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Friday, May 10, 2019

Richard Sanchez, esse blogger, dá entrevista à Talk2Brazil


Hoje esse blogger, Richard Sanchez, fundador e presidente da Moriah International, Inc, na Cidade do Doral no Condado de Miami-Dade no Estado da Flórida, deu uma entrevisa ao Rei do Networking no Brasil: Tom Reaoch da TALK2BRAZIL localizada em na Cidade de Campinas, São Paulo.

Em uma entrevista bem descontraída, esse blogger falou do poderio da indústria de feiras, convenções, conferências e congressos nos Estados Unidos.

Aos mais curiosos, é uma indústria que gerou em 2016, quase 2 milhões de eventos, movimentando 251 milhões de pessoas, sendo 6 milhões de visitantes internacionais, impactando a economia americana com US$ 845 bilhões de dólares.

No final da entrevista, Richard e Tom comentam sobre o trabalho que a APEX Brasil está fazendo mundo a fora junto aos exportadores brasileiros.

Thursday, July 19, 2018

Flórida: uma economia de US$ 1 trilhão de dólares. O que é US$ 1 trilhão de dólares?


Essa semana os grupos de WhatsApp foram inundados com uma reportagem onde mostrava que a economia da Flórida atingiu US$ 1 trilhão de dólares, e que ainda tem mais espaço para crescer.
Na mesma matéria dizia que caso o estado da Flórida fosse um país, seria a décima-sétima do mundo, na frente da Suiça, Arábia Saudita, Argentina e Holanda.
Na minhas pesquisas pelo Google, diria até mesmo Portugal que é o destino de vários brasileiros que querem deixar o Brasil, apresentou em 2016 um PIB de US$ 204.6 bilhões.
Como curiosidade, segundo o The Florida Chamber Foundation o ritmo de crescimento da Flórida é de US$ 2.7 bilhões por dia! Faça as contas!
Considerando que o estado da Flórida é a preferência dos brasileiros que querem imigrar, abrir empresa e/ou investir nos Estados Unidos, podemos confirmar o que uma política fiscal agressiva significa. Hoje temos resultados para comemorar.
A saber, o estado da Flórida é um dos poucos estados americanos que não existe imposto estadual nem para pessoa física nem para a jurídica.
Pensando em Miami, Orlando, Tampa ou qualquer outra cidade floridiana, saiba que em termo de economia, como se diz aqui, apesar de todos os desafios de qualquer negócio, cidade e estado, é uma economia robusta.
Mas o que é US$ 1 trilhão de dólares? Veja essa interessantíssima animação chamada How Big is one trillion dollars produzida pela Animated Comparisons, que nunca mais você vai falar um caminhão de dinheiro da mesma maneira.

Wednesday, March 30, 2016

Os 2R’s de 3 que o exportador brasileiro insiste em não aceitar para conquistar os Estados Unidos

 O dólar está alto. A economia brasileira estagnada, dando cada vez mais sinal que antes de melhorar ainda vai piorar. O que fazer? Pergunta você fabricante/empresário. A saída parece ser: exportação.

Mas aí você que é mais cuidadoso, pergunta: estou eu preparado? Se você diz que sim, siga em frente. Se você diz que não, o conflito começa.

Suponhamos que você seja um dos que se aventuram a vir para Miami. Se o termo “aventuram” feriu os brios, informamos que você não está preparado para o mercado americano. Porque na hora que você colocar seu produto ou serviço em teste, acredite que você vai escutar muita coisa que não quer, não acredita ou nunca pensou em escutar.  Qualquer um quer te falar ao contrário, abra os olhos!

Não importa quão famosa sua empresa, sua fábrica seja no Brasil. Aqui nos States, de uma maneira respeitosa, nunca foi, não é e para ser, é um longo caminho, muito tortuoso, demorado e caro. 

Mas e os 3R’s do título? Bem, existe uma sequência “oculta” e “rígida” aqui no mercado que pela quantidade de ofertas do mundo inteiro, sim, o mundo inteiro disputa um espaço físico no território americano, é muito seguida.

Primeiro você tem que criar a sua REPUTAÇÃO. Quem é você? De onde vêm e para onde vai? Quais as suas intenções? Há quanto tempo está nos States? É residente? Não é? Qual sua história? Enfim, dezenas de perguntas que criam a sua identidade: REPUTAÇÃO.

Da REPUTAÇÃO, com o tempo, vem o RELACIONAMENTO. A indústria, o mercado, as pessoas começam a te conhecer. Fica bem menos difícil você pegar um telefone ou visitar uma pessoa e ser bem recebido.

Uma vez que você desenvolve sua REPUTAÇÃO e RELACIONAMENTO, a RECEITA aparece. Mas caro leitor, chegar na RECEITA, é demorado e caro. Muito caro! Você está preparado para esse tipo de investimento?

O que temos experimentado através dos anos é que o exportador brasileiro quer ir direto no terceiro R que é a RECEITA.  Ou seja, o exportador brasileiro insiste em não aceitar os dois primeiros R's. querendo ir direto no terceiro. Dizer que quebram a cara, estamos sendo carinhosos. 

Com tudo que acontece no Brasil que reverbera aqui nos States, mais do que nunca, criar, desenvolver e manter uma boa ou excelente REPUTAÇÃO junto com uma rede de RELACIONAMENTO, são etapas fundamentais para o sucesso de qualquer exportador brasileiro. Você que está interessado no mercado americano já tinha pensado com essa ótica?

Tuesday, February 9, 2016

Marcos Rossi, escritor brasileiro lança com muito sucesso mais um livro em Miami.

O paulista Marcos Rossi comemorou em grande estilo seus 50 anos em Miami lançando o seu segundo livro, “Bread & Joy; Os Caminhos da Plenitude” nesse último sábado no belo Hotel Marriott do famoso Dolphin Mall. 

O personagem principal do livro Bread & Joy é Frank. Frank é um jovem problemático com dificuldades em se ajustar. Suas interações com o mundo parecem não levá-lo a lugar algum, estando em conflito constante com família, amigos, escola e igreja. 

Pouco a pouco ele se vê em completo isolamento e perde a fé em Deus e em si mesmo, passando a acreditar que sua vida não tem um propósito. Tudo isso começa a mudar quando um mentor misterioso e nada convencional entra em sua vida e divide com ele preciosas lições de vida. 

Porém, um dos mais importantes ensinamentos desse novo mentor é que, por vezes, as coisas precisam piorar um pouco antes que realmente possam melhorar. Vivendo em uma época turbulenta na Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial, Frank passará por tempos difíceis, entregando-se a um vício, decepcionando-se no amor, e perdendo-se totalmente. 

Para escapar desse beco sem saída, ele voltará as suas origens, regressando para a Fazenda Bread & Joy onde nasceu, e buscará fazer as pazes com Deus, com seu passado e aprenderá que para conquistar o amor verdadeiro, terá que tomar decisões bastante difíceis.

Marcos Rossi é graduado em Economia e Pós-Graduado em Administração de Empresas, ambos pela UNICAMP, trabalhou em diversas multin-nacionais e nos últimos 12 anos trabalha em serviços de logística para distribuidores de produtos de tecnologia em Miami. Hoje trabalha para o maior distribuidor do mundo, a 46ª maior empresa dos Estados Unidos, que se chama Ingram Micro (tem filial em Barueri – SP). 

Mas a chamada para escrever era muito grande. Começou a escrever há 5 anos e ambos dos seus trabalhos (“Flores na Varanda” e “Bread & Joy – Os Caminhos da Plenitude”) foram publicados em português e em inglês.

Graduou-se em Coaching pela CoachU (http://www.coachu-hq.com/ ) em 2012 e foco em Coaching de Transição de Vida (mudanças de vida em geral).

Sua página no Facebook é www.facebook.com/marcoshnrossi  e seu email marcos.rossi@comcast.net

Monday, November 9, 2015

As vantagens de utilização das FTZ do Sul da Flórida

Muitos empresários brasileiros em São Paulo e em outras cidades do país tem-me perguntado de que forma possam melhorar suas exportações para os EUA . Desde a década de 60, o Brasil adotou a regra “ Exportar é a Solução”. De fato assim é para muitos empresários, a questão é como fazer no que concerne aos demais países. Infelizmente, as economias ocidentais foram se “fechando” para se protegerem contra as exportações de países como o Brasil que tem-se valido de inexistencia de impostos na exportação e as vezes de diversos subsidios tributários como a isenção de IPI e de ICMS nas exportações. 

Todavia os EUA como uma economia forte , sempre moderna e sem medo da concorrencia internacional , ao contrário, continua sendo um mercado relativamente aberto e liberal. E mais ,tem criado soluções inteligentes que ao contrário inclusive tem favorecido a vinda de mais exportadores aos EUA. Uma dessas notáveis soluções são as “Foreign Trade Zones”- as FTZ que existem em quase todos os EUA. Aqui na Flórida, a mais conhecida e importante é a FTZ de Miami por suas inúmeras vantagens que serão apresentadas neste artigo.

O que são as FTZ ?  A rigor são armazéns alfandegados que constituem um ambiente especial de comércio internacional no território americano. Como funcionam ?

Primeiramente funcionam  como um armazém alfandegado especial. Assim neles é possível que os empresários brasileiros ( assim como os estrangeiros em geral) possam exportar seus produtos para os EUA sem impostos desde que permaneçam nos armazéns e não sejam vendidos ou “internados” em território americano. Assim funciona como se fossem um “dry port” ou seja um “porto seco”. Os produtos exportados do Brasil são mantidos no armazem e serao destinados a re-exportação para outros países. Enquanto mantidos no armazem alfandegado e desde que sejam re-exportados para outros países, não há imposto a pagar.   Super !

Todavia, os benefícios do FTZ não param aí !   Existem outros benefícios que serão aqui relatados. É sempre possível fazer-se das FTZ uma verdadeira zona também de complementação ou acabamento industrial, a exemplo do que ocorre na nossa Suframa em Manaus. Destarte, é legalmente possível desde que o projeto seja previamente aprovado de tal forma  que a empresa brasileira ( ou estrangeira) possa exportar insumos ou componentes e fazer o processo de industrialização dentro da zona. Nesse caso, os impostos são deferidos, adiados à etapa seguinte. Em outras palavras, os impostos de importação assim como o sales tax ( o imposto sobre vendas)  aqui da Flórida somente serão cobrados e pagos quando o produto final industrialmente acabado “sair” da zona, ou seja, for vendido ao mercado americano. Isto torna o processo de fabricação muito mais economico, porque o processo de tributação é adiado por ocasião do faturamento de venda. Destarte, através de um bom planejamento financeiro uma parte do pagamento da venda do pagamento servirá também como elemento de custeio para o pagamento dos impostos.  

Outro detalhe importante é o de que os impostos nos EUA ao contrário do Brasil são extremamente razoáveis. O imposto de importação normalmente varia entre 12% a 15% ad valorem e o imposto sobre vendas ( o sales tax) em torno de 7% sobre o valor do faturamento de venda do produto final acabado. Assim se permite que o industrial brasileiro possa conquistar o mercado americano de uma maneira mais eficiente e preparado para oferecer preços competitivos  ao grande mercado americano.

A próxima pergunta que o leitor possa fazer é: são quaisquer produtos que posso “trabalhar” na FTZ ?  E a resposta será pela negativa. Não é qualquer produto. Normalmente deva ser um produto cujo processo de industrialização seja “leve” e descomplicado . Normalmente produtos eletronicos , de montagem fácil que não requeiram processos complicados de usinagem e solda por exemplo são os ideiais para a FTZ.

Claro que quanto mais “light” for o processo de fabricação, melhor. Há empresas que tem seus projetos aprovados na FTZ simplesmente mediante processo de etiquetagem, rótulos em lingua inglesa , preparo dos manuais e finalmente o processo de embalagem ou empacotamento , tudo preparado ao gosto e de acordo com os requisitos legais dos EUA.

Produtos comestíveis são bem mais complicados porque além da aprovação do órgão administrador do FTZ ainda vai requerer aprovação e registro prévios do FDA e de outros órgãos locais (estaduais e municipais) encarregados da fiscalização sanitária neste país.

Enfim, as oportunidades são imensas para as indústrias brasileiras desde que seus projetos sejam previamente aprovados pelos órgãos competentes. Perguntar-se-á qual o tempo médio para tramitação e aprovação de um projeto industrial para o FTZ ?  Pela experiencia, estimamos um tempo médio mínimo de 4 meses desde o ingresso do projeto até a sua aprovação final.

Outras indagações relevantes ?  Não há requisito mínimo de certificado de origem. Não, isto vai depender da economicidade do projeto . Claro que quanto maior for a utilização de produtos ou componentes americanos , mais chances terão os projetos de serem aprovados pelos órgãos competentes.

O mesmo dir-se-á sobre o emprego de mão de obra. Nos EUA, já o sabemos ,a mão de obra é bem mais cara do que no Brasil . Ademais por lei, as empresas são também obrigadas a fornecer aos seus empregados, planos de saúde o que agrava ainda mais os custos da contratação de mão de obra. Destarte, para manter a viabilidade do custo de sua implantação, convem ao empresário brasileiro utilizar sempre processos intensivos de capital e não de trabalho. Ou seja, quanto mais automação o processo industrial requeira, quanto mais viável o projeto tornar-se-á financeiramente.


Estamos a disposição dos prezados leitores para outras indagações a respeito deste tema, devendo endereçá-las ao Prof. Dr. Attila Andrade Jr, advogado internacional website www.advatila.com.br attilaandradejr2013@gmail.com Skype: attila.andrade Bons negócios na FTZ de Miami!

Thursday, December 19, 2013

Seguro Social injeta bilhões por ano no país

Do jeito que a economia americana vai, está sombrio o futuro do Seguro Social aqui nos Estados Unidos.  Mesmo assim, não podemos negar o impacto econômico que a contribuição do trabalhador americano ainda gera na sociedade. 

Os baby boomers estão envelhecendo e se retirando do mercado. Aos que não sabem, os baby boomers são todos aqueles que nasceram após a Segunda Guerra Mundial entre 1946-1964. 

Segundo o U.S. Census, foram 76 milhões de crianças nascida durante esse período.
Somente em 2012, US$ 762 bilhões de dólares foram pagos em benefícios de seguro social mantendo mais de 9 milhões de empregos. E ainda conseguiu manter mais de 22 milhões de americanos fora da pobreza, sendo 15 milhões de adultos com 65 anos ou mais.

Hoje essa geração controla mais de 80% dos ativos pessoais financeiros do país. E mais da metade dos consumidores americanos são baby boomers. Eles compram 77% dos medicamentos, 61% dos remédios vendido sem receita e participam de 80% da indústria de viagem e laser.

Em uma outra pesquisa diz que quase 1/3 dos baby boomers preferem deixar a herança para uma instituição de caridade do que para os filhos. Porque será?

Na Flórida, quase 4 milhões de aposentados e deficientes que foram qualificados a desfrutarem do programa, recebem US$ 54.7 bilhões em benefícios, investindo na economia local pagando alimentação, moradia, seja na prestação da casa ou aluguel, transporte, roupas, diversão, etc.

Mas você deve estar pergunta, o que tem haver o seguro social comigo? Well...se você sonha em mudar para cá, aconselhamos pagar os devidos impostos não só para contribuir para os que necessitam mas como também preparar o seu futuro ou o futuro dos seus filhos. 

Saiba que um dólar seu pago ao seguro social, gera dois para a economia e sociedade americana. Como curiosidade, só no ano passado foi perto de US$ 1.4 trilhões de dólares. O doloroso é que ainda existe muitos imigrantes que só querem tirar vantagem do país...

Wednesday, August 21, 2013

Walmart abre a sua menor loja nos Estados Unidos!

Se é parte de uma estratégia duradoura ou não, ainda não sabemos. Se já é um prenúncio do que vem por aí em relação a economia americana assim que o Obamacare, o plano de saúde do governo Obama entrar em vigor no ano que vem, também não sabemos. 

O que sabemos é que essa última estratégia comercial do Walmart de abrir lojas menores ou uma micro loja para os padrões Walmart por nós conhecidos, está deixando muito lojista de cabelo branco e os que sabem o que esse gigante do varejo americano representa para essa sociedade.

Com mais de 3 mil unidades chamada Super Center espalhada pelo país, onde o tamanho médio é de 17.000 metros quadrados, Walmart Express com 1.400 metros quadrados ou menos, já abriu três lojas em três Campus de universidades americanas, sendo a última na Georgia Tech University, muito conhecida dos brasileiros.

Aos que já visitaram o Walmart Express on Campus que possui somente 235 metros quadrados, dizem que você encontra o básico que você precisa com o famoso preço barato e atentador do Walmart.

A matriz da empresa diz que continua firme no plano de expansão das lojas maiores e planeja ainda esse ano fechar a meta de abrir 125 Super Centers e mais 115 lojas que possuem uma metragem um pouco abaixo de 5600 metros quadrados.

Perguntamos, seria apenas mais um nicho a ser trabalhado pela empresa? Alguém dúvida porque o Walmart é considerado um matador de categoria, category killer, aqui nos States?

Monday, November 5, 2012

Se me canditasse à presidência dos Estados Unidos

Há quatro anos atrás mais ou menos nessa data, esse blogger, sentado na sua sala residencial  acompanhando as eleições americanas junto com seu filho que é americano nato e que na época tinha 10 anos, se deparou com uma pergunta difícil de responder quando seu filho perguntou: “Pai, porque a Hillary Clinton está mentindo se dias atrás ele falava muito mal do Obama?”.

É sabido que escrever precisa de inspiração; e confesso que na hora assim como uma letra de música, essa matéria veio inteira na minha cabeça. Publiquei a mesma na época e deu uma certa repercussão no Brasil. Curioso que passado quatro anos, não houve mudanças.

Veja na íntegra matéria publicada.

Com certeza você leitor, imaginou que pelo título do artigo, iria descrever um plano de governo...mas não é o caso.

Se me canditasse à presidência dos USA com certeza estaria preocupado com o legado que poderia deixar para as gerações por vir. Como a história iria falar de mim?...

Se me canditasse à presidência dos USA estaria muito confuso de confiar nas “grandes” empresas de opinião pública, uma vez que a disparidade percentual, é tremenda. Qual a empresa está certa, se todas elas se apresentam como as mais confiáveis?

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso, se o eleitor saberia preencher bem os votos. Afinal muitos falaram que o problema de contagem na Flórida em 2000, foi que o campo era muito pequeno.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso do eleitor dizer que não saberia preencher o voto por se muito pequeno, quando milhões jogam nas 52 semanas do ano em loteria, preenchendo um campo muito menor.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso com o sistema de contagem de voto. Mas acho que isso não seria problema pois o país jogando como joga em loteria, consegue dar um resultado preciso em horas pagando milhões de dólares!

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso de ir para um debate, falar alguns dados econômicos ou sobre meu oponente, e depois saber que os dados estão errados!

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso de saber que essa mesma equipe que me forneceu os dados errados para o debate, poderá me acompanhar no governo e traçar o futuro de uma nação.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso de ver o candidato oponente, me atacar mentindo e depois aparecer o porta-voz dele dizendo que ele não mentiu, apenas “jogou lama”.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso de entender a diferença entre mentir descaradamente ou não falar a verdade.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso de explicar ao meu filho Rick de quase 11 anos (hoje 14) que é americano nato, porque os os candidatos falam tanto mal um do outro como ele me perguntou nessa semana e tive dificuldade de explicar.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria confuso de saber se o meu filho e os jovens desse país terão o mundialmente cobiçado American Dream.

Se me canditasse à presidência dos USA a cada decisão que tomasse, antes de mais nada, iria considerar os jovens que morrem na guerra, os que voltam mutilados, as viúvas e os órfãos cujo os maridos e pais morreram por esse grande país.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria preocupado se em anos iria destruir o que foi construido em 200 anos.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria preocupado de não montar uma equipe com profundo conhecimento de economia e de guerra ( deveriam estar escondidos em algums lugar!...), pois eles só apareceram depois dessa crise. Nunca vi tanto entendido....são tão entendidos que a divergência entre eles é brutal, ficaria também confuso.

Se me canditasse à presidência dos USA ficaria preocupado de me afastar do alto padrão religiosos que foi criado pelo Mayflower Compact (considerado o primeiro documento escrito pelos Pilgrims que atravessaram o Atlântico para praticar o Cristianismo com liberdade, estabelecendo o nome de DEUS, Seu padrão, Seu reino que fez desse país uma grande nação). E por decisões tomadas 3 ou 4 décadas atrás se afastaram desse acordo com DEUS conforme diz a história.

Se me candidatasse à presidência dos USA ficaria preocupado de ver o candidato oponente entre outros políticos só falarem dos sonhos dos nossos colonizadores (founding fathers) mas não nos compromissos e promessas que eles fizeram à DEUS para que os Estados Unidos fossem uma nação íntegra e próspera.

Se me candidatasse à presidência dos USA ficaria preocupado de não conseguir convencer os mais radicais que bem-aventurada é a nação cujo DEUS é o SENHOR (Salmos 33:12).

Se me candidatasse à presidência dos USA ficaria preocupado do Pledge of Allegiance  que é um juramento de lealdade ao país que é feito de frente para a bandeira americana, não ter tanto efeito que nem tem para mim. Nesse juramento se fala one Nation under God, indivisible…uma Nação, sob DEUS e indivísivel...

Se me candidatasse à presidência dos USA ficaria preocupado se United We Stand (Juntos Estamos ) ou Divided We Stand (Divididos Estamos).

Se me candidatasse à presidência dos USA ia começar essa semana preocupado porque antes de ver um país unido, antes do resultado sair, já está dividido.

Se me candidatasse à presidência dos USA ficaria preocupado de saber se meu oponente fosse afro-descendente, e saber que muitos afro-descendentes, não acreditam que o país está preparado para um presidente afro-descendente! Mas quem sou eu de dizer que essa opinião é certa quando as “grandes empresas” de opinião pública estão aí?!

Se me candidatasse à presidência dos USA ficaria preocupado de saber que existe um minoria radical com um compromisso exemplar, a tal ponto de mudar os padrões morais da sociedade porque a maioria não quer sair da zona de conforto, às vezes até mesmo não votando contra essas mudanças!

Como não vou me candidatar, continuarei empresariando nesse maravilhoso país, nessa grande nação que ainda acredito poderosamente e escrevendo meus artigos sobre os Estados Unidos.

Continuarei determinado. Continuarei a sonhar, e ninguém irá tirar de mim esse sonho e essa visão que DEUS colocou no meu coração.

E você leitor, que leu esse artigo até o fim, não fique triste com o resultado dessa eleição americana mesmo sabendo que o presidente americano é eleito ou até mesmo "selecionado" pelo colégio eleitoral e não pelo voto popular. Saiba que o melhor ainda está por vir. 

Concluindo, se o Presidente Barack Obama do partido democrata será reeleito ou o Governador Mitt Romney do partido republicano será o novo presidente, uma coisa é certa como a bíbia nos ensina e garante em Provérbios 14:34 - A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.

God bless America!

Tuesday, October 26, 2010

Votando errado, você compromete o comércio internacional, seu futuro e gerações por vir!

Votar é uma coisa muitíssimo séria. Votar em candidato não qualificado até mesmo para se vingar de um sistema governamental é triste. Votar acreditando que o governo tem obrigatoriedade de sustentar o povo é mais triste ainda.

Quem acredita que candidato mal preparado, que é eleito, não afeta a economia... está totalmente mal informado ou até mais mal preparado do que o candidato eleito.

Sendo hoje o mundo uma grande aldeia, onde as distâncias parecem cada vez menores e as informações cada vez mais rápidas, os candidatos passam ter influências local, estadual, federal e até mesmo com o comércio exterior.
Talvez você pode não acreditar no parágrafo acima...mas se você olhar com bastante atenção esse relógio da dívida americana, o chamado US Debt Clock, você confirmará que de uma forma ou outra, está sofrendo as consequências dessa dívida que afeta gerações por vir.

A dívida americana, não só afeta o sonho americano como o mercado americano e mundial. Afinal os Estados Unidos já foram a maior potência mundial e hoje tristemente luta para manter essa posição de um dos maiores líderes com essa dívida que muitos acreditam ser ímpagável.

Esse relógio foi desenvolvido com formulações e cálculos dos mais precisos existentes, para informar o cidadão americano em real time as condições financeiras desse país.

Veja o relógio, imagine, medite em quem votar e leve a sério seu voto no dia 31 de outubro. Quem se tornar presidente do Brasil pode ajudar no comércio internacional? Pode ajudar no comércio Brasil e Estados Unidos?

Não perca a oportunidade de votar nessa eleição com seriedade. Clique no link e medite o que é votar errado! Simplesmente é assustador! Clique agora... http://www.usdebtclock.org/