Wednesday, October 8, 2014

Eleição no Brasil...o que pode mudar? O que não muda?

Há quatro anos atrás, precisamente no dia 1 de outubro de 2010, publicamos uma matéria nesse blog sobre as eleições brasileira que teve uma certa repercussão. Buscando nosso arquivo, verificamos que esse artigo continua tão atual como há quatro anos atrás.  

Incentivado por amigos, só trocamos as datas de eleição dos dias 3 de outubro para dia 26 de outubro. De resto, iremos publicar o artigo literalmente na íntegra.

Esperamos que você que tem nos acompanhado nesse blog ao longo dos anos, tenha consciência de escolher o melhor candidato para o presente e futuro do Brasil. Se você escolher o Aécio ou a Dilma, saiba que você é 100% responsável pela sua escolha.

O Brasil hoje reclama de muita coisa mas não podemos esquecer que o Brasil que colocou esses candidatos no governo. Antes de passar para o artigo, para amenizar, iremos pegar uma carona na famosa frase do livro do Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

Segue link original e o texto abaixo.


Para nós que somos empresários e principalmente para nós que fazemos comércio internacional, acompanhar de pertos os acontecimentos políticos é uma obrigatoriedade.

Não podemos negar que não só o mercado americano mas como o mundo observa atentamente o que acontecerá dia 26 de outubro nas eleições no Brasil...e quem será o novo presidente.

Estudando e pesquisando esse assunto aqui nos Estados Unidos deparamos com dois pensamentos de dois ilustres que vale a pena ler e refletir.

Durante a aprovação da constituição Americana pelas 13 colônias em 1786, o professor e historiador Alexander Taylor, da Universidade de Edinburgo, escreveu o seguinte sobre a queda da república de Atenas. Tentaremos a versão mais exata possível.  

O professor Taylor vai mais fundo ainda...diz que a vida de uma democracia nas grande civilizações (Lifespan of a Democracy) é ao redor de 200 anos. A sequência progressiva é a seguinte:

• Da “escravidão” ao crescimento espiritual.
• Do “crescimento espiritual” à grande coragem, onde lutamos pela nossa liberdade e direitos.
• Da “grande coragem” à liberdade.
• Da “liberdade” à abundância.
• Da “abundância” ao egoísmo.
• Da “egoísmo” à complacência.
• Da “complacência” à apatia que é o controle mental da massa.
• Da “apatia” à dependência.
• Da “dependência” de volta à escravidão, onde trocamos a liberdade pela segurança.

Para aqueles que acham que americanizamos demais nossos exemplos, segue uma frase de Machado de Assis dita em 15 de agosto de 1876…quase 100 anos depois dos pensamentos acima que foi muita divulgada nessas eleições.
“ 70% dos cidadãos votam do mesmo jeito que respiram: sem saber porque nem o quê. Votam como vão à festa da Penha...por divertimento”.

É uma triste revelação centenária e por acaso você conhece algum país onde isso poderia estar acontecendo?
“A democracia sempre tem uma natureza temporária; e não pode existir como forma permanente de governo. A democracia continuará a existir até que o eleitor descubra que eles podem votar objetivando presentes generosos dos cofres públicos. Desse momento em diante, a maioria irá votar nos candidatos que prometerem mais benefícios do tesouro público; e o resultado de toda democracia será o colapso devido o afrouxamento do dinheiro público, que sempre seguirá por uma ditadura”.

Para endossar mais ainda essa citação da época, o grande Benjamin Franklin ainda disse que quando o povo descobrir que eles podem votar por ajuda financeira será anunciado o fim da república.

Friday, October 3, 2014

Balança comercial americana ainda é deficitária!

O U.S. Census Bureau e o U.S. Bureau of Economics Analysis, que são dois órgãos governamentais que através do Departamento de Comércio americano, que também cuidam dos dados, estatísticas e análises econômicas, divulgaram hoje que o total de exportação de produto e serviços em agosto foi de US$ 198.5 bilhões contra US$ 238.6 bilhões de importação. 

Como podemos notar ainda temos um déficit de US$ 40.1 bilhões de dólares na balança comercial dos Estados Unidos.