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Thursday, November 14, 2019

Por que o produto brasileiro encalha nos Estados Unidos?


Quando o brasileiro pensa em exportar, o primeiro mercado que vem na cabeça como destino final, ainda é o maior mercado mundial: os Estados Unidos.

Na maioria das vezes, tomado pela emoção, pior ainda quando o maior objetivo é morar nos Estados Unidos, custe o que custar, alguns pontos relevantes que o exportador tem que considerar, não é considerado.

Isto posto, muitos produtos encalham e quando tem data de validade, muitos também apodrecem nos armazéns de Miami, Orlando ou outra cidade americana com representatividade brasileira.

Nesse curto vídeo, esse blogger que também é consultor de marketing e vendas por atacado, cita 3 pontos que comprometem o sonhado resultado dos exportadores brasileiros.

Veja vídeo clicando no link abaixo, que carrega o nome da matéria e tire as suas conclusões.

Por que o produto brasileiro encalha nos Estados Unidos?

Monday, July 10, 2017

Amazon Prime Day: começa hoje a revolução comercial americana

Hoje às 11 horas de Brasília a Amazon Prime promete revolucionar o varejo na história comercial americana.

Prometendo trazer para julho as promoções de final de ano, inclusive dizendo que vai “quebrar” o Black Friday, hoje se você for cadastrado no Amazon Prime, você terá condições de comprar milhares de produtos a preços que prometem ser nunca visto!

Com uma variedade que vai de eletrônicos, informática a outros tipo itens que praticamente você só encontra no Amazon, hoje a noite, milhões de pessoas estarão de stand by ou no computaor ou no smart phone operando do celular.

Mesmo que você não seja cadastrado no Prime, a Amazon permite você se inscrever e ter o período gratuito de 30 dias.

Serão 30 horas de muita agressividade comercial que se extenderá até dia 12 de julho `as 4 horas da manhã de Brasília!


Gigantes como Wal Mart, Target dentre outros estão se preparando para essa guerra comercial que está sendo promovida gratuitamente em quase todos os meios de comunicação. Só esse espaço de mídia, quanto vale?

Amazon esta se tornando um matador de categoria ou category killer. Onde entra, sacode o segmento.

Semanas atrás comprou a poderosa cadeia de supermercado que vende produtos orgânicos chamada Whole Foods.  Agora o segmento está observando qual o efeito para daqui a 1 ano.

Como mencionamos em vídeos, seminários, no YouTube no nosso Canal de Negócios  e até mesmo nesse blog através dos anos. A competição aqui nos Estados Unidos é predadora. Ela é impiedosa!

Então meu caro leitor, se você pensa em vir para cá e abrir uma loja, seja qual for o segmento, principalmente se for em shopping para tentar impressionar a imigração, faça o seu dever de casa.

Não se encante e não se deixe levar com o que alguns falam no Brasil. Nada aqui
é fácil.

Muitos quando pensam em abrir um negócio hoje nos Estados Unidos, no famoso SWOT (Strength, Weakness, Opportunity and Threat) do plano de negócio, consideram o Amazon como threat, ameaça!

Se adapte a uma nova realidade comercial nos Estados Unidos. Atualize-se dia a dia e considere tecnologia, rede social e/ou feiras (tradeshows) dependendo do seu segmento,  caso contrário você será mais um amargando prejuízos absurdos e comprometendo todo o sonho da sua família.

Quanto ao Amazon Prime Day, cuidado com a empolgação. O que você comprar, terá que pagar!

Monday, May 2, 2016

Estados Unidos. Miami não é Brasil. Aprenda inglês

Richard Sanchez, esse blogger, publica mais um vídeo no seu canal do You Tube onde fala da necessidade de se falar inglês em Miami, ou em qualquer outra cidade americana onde existe o bolsão comunitário brasileiro. 

Como sabido e para não ficar cansativo, ele fala só um pouco dos pequenos desafios que o imigrante brasileiro pode enfrentar. Ou melhor, uma grande maioria enfrenta todos os dias. Só quem mora aqui sabe e presencia!

Apesar de não ter sido mencionado no vídeo, ele costuma dizer inclusive nas palestras, como é frequente os que se aventuram a abrir negócios em Miami, Orlando ou qualquer outra cidade, só com o inglês “the book is on the table”.

Vir para os Estados Unidos sem falar inglês, claro que não é problema. Cada um sabe da sua história e razões. Ele não questiona issao. O problema é vir e não querer aprender porque acha que não precisa! Vários dizem que se viram com o "portunhol"...e que amigos irão ajudar! E se os amigos também não falam inglês! Como fica?  

Como muitos chegam aqui achando que não precisam falar inglês, se escoram nos "amigos", chegam com muito dinheiro e não quererem pagar por uma boa assessoria! Deixaremos você imaginar os resultados, tropeços, e outros sérios problemas legais que não são colocados no Facebook.

Diz ele também que o imigrante que não fala inglês, perde o melhor da terra. Veja vídeo e tire suas conclusões.



Wednesday, July 8, 2015

Memorandum of understanding, um aperto de mão e um possível processo na corte americana

Apesar de ter sido publicado em 1 de setembro de 2011, nossa matéria sobre Carta de Intenção ou Letter of Intent (LOI), tem sido disparada, uma das matérias mais lidas do nosso blog. Se você ainda não leu, ela deve estar na coluna da direita em vermelho com o título As 10 mais lidas dos últimos 7 dias.

Segundo nosso admin, desde a publicação até o dia de hoje, 8 de julho de 2015, 2.930 pessoas leram essa matéria. Se considerarmos que esse blog Direto dos USA só é promovido no Brasil, podemos dizer sem margem de dúvidas, que 2.930 brasileiros acessaram essa página. Mas por que estamos falando isso? 

Nos parece que uma outra palavra que está na moda na boca do brasileiro de um bom tempo para cá, é o Memorandum of Understanding, para os íntimos M.O.U. ou MOU como muitos chamam!

Temos escutado com bastante frequência os interessados brasileiros em fazer negócios em Miami ou em Orlando,  falar com bastante “desenvoltura”...”vamos fazer um M.O.U!”. Será que quem fala sabe o que está falando?

Como sabido, o M.O.U. é um documento que descreve os termos e condições de um acordo entre as partes, incluindo as responsabilidades e deveres das partes envolvidas. É o primeiro estágio na elaboração de um contrato, e muito mais formal do que um aperto de mão; carregando nesse documento um peso legal, que pode ser aplicada na corte, caso uma das partes não corresponda as obrigações que foram acordadas. Você sabia disso? Você já reparou que quando negociações entre países acontecem, é assinado um M.O.U. e não um L.O.I.?

Nossa opinião no tocante a negócios com os Estados Unidos e está ficando cada vez mais difícil de mudar pelo que vemos acontecer ao nosso redor, é a seguinte. 

Antes do interessado brasileiro chegar aqui Flórida, querer impressionar com o inglês, procure um advogado de confiança para o devido assessoramento jurídico. Não assine nada sem uma assessoria jurídica e/ou ou até mesmo comercial, caso não tenha segurança. 

O texto abaixo é para colocar no Twitter porque tem menos de 140 caracteres. 

O fato de muitas das vezes você falar português nas negociações, não quer dizer que está no Brasil. O fato do sistema americano ser prático, não quer dizer que é frágil. 

Monday, November 11, 2013

Hoje é dia dos Veteranos aqui nos Estados Unidos

Hoje é meio-feriado aqui nos Estados Unidos. Escolas, bancos, repartições públicas dentre outros serviços não abrem, e comemora-se o dia do Veterano de Guerra.

Veterano de Guerra...será que você leitor, consegue alcançar a magnitude de o que é ser um veterano de guerra nos Estados Unidos? Se você não mora aqui e não acompanha as histórias de guerra desse país, as chances são que não consegue alcançar o que é essa data, mas isso não depõe contra você. 


Há três anos atrás tive a oportunidade de visitar o cemitério de Arlington em Washington. Não tenho como falar diferente, mas quando atravessei o portão e olhei para aquela quantidade de túmulos, muitos com a bandeira americana, comecei a chorar.  

Por uns dez à quinze minutos não tive como conter minhas lágrimas. Olhei para meu filho Rick que é americano nato e disse: esse é o preço da liberdade. Esse lugar deveria ser passagem obrigatória para o mundo todo ver quanto custa a liberdade e a democracia, e a maioria “não está nem aí”.

Como sabemos, cada túmulo tem uma história. Cada túmulo era de um pai, filho, irmão, tio, marido, sei lá mas cada um tinha e tem uma história que alcançou gerações. Cada túmulo tinha uma família aqui nos States!

O que me irrita e tira do sério é ainda ver muitos estrangeiros, muitos brasileiros inclusos, vir para cá com o objetivo de só tirar da sociedade. Vêm para cá com aquela mentalidade de juntar dinheiro, claro não se fala em pagar imposto e fazer as coisas certas, mas sugar o que esse país tem de melhor, e voltar para a terrinha. Chega a ser revoltante ver esse tipo de comportamento no meio dos imigrantes.

Respeito tanto os homens e mulheres de uniformes que servem fora desse país ou aqui dentro em qualquer capacidade, que mesmo quando vejo americano nato desrespeitando esses heróis, me incomoda e me incomoda e muito.

Qualquer um que age com desdém, seja americano nato e/ou imigrante, com certeza esqueceu e não considera a dor dos que derramaram sangue, deram a própria vida e as lágrimas do que ficaram para tornar os Estados Unidos da América a maior e melhor nação do mundo.

Diferente do Memorial Day, dias dos mortos no Brasil, quando homenageamos os que morreram nas guerras, o dia dos Veteranos, comemora-se os que voltaram e celebram junto com as famílias.

Mesmo que você conflite com os republicanos e com os democratas em Washington, esses militares merecem nosso respeito e o nosso muito obrigado.


No YouTube tem vários vídeos com imagens reais sem edição, sem maquiagem, sem jogo de luz, dos oficiais voltando para casa, abraçando, filhos, filhas, esposas, mães, pais, enfim, são imagens fortes e muito emocionantes. Veja um pequeno exemplo no vídeo bem compilado pelo Zunigas King que acredito que irá mexer com você. 

Wednesday, August 21, 2013

Walmart abre a sua menor loja nos Estados Unidos!

Se é parte de uma estratégia duradoura ou não, ainda não sabemos. Se já é um prenúncio do que vem por aí em relação a economia americana assim que o Obamacare, o plano de saúde do governo Obama entrar em vigor no ano que vem, também não sabemos. 

O que sabemos é que essa última estratégia comercial do Walmart de abrir lojas menores ou uma micro loja para os padrões Walmart por nós conhecidos, está deixando muito lojista de cabelo branco e os que sabem o que esse gigante do varejo americano representa para essa sociedade.

Com mais de 3 mil unidades chamada Super Center espalhada pelo país, onde o tamanho médio é de 17.000 metros quadrados, Walmart Express com 1.400 metros quadrados ou menos, já abriu três lojas em três Campus de universidades americanas, sendo a última na Georgia Tech University, muito conhecida dos brasileiros.

Aos que já visitaram o Walmart Express on Campus que possui somente 235 metros quadrados, dizem que você encontra o básico que você precisa com o famoso preço barato e atentador do Walmart.

A matriz da empresa diz que continua firme no plano de expansão das lojas maiores e planeja ainda esse ano fechar a meta de abrir 125 Super Centers e mais 115 lojas que possuem uma metragem um pouco abaixo de 5600 metros quadrados.

Perguntamos, seria apenas mais um nicho a ser trabalhado pela empresa? Alguém dúvida porque o Walmart é considerado um matador de categoria, category killer, aqui nos States?

Thursday, December 13, 2012

Macy’s aberta direto 65 horas? Como é isso?

Acredite se quiser mas as lojas Macy’s, uma das melhores lojas e cobiçadíssima pelos brasileiros que compram nos Estados Unidos, ficarão abertas por 65 horas na maioria das cidades americanas no último final de semana antes do Natal! Isso mesmo 65 horas direto!

Como Miami é parada obrigatória dos brasileiros, não poderia ser diferente. A cidade foi incluida nessa estratégia de promoção de final de ano.

A primeira experiência de 24 horas foi realizada em 2006 em Nova York, onde a famosa parada de Thanksgiving da lojas Macy’s já é uma tradição americana televisada para todo país e para vários lugares do mundo.

Do dia 21 de dezembro até meia noite do dia 23, inclusive haverá dentro dessas 65 horas, 48 horas de promoção especiais.

Quando vemos uma postura comercial com tal agressividade, confirmamos o que sempre mencionamos nos nossos seminários e projetos de distribuição comercial. A competição americana é predadora.

A cada dia que passa nós vemos através dos websites, social media, trade-shows, Black Friday, Cyber Monday, enfim, uma quantidade de estratégias que são desenvolvidas para atender consumidor americano, seja essa compra por impulso ou não, tenha arrependimento de ter comprado logo depois ou não. Pesquisas mostram que um grande percentual se arrepende e pior, não tem como pagar o que comprou!

Se o empresário brasileiro vier para cá sonhando em competir desse mercado super selvagem, e trazer na bagagem uma mentalidade acanhada; nosso conselho, não venha porque quase todas atividades e segmentos possuem a mesma agressividade comercial e empresarial. Nesse mais de 20 anos negociando nos States e assessorando muita empresa brasileira, e vendo "muita coisa", não hesitamos em dar esse conselho.

Como escrevemos nesse próprio blog no ano passado durante o Thanksgiving. A farinha é pouca meu pirão primeiro. E é isso que os lojistas querem, que você gaste tudo nas lojas deles e não sobre nada para a concorrência.

Friday, December 2, 2011

Aluguei um carro nos Estados Unidos e bati. O que faço?

As férias de final de ano junto com as festas se aproximam. Os brasileiros se preparam para vir para Nova York, Miami,  para os parques de Orlando, ainda mais quando ficam na casa de parente sem gastar em hotel ou qualquer outra cidade americana.

Já que economizam uma tremenda grana, dólar baixo, alugam o sonhado carro que muitos não conseguem comprar no Brasil e saem dirigindo por esse tapete que são as estradas americanas.

Ficam encantado com a organização do transito, se distraem com as lojas, com a arquitetura das cidades, até mesmo com os outros carros que cruzam o seu caminho…até que sofrem um acidente ou batem em alguém. Bate o desespero mas o que fazer? Caso seja você que lê esse artigo, seguindo esses 10 passos muitos problemas serão evitados.

1)      Pare e nem pense em fugir!
2)      Havendo vítimas, caso consiga, tente ser o primeiro a chamar por socorro. Disque 911 mesmo sem falar inglês.
3)      Chame a polícia.
4)      Uma vez que a polícia chegue faça o boletim de ocorrência que é chamado police report.
5)      Avise a locadora de automóveis de imediato.
6)      Anote nome, endereço, telefone, chapa do carro de qualquer testemunha,  qualquer pessoa ou veículo envolvido no acidente.
7)      Nunca admita a culpa e nunca discuta ou comente o acidente com ninguém que não seja a polícia ou representante da locadora.
8)      Nunca discuta ou comente o acidente com qualquer curioso ou estranho que se aproximar ou na hora do acidente, ou no seu hotel, ou na casa onde está hospedado prometendo ajudá-lo.
9)      Nunca assine nenhuma declaração para ninguém a não ser sobre a orientação do seu advogado.
10)  Nunca autorize nenhum reparo sem uma avaliação oficial, sem cotação e autorização da outra parte.

Claro que cada caso é um caso; por isso é uma decisão sábia fazer o seguro quando se loca um veículo nas locadoras de automóveis americana. Ah...se o povo brasileiro soubesse o que acontece por aqui…

Monday, May 2, 2011

Mas eu tenho uma empresa em Miami! I am sorry Sir…mas o Estado da Flórida não lhe reconhece como empresário!

Woops!...hoje com essa proximidade do Brasil com os Estados Unidos, é comum o empresário brasileiro abrir uma empresa aqui para atender suas necessidades. Que muitos fabricantes/empresários brasileiros possuem negócios aqui é uma realidade.

Acontece que muitos “grandes empresários/fabricantes” não tem nada e tiram uma tremenda onda no Brasil. 

Como sabemos disso? Porque recentemente tem chegado nas nossas mãos com uma certa frequência situações onde, quando vamos conferir o cadastro do empresário no cadastro oficial da Flórida, ele simplesmente não existe! Wow!

Se você deparar com algum empresário que não lhe convence, você mesmo pode fazer o seu dever de casa consultando http://www.sunbiz.org/ , que é o website oficial do Estado da Flórida.

Do lado esquerdo vc tem popular link. Clicar search our records. Vc vai de do lado esquerdo Corporation, Trademark no título. No subtítulo vc encontra inquire by name (nome da corporação) ou inquire by officer/registered  agent (nome do agente e/ou sócio).

Vc clicando ou no by name e escrevendo o nome da corporação que o indivíduo propaga ou no by officer e escrevendo o sobre nome do indivíduo, porque a busca é pelo sobrenome, você na hora irá saber a verdade. Você poderá confirmar se:

  • A empresa americana existe ou não.
  • Se existe, saberá o status dela no filing info: inactive (inativa) or active (ativa)
  • Se empresa não foi renovada como mostra no Report Year Filed Date. A licença de manter a empresa aberta não foi renovada, vale a pena uma investigação. Porque fechou...fechou porque?
Esse tipo de serviço praticamente está disponível na maioria dos estados americanos, basta você buscar para saber.

Outra coisa, sempre que quiser saber se o indivíduo ou a empresa é aquilo tudo que ele diz que é...principalmente nos Estados Unidos, uma busca no Google.com não .br, é obrigatória. Se bem que uma busca no Google.com.br já vale e muito! Como se diz aqui, se você não está no Google, você não existe! Também como a vida nos ensina, nem tudo que reluz é ouro!

Thursday, December 2, 2010

Abertura de empresa nos Estados Unidos. Qual o melhor para mim?

O sonho e/ou a vontade de abrir uma empresa nos Estados Unidos para o empresário brasileiro, é quase que o maior desafio empresarial na história dele.

Entenda que de um modo geral, é um processo muitíssimo rápido e que pode ser feito até mesmo pela internet; evitando assim pagar os custos de advogados ou contador no processo de abertura. Mas fica a pergunta: justifica?

Se você é confortável com a língua inglesa, já fez o homework pesquisando os diversos tipo de empresas, as regulamentações e requerimentos estaduais, implicações fiscais e tributárias, pode até ser...mas se você assim não o fez, sugerimos a buscar um profissional da área ou advogado ou contador especializado.

Entenda que depois que você submeter suas informações ao estado de escolha e ao imposto de renda, não tem mais volta...por isso todo cuidado é pouco.

Por exemplo, de um modo geral os brasileiros que aqui chegam se assustam em contratar um advogado para abrir uma empresa. Mas tenha certeza de uma coisa caso queira imigrar para os States. A consulta inicial de um advogado nos Estados Unidos não é caro, caro é contratá-lo depois para consertar...besteira...erros...

Inclusive dependendo do seu interesse para com a terra americana, o advogado já pode o direcionar dentro de uma estratégia jurídica, caso pense em imigrar no futuro com sua família.

Mais quais os tipos de empresas? Sem aprofundar muito porque não somos nem advogados nem contadores, iremos mencionar as principais.

Sole Proprietorship

Funciona como o autônomo no Brasil onde você pessoa física, você o dono, passa ser a empresa. Essa é a modalidade mais rápida e barata para se estruturar nos Estados Unidos. Porém, sua responsabilidade é ilimitada porque não existe uma proteção “corporativa” contra qualquer ação legal contra você. Seus bens quase sempre serão usados para cobrir qualquer processo. E como você bem sabe, processo aqui é uma coisa que faz parte da cultura americana.

Corporation

É a estrutura jurídica empresarial mais adotada no mercado americano. Nessa estrutura, a pessoa jurídica está separada da pessoa física, dando assim ao dono uma tremenda vantagem jurídica contra qualquer ação penal.

Uma das grandes desvantagens da C-Corporation é a “dupla tributação”. Paga imposto de renda a corporação e o dono da corporação independentemente. Muita utilizada pelos imigrantes brasileiros que aqui chegam abrindo empresas.

S Corporation

Bastante parecida com a C-Corporation tem a vantagem de poder misturar as despesas e receitas da empresa com a pessoa do dono, o que dá uma tremenda vantagem fiscal e tributária. Mas somente os residentes com Green Card ou cidadãos americanos podem ter a corporação com essa classificação S.

Se um dia você abrir uma corporação nos Estado Unidos, as chances são que a corporação será classificada como C Corporation, pois você não deve ser residente ou americano como mencionado.

Você ficando nos States, assim que ganhar seu sonhado e cobiçado Green Card, não esqueça de pedir seu contador e/ou advogado a transferência de status da sua corporação. Não espere que ele te lembre...pois o interesse é seu! Quem vai economizar muito dinheiro é você, não ele!

Limited Partnership (LP)

A Limited Partnership é a composição juridical estabelecida por dois tipos de sócios. Os sócios limitados que são os Limited Partners, onde recebem e respondem proporcionalmente contra qualquer ação legal proporcionalmente ao capital investido. Os sócios gerais, que são os General Partners, geralmente ganham mais por investir capital, trabalhar na frente do negócio, tem responsabilidade no dia a dia da empresa, e assumem maiores riscos.

Limited Liability Partnership (LLP)

Possui uma estrutura jurídica parecida com oa Limited Partnership mas todos os sócios tem responsabilidade limitada.

Limited Liability Company (LLC)

Como o próprio nome diz, limita as responsabilidades de jurídicas dos donos contra qualquer ação legal contra a corporação. Apesar de ser uma estrutura jurídica recente, ganha adesão mais e mais juntos aos empresários, principalmente os investidores.

Enfim, seja qual for a configuração jurídica que você queira escolher, uma coisa que você deve se informar no Brasil até mesmo antes da escolha, é de como fazer o aporte de capital do Brasil no início para cá.

Podemos garantir sem margem de dúvidas, que muitos tiveram seus projetos e sonhos empresariais americanos comprometidos, porque simplesmente não tiveram como transferir dinheiro devido ao modus operandis brasileiros.

O problema não foi com governo brasileiro, muito menos com o sistema bancário... mas eles próprios que tinham uma maneira bem empírica de tocar os negócios.