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Friday, July 22, 2011

Pro Forma Invoice é coisa muito séria aqui nos Estados Unidos! Mas o que é isso?

Nesses 20 anos fazendo negócios com o Brasil chega a ser assustador a falta de entendimento que muitos brasileiros possuem em relação a um documento de exportação chamado Pro Forma Invoice.

Ou entendem, mas não acreditam que a repercussão negativa quando não honram uma Pro Forma Invoice pode ser devastadora, ainda mais se for produtos de valor alto.

Não honrar uma Pro Forma Invoice causa situações delicadíssimas; podendo até mesmo ter processo  aberto pelo exportador devido a frustação da expectativa de vendas. Ou seja, um prejuízo e um stress para todas as partes envolvidas. Ah se o Brasil pudesse saber quem já foi processado aqui nos States...

Não saberíamos mensurar a quantidade de vezes, isso o que sabemos, nem contabilizamos o que não sabemos, mas a quantidade de vezes que o importador brasileiro pede uma Pro Forma Invoice e não honra.

Mas o que é uma Proforma Invoice?

Antes de responder o que é, iremos responder o que com certeza não é. Pro Forma Invoice não é cotação e não é brincadeira. Pro Forma Invoice aqui nos Estados Unidos é levado muitíssimo a sério.

Para você leitor que nunca viu esse termo, em resumo, é como se fosse uma Pré Nota Fiscal, uma Pré Fatura Final. A Pro Forma Invoice é como um documento que é apresentado para iniciar todo processo burocrático porque o comprador já aceitou as regras do jogo e já se comprometeu. Diríamos que ele "já assinou" o contrato. Quando a mercadoria embarca, a Pro Forma Invoice é trocada pela Commercial Invoice, que diríamos é a Nota Fiscal ou Fatura definitiva. Visualmente é idêntica. A única diferença é o título e geralmente algumas pequena instruções devido à alfandêga do país de destino.

A gravidade do desdém de vários importadores brasileiros, é que o teor jurídico de uma Pro Forma Invoice, é como se fosse um contrato em as duas partes, exportador e importador, onde o importador diz que concorda com os termos  apresentado pelo exportador americano. O negócio já foi “selado”, e o exportador americano espera o pagamento conforme acordado. Simples!

Nosso conselho à aqueles que pensam em um dia pedir uma Pro Forma Invoice.

Se por acaso você é importador brasileiro, e passa na sua cabeça pedir uma Pro Forma Invoice ao seu exportador, se tem dúvidas que irá honrar…nem ouse pedir tal documento para não manchar a relação comercial e causar um prejuízo desastroso!

Depois de tudo que você leu, deixamos duas perguntas para finalizar:

Como você acha que um americano adjetiva a empresa que não honra um contrato?
Como você chama ou classifica uma empresa que não honra um contrato?

Thursday, May 19, 2011

Mas eu sou representante exclusivo dessa marca de helicóptero no Brasil! I am sorry…mas a fábrica americana não te reconhece como nada…

No dia 2 de maio passado, publicamos nesse blog uma matéria que para variar deu uma certa polêmica. Não podemos negar, já estamos acostumados a isso!

Mencionamos que vários empresários no Brasil se apresentam como empresários nos Estados Unidos; quando na verdade não são, nunca foram, e pela postura nunca serão! Vale a pena ler a matéria logo abaixo.

Invertendo o mercado, curioso que nós Moriah International, Inc, representante exclusivo para todo o Brasil do helicóptero Rotorway A600 Talon fabricado pela Rotorway International, estamos enfrentando problemas parecidos só que no Brasil. Wow!

Tem chegado aos nossos ouvidos que tem gente, grupo empresarial, grupo de investidor…seja lá como você queira chamar, em algumas regiões se apresentando como representante exclusivo da marca para todo o Brasil, inclusive tentando assinar contrato no nome da Moriah International e/ou nome da Rotorway! É dito que quando você é copiado e/ou imitado, ou até mesmo muito criticado é porque você é sucesso.

Podemos afirmar que nos causou e causa bastante constrangimento. Estamos analisando e nos certificando onde é o foco, onde é o ponto zero dessa manobra, e tomaremos as medidas legais cabíveis quando tivermos a certeza.

Inclusive já estamos analisando a possibilidade de uma carta-aberta ao mercado brasileiro, uma vez que blog nem todos acessam. São decisões difíceis, mas não podemos negar, uma experiência nova para nós.

Temos sido contatados porque a postura de quem tem se apresentado colidi com a nossa filosofia de trabalho, empresarial, comercial e moral; que é bem explícita e documentada nos nosso blogs, seminários, entrevistas e emails trocados com o mercado ao longo dos anos.

Mas porque estamos escrevendo sobre esse tópico?

Porque também já escutamos várias vezes sobre essa postura enganosa ao longo desses anos, só que agora aconteceu conosco devido a relevância da marca Rotorway no mundo e do potencial do mercado de helicóptero no Brasil.

Na próxima vez que você estiver negociando com alguém que se apresentar como representante exclusivo de qualquer marca, seja americana ou não, com todos os direitos e poderes, abra o olho! Se teu sexto sentido falar alto, te incomodar, não avance! Faça como os que nos ligaram e confira de perto!

De um modo geral como qualquer contrato padrão de representação, e é assim no mundo todo, a pessoa do representante sempre terá uma autonomia limitada pela representada. A maioria dos contratos nem uso de marca autorizam quanto mais grandes decisões.

No tocante a nomear outro representante, buscar investimentos, decisões de grande escopo que envolvem mudanças radicais na marca no mercado onde atua, nunca vimos nesses 20 anos negociando e analisando contratos de representação e/ou distribuição dos mais diversos, uma cláusula dando plenos poderes aos representantes. Se você acredita em Papail Noel…é outra história.

Faça seu dever de casa. Pergunte bastante, Faça uma busca no Google, confira no mercado, ligue para a fábrica e se certifique de que a pessoa que você está negociando não é um impostor…ou em outras palavras, podemos chamar de estelionatário?