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O Presidente Jair Messias Bolsonaro tem defendido de maneira demasiada, a liberdade do povo brasileiro.
Seja nas lives, seja em entrevistas, ele nos deixa claro, o que uma agenda de governo de esquerda, irá fazer com esse a nossa liberdade.
A triste realidade é que milhões de brasileiros ainda não acreditam no que é apresentado, não só por ele mas por todos aqueles fogem de um regime repressor comVenezuela, Cuba, Coréia do Norte, China ou seja qual for o país socialista.
Veja e medite em cima desse curto vídeo, onde frases e pensamentos de grandes presidentes americanos já falecidos, reverberam até hoje, décadas depois, impactando planos de governo não só nos Estados Unidos, mas como mundo a fora.
Hoje
os Estados Unidos celebra o famoso feriado 4 de julho, Dia da Independência.
Aos
longos das décadas, essa data Indepence Day tem sido inspiração para filmes,
músicas, peças de teatro dentre outras maneiras que o americano usa para
expressar a importância dessa data.
Mas
lamentavelmente, muitos, se não a maioria, se esquecem da essência dessa linda
data. A maioria esmagadora, incluso americanos nato, se preocupa só com lazer
e comilança...muita guloseima!
Mas
independência de que e de quem?
Desde
4 de julho de 1776, todos os anos, essa data representa a Declaration of
Independence e o nascimento dos Estados Unidos como nação independente
da Grã Bretanha.
Curioso
dessa data que 4 de julho não foi a data que o Congresso decidiu declarar a
independência nem o dia que Thomas
Jefferson escreveu o primeiro rascunho desse documento histórico.
A
história diz que o documento foi escrito em junho de 1776, assinado em agosto e
entregue a Grã Bretanha em novembro do mesmo ano.
Mas o que aconteceu de
tão importante em 4 de julho para se comemorar até hoje?
Foi a aprovação final
do que estava escrito no documento, Declaração de Independência, pelo Congresso
Continental.
Como mencionado acima,
o documento foi entregue dia 2 e até o dia 4, o documento foi discutido e
editado, até chegarem a um consenso no dia 4 de julho.
A data foi incluída no
documento oficial, Declaração de Independência, e hoje o original pode ser
visto do Arquivo Nacional localizado em Washington, D.C
Por quase 20 anos, os
americanos não celebravam essa importante data. Até que por volta de 1790, esse
documento ficou conflitante com os valores e os partidos políticos da época.
Veio a guerra de 1812.
A situação do país começa a mudar e os partidos políticos dando sinal de
mudança.
Em 1817, o presidente
John Adams sentido um total desinteresse dos americanos pelo passado,
documentou esse desinteresse em um carta.
De 1820 à 1830, os novos partidos políticos
começaram a se considerar herdeiros de Thomas Jefferson e da Declaração de
Independência.
Cópias da Declaração
de Independência começaram a circular no meio da população e dos partidos
políticos.
E aos mais curiosos
que desejam saber quem eram e o que aconteceu com aqueles 56 homens que
contrariam o regime estabelecido, lutando pela liberdade contra a Grã Bretanham
mesmo sabendo que caso fossem capturados, morreriam, decidiram avançar.
Veja alguns exemplos
abaixo.
5 foram capturados
pelos britânicos e considerados traídores.
2 tiveram suas casas
saqueadas e queimadas.
2 tiveram os filhos
mortos na revolução.
2 tiveram os filhos
capturados.
9 lutaram e morreram
ou de feridas ou pela dureza da revolução
Desses homens, diz a
história, que 24 eram advogados e juristas, 11 comerciantes, 9 fazendeiros, todos
muito instruídos e educados, alguns ricos, que sabiam que poderiam ser mortos
caso capturados. Mesmo assim preferiram a independência.
Coincidentemente tanto
Thomas Jefferson como John Adams morreram no dia 4 de julho de 1826, o que deu mais
importância a data. Adams morreu do
coração. Jefferson com mais de 80 anos, morreu
de várias complicações que foi desde diarréia intensa a problema renal.
Com isso os americanos
começaram a comemorar a data com gratidão e outro entendimento. Quase 100 anos
depois, em 1870, o Congresso americano reconheceu o 4 de julho como feriado
nacional. Assim o 4th of July
foi oficializado e nascia as comemorações anuais.
Podemos aprender com
essa data que o preço da liberdade em lugar nenhum do mundo é de graça. Tenha
gratidão pelos seus antepassados que com certeza, de uma maneira ou outra, lutaram em algum lugar do mundo dentro da capacidade deles pela sua liberdade.
Vejam um vídeo
histórico datado de 1938, onde Kate Smith a grande cantora da época introduz a
música GOD BLESS AMERICA aos americanos.
Uma outra curiosidade,
é que a música foi escrita por um imigrante russo chamado Irving Berlin que
chegou aos Estados Unidos com 5 anos. A primeira versão da música foi escrita
em 1918 durante a primeira guerra mundial, enquanto Berlin já adulto servia no exército
americano.
Seu patriotismo era
contagiante, a tal ponto que durante a segunda guerra mundial, ele reescreveu a
primeira versão e a relançou com a voz de Kate Smith.
Depois da apresentação
de GOD BLESS AMERICA no vídeo a seguir, essa música se tornou um clássico,
quase que um hino, quase que uma oração que é cantada com fervor, entusiasmo e "certa" reverência nos 50 estados até o dia de hoje.
While
the storm clouds gather far across the sea,
Let us swear allegiance to a land that's free.
Let us all be grateful for a land so fair,
As we raise our voices in a solemn prayer:
God bless
America, land that I love,
Stand beside her and guide her
Through the night with a light from above;
From the mountains, to the prairies,
To the oceans white with foam,
God bless America, my home, sweet home.
God bless America, my home, sweet home.
Muito confundido com o Veterans Day, o dias dos
Veteranos de Guerra que é para homenagear todas os que já serviram nas forças
armadas americanas; o Memorial Day é para todos aqueles das forças armadas que
morreram servindo esse grande país.
Talvez não faça sentido para você que está lendo
esse post. Mas se eu estou escrevendo e você está lendo, chances são porque um
jovem, um pai de família, um marido, ou filho morreu para que nós pudéssemos
ter liberdade.
Muitos encaram esse feriado nacional como simplesmente
a abertura do verão americano. Literalmente falando não estão “nem aí” para a
dor das famílias destruídas que ficam. Nos entristece muito o coração ver
principalmente os imigrantes, muitos brasileiros inclusos, virem para cá e
tirar só vantagens da terra e não querer construir nada para a comunidade.
Demonstram total desrespeito para com o país!
Para os que nunca prestaram atenção ou nunca foram
informados, registramos aqui uma coisa que logo confirmamos quando aqui
chegamos em 1991: Liberdade não é de graça! E não existe maior sacrifício do
que dar a própria vida por um país, por um ideal. Se você não acredita, vá
visitar o Cemitério Militar de Arlington em Virginia, bem pertinho de
Washington, D.C. Costumamos dizer que esse cemitério deveria ser passagem
obrigatória para o mundo inteiro ver, principalmente
para todos que residem nesse país, quanto custa a liberdade, quanto custa a democracia. Aqui você aprende que democracia vai além dos votos!
Esse blogger confessa: eu não faria por eles o que
eles fazem por mim. E acredito que você também não faria.
Você se vê no deserto agora, no total desconforto,
sem saber quando vai voltar para casa, arriscando a sua vida por uma pessoa que
não conhece? Por um sistema político que questiona? Acredito que não! Por isso
o meu eterno respeito e eterna gratidão, e passo esse sentimento para meu filho
que é americano nato. Tive a oportunidade de anos atrás visitando Arlington,
falar mais ainda como tenho falado e ensinado, nunca deixar de dar valor a esse
sacrífico pela liberdade.
Nossa pequena homenagem nesse belo vídeo abaixo. Escute a
música de fundo, preste atenção nas imagens e se coloque no lugar dos
familiares e amigos. Se o seu coração não estiver apertado até o minuto 4:40, talvez o tradicional toque do silêncio mexa com você. Veja também a partir do minuto 5:45 o histórico das guerras. Liberdade não é de graça!
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Brasileiro. Carioca, já cidadão americano, morando nos USA desde 1991. Casado, 1 filho, cristão e muito ativo na igreja local. Republicano registrado. Empresário. Business Advisor. Consultor Empresarial especializado em marketing e vendas para o atacado. Criador da Metodologia PFP - Preparar, Formatar e Posicionar o produto brasileiro para resultados no mercado americano. Ex-diretor da Câmara de Comércio do Doral. Possui um Canal de Negócios com os EUA no You Tube. Palestrante nas duas línguas, com várias matérias publicadas no Brasil e nos USA. Foi fundador e presidente da U.S.-Brazil Chamber of Commerce.