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Friday, October 7, 2011

Steve Jobs, o grande sonhador. Você sonha? Porque não? Siga seu instinto!

O mundo perdeu essa semana um dos maiores gênios que já existiu. Um homem que escreveu seu nome na história e mudou a maneira que todos nós escutamos música, falamos ao telefone, assistimos filme, operamos nosso computador, enfim, um homem que influenciou à todos que tem acesso a tecnologia. 

Steven Paul Jobs morreu aos 56 anos. A imprensa está escrevendo merecidamente muito sobre os seus feitos e conquistas. Decidimos escrever sobre o Steve Jobs o grande sonhador. 

Se checarmos a história inicial da Apple, na famosa garagem na Califórnia, iremos deparar com algumas histórias interessantes. Eram 3 amigos, um era o grande sonhador e os outros dois? O que aconteceu? 

Quando Steve Jobs juntou com um outro sonhador, menos que ele mas também muito sonhador chamado Steve Wozniak (na foto sentado), eles acharam necessário convidar alguém com mais experiência não só de vida mas também com experiência profissional.

Ron Wayne foi convidado para ser o terceiro na fundação da Apple Computers mas o mesmo achou o projeto muito revolucionário e vendeu os 10% das acões por US$ 2,300.00 duas semanas depois de iniciar a empresa. Hoje essas ações estariam valendo US$ 35 bilhões de dólares e Mr. Wayne, o experiente, já escutou essa história? Já escutou esse discurso?!... está amargando um final de vida não muito nobre.

Mas o que podemos aprender com tudo isso que Steve Jobs fez, passou e nos ensinou?

Você já parou para pensar a quantidade de críticas? A quantidade de não? A quantidade de obstáculos que o Steve Jobs teve que transpassar pelas suas idéias revolucionárias? A quantidade de sapos que teve que engolir por causa dos seus sonhos? Você teria coragem e perseverança nos seus sonhos? Think different, pensar diferente como ele fazia, não é fácil.

Sonhar é muito bom mas é muito arriscado. Você não agrada à todos quando sonha alto.

A bíblia mesmo relata no livro de Gênesis capitulo 37, na riquíssima história de José, que o que o colocou em muitos problemas, foi o grande sonho que teve. Foi traído pelos irmãos, foi repreendido pelo próprio pai Jacó por sonhar, e os outros quando o viam, diziam: Vêm lá o tal sonhador, como mencionado no versículo 19. Mas no final José saiu vencedor. Para os que não conhecem, vale a pena ler o texto.

Muitas das vezes sonhamos, visualizamos a jornada e conseguimos ver o destino final. Mas aqueles que nos cercam com críticas e opiniões contrárias não. E muitas das vezes não realizamos nossos sonhos por causa dos outros.

Assim como o Jobs, chega momentos na vida que temos que nos desvencilhar das amarras e seguir nosso curso de vida na visão que DEUS colocou no nosso coração. Na maioria das vezes a visão é exclusiva só para nós, e não para os outros, daí o conflito. E a experiência tem mostrado que nem todos tem que participar do seu sucesso!

Como grandes sonhadores que somos, ainda mais negociando grandes projetos entre Brasil e Estados Unidos, temos aprendido que nem todo mundo irá acompanhar seus projetos ou sonhos com você. Isso passa ser uma questão de escolha.
                                                              
Também temos aprendido que nem todo mundo deve acompanhar seus projetos ou sonhos com você. Isso passa ser uma questão de habilidade.

E o que mais nos compromete e nos faz doer mais ainda, é quando existem laços ou de amizade ou sanguíneo...aprendemos que nem todo mundo pode acompanhar seus projetos ou sonho com você. Uma questão de potencial.

Napoleon Hill que é tido como um dos pais da auta-ajuda, diz no seu best seller Think and Grow Rich, que o que a mente pode conceber e acreditar, a mente pode alcançar. É uma afirmação poderosa para qualquer um que almeja o sucesso.

Assim como otimismo e entusiasmos são vitais para qualquer negócio ou projeto de vida, sabemos que as grandes conquistas e realizações começam com grandes sonhos. E quanto mais perseveramos nos grandes sonhos, acreditando, mais atraimos as pessoas certas para esses sonhos. 

E na perseverança e preparo, uma famosa definição americana de sucesso se aplica e diz o seguinte: sucesso é quando preparo encontra oportunidade.

Finalizando, se você acredita no seu sonho, que nem dizia o saudoso Steven Paul Jobs que nos inspirou esse artigo, pergunte quem caminhar com você: porque não? E siga seu instinto finaliza ele. 



Em tempo, qurendo deixar uma mensagem para o Steve, dizendo o que ele representou para você, pode enviar para rememberingsteve@apple.com   

Sunday, September 11, 2011

Hoje é 11 de setembro. Escrever o que?

Hoje é 11 de setembro. Dez anos se passaram do maior atentado terrorista em solo americano. Não podemos negar, mas a América hoje acordou com um aperto no coração que palavras não conseguem explicar direito.

Foi uma data que marcou e mudou os Estados Unidos, e porque não dizer o mundo. Foi uma data que nos marcou tanto, que a pergunta não quer calar: onde você estava na hora do atentado do World Trade Center?

Ver ao vivo e a cores as duas torres gêmeas caírem no ensolarado céu da cidade de Nova York, foi um cena inimaginável que nenhum reality show na televisão jamais chegará perto.

Poderíamos escrever muitas coisas, mas acreditamos que o aprendizado é individual e de acordo com a experiência de vida de cada um. Caso queiramos aprender alguma coisa, a vida junto com seus acontecimentos, é uma sala de aula, onde nunca iremos ganhar um diploma e não existe o melhor aluno. Como temos aprendido desde a última vez que achavamos que sabíamos tudo!

A fragilidade da vida e a nossa falta de controle ficaram estampada nesse evento. Em um minuto a nossa vida, e a vida de uma nação podem mudar. Como por exemplo, às 8:44 da manhã, milhares de pessoas estavam se preparando para iniciar mais um dia normal de trabalho. `As 8:45 da manhã, essas vidas, uma nação e o mundo começaram a mudar o curso da sua história.
Uma das coisas que mudou muito forte dentro desse escritor, foi a maneira que hoje canto o hino nacional americano e a música America the Beautiful, publicado nesse blog há semanas atrás!

Deixaremos um website para você meditar, caso queira. O website é o www.archive.org/details/911/day . É um arquivo na internet com mais de 3.000 horas de video de mais de 20 canais de televisão americano e internacionais.

Confessamos que para escolher um video em homenagem aos civis e aos homens e mulheres em uniforme que se foram, tivemos dificuldade por que cada video é mais forte do que o outro.

Optamos pelo video que homenageia os 343 oficiais do Corpo de Bombeiro de Nova York, FDNY – Fire Department of New York. Clique no link e veja esse vídeo maravilhoso FDNY 343 Tribute no YouTube. http://youtu.be/Xwb5Ai7LN3c 

Thursday, September 1, 2011

Carta de Intenção ou Letter of Intent (LOI). O que é isso? Como proceder quando se negocia com os USA? Qual a relação que existe com sua lamentação?

Em uma definição bem simples e rápida, Carta de Intenção descreve detalhadamente a “intenção” de execução de uma corporação sobre a outra. Seja para a negociação de uma representação, distribuição ou qualquer outro tipo de aliança operacional entre as partes.



Como a Carta de Intenção de um modo geral é escrita com o auxílio da diretoria ou gerência junto com o Departamento Jurídico, quem apresenta à Carta de Intenção, não deve esquecer que quem recebe esse documento legal, da mesma maneira tende a discutir com a diretoria ou gerência, junto com seu Departamento Legal essa mesma Carta de Intenção.

 

E é sabido que quando advogados estão envolvidos, o diálogo muitas das vezes fica complicado; uma vez que os advogados defendem os interesses dos seus clientes. Um cabo de guerra digamos assim.

 

No Brasil muitos dizem que é exatamente assim que se faz um pré-contrato, ou seja, através de uma Carta de Intenção; e que as partes vão negociando seus interesses até chegarem a um acordo, até chegarem a um consenso.

 

A pergunta que fazemos à você leitor é a seguinte: Dará tempo e condição de chegarem à um consenso uma vez que as “intenções” já foram demonstradas?

 

Acontece que com a nossa experiência de anos negociando com o Brasil, temos vistos que muitos interessados brasileiros que apresentam Carta de Intenção à fábricas/representadas americanas, apresentam um documento que não deixa nenhuma dúvida que foi escrito por quem não tem conhecimento de comércio internacional. Ou se ainda tem, acredita em Papai Noel e também acredita que uma Carta de Intenção com as intenções “questionáveis” não compromete uma negociação! Cuidado com que te falar o contrário.

 

Se você perder o negócio, você perdeu o negócio, não quem disse que não tem problema e que você está categoricamente correto! Você que vai ficar chupando dedo, lamentando a perda de um negócio que poderia ter sido o grande negócio da sua vida.

 

Quantos de nós.. sofre, já sofreu ou conhece alguém que sofre consequências desastrosas por orientação errada de “profissionais”…seja lá qual for a especialidade do “Dr. Cheio de Título”? Nós mesmos somos vítimas de várias situações!

 

Muitas Cartas de Intenção nos parece que são mero “templates”, abaixadas da internet, achando que um modelo serve para todo os tipos de negociação. Isso é um dos maiores erros que uma empresa brasileira pode cometer quando negociando com empresas nos Estados Unidos.

 

O interessado que apresenta a Carta de Intenção, não pode esquecer como mencionado no primeiro parágrafo, que esse documento relata de maneira de-ta-lha-da a intenção.

 

Se já nessa Carta de Intenção o interessado demonstra a intenção de “arrebentar” com a outra parte já logo no ínicio, não querendo se comprometer com investimentos, quantidades a ser comprada do produto negociado, prazo para essas compras, as chances são que já na Carta de Intenção, a parte americana cesse toda e qualquer tentativa de negociação.

 

Como sabemos disso? Well…conhecemos o mercado Brasil x Estados Unidos há muitos anos. Para lembrar você leitor, existe um problema cultural nesse documento. Cabe à você acreditar ou não no que acabou de ler.

 

Concluindo, a bíblia nos ensina que a boca só fala daquilo que o coração está cheio (Lucas 6:45), o que podemos dizer de uma Carta de Intenção?

Tuesday, August 30, 2011

Investir em imóvel nos USA com desastre natural. É um bom negócio?


 Recentemente temos lido que os brasileiros estão investindo de uma maneira “empolgada” na compra de imóveis nos Estados Unidos. Acontece que muitos compram nessa “empolgação” e com o passar do tempo, começam a experimentar os problemas que qualquer imóvel apresenta junto com um grande diferencial que não se apresenta no Brasil: desastre natural.

Vamos esquecer os desafios junto ao Imposto de Renda e a lei da hereditariedade. Mas caso você tenha comprado um imóvel aqui nos States, estaria você protegido contra os desastres naturais?

Digamos no caso de uma grande tempestade, se a água vem por cima você está protegido? Ou se vier por baixo como rio transbordando, mar invadindo as ruas…você estaria protegido? Complicou? Você ainda não viu nada….

É dito que dois palmos de água dentro da sua casa pode no mínimo causar US$ 50 mil dólares.

Agora e perguntamos: quanto vale o imóvel que vc comprou?

Um bom website para você se posicionar é o http://www.floodsmart.gov/. Você terá dicas muitíssimo interessante de como se comportar. 

E o furacão? E o terremoto? Você que comprou imóvel aqui nos States ou considera investir, já pensou nisso?

Dentro do que temos lido, pesquisado, participado de seminários, estamos chegando a conclusão no que se trata de propriedade, o melhor investimento apesar de menor rentabilidade, dependendo da localização, é o terreno.

Investindo em terreno, você não terá problema de enchente (flood), furacão, terremoto, nevasca, incêndio…ou qualquer outra ameaça de desastre natural. E o pior de tudo isso, é lidar com as companhias de seguro que no final não querem te pagar porque foi ato de DEUS!

Alguém pode nos explicar como é isso de uma grande corporação Americana se agarrar em DEUS para não te pagar quando você não pode falar de DEUS dentro da mesma corporação?

Monday, August 22, 2011

Deficit & Dívida Pública Americana - mitos, fatos e desafios

Os fatos e mitos – Há pouco mais de dois meses, o presidente norte-americano se deu conta de que ele dependia do Congresso para obter a aprovação do aumento do teto da dívida. E Imaginou que conseguiria aprovar este aumento de forma simples, pois este fato não é novo.

Desde 1919, o aumento do limite da dívida pública depende da aprovação do Congresso e estas autorizações têm sido feitas com maior ou menor dificuldade, constituindo-se um fato normal da vida política e econômica do país.

Desde quando foi criado este teto ele já foi aumentado 102 vezes, das quais, 10 vezes apenas na ultima década, o que corresponde a cerca de 10% dos aumentos autorizados.

Nunca, porém, na história, um presidente aumentou o déficit público em 25% em apenas dois anos de mandato.

Neste ano, a dívida pública deve saltar dos U$11,9 trilhões de 2008, para U$15,2 trilhões, ou seja, passará de 84,6% do PIB, para algo superior a 100% do mesmo.

Segundo o “Escritório Orçamentário do Congresso”, organismo não ligado a nenhum dos partidos, em um cenário provável de escolhas de política econômica, a dívida pública federal norte-americano chegará a quase 190% do PIB até 2035.

Mais assustador ainda, segundo o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, a dívida tem chances de chegar a US$ 19,7 trilhões, ultrapassando em 9,4% o PIB americano, em 2019.

Só para termos uma idéia do que esta divida representa, ela é igual ao PIB das 166 nações menos desenvolvidas do planeta e corresponde à quarta parte de toda produção econômica mundial de 2010, que foi de U$62 trilhões.

Hoje os EUA emprestam 40% do que gastam! O risco do calote é tão inverossímil quanto a possibilidade de o problema ser apenas a questão do teto da dívida.

O Porquê – O lobby dos funcionários públicos, a demagogia de políticos e outras mazelas levaram a maior economia do planeta a uma situação que exige decisões heróicas.

Aqui têm sido criados subsídios e ajudas que nem a população se dá conta que possam existir. Telefones celulares, aluguéis residenciais, vale-refeição, transporte escolar para crianças, remédios e dezenas de outras vantagens são oferecidas às classes menos favorecidas, minorias, mães solteiras, desempregados em programas assistenciais do governo.

Os funcionários públicos têm atingido salários médios superiores aos do setor privado, com menos horas de trabalho e muito maior número de benefícios.

Os gastos militares, que foram reduzidos após Reagan ter vencido a Guerra Fria, cresceram novamente de forma exponencial, pois os serviços de inteligência foram desmontados no Governo Clinton e o terror se fortaleceu e foi capaz de atingir os EUA dentro de seu território.

Os trilhões de dólares gastos e investidos pelo atual presidente, encheram as burras dos bancos e dos empresários mal sucedidos, mas não criaram riqueza nem emprego.

O crescimento do PIB segue pífio, o emprego até aumentou durante seu mandato, mas o problema ainda está longe de ser resolvido.

Os desafios – Para voltar a uma situação de crescimento sustentável precisa haver um corte de no mínimo U$4 trilhões nos próximos dez anos no déficit.

Para se chegar a este valor haverá necessidade de se provocar um corte substancial nas despesas, além de um aumento considerável nos impostos.

E ai começa a questão: O Presidente fez aparições publicas pedindo solução, como se não fosse parte do problema e, em nenhum momento, apresentou qualquer plano de cortes de despesas.

Os republicanos detendo a maioria da Câmara, querem fazer valer o seu poder, pleiteando e defendendo cortes de despesas, sem aumento de impostos.

Apresentaram a aprovaram uma lei, que tornava obrigatório o equilíbrio fiscal, determinava cortes e liberava a questão do teto do endividamento.

A proposta foi rejeitada no Senado, pela maioria democrata, sem se colocar sequer o assunto em debate, para evitar chamar a atenção do público para uma oferta concreta de solução.

Os democratas, temem perder seus currais eleitorais com o fim ou ou o corte de alguns programas de assistência social, e se somaram à voz do presidente Barack Obama, ameaçando com calote o pagamento das dívidas e a suspensão dos pagamentos a pensionistas, inválidos e soldados.

O fato é que o presidente tinha e tem poderes constitucionais especiais para solucionar a questão do teto, mas quer e precisa usar aumentar seu capital político para enfrentar o desafio da reeleição do próximo ano.

Na verdade a questão se situa em três segmentos:
  • Ideológica: Livre iniciativa ou governo grande;
  • Política: Eleições presidenciais de 2012;
  • Liderança: Não há solução econômica simples, os EUA necessitam da fé dos americanos de que seus líderes encontraram a solução correta e eficaz e vão implementá-la.
Os republicanos estão fazendo a lição de casa nos estados que estão governando, realizando cortes nas despesas, diminuição das benesses aos funcionários públicos e promovendo a geração e expansão de empregos, provando que há solução real, concreta e plausível dentro da ideologia que defendem.

Já os democratas têm a seu favor o apoio da mídia.

Muita água vai ainda rolar sob as pontes do rio Potomac, antes de termos um visão clara do futuro americano, estejam certos!

Artigo escrito por Carlo Barbieri 
International Consulting
Email para contato: Barbieri@Oxfordusa.com

Friday, August 12, 2011

BMA - Brazilian Marketing Annex tem “full house” na última terça-feira em Miami

 Nesse último dia 9 de agosto, o concorrido café-da-manhã do BMA- Brazilian Marketing Annex na cidade do Doral, esteve super concorrido com a presença de dezenas de empresários e políticos locais. O Brazilian Marketing Annex é um "anexo" da Câmara de Comércio do Doral (http://www.doralchamber.com/)

O palestrante da vez, foi o Jerry Libbin, vereador da cidade de Miami Beach, e presidente da Câmara de Comércio de Miami Beach. O evento foi patrocinado pelo U.S Century Bank, que gentilmente cedeu a cobertura da sua sede que também é na cidade do Doral.

Com bastante entusiasmo, o Sr. Libbin falou sobre o impacto do turista brasileiro e do empresariado brasileiro no Condado de Miami-Dade.

Tendo já comemorado seu primeiro ano de vida, o BMA – Brazilian Marketing Annex está escrevendo seu nome cenário de comércio internacional para todo aquele que pensa em fazer negócios com a comunidade brasileira no Sul da Flórida ou com o Brasil.

Wednesday, August 3, 2011

America ainda é bonita! America the beautiful

Os politicos americanos votaram no dia de ontem, de repente, uma das mais importantes votações da história dos Estados Unidos que foi o aumento do teto da dívida americana, sancionada ontem mesmo pelo Presidente Obama.

A sinceridade do coração dos que votaram é questionada. Eles votaram para o partido ou para as gerações por vir?

Eles podem dizer com sinceridade que eles amam mais o país do que eles mesmos como diz o hino? Who more than self their country loved.

Sabemos como a maioria dos políticos se comportam. Temos aprendido que só muda a língua. A história vai dizer como já diz os que igualmente votaram no passado e comprometeram indevidamente essa grande nação.

Seja lá o que fazem e querem fazer com esse país, América “ainda” é América e “ainda” é bonita. E assim continuará!

Para os que apreciam e respeitam a América, deixamos esse hino America the Beautiful, que para mim fala tanto quanto o hino nacional Star Spangled Banner.

America the beautiful com essa letra maravilhosa, foi escrito por Katharine Lee Bates, e melodia de Samuel Ward. E para você desfrutrar uma interpretação inegualável do saudoso Ray Charles.

America the Beautiful


O beautiful for spacious skies,
For amber waves of grain,
For purple mountain majesties
Above the fruited plain!
America! America!
God shed his grace on thee
And crown thy good with brotherhood
From sea to shining sea!

O beautiful for pilgrim feet
Whose stern impassioned stress
A thoroughfare of freedom beat
Across the wilderness!
America! America!
God mend thine every flaw,
Confirm thy soul in self-control,
Thy liberty in law!

O beautiful for heroes proved
In liberating strife.
Who more than self their country loved
And mercy more than life!
America! America!
May God thy gold refine
Till all success be nobleness
And every gain divine!

O beautiful for patriot dream
That sees beyond the years
Thine alabaster cities gleam
Undimmed by human tears!
America! America!
God shed his grace on thee
And crown thy good with brotherhood
From sea to shining sea!

O beautiful for halcyon skies,
For amber waves of grain,
For purple mountain majesties
Above the enameled plain!
America! America!
God shed his grace on thee
Till souls wax fair as earth and air
And music-hearted sea!

O beautiful for pilgrims feet,
Whose stem impassioned stress
A thoroughfare for freedom beat
Across the wilderness!
America! America!
God shed his grace on thee
Till paths be wrought through
wilds of thought
By pilgrim foot and knee!

O beautiful for glory-tale
Of liberating strife
When once and twice,
for man's avail
Men lavished precious life!
America! America!
God shed his grace on thee
Till selfish gain no longer stain
The banner of the free!

O beautiful for patriot dream
That sees beyond the years
Thine alabaster cities gleam
Undimmed by human tears!
America! America!
God shed his grace on thee
Till nobler men keep once again
Thy whiter jubilee!

Ladys and gentlemen, Mr. Ray Charles...