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Wednesday, October 25, 2017

Você conhece o Amazon Prime? Você tem certeza que quer abrir uma loja nos Estados Unidos?


Um relatório chamado Consumer Intelligence Research Partners divulgou recentemente que a Amazon Prime atingiu 90 milhões de pessoas cadastradas, e claro, adiciona mais pessoas ainda diariamente. Esteja entendido que o cliente Amazon sazonal, não foi contabilizado!

A saber, o consumo médio anual do cliente Prime é de US$ 1.300,00 contra US$ 700,00 no cliente sazonal.

Mas porque estamos falando isso?

Porque ainda recebemos clientes no nosso escritório que não acreditam que a Amazon é uma category killer. Ainda insistem em uma mentalidade brasileira de “fazer varejo” no mercado americano.

Chegam aqui nos Estados Unidos querendo abrir uma loja. Até aí tudo bem! Mas se uma empresa chamada Amazon, está ameaçando grandes gigantes do mercado americano, está ameaçando o mercado on line, da mesma maneira está ameaçando os grandes shopping centers, então porque não uma pequena loja de brasileiro?

Ainda existe espaço para o lojista tradicional?

No nosso entendimento, apesar de ser difícil, sim! Se esse lojista não tiver um diferencial, não criar uma experiência junto aos clientes na hora que os mesmos entrem na loja, não temos como falar diferente: será muito difícil o dono arcar com os custos operacionais dessa loja. Em pouco tempo será mais uma estatísca.

Mais do que nunca, quando pensar em abrir uma loja, somado ao exposto no parágrafo acima, tenha em mente que caso não tenha um produto diferenciado, um atendimento diferenciado, de boa para excelente margem de lucro, uma presença agressiva no mercado onde sua loja está localizada, e claro, uma forte presença on line, suas chances de sucesso serão reduzidíssimas. Vai perder sacos de dinheiros como muitos fazem, mas não falam no Brasil por vergonha!

Se é você que está lendo essa matéria, é um que pensa em abrir uma loja aqui em Miami, Orlando ou em qualquer lugar do país, deixo uma pergunta para você.

A chance é que a Amazon vende ou vai vender o produto que você está oferecendo. 

Por que o cliente americano vai deixar de comprar na Amazon, no conforto da casa dele, para comprar na tua loja?

Se você souber responder com precisão essa pergunta, já tem uma chance...

Friday, December 9, 2016

Sofiara Vergara. Embrião Feminino. Seu produto exportado para EUA. Qual a relação?

PROCESSO! Opa! Como é isso?
 
Quantas vezes esse blogger/consultor/YouTuber já disse que processo aqui nesse país é uma paranóia? A grande maioria acha que é exagero.

Mas essa semana os americanos e porque não dizer o mundo, ficaram chocados ou supresos, quando a notícia estourou na mídia dizendo que o ex-noivo da colombiana e atriz de sucesso na tv americana, Sofia Vergara, entrou com um processo pelos dois embriões congelados!

Os embriões que já possuem nomes, Emma e Isabella, “alegam buscar a partenidade”. Mesmo tendo um contrato assinado entre as partes, no caso do “pai” o empresário  Nick Loeb, e da “mãe” Sofia Vergara,  o contrato parece não estar funcionando e a ação judicial foi aberta. Como pode? Pode! E agora, a batalha judicial será travada e despesas serão acumuladas...de ambas as partes!

Mas e o meu produto que quero exportar ou já exporto para os Estados Unidos? O que tem haver com isso?

Amigo, se você é carioca por exemplo, a violência nas ruas, é uma constante na sua cabeça. Você nasceu, cresceu e é fruto de uma cidade violenta. Paranóia ao máximo 24 horas por dia, 7 dias na semana, nos 365 dias do ano! É a sua mente.

Da mesma forma somos nós que moramos, trabalhamos e empresariamos aqui. Tudo é motivo de processo! Mais uma vez: é uma pa-ra-nó-ia!

Aqui existe advogados especializados em processar advogados, que perderam causa que você acreditava que poderia ser ganha! Você não leu errado, aqui existe advogados especializados em processar advogados, que perderam causa que você acreditava poderia ser ganha!

Quando falamos para nossos clientes brasileiros que o seguro de liability (responsabilidade civil) faz parte do acabamento de um produto, o fabricante brasileiro acha que estamos exagerando. Se na hora da escolha o comprador tiver a opção de produtos similares, ele sempre irá preferir o produto que é acompanhado de um seguro. Isso é fato! Isso é cultura do país.

Você leitor, não pode imaginar quantos produtos brasileiros não estão no mercado americano, simplesmente porque o fabricante se recusa a colocar um seguro!  

E para fechar essa matéria, se amanhã você escutar uma história das mais absurdas, possíveis e imagináveis, em relação porque uma fábrica ou aquela pessoa foi processada nos Estados Unidos, acredite que existe uma grande chance de ser verdade.

Saturday, November 12, 2016

Por que fazer pesquisa de mercado para lançar um produto nos EUA?

Podem falar o que quiser dos Estados Unidos mas aqui ainda é o maior e melhor mercado mundial. Você pode até questionar e dizer que é a China.

A China pode até ser em tamanho mas não o melhor, não o mais fácil, não o mais organizado. Como sabemos, fora a língua, a China com sua cultura milenar e sistema de governo, complica e muito para o empresário estrangeiro. O mesmo não acontece no território americano.

Mas como lançar um produto nos Estados Unidos? Por onde começar? Como saber se meu produto será aceito ou não nesse mercado? Qual o melhor preço? Quais os meus concorrentes?...fora outras perguntas e respostas que o exportador brasileiro tem que saber.

A reposta é simples por um lado mas complicada para quem resiste a realidade. E pasme você leitor que a maioria esmagadora dos empresários/fabricantes brasileiros resiste a simples resposta: 

Pesquisa de mercado!


Mas aí você pergunta, mas por que resiste? Resiste por que? Primeiro porque não querem pagar pelos serviços. Segundo, pela falta de cultura empresarial.

Se baseiam nos “amigos”. Se os “amigos” estiverem bem informados terão melhor chance de sucesso. Mas se os “amigos” forem...deixa para lá o adjetivo...terão uma grande chance de tomarem decisões erradas e assumirem compromissos financeiros desastrosos, muitas das vezes com consequências legais quase que irreversíveis!

Você acha que estamos exagerando? Pode acreditar que não. Se ainda dúvida, incentivamos à você fazer a sua própria “pesquisa”aí mesmo no Brasil, e perguntar aos que tentaram lançar um produto aqui nos Estados Unidos sem pesquisa de mercado.

Mais uma vez, a maioria chega aqui, abre a empresa, traz o produto, e tenta de uma maneira ou outra ajudar o sistema a realidade que montou. Imagina o que acontece?

Nós como consultores, somos adeptos a pesquisa de mercado. Somos defensores, e a cada dia mais convencidos estamos do seguinte: quando você entende a indústria, você entende o mercado mas a recíproca não é verdadeira.

O mercado é raso. O mercado é o que você vê quando sai na rua. A indústria é a parte mais profunda que dita o mercado. Por isso todos os segmentos se referem como a indústria não necessáriamente uma fábrica.

Se você entender a diferença dos dois, suas chances aumentam e aumentam muito. Você consegue navegar com muito mais segurança no mercado e tomar decisões muito mais precisas.

Nós mesmos aplicamos nas nossas experiências empresariais a pesquisa de mercado, tanto nas oportunidades de exportar para o Brasil ou negociando para exportadores brasileiros que querem nos contratar para exportar para cá.

Recentemente estávamos negociando uma grande marca de material de cozinha e/ou restaurante para o mercado brasileiro. Material muito bonito com um preço Fob americano bem competitivo. Quando colocamos todos os custos e fizemos uma pequisa de mercado no Brasil,  a operação não se tornou tão atrativa aos interessados. 

Isto posto, como se diz nos Estados Unidos, nós colocamos dinheiro onde nossa boca está. Ou seja, nós fazemos o que pregamos. We put our money where our mouth is.

Se você que está lendo essa matéria, considera lançar um produto nos Estados Unidos, invista em um pesquisa de mercado. Você não imagina o tempo, a dor de cabeça e o dinheiro que você pode enconomizar.

Friday, May 13, 2016

Por que AINDA é importante a propaganda para lançar seu produto nos Estados Unidos?


Quem não escutou falar que a propaganda é alma do negócio? Acontece que a maioria dos fabricantes quando querem exportar ou abrir sua empresa em Miami, esquecem dessa realidade. 

Muitos acreditam que só porque tiveram sucesso no Brasil, terão o mesmo sucesso no mercado americano. Como se diz no bom inglês, não poderiam estar mais longe da verdade.

No mercado brasileiro, quando tem liderança, esses fabricantes de um modo geral competem com os fabricantes brasileiros, e de uns bons anos para cá, com os chineses; o que já foi suficiente para quebar muita gente. Aqui esse mesmo fabricante irá competir no segmento dele com fábricas do mundo inteiro, querendo disputar o mesmo espaço que ele quer.

É sabido que a guerra acontece na cabeça do consumidor (share of mind), e que na maioria das vezes essa batalha é travada em frações de segundos quando o consumidor americano está “passeando” nas lojas e hoje com mais um motivo para distraí-lo que não é outro concorrente mas o celular.

Se o produto não possuir um diferencial, um apêlo diferente que chamamos de USP, para os mais bairristas, lamentamos informar que não é a universidade mas sim o unique selling proposition ou unique selling point, vai ficar muito difícil.

Aos mais curiosos, esse termo foi criado em 1940 pelos pioneiros em propaganda na televisão. Mais tarde foi difundido ainda pelo professor de Harvard Theodore Levitt, onde dizia que a diferenciação é uma das estratégias mais importante que uma empresa deve com regularidade se engajar.

Perguntamos: qual é o seu diferencial? Por que o americano tem que comprar o seu produto?

Thursday, August 13, 2015

O que o empresário brasileiro pode aprender com o Donald Trump?

É sabido que religião, política e futebol não se discute...mas que o Donald Trump está revolucionando a história política americana, contrariando os “especialistas”, batendo record de audiência na televisão e em público, isso é fato. 

Como empresário e bilionário, Trump está mostrando ao mundo, que é de resultados e que divide para multiplicar. Como assim, pergunta você leitor?

Conhecendo a cultura americana como conhecemos, acreditamos que esse é um dos maiores ensinamentos que o Trump pode dar ao empresário brasileiro que pensa ou sonha em conquistar o mercado americano.

Caso você não saiba, segundo declaração apresentada à Comissão Federal Eleitoral de 92 páginas para se candidatar a presidente dos Estados Unidos pelo partido republicano, ele possui listado 150 fontes de renda e diz ter posição em mais de 500 companhias. Você não leu errado, 150 e 500! Isso gerou uma renda de US$ 362 milhões de dólares no ano de 2014.

Esse bilionário que promete fazer America um grande país de novo, make America great again, possui 23 ativos que valem mais de US$ 50 milhões de dólares, e cobra US$ 450 mil dólares para uma palestra.

Se você o acompanha, você verá o quanto ele fala de emprestar o nome dele, dividir para multiplicar, ter uma parte de um negócio ao invés do todo, usar leverage (alavancar em cima do potencial de cada um), enfim, para um empresário que se formou em finanças na conceituadíssima Wharton School of the University of Pensylvania, onde Warren Buffet, Elon Musk, também se formaram, ele não deve estar errado, porque assim ele acumulou US$ 10 bilhões de dólares. 


 Fica a pergunta: o que você acha de dividir para multiplicar? O que você acha de ter um pedaço do bolo, como se diz aqui, piece of the pie, ao invés de comer o bolo todo? Como você entende, juntar teu produto com quem tem know how e experiência?

Aqui nos Estados Unidos devido a competição predadora, é dito que no passado, se você tivesse uma boa idéia, era suficiente e você poderia ficar rico. Hoje, está valendo mais é quem leva e propaga a mensagem de uma boa idéia, bom produto ou serviço.

Você está preparado para dividir?

Thursday, July 23, 2015

O que precisa para conquistar um cliente de luxo ou uma grande fatia do Mercado Americano?

Classe AGargalhada!
Grana! Muita grana! 

O Brasil virou exportador. Muitos fabricantes e empresários querem vir para cá, e conquistar os Estados Unidos. Mas fica a pergunta: estariam eles dispostos a investir nessa conquista?

Podemos estar errados, mas nos parece que a defasagem entre o rico e o pobre está cada vez mais distanciada. A chamada classe dos 1% dos americanos, sabe quem ela é e o poder de compra que tem. Os grandes compradores americanos, também sabem quem são.

Nos imóveis de dezenas de milhões de dólares os corretores estão fazendo coisas, adotando estratégias que a maioria dos brasileiros, deverão perguntar: como pode? Funciona? Respondemos, sim pode e funciona, se não, não fariam.

Como a proposta de porque você tem que fazer negócio comigo, cada vez o vendedor nos Estados Unidos tem que criar um diferencial para se destacar da competição, encantar o comprador e ser lembrado.

Em Los Angeles, os corretores chegam ao ponto de investir em voo de helicóptero para sobrevoar a propriedade, criar filme muito bem editado de apresentação bem no estilo Hollywood, dar um open house que pode custar uns bons milhares de dólares para de repente, o cliente falar, não gostei! 


 Em um veículo conceituado de imóveis de luxo, recentemente publicou que um corretor chega a dizer que gastou quase US$ 300 mil em promoção para um imóvel de US$ 77 milhões de dólares.

E você fabricante? Quanto quer investir para visitar o comprador de uma grande cadeia americana que possui dezenas e/ou centenas de loja, que tem chama de repente?

Quanto você quer investir para enviar as amostras para uma cadeia de loja super cobiçada que o mundo todo que ter uma oportunidade de ter esse tipo de exposição?

Seja para vender produto ou para você brasileiro incorporador, que quer vir aqui, construir e vender. Saiba que investimento em promoção, marketing e merchandising também fazem parte do produto ou serviço que pensa em negociar. 

E os resultados a serem alcançados, estão diretamente ligados ao tamanho do investimento. Se você não criar o chamado WOW fator vai ficar muito difícil. Abra o olho quem te falar o contrário. Se você acha que estamos exagerando, tente!

Monday, September 22, 2014

O que a decisão do Burger King tem haver com você abrindo empresa em Miami?

Semanas atrás os Estados Unidos acordaram com uma notícia bombástica. O Burger King que é comandada pelo quarteto brasileiro Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira, Marcel Herman Telles e Roberto Thompson Motta através da 3G Capital compraram a rede canadense de café e donuts Tim Hortons, assim tornando-se a terceira maior rede de fast food do mundo.  

Até aí tudo bem, mas acontece que os críticos e especialistas dizem que o motivo principal dessa negociação de quase US$ 12 bilhões de dólares foi a transferência da matriz do Burger King para o Canadá para pagar menos impostos, evitando assim a duplicidade nos impostos em cima dos lucros gerados fora dos Estados Unidos, caso a matriz continuasse por aqui. 

Para quem tem uma expectativa de faturamento de US$ 23 bilhões anuais, qualquer percentual economizado, é muito significativo. Opa, agora mexeram no bolso do americano!

Polêmicas à parte, você buscando no Google, com certeza encontrará um absurdo de matéria sobre essa mega transação.

Ok, Richard mas o que tem haver com abrir empresa em Miami. I am glad that you asked me! Preparado para a resposta?

Muitos brasileiros sonham em negociar com os Estados Unidos, abrindo sua empresa na Flórida, escolhendo principalmente as cidades de Miami e Orlando. Acontece que muitos abrem somente para “testar” o mercado e não possuem volumes financeiros que justifiquem a abertura dessa empresa.

Como o brasileiro não é residente, ele terá que abrir uma corporação chamada C-Corporation cujo a carga tributária é mais pesada. Dependendo do que o brasileiro sonha com o mercado americano, o melhor é ele contratar uma trading e/ou consultoria e como falamos aqui, “testar as águas”.  Dando certo o produto e/ou serviço, aí sim com a experiência adquirida e justificando, o brasileiro parte para carreira solo. Você leitor, pode acreditar que de um modo geral ficará muito mais barato do que o brasileiro operar a própria corporação. 


Caro leitor, você deve consultar seu advogado ou contador para confirmar tal informação. O narrado no parágrafo acima é nossa opinião em cima de uma experiência de mais de 20 anos atuando em trading, consultoria, marketing e vendas atendendo exclusivamente o Brasil. 

Você pode até dizer que não terá os mesmos resultados do Burger King. Acreditamos também que não! Mas acontece que quando seu nome entra no sistema financeiro americano, não tem mais volta. A pergunta que fica é a seguinte: é isso mesmo que você quer?