome de todos os palestrantes que durante o ano honraram com sua presença e conhecimento. As fotos de todos os palestrantes estão na página do Facebook no website.

Os quase 50 presentes, interagiram, se divertiram com o clima descontraído, desfrutando de um excelente breakfast, e claro fizeram negócios entre si, sendo essa a principal missão de uma câmara de comércio.

Na fala de fechamento, Sanchez arrancou lágrimas dos presentes com palavras de encorajamento, desejando sucesso e abençoando o ano de 2016. 

O vídeo do evento estará muitíssimo em breve no Canal do You Tube no website. Maiores informações, favor acessar www.usbrazilchamberofcommerce.com 

Thursday, November 12, 2015

Prof. Dr. Attila Andrade fala no programa de rádio U.S. Brazil Biz Talk

Ontem à noite a U.S. Brazil Biz Talk teve a honra de receber o advogado de direito internacional, professor universitário no Brasil e nos Estados Unidos, Phd na renomada Universidade de Yale, Prof.Dr. Attila Andrade Jr. 

Como convidado especial da noite falou de algumas oportunidades de negócios nos dois país, que como sabido, ainda é muito mal interpretado pelos pequenos e médios empresários.

Aqui nos Estados Unidos como mencionado na matéria anterior, é chamado FTZ –Foreign Trade Zone. Em Miami, no Estado da Flórida, o MFZ – Miami Free Zone localizado no Cidade do Doral, é o maior FTZ dos Estados Unidos. Operando desde 1979, MFZ atende importações de 65 países e exporta para mais de 80 países.

Do lado Brasil, Dr. Andrade falou das oportunidades do SUFRAMA. Nas duas pontas como mencionado, a assessoria jurídica é relevante para que o empresário venha desfrutar de todas as vantagens fiscais e tributárias que essas estruturas oferecem, tornando-se assim mais competitivo no mercado doméstico, até mesmo no local.

Para escutar o podcast do Dr. Attila, favor clicar no site do consagrado radialista Pete de La Torre http://www.petebizradio.com/usbrazilbiztalk.html e buscar a data 11/11/15.

Monday, November 9, 2015

As vantagens de utilização das FTZ do Sul da Flórida

Muitos empresários brasileiros em São Paulo e em outras cidades do país tem-me perguntado de que forma possam melhorar suas exportações para os EUA . Desde a década de 60, o Brasil adotou a regra “ Exportar é a Solução”. De fato assim é para muitos empresários, a questão é como fazer no que concerne aos demais países. Infelizmente, as economias ocidentais foram se “fechando” para se protegerem contra as exportações de países como o Brasil que tem-se valido de inexistencia de impostos na exportação e as vezes de diversos subsidios tributários como a isenção de IPI e de ICMS nas exportações. 

Todavia os EUA como uma economia forte , sempre moderna e sem medo da concorrencia internacional , ao contrário, continua sendo um mercado relativamente aberto e liberal. E mais ,tem criado soluções inteligentes que ao contrário inclusive tem favorecido a vinda de mais exportadores aos EUA. Uma dessas notáveis soluções são as “Foreign Trade Zones”- as FTZ que existem em quase todos os EUA. Aqui na Flórida, a mais conhecida e importante é a FTZ de Miami por suas inúmeras vantagens que serão apresentadas neste artigo.

O que são as FTZ ?  A rigor são armazéns alfandegados que constituem um ambiente especial de comércio internacional no território americano. Como funcionam ?

Primeiramente funcionam  como um armazém alfandegado especial. Assim neles é possível que os empresários brasileiros ( assim como os estrangeiros em geral) possam exportar seus produtos para os EUA sem impostos desde que permaneçam nos armazéns e não sejam vendidos ou “internados” em território americano. Assim funciona como se fossem um “dry port” ou seja um “porto seco”. Os produtos exportados do Brasil são mantidos no armazem e serao destinados a re-exportação para outros países. Enquanto mantidos no armazem alfandegado e desde que sejam re-exportados para outros países, não há imposto a pagar.   Super !

Todavia, os benefícios do FTZ não param aí !   Existem outros benefícios que serão aqui relatados. É sempre possível fazer-se das FTZ uma verdadeira zona também de complementação ou acabamento industrial, a exemplo do que ocorre na nossa Suframa em Manaus. Destarte, é legalmente possível desde que o projeto seja previamente aprovado de tal forma  que a empresa brasileira ( ou estrangeira) possa exportar insumos ou componentes e fazer o processo de industrialização dentro da zona. Nesse caso, os impostos são deferidos, adiados à etapa seguinte. Em outras palavras, os impostos de importação assim como o sales tax ( o imposto sobre vendas)  aqui da Flórida somente serão cobrados e pagos quando o produto final industrialmente acabado “sair” da zona, ou seja, for vendido ao mercado americano. Isto torna o processo de fabricação muito mais economico, porque o processo de tributação é adiado por ocasião do faturamento de venda. Destarte, através de um bom planejamento financeiro uma parte do pagamento da venda do pagamento servirá também como elemento de custeio para o pagamento dos impostos.  

Outro detalhe importante é o de que os impostos nos EUA ao contrário do Brasil são extremamente razoáveis. O imposto de importação normalmente varia entre 12% a 15% ad valorem e o imposto sobre vendas ( o sales tax) em torno de 7% sobre o valor do faturamento de venda do produto final acabado. Assim se permite que o industrial brasileiro possa conquistar o mercado americano de uma maneira mais eficiente e preparado para oferecer preços competitivos  ao grande mercado americano.

A próxima pergunta que o leitor possa fazer é: são quaisquer produtos que posso “trabalhar” na FTZ ?  E a resposta será pela negativa. Não é qualquer produto. Normalmente deva ser um produto cujo processo de industrialização seja “leve” e descomplicado . Normalmente produtos eletronicos , de montagem fácil que não requeiram processos complicados de usinagem e solda por exemplo são os ideiais para a FTZ.

Claro que quanto mais “light” for o processo de fabricação, melhor. Há empresas que tem seus projetos aprovados na FTZ simplesmente mediante processo de etiquetagem, rótulos em lingua inglesa , preparo dos manuais e finalmente o processo de embalagem ou empacotamento , tudo preparado ao gosto e de acordo com os requisitos legais dos EUA.

Produtos comestíveis são bem mais complicados porque além da aprovação do órgão administrador do FTZ ainda vai requerer aprovação e registro prévios do FDA e de outros órgãos locais (estaduais e municipais) encarregados da fiscalização sanitária neste país.

Enfim, as oportunidades são imensas para as indústrias brasileiras desde que seus projetos sejam previamente aprovados pelos órgãos competentes. Perguntar-se-á qual o tempo médio para tramitação e aprovação de um projeto industrial para o FTZ ?  Pela experiencia, estimamos um tempo médio mínimo de 4 meses desde o ingresso do projeto até a sua aprovação final.

Outras indagações relevantes ?  Não há requisito mínimo de certificado de origem. Não, isto vai depender da economicidade do projeto . Claro que quanto maior for a utilização de produtos ou componentes americanos , mais chances terão os projetos de serem aprovados pelos órgãos competentes.

O mesmo dir-se-á sobre o emprego de mão de obra. Nos EUA, já o sabemos ,a mão de obra é bem mais cara do que no Brasil . Ademais por lei, as empresas são também obrigadas a fornecer aos seus empregados, planos de saúde o que agrava ainda mais os custos da contratação de mão de obra. Destarte, para manter a viabilidade do custo de sua implantação, convem ao empresário brasileiro utilizar sempre processos intensivos de capital e não de trabalho. Ou seja, quanto mais automação o processo industrial requeira, quanto mais viável o projeto tornar-se-á financeiramente.


Estamos a disposição dos prezados leitores para outras indagações a respeito deste tema, devendo endereçá-las ao Prof. Dr. Attila Andrade Jr, advogado internacional website www.advatila.com.br attilaandradejr2013@gmail.com Skype: attila.andrade Bons negócios na FTZ de Miami!

Friday, October 23, 2015

Cidade do Doral fala na câmara de comércio Estados Unidos Brasil...na Cidade de Doral

Na última quarta-feira, dia 21 de outubro, como acontece todas as terceiras quartas-feiras do mês, a Cidade de Doral, através do seu Diretor de Desenvolvimento Econômico, Manuel Pila, deu uma palestra muitíssimo entusiasmada do momento da cidade e onde ela estará nos próximos cinco anos. 

Como sempre, nesse concorrido café-da-manhã, onde empresários, profissionais liberais e mover and shakers locais se encontram, a visita inesperada do Prefeito Luigi Boria, mostrando o apoio não só ao trabalho que a U.S. Brazil Chamber of Commerce (www.usbrazilchamberofcommerce.com) vem realizando como também o interesse no Brasil e no povo brasileiro, deu a esse evento um brilho especial. A saber, hoje existe uma escola na cidade que está ensinando português!

Aos que não sabem, dentro de inúmeras conquistas, a Cidade de Doral já foi eleita pela revista Business Week como uma das melhores cidades americanas para abrir um negócio. Pela revista Forbes foi eleita a número 2 das 25 melhores cidades dos Estados Unidos para morar devido a mentalidade pro-business. Pela US News e World Report, a terceira cidade para se aposentar. 

Veja no link a seguir, outras premiações e dados super relevantes que poderão ajudar a decidir por essa maravilhosa cidade caso queira mudar ou abrir negócios na Flórida. 

Thursday, October 22, 2015

Programa de rádio de como fazer negócios com os Estados Unidos inaugura em Miami.



Inaugurou ontem depois de muitas expectativas e publicidade local, o programa de rádio U.S.BRAZIL BIZ TALK que também será transmitido on line. Patrocinado pela Cidade de Doral e pela Lennar Homes, um dos maiores construtores de imóveis residenciais dos Estados Unidos, o programa foi lançado em grande estilo.

O host do programa é o radialista Pete de La Torre, premiado inclusive pelo SBA – Small Business Administration. A saber ele recebeu duas premiações esse ano. Uma premiação estadual e outra regional pelo sul da Flórida. Como radialista AM, ele recebeu o cobiçado 2015 SBA State of Florida and South Florida Small Business Media Advocate of the Year. Com uma audiência de quase 100.000 ouvintes diários, Pete de La Torre irá passar esse mesmo know how para os ouvintes do programa U.S. Brazil Biz Talk.

O outro host desse programa é Richard Sanchez, esse blogger que vos escreve. Como primeiro convidado, tivemos a honra de receber João Barbosa, Sócio e CFO do Giraffas USA, contando a sua trajetória de sucesso nos Estados Unidos e no Brasil.

Para atender esse enorme mercado bi-lateral entre Brasil e Estados Unidos, iremos trazer as maiores autoridades, empresários e especialistas locais e internacionais, americanos e brasileiros, para dividir as experiências com os ouvintes.

Iremos passar para todos os ouvintes o que chamamos de real deal. Esse segmento e seleto grupo de ouvintes irá saber a realidade dura e crua do que é estabelecer e/ou negociar com os Estados Unidos. 

A transmissão será direta, em inglês, português e espanhol, afinal são as 3 línguas que se falam em Miami. Aos que querem praticar o inglês, será uma excelente oportunidade de praticar o inglês comercial do dia a dia do comércio internacional.

Apesar de ser um programa totalmente independente, haverá divulgação e apoio da câmara de comércio U.S.Brazil Chamber of Commerce na Cidade de Doral que está dando o que falar no Condado de Miami-Dade que fica no Sul da Flórida. O zêlo, o espírito de excelência e a dedicação principalmente ao pequeno e médio empresário local e brasileiro, tem levado essa organização a uma outra dimensão empresarial entre os dois países. Maiores informações sobre essa câmera de comércio, podem ser obtidas no www.usbrazilchamberofcommerce.com  

O programa US BRAZIL BIZ TALK será uma vez por semana, todas as quartas-feiras, das 21 às 22 horas de Brasília devido ao horário de verão.

Para acessar, visitar www.petedelatorre.com e no topo da direita clicar no link laranja LISTEN LIVE 8-9AM EST ON WZAB 880AM THE BIZ.

Thursday, July 23, 2015

O que precisa para conquistar um cliente de luxo ou uma grande fatia do Mercado Americano?

Classe AGargalhada!
Grana! Muita grana! 

O Brasil virou exportador. Muitos fabricantes e empresários querem vir para cá, e conquistar os Estados Unidos. Mas fica a pergunta: estariam eles dispostos a investir nessa conquista?

Podemos estar errados, mas nos parece que a defasagem entre o rico e o pobre está cada vez mais distanciada. A chamada classe dos 1% dos americanos, sabe quem ela é e o poder de compra que tem. Os grandes compradores americanos, também sabem quem são.

Nos imóveis de dezenas de milhões de dólares os corretores estão fazendo coisas, adotando estratégias que a maioria dos brasileiros, deverão perguntar: como pode? Funciona? Respondemos, sim pode e funciona, se não, não fariam.

Como a proposta de porque você tem que fazer negócio comigo, cada vez o vendedor nos Estados Unidos tem que criar um diferencial para se destacar da competição, encantar o comprador e ser lembrado.

Em Los Angeles, os corretores chegam ao ponto de investir em voo de helicóptero para sobrevoar a propriedade, criar filme muito bem editado de apresentação bem no estilo Hollywood, dar um open house que pode custar uns bons milhares de dólares para de repente, o cliente falar, não gostei! 


 Em um veículo conceituado de imóveis de luxo, recentemente publicou que um corretor chega a dizer que gastou quase US$ 300 mil em promoção para um imóvel de US$ 77 milhões de dólares.

E você fabricante? Quanto quer investir para visitar o comprador de uma grande cadeia americana que possui dezenas e/ou centenas de loja, que tem chama de repente?

Quanto você quer investir para enviar as amostras para uma cadeia de loja super cobiçada que o mundo todo que ter uma oportunidade de ter esse tipo de exposição?

Seja para vender produto ou para você brasileiro incorporador, que quer vir aqui, construir e vender. Saiba que investimento em promoção, marketing e merchandising também fazem parte do produto ou serviço que pensa em negociar. 

E os resultados a serem alcançados, estão diretamente ligados ao tamanho do investimento. Se você não criar o chamado WOW fator vai ficar muito difícil. Abra o olho quem te falar o contrário. Se você acha que estamos exagerando, tente!

Monday, June 8, 2015

Porto de Miami dá palestra na Câmara de Comércio U.S.Brazil no Doral

No dia 20 de maio, Eric Olafson Gerente de Assuntos Intergovernamentais e Desenvolvimento de Carga do Porto de Miami, deu uma palestra aos empresários brasileiros e não brasileiros na cidade do Doral, oeste de Miami, no Condado de Miami-Dade na U.S.Brazil Chamber of Commerce (USBRCC). 

Na apresentação, Olafson falou do impacto da expansão do Canal do Panamá no Sul da Flórida, e claro como não poderia deixar de ser, o volume de trading com o Brasil que continua firme, apesar de uma pequena redução devido ao câmbio.

Como sabemos, mesmo com a alta do dólar as negociações com o Brasil irão continuar. Pode dar uma redução mas não parar!

Na foto acima, da direita para esquerda: Pete de La Torre, conselheiro do USBRCC e host do programa de rádio de business Pete de La Torre show. Eric Olafson, o palestrante. Abraham, advogado e diretor do USBRCC. Paulo Paiani, do Setor Econômico e Promoção Comercial do Consulado Geral do Brasil em Miami. E por último, esse blogger, presidente e fundador do USBRCC. 

Maiores informações sobre a câmara de comércio, favor visitar www.usbrazilchamberofcommerce.com

Thursday, December 18, 2014

Inaugurada a nova câmara de comércio bi-nacional em Doral

Conforme anunciado no último artigo, foi inaugurado ontem na cidade do Doral, a nova câmara de comércio U.S.Brazil Chamber of Commerce (USBRCC). Aos mais curiosos, favor acessar www.usbrazilchamberofcommerce.com para maiores informações sobre membresia internacional, visão, dentre outros tópicos.

Fundada por esse blogger, a inauguração do USBRCC teve full house. Contou com o Vice-Prefeito do Doral, Sandra Ruiz, o Cônsul Adjunto do Consulado Geral do Brasil de Miami, Bruno Rodrigues, Aloysio Vasconcellos do Brazilian International Foundation, Manny Sarmiento e Carmen Lopez, Presidente e Vice-Presidente da Câmara de Comércio do Doral.

Na verdade esses dois últimos foram os que deram a chance a esse blogger, fundador e presidente da USBRCC aprender esse negócio chamado câmara de comércio quando junto com eles fundaram o BMA - Brazilian Marketing Annex. Uma eterna gratidão desse blogger à esse casal.

Outras personalidades do mercado internacional do Condado de Miami-Dade também estavam presentes. O palestra brilhante foi do Prof. Dr. Attila Andrade.

O USBRCC promete um trabalho agressivo entre Brasil e Estados Unidos principalmente facilitando a conexão entre pequeno e médio empresários que querem atravessar o oceano!

Thursday, August 15, 2013

BMA - Grupo empresarial no Doral e o Departamento de Comércio Americano tem full house


Ontem mais uma vez, o BMA-Brazilian Marketing Annex que é o grupo empresarial da Câmara de Comércio do Doral, teve casa cheia com a presença do Prefeito da Cidade do Doral, Sr.Lugi Boria e do palestrante Sr. Eduardo Torres, que é o diretor do Sul da Flórida, do Departamento de Comércio Americano. 

Na bela cobertura do prédio onde fica a matriz do U.S. Century Bank, patrocinador do evento e um dos grandes apoiadores do BMA – Brazilian Marketing Annex/ DCC – Doral Chamber of Commerce e da comunidade local, o badalado café-da-manhã teve a presença de mais de 50 pessoas entre empresários, profissionais liberais e outros envolvidos com o comércio internacional.

Na oportunidade, o Sr. Boria falou do presente e do futuro da Cidade do Doral como umas das melhores cidades dos Estados Unidos para investir, morar, trabalhar e se divertir. Veja vídeo abaixo.

Quanto ao Departamento de Comércio Americano, o Sr. Torres também de uma maneira muito contagiante, falou não só das oportunidades com a América Latina, e claro também com o Brasil, mas como o exportador pode trabalhar junto com os serviços prestados pelo U.S. Commercial Service.  


Friday, December 14, 2012

Grupo de empresários brasileiros na Flórida encerra o ano com muito sucesso.

BMA – Brazilian Marketing Annex um grupo empresarial da Câmara de Comércio da Cidade do Doral, DCC – Doral Chamber of Commerce, liderado por esse blogger, situado área oeste da cidade de Miami na Flórida, encerrou o ano de 2012 essa semana com seu tradicional business breakfast mais uma vez com full house.

O evento foi patrocinado pelo U.S. Century Bank cuja matriz também é aqui no Doral. Com frequência, o U.S.Century Bank tem cedido gentilmente o salão da sua cobertura que possui um belo visual para Downtown Miami para a realização desses concorrido eventos. Como não poderia deixar de ser, igualmente forneceu um delicioso e farto café-da-manhã.

A palestrante da vez foi a advogada especialista em Alfândega e Comércio Internacional Jennifer Diaz do escritório Becker & Poliakoff que com seu carisma, entusiasmo contagiante e profundo conhecimento legal, proporcionou aos presentes as 10 principais dicas de quando se importa produto para os Estados Unidos.

Fora os empresários locais, presentes ao evento também estavam os recém eleitos Prefeito Luigi Boria e Vice-Prefeito Sandra Ruiz da Cidade do Doral e as Conselheiras Christ Fraga e Bettina Aguilera.

A Conselheira Aguilera comentou praticamente quase que em primeira mão que a Cidade do Doral irá se preparar para a devida qualificação do visto EB5.

Aos que não sabem, o visto EB5 é um visto para investidor, onde o mesmo investe de US$ 500 mil à US$ 1 milhão de dólares dependendo da região, gerando 10 posições de trabalho no mínimo por um tempo também minimo determinado. Mas a região de investimento tem que ser aprovada de acordo com o governo americano. Como a economia americana está comprometida, está havendo umas mudanças no critério de seleção das regiões. Na área certa e o projeto de investimento a ser feito também sendo aprovado pelo governo, não só o investidor como toda a sua família recebem o Green Card.

O BMA - Brazilian Marketing Annex tem tido palestrantes de peso do Condado de Miami-Dade que declaram total interesse para com o mercado brasileiro e a comunidade brasileira no Sul da Flórida. Podemos citar como exemplo sem desmerecer os demais palestrantes até mesmo porque não queremos ser cansativos mas Porto de Miami, UPS, Miami Beach Convention and Vistors Bureau, World Trade Center, Miami International Airport, U.S. Commercial Service que é do Departmento de Comércio Americano, E-Florida que é do Estado da Flórida, Florida International University e outros políticos e oficiais locais.  

O apoio da Cidade do Doral ao BMA – Brazilian Marketing Annex desde o dia 1 que foi inaugurado, junto com os demais supra citados, mostram a relevância do Brasil como parceiro comercial no mercado local e sul da Flórida. Igualmente endossa a seriedade do trabalho que tem sido feito pelo BMA – Brazilian Marketing Annex.

Friday, October 21, 2011

Governador da Flórida chega ao Brasil.

O Governador da Flórida, Rick Scott, com uma delegação de quase 200 pessoas entre politicos, empresários e funcionários do governo, chegam no Brasil hoje para um semana de viagem de negócios.

Como sabido, o Brasil é o maior parceiro comercial da Flórida e a maior economia da América do Sul.

Segundo a Enterprise Florida que é o braço de desenvolvimento econômico do estado, a Flórida exportou em 2010 US$ 13.7 bilhões de dólares para o Brasil, sendo a maior concentração na área de Aviação, helicópteros, aviões, motores e peças.

O Governador Rick Scott irá primeiro ao Rio de Janeiro onde visitará o evento da ABAV que acontece no Rio Centro. Os brasileiros são considerados o segundo país que mais visita à Flórida depois dos ingleses. Do RJ, a comitiva seguirá para São Paulo onde passará maior parte do tempo. Já em SP haverá um café-da-manhã com o staff da Embaixada dos Estados Unidos, um evento de networking na AMCHAM e o Florida Trade Expo.

Curioso que pela força econômica brasileira no estado, hoje o Brasil é considerado a China para a Flórida pelo Enterprise Florida, que é o órgão estadual de desenvolvimento de negócios internacionais e trading.


Monday, May 2, 2011

Mas eu tenho uma empresa em Miami! I am sorry Sir…mas o Estado da Flórida não lhe reconhece como empresário!

Woops!...hoje com essa proximidade do Brasil com os Estados Unidos, é comum o empresário brasileiro abrir uma empresa aqui para atender suas necessidades. Que muitos fabricantes/empresários brasileiros possuem negócios aqui é uma realidade.

Acontece que muitos “grandes empresários/fabricantes” não tem nada e tiram uma tremenda onda no Brasil. 

Como sabemos disso? Porque recentemente tem chegado nas nossas mãos com uma certa frequência situações onde, quando vamos conferir o cadastro do empresário no cadastro oficial da Flórida, ele simplesmente não existe! Wow!

Se você deparar com algum empresário que não lhe convence, você mesmo pode fazer o seu dever de casa consultando http://www.sunbiz.org/ , que é o website oficial do Estado da Flórida.

Do lado esquerdo vc tem popular link. Clicar search our records. Vc vai de do lado esquerdo Corporation, Trademark no título. No subtítulo vc encontra inquire by name (nome da corporação) ou inquire by officer/registered  agent (nome do agente e/ou sócio).

Vc clicando ou no by name e escrevendo o nome da corporação que o indivíduo propaga ou no by officer e escrevendo o sobre nome do indivíduo, porque a busca é pelo sobrenome, você na hora irá saber a verdade. Você poderá confirmar se:

  • A empresa americana existe ou não.
  • Se existe, saberá o status dela no filing info: inactive (inativa) or active (ativa)
  • Se empresa não foi renovada como mostra no Report Year Filed Date. A licença de manter a empresa aberta não foi renovada, vale a pena uma investigação. Porque fechou...fechou porque?
Esse tipo de serviço praticamente está disponível na maioria dos estados americanos, basta você buscar para saber.

Outra coisa, sempre que quiser saber se o indivíduo ou a empresa é aquilo tudo que ele diz que é...principalmente nos Estados Unidos, uma busca no Google.com não .br, é obrigatória. Se bem que uma busca no Google.com.br já vale e muito! Como se diz aqui, se você não está no Google, você não existe! Também como a vida nos ensina, nem tudo que reluz é ouro!

Thursday, December 2, 2010

Abertura de empresa nos Estados Unidos. Qual o melhor para mim?

O sonho e/ou a vontade de abrir uma empresa nos Estados Unidos para o empresário brasileiro, é quase que o maior desafio empresarial na história dele.

Entenda que de um modo geral, é um processo muitíssimo rápido e que pode ser feito até mesmo pela internet; evitando assim pagar os custos de advogados ou contador no processo de abertura. Mas fica a pergunta: justifica?

Se você é confortável com a língua inglesa, já fez o homework pesquisando os diversos tipo de empresas, as regulamentações e requerimentos estaduais, implicações fiscais e tributárias, pode até ser...mas se você assim não o fez, sugerimos a buscar um profissional da área ou advogado ou contador especializado.

Entenda que depois que você submeter suas informações ao estado de escolha e ao imposto de renda, não tem mais volta...por isso todo cuidado é pouco.

Por exemplo, de um modo geral os brasileiros que aqui chegam se assustam em contratar um advogado para abrir uma empresa. Mas tenha certeza de uma coisa caso queira imigrar para os States. A consulta inicial de um advogado nos Estados Unidos não é caro, caro é contratá-lo depois para consertar...besteira...erros...

Inclusive dependendo do seu interesse para com a terra americana, o advogado já pode o direcionar dentro de uma estratégia jurídica, caso pense em imigrar no futuro com sua família.

Mais quais os tipos de empresas? Sem aprofundar muito porque não somos nem advogados nem contadores, iremos mencionar as principais.

Sole Proprietorship

Funciona como o autônomo no Brasil onde você pessoa física, você o dono, passa ser a empresa. Essa é a modalidade mais rápida e barata para se estruturar nos Estados Unidos. Porém, sua responsabilidade é ilimitada porque não existe uma proteção “corporativa” contra qualquer ação legal contra você. Seus bens quase sempre serão usados para cobrir qualquer processo. E como você bem sabe, processo aqui é uma coisa que faz parte da cultura americana.

Corporation

É a estrutura jurídica empresarial mais adotada no mercado americano. Nessa estrutura, a pessoa jurídica está separada da pessoa física, dando assim ao dono uma tremenda vantagem jurídica contra qualquer ação penal.

Uma das grandes desvantagens da C-Corporation é a “dupla tributação”. Paga imposto de renda a corporação e o dono da corporação independentemente. Muita utilizada pelos imigrantes brasileiros que aqui chegam abrindo empresas.

S Corporation

Bastante parecida com a C-Corporation tem a vantagem de poder misturar as despesas e receitas da empresa com a pessoa do dono, o que dá uma tremenda vantagem fiscal e tributária. Mas somente os residentes com Green Card ou cidadãos americanos podem ter a corporação com essa classificação S.

Se um dia você abrir uma corporação nos Estado Unidos, as chances são que a corporação será classificada como C Corporation, pois você não deve ser residente ou americano como mencionado.

Você ficando nos States, assim que ganhar seu sonhado e cobiçado Green Card, não esqueça de pedir seu contador e/ou advogado a transferência de status da sua corporação. Não espere que ele te lembre...pois o interesse é seu! Quem vai economizar muito dinheiro é você, não ele!

Limited Partnership (LP)

A Limited Partnership é a composição juridical estabelecida por dois tipos de sócios. Os sócios limitados que são os Limited Partners, onde recebem e respondem proporcionalmente contra qualquer ação legal proporcionalmente ao capital investido. Os sócios gerais, que são os General Partners, geralmente ganham mais por investir capital, trabalhar na frente do negócio, tem responsabilidade no dia a dia da empresa, e assumem maiores riscos.

Limited Liability Partnership (LLP)

Possui uma estrutura jurídica parecida com oa Limited Partnership mas todos os sócios tem responsabilidade limitada.

Limited Liability Company (LLC)

Como o próprio nome diz, limita as responsabilidades de jurídicas dos donos contra qualquer ação legal contra a corporação. Apesar de ser uma estrutura jurídica recente, ganha adesão mais e mais juntos aos empresários, principalmente os investidores.

Enfim, seja qual for a configuração jurídica que você queira escolher, uma coisa que você deve se informar no Brasil até mesmo antes da escolha, é de como fazer o aporte de capital do Brasil no início para cá.

Podemos garantir sem margem de dúvidas, que muitos tiveram seus projetos e sonhos empresariais americanos comprometidos, porque simplesmente não tiveram como transferir dinheiro devido ao modus operandis brasileiros.

O problema não foi com governo brasileiro, muito menos com o sistema bancário... mas eles próprios que tinham uma maneira bem empírica de tocar os negócios.