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Monday, October 12, 2026

Section 8 e Affordable Housing: oportunidades, benefícios e riscos para o investidor

Investir em imóveis nos Estados Unidos exige conhecer oportunidades além da locação tradicional. Para o investidor brasileiro, Section 8 e Affordable Housing,apesar de serem muito desconhecidos dos brasileiros, podem combinar receita imobiliária e impacto social, mas seus benefícios vêm acompanhados de obrigações.

Affordable Housing significa moradia financeiramente acessível. É um conceito amplo, que abrange imóveis com ou sem incentivos governamentais. O Section 8 faz parte desse universo. Para comparar estratégias, convém distinguir a locação para famílias com vouchers dos empreendimentos incentivados com restrições de aluguel.

O Section 8 é um programa federal de assistência ao aluguel. Na modalidade Housing Choice Voucher, administrada por agências habitacionais locais, o governo paga diretamente ao proprietário a parcela subsidiada; a família assume o valor restante, quando houver. [1]

Para o proprietário, as vantagens incluem maior previsibilidade da parcela pública, acesso a potenciais inquilinos e possibilidade de começar com uma única casa ou apartamento. Entretanto, o imóvel precisa atender aos padrões exigidos, passar por inspeções frequentes e ter o aluguel aprovado.

Existem burocracia, possíveis atrasos administrativos, custos de reparos e risco de inadimplência da parcela familiar. Descumprimentos podem resultar na suspensão do subsídio. O proprietário continua responsável pela gestão e manutenção; participação governamental não significa rentabilidade garantida. [1, 2]

Nos empreendimentos incentivados de Affordable Housing, destaca-se o LIHTC, sigla de Low-Income Housing Tax Credit: crédito tributário para habitação de baixa renda. O mecanismo ajuda a atrair capital privado para construir ou reabilitar moradias, mediante condições específicas. [3]

As vantagens incluem acesso a capital incentivado, atendimento a uma necessidade habitacional e potencial de ocupação consistente, dependendo do mercado local. Um empreendimento LIHTC também pode receber famílias com vouchers Section 8; portanto, os instrumentos podem coexistir. [5]

As desvantagens são limites de aluguel, comprovação da renda dos moradores, fiscalização e menor flexibilidade comercial. No LIHTC, as restrições geralmente abrangem pelo menos trinta anos. Falhas de conformidade podem provocar devolução de créditos tributários, o que é um grande risco para o investidor, e as obrigações do empreendimento podem dificultar sua venda. [4]

Como orientação de investimento, alugar pelo Section 8 pode ser adequado para quem busca renda recorrente com gestão local competente. Projetos incentivados exigem horizonte prolongado, estrutura financeira e assessoria especializada, desde a parte jurídica, administração dos imóveis como também na manuntenção dos mesmos. 

Em ambas as estratégias, avalie preço de aquisição, demanda, despesas, seguros, financiamento e retorno líquido. Para brasileiros, examine também a tributação aplicável. Um benefício governamental só agrega valor quando o negócio permanece financeiramente sustentável após todos os custos e riscos.

Fontes oficiais consultadas em 12 de outubro de 2026:

  1. HUD — HCV Landlord Resources
  2. HUD — Housing Assistance Payments Contract
  3. HUD — Low-Income Housing Tax Credit
  4. IRS — Rehabilitation Credit and Low-Income Housing Credit Compared
  5. HUD — Texas: LIHTC Properties

Saturday, October 10, 2026

America.gov | O governo americano ajudando você e a sua empresa gratuitamente

Presidente Trump acaba de lançar o America.gov, site de busca do governo federal de I.A. (Inteligência Artificial), onde você pode consultar 29.000 sites gratuitamente, tendo praticamente todas as respostas necessárias que você precisa para sua vida pessoal ou empresarial nos Estados Unidos; tudo isso gratuitamente.

Veja vídeo clicando no link e entenda

America.gov | O governo americano ajudando você e asua empresa gratuitamente 

Friday, September 4, 2026

Tax Lien e Tax Deed: quando um imóvel barato pode custar uma vida


 Investir em imóveis nos Estados Unidos tornou-se sonho cada vez maior de americanos, brasileiros e estrangeiros que buscam renda, segurança patrimonial e construção de riqueza. Isso é fato!

Nesse cenário, tax liens e tax deeds são frequentemente apresentados como oportunidades extraordinárias: propriedades abaixo do valor de mercado, juros elevados e possibilidade de lucros expressivos. Isso também é fato! Isso é real!

Tudo parece perfeito; até o investidor descobrir que muitas das vezes o imóvel adquirido não está vazio. Isso também é fato! Isso também é real! E acontece com muito mais frequência do que é divulgado!

Existe um lado sombrio desse mercado, que tem sido abafado por décadas, que dificilmente aparece nos cursos, seminários e vídeos promocionais: o risco humano envolvido na retirada de uma pessoa ou família de sua residência. Você sabia disso?

Devido a trágica estatística que não dá nenhum sinal de desaceleração, o Eviction Lab, centro de pesquisas ligado à Princeton University, uma das mais conceituadas universidades dos Estados Unidos, começou em julho de 2021, a monitorar notícias sobre episódios fatais relacionados a despejos. Segundo investigação publicada pela Gray Television/InvestigateTV, foram documentadas pelo menos 38 mortes em 2022 e 44 em 2023, o seja, 82 mortes! O The Guardian já havia reportado mais de 80 mortes relacionadas a despejos desde o início do monitoramento.

Esses números não constituem uma estatística governamental completa. O levantamento depende de notícias publicadas pela imprensa porque os Estados Unidos não possuem um sistema nacional específico para registrar mortes durante despejos. Consequentemente, o total verdadeiro pode ser maior.

As vítimas podem incluir moradores, familiares, proprietários, funcionários judiciais, policiais e os próprios agressores.

Em fevereiro de 2024, no Missouri, um funcionário do tribunal e um policial foram mortos durante o cumprimento de uma ordem de despejo. Outros dois policiais ficaram feridos, conforme noticiado pela Associated Press.

A crise não termina nos confrontos. Estudo baseado no sistema de mortes violentas do CDC - U.S. Centers for Disease Control and Prevention, identificou 929 suicídios relacionados a despejos ou execuções hipotecárias, entre 2005 e 2010, em apenas 16 estados. Em 79% dos casos, a morte ocorreu antes da perda efetiva da moradia. Não podemos esquecer que ainda faltam os números de 34 estados!

Isso significa que tax lien e tax deed são investimentos ruins? Não! No meu entendimento e de milhões, significa que tratá-los como dinheiro fácil é muito questionável.

Antes de dar um lance, o investidor precisa investigar ocupação, prazo de resgate, condição do título, dívidas, possibilidade de desocupação e legislação local. Jamais deve comparecer pessoalmente ao imóvel para ameaçar, pressionar ou remover ocupantes. Essa função pertence às autoridades e aos profissionais habilitados.

A pergunta decisiva não é somente “quanto posso lucrar?”. É também: quem está dentro do imóvel, como essa pessoa reagirá e quanto estou preparado para perder, se a oportunidade se transformar em confronto?

No papel, você pode estar comprando uma propriedade. Na vida real, talvez esteja entrando no pior dia da vida de alguém. E, em alguns casos, esse dia também poderá se tornar o pior, ou o último da sua.

Estou em desestimulando você a investir em Tax Lien e Tax Deed? Também não. O que quero é estimular você a fazer muito bem o seu dever de casa, e sempre escolher os imóveis já desocupados.

E por que decidi escrever essa matéria? 

Já acompanho isso há muitos anos. E como mencionado acima, a estatística que você leu foi somente em cima de 5 anos, e 16 estados. E os anos anteriores? E quais os registros de 2010 até a data de hoje nos 50 estados? 

Essa semana mais uma ocorrência trágica com duas vidas aconteceu na cidade de Minneapolis, no estado de Minesota. Daí, esse post!

Como se diz aqui nos Estados Unidos, agora você sabe!

Thursday, August 27, 2026

Canal Consultoria e Negócios com os EUA completa dez anos de informação, experiência e compromisso com o público brasileiro

  

No dia 18 de agosto de 2016, publiquei o primeiro vídeo do canal Consultoria e Negócios com os EUA no YouTube. Naquele momento, começava uma jornada movida por um propósito muito claro: compartilhar conhecimento, experiências e informações que pudessem ajudar brasileiros a compreender melhor os Estados Unidos — especialmente seu ambiente empresarial, sua cultura de negócios e suas oportunidades.

Dez anos depois, aquele primeiro vídeo se transformou em um projeto de comunicação sólido, relevante e muito maior do que eu poderia imaginar.

Hoje, o canal reúne mais de 900 vídeos, distribuídos em 15 categorias, ultrapassa a marca de 86 mil inscritos e acumula mais de 4,5 milhões de visualizações.

Esses números representam muito mais do que estatísticas. Cada inscrição, comentário, compartilhamento e visualização representa alguém que dedicou parte do seu tempo para ouvir uma experiência, conhecer uma perspectiva diferente ou buscar informações antes de tomar uma decisão.

Um canal que evoluiu junto com o público

O canal nasceu com uma forte vocação para a consultoria empresarial e para os negócios entre o Brasil e os Estados Unidos. Ao longo dos anos, porém, ele evoluiu naturalmente, acompanhando as dúvidas, os interesses e as transformações vividas pelo público.

Novas categorias foram incorporadas. Os temas se ampliaram. Passamos a tratar não apenas de negócios, empreendedorismo e internacionalização, mas também de economia, política, imigração, comportamento, cultura americana, networking, oportunidades comerciais e dos acontecimentos que afetam diretamente a vida dos brasileiros dentro e fora do país.

Essa evolução nunca significou abandonar a essência do projeto. Pelo contrário: significou compreender que os negócios não acontecem isoladamente. Eles são influenciados pela economia, pela política, daí a categoria Política e Economia ser a mais aquecida, pela legislação, pelo comportamento do consumidor e, acima de tudo, pela mentalidade das pessoas.

Durante essa década, procurei levar ao público uma visão construída não apenas por meio de muitos estudos e pesquisas, mas também pela experiência prática de quem vive nos Estados Unidos há mais de 3 décadas e atua profissionalmente conectando os dois mercados como se diz aqui, Crossborder Advisor.

Mais de 900 vídeos e uma mensagem permanente

Produzir mais de 900 vídeos exige muito mais do que inspiração. Exige disciplina, consistência, pesquisa, posicionamento e, principalmente, respeito por quem está do outro lado da tela.

Devido a intensa censura que esse canal sofre devido as verdades que fala, nem todos os vídeos alcançam milhares de pessoas. Nem todos os temas produzem o mesmo resultado. Essa é uma das realidades de qualquer projeto de longo prazo. Entretanto, autoridade não é construída com um único vídeo de sucesso. Ela é construída pela disposição de continuar produzindo, aprendendo e contribuindo mesmo quando os resultados imediatos não aparecem.

O mercado americano ensina exatamente isso: boas intenções não substituem resultados, e resultados consistentes não são produzidos por improvisação. São consequência de preparação, posicionamento e execução.

Ao longo desses dez anos, uma mensagem permaneceu constante: entrar no mercado dos Estados Unidos exige muito mais do que entusiasmo. Exige conhecimento, planejamento, adaptação cultural, profissionalismo e disposição para competir em um dos ambientes empresariais mais exigentes do mundo. É o que eu denominei d Metodologia PFP - Preparar, Formatar para se Posicionar nos Estados Unidos. O exportador brasileiro fazendo isso, ele estará aplicando o The American Way of Doing Business | A maneira americana de fazer negócios na plenitude. 

Uma construção coletiva

Nenhuma trajetória no YouTube é construída individualmente. Por isso, esta comemoração também pertence a cada pessoa que assistiu a um vídeo, deixou um comentário, discordou respeitosamente, compartilhou um conteúdo ou recomendou o canal para alguém.

Meu agradecimento especial aos mais de 86 mil inscritos que decidiram acompanhar esse trabalho e ajudaram o canal a ultrapassar 4,5 milhões de visualizações.

Também agradeço aos convidados, empresários, profissionais, especialistas, amigos e parceiros que, ao longo dos anos, compartilharam conhecimento e contribuíram para elevar a qualidade das discussões.

Cada participação acrescentou uma nova perspectiva e ajudou a transformar o canal em um espaço mais plural, informativo e conectado com a realidade.

Dez anos não representam uma chegada

Completar uma década é motivo de gratidão, mas também de responsabilidade.

O conhecimento envelhece rapidamente. Os mercados mudam. As tecnologias avançam. As regras comerciais e regulatórias são atualizadas. Novas oportunidades surgem, enquanto antigos modelos de negócio desaparecem. Por essa razão, permanecer relevante exige atualização permanente.

Depois de dez anos, não considero que tenha chegado ao destino. Considero que construí uma base sólida para uma nova etapa.

O compromisso continua sendo o mesmo: oferecer informação, provocar reflexão, compartilhar experiências e ajudar empresários, profissionais e empreendedores a enxergarem os Estados Unidos com mais clareza, realismo e preparação.

Sem vender fantasias. Sem prometer atalhos. Sem esconder as dificuldades.

Gratidão e compromisso com o futuro

Quando olho para aquele primeiro vídeo publicado em 18 de agosto de 2016 (mostrado no link abaixo) e comparo com os números alcançados hoje, sinto uma profunda gratidão.

São dez anos de trabalho, aprendizado, desafios, mudanças e perseverança.

São mais de 900 vídeos.

São 15 categorias.

São mais de 86 mil inscritos.

São mais de 4,5 milhões de visualizações.

Mas a principal conquista não pode ser medida apenas pelos números. Ela está nas mensagens recebidas, nas decisões influenciadas, nos negócios iniciados, nos erros evitados e nas pessoas que encontraram no canal alguma informação útil para seguir em frente.

A todos que fizeram e continuam fazendo parte dessa história, o meu sincero agradecimento.

Que esta primeira década represente apenas o início de um projeto ainda maior, mais maduro e mais relevante.

Seguimos construindo pontes entre o Brasil e os Estados Unidos, com experiência, transparência, consistência e a maneira americana de fazer negócios.

Veja vídeo comemorativo clicando no link abaixo.

EUA: 10 anos de canal no YouTube. Muito obrigado

Friday, May 8, 2026

Segurança Alimentar e o Poder dos Gigantes da Carne nas Américas

 


O debate sobre segurança alimentar voltou ao centro da política americana após críticas ao domínio de gigantes frigoríficos como Tyson, Cargill, National Beef e JBS. Pecuaristas independentes denunciam há anos pressão abusiva sobre preços, contratos e condições comerciais, enquanto consumidores enfrentam inflação nos alimentos.

O tema expõe a diferença entre oligopólio, cartel e política antitruste.

Oligopólio ocorre quando poucas empresas dominam a maior parte de um mercado. No setor da carne bovina dos EUA, quatro grandes grupos concentram grande parcela do processamento e distribuição, criando enorme poder econômico e influência sobre produtores e consumidores.

Já cartel é quando empresas concorrentes deixam de competir livremente e passam a coordenar práticas como preços, oferta ou condições comerciais para controlar o mercado e aumentar lucros. Embora nem todo oligopólio seja cartel, mercados altamente concentrados criam ambiente propício para comportamentos abusivos.

É justamente aí que entra a política antitruste — conjunto de leis criadas para impedir concentração excessiva de poder econômico e proteger a livre concorrência. Nos Estados Unidos, essas leis permitem investigar monopólios, barrar fusões e punir práticas anticoncorrenciais.

O avanço desse debate vai além da economia. Para muitos conservadores, segurança alimentar tornou-se questão estratégica de soberania nacional. A preocupação envolve não apenas preços e abastecimento, mas também o risco de poucos grupos privados controlarem cadeias essenciais de proteína animal nas Américas.

A discussão agora é direta: combater a concentração excessiva fortalece o livre mercado ou amplia a intervenção estatal? Esse poderá ser um dos principais embates econômicos e políticos da próxima década.

Veja link do debate no CCA - Coalização Conservadora das Américas | Segurança Alimentar: A linha de frente da luta conservadora nas Américas

Friday, February 13, 2026

Quem os democratas americanos protegem em Mineápolis?


Que a esquerda mundial tem a tendência de proteger e defender bandido, apoiado e incentivaddo por celebridades e políticos de todos os níveis, nós já sabemos. 

Mas até que ponto o partido democrata americano faz isso? O partido democrata tem chocado aos mais antenados quanto ao desrespeito a vida humana. 

É simplesmente inacreditável até que ponto eles estão dispostos a chegar para prosseguir com uma agenda antipatriota, antiAmérica e por aí vai todos os "antis" que são contrários a Constituição dos Estados Unidos, a moral e bom costumes dessa grande nação chamada Estados Unidos. 

Com a agenda de deportação que o Presidente Donald Trump defendeu nas 3 campanhas, e foi eleito na última com um mandato de quase 80 milhões de votos, junto com a fronteira fechada, a deportação tem sido feita. 

O mundo tem acompanhado a violência que tem acontecido nos estados democratas, entenda, santuários; onde o imigrante ilegal tem mais moral, direito e benefícios do que um americano nato e até mesmo um veterano de guerra! Você sabia?!

Acontece que todas as ações da polícia de imigração nos estados republicanos onde dezenas de milhares de criminosos imigrantes ilegais já foram presos, praticamente houve zero de ocorrência, zero de violência. Como explicar?

Recentemente na cidade de Mineapolis que é a capital do estado de Minesota, estado democrata e santuário, como previamente avisado pelo governo Trump, duas vidas se foram durante uma manifestação, onde essas duas vítimas ou ativistas confrontaram a polícia de imigração, que é agente federal, contrariando e desafiando as leis.

Se você ainda não viu ou tomou conhecimento do que aconteceu e tem acontecido, veja esse vídeo e tire as suas conclusões. 

Quem os democratas americanas protegem em Mineapólis?

Saturday, January 24, 2026

1 ano de Trump. Video oficial da Casa Branca comemorando legado e conquistas


 O Presidente Donald Trump e os Estados Unidos comemoraram 1 ano de volta à Casa Branca.

Assim como na primeira administração, o Presidente Donald Trump está batendo recordes em todas as possíveis métricas, trazendo de volta o patriotismo e orgulho de ser americano, e deixando um legado para gerações por vir.

Presidente Donald Trump com a meteórica recuperação dos Estados Unidos, com os 8 acordos de paz, recém atuação em Davos, já é considerado um dos melhores presidente que não só os Estados Unidos já teve, mas como o mundo também já conheceu.

Para desespero do partido democrata, a agenda América Primeiro e/ou MAGA tornando a América Grande Novamente, tem funcionado muito bem e com grande aceitação.

Veja video oficial da Casa Branca mostrando momentos históricos com belas imagens desse primeiro ano de governo. Clique no link agora.

1 ano de Trump. Video oficial da Casa Branca comemorando legado e conquistas

Friday, November 21, 2025

COP 30 | Banco Master | Mandani visitará a Casa Branca


Ontem, Quinta-feira, 20 de novembro de 2025, às 19 horas de Brasília, diretamente dos Estados Unidos, Eduardo Platon e Richard W. Sanchez no Coalização Conservadora das Américas, debateram alguns tópicos da semana: COP 30 | Banco Master | Mamdani visitará Casa Branca 

A visita do recém eleito prefeito comunista ou socialista, depende de como você queira ser enganado, ficou de acontecer hoje na Casa Branca.

Zohran Mamdani e o Presidente Donald Trump trocaram algumas farpas durante a disputa do primeiro a prefeitura de NY. 

Veja o programa clicando no link abaixo. 

COP 30 | Banco Master | Mamdani visitará Casa Branca 

Friday, September 12, 2025

A esquerda radical e a cultura da violência política: um paralelo com o totalitarismo


A violência política constitui um risco crescente às democracias modernas. O assassinato de Charlie Kirk, jovem liderança conservadora nos Estados Unidos em 2025, ilustra o quanto essa prática transcende o discurso e se materializa em ataques fatais. Este artigo defende que a esquerda radical é a principal responsável pela perpetuação da cultura da violência política, uma vez que historicamente legitima a intimidação e a agressão como instrumentos de transformação social. Assim, a violência política de inspiração esquerdista deve ser compreendida como um fenômeno análogo ao nazismo e ao fascismo, e combatida de forma progressiva, jurídica e educacional, como uma doença social.

1. A TRADIÇÃO DA VIOLÊNCIA NA ESQUERDA 

Desde o século XX, experiências revolucionárias de matriz marxista e socialista incorporaram a violência como método político. Revoluções, guerrilhas urbanas e campanhas de intimidação foram justificadas como instrumentos de “justiça histórica”. Essa mentalidade criou terreno fértil para a normalização da agressão e da supressão do adversário.

No contexto atual, setores da esquerda radical mantêm esse padrão: exaltam símbolos de violência, legitimam ataques a opositores e tentam calar vozes conservadoras por meio do medo.

2. O CASO CHARLIE KIRK: ÁPICE DA INTOLERÂNCIA POLÍTICA

Em 10 de setembro de 2025, Charlie Kirk foi assassinado durante uma palestra em Utah, num ato classificado como atentado político (Associated Press, 2025; The Guardian, 2025). O episódio mobilizou líderes de diferentes partidos contra a violência, mas expôs como a cultura da intimidação, cultivada por radicais, já rompeu barreiras institucionais.

Da mesma forma, no Brasil, a escalada de violência política registrou 558 ocorrências e 27 assassinatos apenas em 2024 (Gielow, 2024). Muitos desses ataques tiveram como alvos candidatos ou militantes da direita, evidenciando um padrão de perseguição ideológica.

3. A ESQUERDA RADICAL COMO ESPELHO DO TOTALITARISMO

A cultura de violência da esquerda radical guarda semelhanças estruturais com o nazismo e o fascismo, não em seus fins declarados, mas em seus meios:

1. Culto à violência: a ação direta violenta como virtude revolucionária.

2. Supressão do adversário: não pelo diálogo, mas pela intimidação ou eliminação.

3. Legitimação do ódio: a desumanização do opositor como justificativa moral.

Esses elementos fazem da esquerda radical contemporânea um vetor de corrosão democrática, semelhante às práticas totalitárias do século XX.

4. ELIMIAR A CULTURA, NÃO INDIVÍDUOS

A resposta a essa ameaça não é a exclusão de pessoas ou partidos, mas a eliminação das práticas violentas que alimentam a política de ódio. Como numa doença social, o alvo deve ser o comportamento patológico: discursos que incitam ataques, organizações que sustentam militância armada ou redes digitais que estimulam o assassinato político.

5. ESTRATÉGIA PARA ERRADICAÇÃO

• Aplicação rigorosa da lei contra crimes políticos.

• Exposição crítica da tradição violenta da esquerda radical em currículos e debates acadêmicos.

• Educação cívica que valorize a convivência democrática e deslegitime a agressão como instrumento.

• Prevenção e desradicalização de jovens atraídos por ideologias de ódio.

• Diálogo plural: fortalecimento de espaços de debate pacífico.

CONCLUSÃO

O assassinato de Charlie Kirk mostra que a cultura da violência política deixou de ser uma ameaça potencial e tornou-se uma realidade mortal. Ao longo de décadas, a esquerda radical alimentou essa cultura, transformando a violência em método político e repetindo padrões totalitários já vistos no nazismo e no fascismo.

Cabe às democracias, portanto, erradicar progressivamente essa cultura como quem combate uma doença social: com firmeza legal, clareza moral e reconstrução do convívio cívico.

CRÉDITO DA MATÉRIA

Eduardo Platon é estrategista político, executivo global e escritor. Atuou como Diretor de Relações Internacionais da Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE) e como CEO nacional do Movimento Avança Brasil, uma das maiores redes cívicas de mobilização democrática do país.

Com 27 anos de experiência entre Brasil e Estados Unidos, conciliou carreira acadêmica, empresarial e executiva em setores estratégicos, além da publicação de livros sobre política e empreendedorismo disponíveis na Amazon e Barnes & Noble. Foi Presidente e CEO da Câmara Hispânica de Comércio em St. Louis (EUA).

É cofundador da Coalizão Conservadora das Américas (Miami/FL), colunista e membro do Conselho Nacional do Movimento Avança Brasil. Também é conhecido por suas análises como comentarista político em plataformas cristãs e conservadoras, como o Movimento Influenciar, tratando de política nacional e geopolítica estratégica.

No Brasil, foi fundador do Partido NOVO na Bahia e, em São Paulo, integrou a Executiva Nacional, coordenando campanhas majoritárias em todo o país. Atuou ainda na articulação de novas lideranças e propostas voltadas ao desenvolvimento sustentável aliado à liberdade econômica. Conservador nos costumes e liberal na economia, Platon é uma voz firme da nova política e dos novos tempos.

Atualmente, anunciou sua pré-candidatura ao Governo da Bahia nas eleições de 2026.

Wednesday, July 9, 2025

Trump impõe tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e agrava tensão comercial com o Brasil


O Presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, na onda vermelha do Partido Republicano, que são as cores do partido, nenhuma relação com a esquerda, enviou uma carta oficial ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira, 9 de julho, anunciando a imposição de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos EUA a partir de 1º de agosto já desse ano!

A medida representa um endurecimento da política comercial norte-americana contra o Brasil, que já enfrentava uma tarifa-base de 10% desde abril deste ano.

Na carta, o Presidente Donald J. Trump justifica a decisão alegando desequilíbrio comercial e insatisfação com a condução do processo judicial contra o Presidente Jair Bolsonaro, que chamou de “perseguição política” e “afronta à democracia”.

Ele também criticou a postura brasileira diante de empresas de tecnologia americanas como X, Rumble dentre outras, e a suposta ameaça às eleições livres no Brasil.

As consequências econômicas são imediatas. Exportadores brasileiros dos setores de aço, alumínio, carnes, têxteis e maquinário já avaliam retração nas vendas e perda de competitividade no mercado americano. O real caiu frente ao dólar e há expectativa de aumento nos custos logísticos e operacionais.

Diplomaticamente, a decisão compromete as negociações comerciais bilaterais, agrava o ambiente político entre os países e pode levar o Brasil a buscar novos mercados ou retaliar via OMC.

A medida é vista como sinal claro do endurecimento da política comercial americana sob o Presidente Donald J. Trump, com impactos diretos sobre a estabilidade do comércio internacional e do bloco BRICS. 

Com essa decisão do governo americano pelo presidente republicano, mais uma vez ele, Presidente Donald J. Trump, está provando ao mundo que ele está muito sério quanto a agenda dele de América Primeiro | America First e a mais famosa ainda MAGA – Make America Great Again, Faça América Grande de Novo.

Cabe ao exportador brasileiro esperar a “poeira assentar”, para que as negociações sejam abertas, e novos termos sejam acertados.

A desvantagem do Brasil em relação a tudo isso, não é só a incompatibilidade entre os dois governos, e o que está para acontecer no Brasil muitíssimo em breve devido as sanções que serão aplicadas pelo governo Trump, mas é a falta de prepararo comercial para competir no mercado internacional. Preparo esse que já passou do tempo de aprender com os asiáticos!

Será que para todos aqueles que negociam com os Estados Unidos, não é um grande momento para quando considerar o mercado americano, sempre ter em mente junto à ele, também uma estratégia global como propago há décadas? Afinal, o mundo vem para os Estados Unidos buscar produtos e ideias. Agora você sabe!

Monday, June 9, 2025

Briga de Trump e Musk choca os americanos e o mundo

Essa treta do Elon Musk, o homem mais rico do mundo,com o Presidente Donald Trump, o homem mais poderoso do mundo, que aos nossos olhos mostravam ser muito amigos, chocou não só os americanos mas o mundo. Passado uns dias, ainda estamos tentando entender o que aconteceu, e o que acontecerá. Veja meus comentários sobre esse triste acontecimento que tem entristecido não só o Presidente Donald Trump, sua família, a Casa Branca, aos americanos que querem um país melhor, e a milhões de seguidores dos dois mundo a fora. Briga de Trump e Musk choca os americanos e o mundo.Clique no link a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=kgEIlUgEBY0

Monday, June 2, 2025

Você usa termos comerciais em inglês. Você sabe a diferença entre KYC x CIS?

 


É sabido que o brasileiro gosta de inserir várias palavras em inglês no seu vocabulário diário.

No mercado de trabalho, o uso de palavras ou jargões em inglês, para muitos, dá um certo tom de status, de empoderamento.

Aqueles empresários ou profissionais do mercado financeiro, start up ou que negociam com o exterior, muitas das vezes, usam palavras que com o passar do tempo, foram distorcidas ou até mesmo são adotadas de maneira que aqui fora, foge do contexto.

Apesar de não ser o caso, para essa matéria, estaremos falando de duas abreviações muito adotadas pelos brasileiros que de uma maneira ou outra, gostam de usar esses termos.

KYC – Know Your Customer | Conheça o Seu “Freguês”

CIS – Client Information Sheet | Folha de Informação do “Cliente”

De imediato, já existe uma diferença quando a um se refere com “freguês”, concordo que até é um termo antigo, e ao outro como “cliente”.

No inglês, o termo “customer”, é mais usado em troca de produtos (supermercados, loja de varejo, restaurantes, e-commerce), onde a relação comercial é transacional e geralmente a curto prazo. Ou seja, se você vende produtos ou serviços padronizados, use “customer”.

O termo “client”, é mais usado em serviços profissionais, personalizados ou contínuos (advocacia, consultoria,contabilidade, etc), onde a relação comercial é mais duradoura, consultiva, e baseada em confiança. Ou seja, se você oferece serviços profissionais ou personalizados, use “client”.

Mas qual a diferença entre KYC e CIS?

A diferença entre KYC (Know Your Customer) e CIS (Client Information Sheet) está em sua finalidade, escopo e peso legal em conformidade e transações comerciais:

 KYC – Conheça seu “FREGUÊS”

KYC é um requisito de conformidade, usado principalmente para verificar a identidade de um freguês e avaliar seu nível de risco nas relações comerciais, especialmente em bancos, finanças e comércio internacional.

O uso de KYC é obrigatório em: Bancário e financeiro, conformidade com a prevenção da lavagem de dinheiro (AML- Anti Money Laundering), acordos comerciais internacionais (especialmente com SBLCs, DLCs, etc.

Com um alto nível de detalhe, aa elaboração de um KYC, inclui documentos oficiais da empresa (por exemplo, Certificado de Incorporação, Contrato Social), documento de identidade/passaportes dos diretores da empresa/beneficiários efetivos, comprovante de endereço, identificação fiscal ou registro de IVA, cartas de referência bancária, declarações AML ou formulários de conformidade.

O KYC tem uma relevância legal. Tem alto peso legal. Legalmente aplicado na maioria das jurisdições. Bancos, instituições e plataformas de negociação não podem prosseguir sem um KYC válido.

CIS – Folha de Informação ao Cliente

O CIS é um documento informativo usado principalmente em negociações comerciais e, especialmente em transações de commodities. Não é um requisito legal, mas ajuda a identificar a empresa e avaliar sua seriedade e capacidade.

Com um nível de detalhe moderado, geralmente o CIS inclui o nome da empresa, endereço, informações de contato, detalhes do representante/pessoa autorizada, interesse do produto (por exemplo, açúcar, milho), quantidade teórica e porto de fornecimento, preferência de método de pagamento, informações bancárias (para mostrar prontidão.

O CIS é muito usado no início do processo de negociação para apresentar um comprador ou vendedor à contraparte ou corretor. Ajuda a preparar LOIs, Oferta Total Corporativa | FCOs (Full Corporate Offer) e minutas de contratos.

Quanto a relevância legal, é informal. Tem baixo peso legal. Não é um substituto para o KYC e não é juridicamente vinculativo. Muitas vezes combinado com uma Carta de Intenções (LOI - Letter of Intent) ou Pedido de Ordem Corporativo Irrevgável (ICPO – Irrevocable Corporate Purchase Order) mais tarde.

Se você estiver fazendo um acordo de commodities ou contrato comercial, geralmente começa com um CIS, depois passa para LOI/ICPO conclui com KYC para conformidade e configuração de pagamento. Deixe-me saber se você precisa de um modelo para qualquer um dos documentos.

Friday, May 30, 2025

O que é a devastadora e implacável Lei Magnitsky? (LIVE)


Lei Magnitsky que tem um alcance global de sanções, e não são só sanções econômicas, tem sido mais uma termo, dentre outros, que o governo republicano do Presidente Donald Trump, tem propagado não só dentro dos Estados Unidos, mas como ao redor do mundo.

A devastadora e implacável Lei Magnitsky que já vinha sendo falado desde antes mesmo da eleição presidencial, com os últimos acontecimentos, junto com os termos que foram oriundos da guerra tarifária, parece que é a bola da vez. Mas que o que é a Lei Magnitsky? Ontem, quinta-feira, 29 de maio de 2025, às 19 horas de Brasília, em mais um CCA - Coalização Conservadora das Américas, diretamente dos EUA, Eduardo Platon e Richard W. Sanchez, debateram sobre esse tema que tem sacudido não só o Brasil mas como o mundo.

Veja e compartilhe esse vídeo que é de suma importância para o brasileiro.

O que é a devastadora e implacável Lei Magnitsky?

Tuesday, May 27, 2025

Patriotismo em alta nos EUA inspira outras nações. E no Brasil?

Sob a liderança do Presidente Donald J. Trump, os Estados Unidos em um pouco mais de 100 dias com resultados sem precedentes na história americana, passaram por uma transformação ideológica e prática que reverberou muito além de suas fronteiras.

A política America First não foi apenas um slogan de campanha. Tornou-se um divisor de águas na forma como nações passaram a enxergar sua soberania, seus interesses e seu povo.

Ao colocar os cidadãos americanos em primeiro lugar,  Presidente Donald J. Trump resgatou um sentimento adormecido: o orgulho de ser
americano. Proud to be an American! Isso se traduziu em ações concretas, como a proteção das fronteiras, a valorização das forças armadas, o apoio irrestrito aos produtores e trabalhadores nacionais, e uma política externa baseada em reciprocidade e firmeza. O patriotismo deixou de ser tratado como extremismo e voltou a ser virtude.

Esse novo paradigma teve efeito contagiante. Governos conservadores ao redor do mundo, especialmente na Europa Central e América Latina, passaram a adotar discursos e políticas semelhantes, ajustando até mesmo o slogan de campanha, MAGA – Make America Great Again | Faça América Grande de Novo aos seus países, reafirmando suas identidades nacionais e resistindo à pressão de organismos internacionais que buscavam impor agendas ideológicas globalistas.

Somando a esse discurso e política, a revalorização da bandeira, do hino, da Constituição, da fé, da cultura e da história como pilares da coesão nacional reacendeu o espírito cívico em milhões de americanos, algo que outras nações começaram a emular.

Presidente Donald J. Trump demonstrou e tem demonstrado que é possível ser patriota sem ser xenófobo, proteger os próprios interesses sem ser isolacionista, e desafiar o sistema globalista sem perder relevância internacional.

O impacto da política America First permanece sendo copiada por líderes que colocam seu povo, sua cultura e seu território acima de qualquer pacto externo. Política essa que o próprio Presidente Donald J. Trump por diversas vezes, já disse que cada presidente deve sim colocar o seu país primeiro!

O patriotismo, por fim, voltou à mesa de decisões políticas, e com ele, a dignidade dos povos.

Saturday, April 19, 2025

Trump corta verba das universidades woke


A proposta de colocar ordem nos Estados Unidos nessa agenda do Presidente Donald Trump, agenda MAGA - Faça América Grande de Novo e America First - América Primeiro, tem incomodado muita gente, até mesmo a alguns eleitores republicanos que não acreditavam que ele cumpriria as promessas de campanha. 

Como o inaceitável movimento anti-semita que se levantou nos EUA durante o governo democrata, não só os americanos mas o mundo ficaram chocados com o indíce de violência e ódio desses grupos, principalmente nas universidades de elite. 

Quinta-feira, dia 17 de abril, às 19 horas de Brasília, 6pm da Costa Leste dos EUA, Eduardo Platon e Richard W. Sanchez diretamente dos Estados Unidos no Coalização Conservadora das Américas debateram o tema: Trump corta verba das universidades woke. 

Veja vídeo e compartilhe.

Trump corta verba das universidades woke


Saturday, March 22, 2025

DOGE 1975 | Governador da Califórnia Ronald Reagan fala com muita sabedoria

O assunto do abuso, da fraude e do desperdício do governo federal tomou proporções e fama mundial devido a gestão do bilionário Elon Musk, dono da Tesla e Starlink.

Por ser um contratado, e não um funcionário federal ou eleito pelo povo americano, Elon Musk com total apoio do Presidente Donald Trump e a maioria do povo americano, incluso milhões de democratas, tem mostrado ao contribuinte americano e ao mundo, o que tem acontecido há décadas nos bastidores das agências federais americana. Veja essa entrevista gravada em 1975 pelo então Governador Republicano da Califórnia Ronald Reagan, com Johnny Carson que era considerado o Rei da programação noturna, the King of Late Night, já comentava sobre os abusos, as fraudes e desperdícios das agências federais americanas. Já não seria o DOGE?

Click no link, veja vídeo e entenda.

Wednesday, March 19, 2025

Ordem Executiva de Trump. O inglês agora é a língua dos Estados Unidos

 O inglês hoje é definitivamente a língua oficial dos Estados Unidos. O Presidente Donald J. Trump, assinou dias atrás, a ordem executiva onde reconhece a língua inglesa como a língua oficial do país.

Milhões de americanos, até mesmo o americano nato, não sabiam que o inglês não era o oficial, hoje é!
Em um país, onde praticamente existe uma bolha comunitária de quase todos os países do mundo, é gratificante saber que agora, todos serão obrigados a seguir a língua inglesa, o que acaba de vez com a possiblidade de quem não fala uma outra língua, a não ser o inglês, ficar até mesmo inibido ou ostracizado. Clique no link, veja vídeo e entenda Ordem Executiva de Trump. O inglês agora é a língua dos Estados Unidos.

Tuesday, February 18, 2025

Criminalidade nas Américas. O que El Salvador pode ensinar?

Quinta-feira, dia 6 de fevereiro, às 20 horas de Brasília, 6pm da Costa Leste dos EUA, Maria Emília Voss do Canal Voss Brasil e Richard W. Sanchez diretamente dos Estados Unidos no Coalização Conservadora das Américas, debateram o programa de combate ao crime de El Salvador, liderado pelo Presidente Bukele, que culminou com o CECOT, Centro de Confinamento Contra o Terrorismo.  

Tema: Criminalidade nas Américas. O que El Salvador pode ensinar?

Assista esse fantástico debate. Criminalidade nas Américas. O que El Salvador pode ensinar?

Saturday, October 26, 2024

Se me candidatasse a presidência dos Estados Unidos

Se me candidatasse a presidência dos EUA 

A primeira matéria com esse nome, foi escrita em novembro de 2008, e publicada em um portal brasileiro, nem sei se ainda existe, inspirada na campanha presidencial nos EUA, onde o então senador, Barack Obama disputava a posição presidencial com Hillary Clinton.

Durante o debate que assistia com o meu filho que na época tinha 10 anos, ele vira para mim e diz: “Pai, por que ela mente tanto?”

WOW! Chocado, olhando nos olhos inocentes dele, sem saber o que fazer e dizer, me resumi a dizer: “Não sei!”. E o texto a seguir de maneira impressionante, por inteiro, fez um download na minha mente.

Segue matéria na íntegra:

Com certeza você leitor, imaginou que pelo título do artigo, iria descrever um plano de governo...mas não é o caso.

Se me canditasse a presidência dos EUA com certeza estaria preocupado com o legado que poderia deixar para as gerações por vir. Como a história iria falar de mim?

Se me canditasse a presidência dos EUA estaria muito confuso de confiar nas “grandes” empresas de opinião pública, uma vez que a disparidade percentual, é tremenda. Qual a empresa está certa, se todas elas se apresentam como as mais confiáveis?

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso, se o eleitor saberia preencher bem os votos. Afinal muitos falaram que o problema de contagem na Flórida em 2000, foi que o campo era muito pequeno.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso do eleitor dizer que não saberia preencher o voto por se muito pequeno, quando milhões jogam nas 52 semanas do ano em loteria, preenchendo um campo muito menor.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso com o sistema de contagem de voto. Mas acho que isso não seria problema pois o país jogando como joga em loteria, consegue dar um resultado preciso em horas pagando milhões de dólares!

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso de ir para um debate, falar alguns dados econômicos ou sobre meu oponente, e depois saber que os dados estão errados!

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso de saber que essa mesma equipe que me forneceu os dados errados para o debate, poderá me acompanhar no governo e traçar o futuro de uma nação.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso de ver o candidato oponente, me atacar mentindo e depois aparecer o porta-voz dele dizendo que ele não mentiu, apenas “jogou lama”.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso de entender a diferença entre mentir descaradamente ou não falar a verdade.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso de explicar ao meu filho Rick de quase 11 anos que é americano nato, porque os os candidatos falam tanto mal um do outro como ele me perguntou nessa semana e tive dificuldade de explicar.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria confuso de saber se o meu filho e os jovens desse país terão o mundialmente cobiçado American Dream.

Se me canditasse a presidência dos EUA a cada decisão que tomasse, antes de mais nada, iria considerar os jovens que morrem na guerra, os que voltam mutilados, as viúvas e os órfãos cujo os maridos e pais morreram por esse grande país.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria preocupado se em anos iria destruir o que foi construido em 200 anos.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria preocupado de não montar uma equipe com profundo conhecimento de economia e de guerra (deveriam estar escondidos em algums lugar!...), pois eles só apareceram depois dessa crise. Nunca vi tanto entendido....são tão entendidos que a divergência entre eles é brutal, ficaria também confuso.

Se me canditasse a presidência dos EUA ficaria preocupado de me afastar do alto padrão religiosos que foi criado pelo Mayflower Compact (considerado o primeiro documento escrito pelos Pilgrims que atravessaram o Atlântico para praticar o Cristianismo com liberdade, estabelecendo o nome de DEUS, Seu padrão, Seu reino que fez desse país uma grande nação). E por decisões tomadas 3 ou 4 décadas atrás se afastaram desse acordo com DEUS conforme diz a história.

Se me candidatasse a presidência dos EUA ficaria preocupado de ver o candidato oponente entre outros políticos só falarem dos sonhos dos nossos colonizadores (founding fathers) mas não nos compromissos e promessas que eles fizeram à DEUS para que os Estados Unidos fossem uma nação íntegra e próspera.

Se me candidatasse a presidência dos EUA ficaria preocupado de não conseguir convencer os mais radicais que bem-aventurada é a nação cujo DEUS é o SENHOR (Salmos 33:12).

Se me candidatasse a presidência dos EUA ficaria preocupado do Pledge of Allegiance que é um juramento de lealdade ao país que é feito de frente para a bandeira americana, não ter tanto efeito que nem tem para mim. Nesse juramento se fala one Nation under God, indivisible…uma Nação, sob DEUS e indivísivel...

Se me candidatasse a presidência dos EUA ficaria preocupado se United We Stand (Juntos Estamos ) ou Divided We Stand (Divididos Estamos).

Se me candidatasse a presidência dos EUA ia começar essa semana preocupado porque antes de ver um país unido, antes do resultado sair, já está dividido. Está cada vez mais difícil de falar Estados Unidos...

Se me candidatasse a presidência dos EUA ficaria preocupado de saber se meu oponente fosse afro-descendente, e saber que muitos afro-descendentes, não acreditam que o país está preparado para um presidente afro-descendente! Mas quem sou eu de dizer que essa opinião é certa quando as “grandes empresas” de opinião pública estão aí?!

Se me candidatasse a presidência dos EUA ficaria preocupado de saber que existe um minoria radical com um compromisso exemplar, a tal ponto de mudar os padrões morais da sociedade porque a maioria não quer sair da zona de conforto, às vezes até mesmo não votando contra essas mudanças!

Como não vou me candidatar, continuarei empresariando nesse maravilhoso país, nessa grande nação que ainda acredito poderosamente e escrevendo meus artigos sobre os Estados Unidos.

Continuarei determinado. Nesse país, continuarei a sonhar, e ninguém irá tirar de mim esse sonho e essa visão que DEUS colocou no meu coração.

E você leitor, que leu esse artigo até o fim, não fique triste com o resultado dessa eleição americana. Saiba que o melhor ainda está por vir.

God bless America!