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Wednesday, March 3, 2010

Cuidado onde depositar teu dinheiro...nos USA

Aos mais desavisados, é comum acreditar que tudo funciona aqui nos Estados Unidos. Como noticiado na imprensa mundial, a crise financeira americana abalou não só esse país mas como o mundo todo.

Muitos brasileiros quando aqui chegam, principalmente pela primeira vez, abaixam a guarda e começam a lidar com agências bancárias pequenas, só para terem um atendimento mais personalizado do gerente.

Tentam fazer as coisas que costumam fazer no Brasil e muitas das vezes, conseguem. Só que eles não imaginam que esse banco, muito bonito e com uma boa fachada, está totalmente comprometido.

A quantidade de banco que está quebrando aqui é assustadora, só no ano passado foram 140. De um modo geral os bancos honram até US$ 250 mil dólares por que estão escorados no seguro do FDIC que é o Federal Deposit Insurance Corp. Se você insistir em depositar mais de US$ 250 mil dólares, é aconselhável você abrir contas em outros bancos, não agência! Mas sempre tenha cuidado de saber se ele é membro do FDIC.

Se você imigrar para uma cidade pequena e ainda insistir em um banco pequeno, assim como nós temos crédito, os bancos também têm. E acredite muitos estão muito pior do que nós!

Você pode consultar alguns websites para proteger seu depósito. Um deles, é o http://www.bauerfinancial.com/ que desde 1983 avalia e qualifica instituições financeiras. Outro website muito usando no aspecto financeiro, incluso cartão de crédito é o http://www.bankrate.com/. Esse website é um must se você pensa em viver nos States.

Mas caso você queira saber se o banco onde irá depositar o suado dinheiro está assegurado pelo FDIC, nada melhor do que visitar diretamente o site http://www.fdic.gov/

Friday, November 27, 2009

Como aproveitar o Black Friday americano morando no Brasil?


Hoje é Black Friday aqui nos Estados Unidos. Para aqueles que não sabem, é o toda sexta-feira após o dia de Ação de Graças, Thanksgiving, nos Estados Unidos.

Thanksgiving é toda última quinta-feira de novembro. Como muitos “emendam” a sexta-feira; acreditamos que importaram essa tradição do Brasil, passa a ser o maior feriadão do ano na terra do consumo.

Acontece que pela crise, a taxa de desemprego batendo dois dígitos, aumento da população e hoje a internet competindo com as lojas físicas, o período de compra têm sido cada vez mais antecipado.

O que começava às 6 da matina de sexta-feira, foi antecipado para às 5...3 da matina, e até mesmo para meia-noite! Muitas lojas para pegar o consumidor com o bolso ainda cheio, já estão abrindo na própria quinta-feira às 6 da tarde. A máxima... a farinha pouca meio pirão primeiro, prevalece...

Vários websites, já começaram a antecipar as compras para antes da meia-noite, para evitar o crash no sistema como já aconteceu em anos anteriores.

Hoje você já vê aí no Brasil pela televisão ou internet, as longas filas do lado de fora das grandes lojas. Você vê multidões...literalmente dormindo, acampando desde o dia anterior, comendo no prato, não sanduba, revesando com amigos e familiares!...enfim, fazendo de tudo para serem os primeiros nas portas de lojas como Best Buy, Macy’s, Target, Sport Authority, Wal-Mart, CompUSA, ou qualquer outra grande loja.

Mas e você que está aí no Brasil, como fazer para aproveitar essas promoções do Black Friday?

Se você está lendo essa matéria, a chance é que você conhece alguém que mora aqui nos Estados Unidos. Isto posto, a maneira mais rápida e segura para desfrutar dessa loucura chamada Black Friday.

1) Abrir uma conta no PayPal (http://www.paypal.com/) para pagamento, porque muitos websites e websites de lojas famosas não aceitam cartão de crédito internacional.
2) Ter um endereço de entrega nos Estados Unidos.

3) Se registrar nos websites de preferência para acompanhar as notícias e políticas comerciais para o Black Friday.

4) Ter uma boa conexão de internet e ficar preparado para a largada quando chegar a hora.

Quando der início as compras no website, pela defasagem do fuso, com certeza será 3 horas da manhã no Brasil, horário de Brasília, se você comprar na costa leste americana, e 6 da manhã no Brasil, se você comprar na costa oeste americana.

Se você quer barganhas, você pode conseguir, mas não se iluda, os estoque em promoção, sempre têm uma quantidade limitada. As lojas não são caridades, e sim empresas que buscam lucros. Elas sabem que quando você senta no computador ou vão as lojas, você já têm o produto X em mente... você já está decidido a comprar... só não sabe quando.

Isto posto, se você não o encontra com o preço de desconto, você irá pagar o preço regular porque você na maioria das vezes, já decidiu, já está no clima... e não quer se frustrar...não quer ficar com a mão vazia! Estudos mostram que os lojistas já sabem disso...

Friday, October 30, 2009

O império contra ataca


Há meses nos perguntam sobre a crise americana. E foi uma resposta que não tínhamos nenhum dado oficial positivo para responder.

Ontem os jornais americanos e mundiais publicaram a grande notícia do dia: o PIB americano parou de cair e subiu 3.5% no terceiro trimestre. Mas é o fim da crise? Claro que não!

A fim da crise só será oficializada pelo NBER – National Bureau of Economic Research que é que data o início e fim de qualquer crise nos Estados Unidos. E a previsão é que nada será anunciado até 2010 e sabe DEUS quando. Ninguém sabe! Fora do NBER é mera especulação!

Enfrentando a maior crise desde a Grande Depressão, o governo americano têm se desdobrado enfrentando todas as críticas possíveis e imagináveis, que se fazem necessárias para adotar certas medidas que contraria a massa popular.

Quando as medidas são aceitas e caem no gosto popular como a do Cash for Clunkers, um programa do governo incentivando o dono de carro velho a trocar de carro, que inclusive é creditado que o gasto governamental nesse programa ajudou esses números do PIB, a popularidade do governo sobe. Mas quando contraria o povo, não podemos escrever os adjetivos.
Apesar do desemprego já bater 2 digitos em vários lugares, de tudo não podemos subestimar a capacidade e força econômica dos Estados Unidos. O USA ainda responde por quase 24% do PIB mundial. Possui 29 das maiores empresas do mundo, ainda possui o maior mercado de automóveis do mundo, maior mercado de refrigerantes, e o maior mercado de remédios no mundo. Não podemos em hipótese alguma não prestar atenção nesse mercado.

Como publicado em matérias anteriores, o mercado funciona como líquido dentro de uma garrafa. Quando sacudido, depois de um tempo, ele procura o próprio nível. Isto posto, apesar do dólar baixo no câmbio brasileiro, é perguntar: o que posso fazer para me beneficiar nesse mercado? Como posso fazer para me beneficiar nesse momento?

God bless America!

Friday, July 24, 2009

Trade Show - apesar da crise ainda é chave para abrir o mercado americano.


O que mais se fala nos Estados Unidos e no mundo, é a crise americana que afetou literalmente o mercado mundial. O que está para acontecer com o esse resgate financeiro do governo americano, o que ainda está para acontecer com a crise imobiliária e financeira, as montadoras de automóveis americana, a parte de plano de saúde... ninguém sabe.

Quem falar quem sabe, é um mentiroso des-ca-ra-do! Falar que ainda vai piorar antes de melhorar, também não vale, pois isso é bem sabido. Estudos começam a mostrar que qualquer sinal de recuperação econômica saudável é para depois de 2010, isso para os mais otimistas, quando os contratos de financiamento imobiliário já tiverem vencido quase que na totalidade, as parcelas com percentual de reajuste.


Com a dívida interna americana crescendo a proporções inimagináveis e inigualável na história mundial que afetará gerações por vir, o que fazer para empresariar nos USA? A dívida já acumulada no governo Obama, faz com que a administração do George Bush acumulou em 8 anos parecer "troco", o que pensar?


Mas como se apresentar nesse mercado que cada vez fica mais difícil? O que fazer nesse cenário apocalítico? Qual a chave de entrada para o mercado americano? Trade show!

Entenda o exportador brasileiro ou não, aceite ou não, trade show é uma indústria bilionária e parte da cultura americana. Se você está sério para conquistar o mercado americano, o investimento em trade show não pode ser considerado como despesas!

Em uma pesquisa feita por uma conceituada empresa de consultoria de trade shows em 60 (sessenta) eventos, conclui-se que:

1) Trade shows continuam a atrair compradores qualificados que possuem influência direta de compras nas empresas tanto em produtos como serviços.

2) 34% dos que visitaram tradeshow em 2007, foram visitantes de primeira vez, o que anima qualquer expositor.

3) 39% dos que visitaram, dizem estar mais inclinados a comprar de quem exibe nos trade shows do que qualquer outro fornecedor fora do evento.

4) Hoje um visitante passa em média 8 horas visitando um trade show por inteiro. Isso significa que você têm frações de segundos para abordar no corredor e no máximo 30 segundos para convidá-lo a escutar sua apresentação.

A única coisa que se sabe que no maior mercado do mundo, os compradores estão ficando cada vez mais exigentes, desconfiados e lotados de ofertas. Diríamos até mesmo confuso porque eles não sabem se os fornecedores estarão “vivos”, um ou dois anos depois de comprarem a primeira amostra.

Quando você participa de um trade show, você demonstra ao comprador americano, que você têm commitment (compromisso com interesse de continuidade), e que aceita as regras do jogo e quer jogar o jogo.

Não é incomum você encontrar alguns compradores que só aceitam negociar com fornecedores que já participaram de dois, três ou mais anos de alguns trade shows do segmento em que ele atua. Já experimentamos compradores que pedem 5 anos seguido no mesmo evento que para ele, era a seleção de fornecedores. É uma maneira de “filtrar e selecionar” os fornecedores.

Como dizem os americanos, depois de tudo falado e feito...after all said and done, o que vale ainda é o olho no olho e toque pessoal quando envolve grandes negócios e relacionamento duradouro. Se você acha que website bonito, convence comprador americano...shall I say? Devo dizer?!... Esquece! Quanto custa mesmo um website bonito no Brasil?