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Thursday, October 5, 2023

O que o brasileiro não sabe sobre a logística no comércio com os Estados Unidos?

Praticamente, quase todos os empresários que pensam em comércio internacional, consideram os Estados Unidos como destino final ou ponto de partida. 

O que o brasileiro não sabe tanto quando importa ou exporta para os Estados Unidos?

Veja essa live onde tive o prazer e a honra de ter Gilmar Paes da Nova Comex, que carrega mais de 50 anos de experiência no segmento, como agente de carga, despachante aduaneiro, exportador, importador e consultor. 

Gilmar Paes também foi diretor da SINDASP e do SINDICOMIS.

Veja vídeo.



Tuesday, September 11, 2018

Comida pronta durante um desastre natural. A indústria da tragédia americana.


Enquanto escrevo esse post, o estado da  Carolina do Norte está ameaçado com um furacão monstro de categoria 4, com um poder de destruição assustador, que pode alcançar 220 kilometros por hora.

Na reta em direção aos Estados Unidos, digamos, no corredor onde os furacões passam no Atlantico, mais dois furacões dão sinal de preocupação, o Isaque e o Helene.  Ou seja, existe a chance de mais dois atingirem esse país. 

A pergunta é: onde será que o furacão irá bater? Irá desviar ou até mesmo diluir durante o percurso?

Seja lá qual for o cenário, uma coisa que não pode ser esquecida é que existe uma indústria bilionária da tragédia, e infelizmente se repete todos os anos. 

Por exemplo, semana atrás, o Havaí que não está nessa rota comum de destruição por furacão, foi destruída e calcula-se uma destruição cuja reconstrução será de no mínimo US$ 4 bilhões de dólares. 

Dias atrás, foi a vez de Alabama, Mississipi e Missouri. Agora é Carolina do Norte!

Curioso é que o brasileiro exportador, que não entende nada dessa indústria, ainda tem muito escrúpulo com essa indústria. 


Mas por que desse post?

Hoje cedo fui no Sam’s Club aqui da cidade do Doral que fica localizada no Condado de Miami-Dade aqui no Sul da Flórida. 

Para surpresa minha, fora outros produtos que são mais do que necessários durante a época do furacão, como pilha, lanterna, gerador, água, dentre outros sugeridos pelo governo, um espaço de comida prontas ou que os militares chamam de MRE – Meals Ready TO Eat, estava bem no corredor!

Veja bem, o furacão é norte. Dirigindo são quase 15 horas norte de Miami até a capital do Estado de Carolina do Norte. 

Então porque de um kit furacão em Miami onde até agora não apresentou nada?

Resposta: cultura do país.

Esse kit de comida acima com um balde prêto proporciona 124 refeições balanceadas custando quase US$ 60.00. O kit branco, dentre outros objetos necessários, proporciona 32 porções de comida durante o furacão.

Se você um dia vier para cá, não faça como muitos fazem. Leve a sério a força da natureza. Como esgoto no meu Canal de Consultoria e Negócios,  se informe e se prepare. Fique ligado nas notícias americanas e nos órgãos oficiais americanos, com todo respeito, não nos seus amigos no Brasil!

Friday, November 10, 2017

Melancia: custou US$ 7.5 milhões de dólares. Como foi isso?

Um homem no Alabama processou e até agora ganhou US$ 7.5 milhões de dólares do WalMart, quando tropeçou em um pallet de melancia, para pegar uma outra melancia. Falando sério!...

Até onde foi noticiado na imprensa, o homem se machucou e não podemos dizer a extensão da lesão.

Seja negligência do homem ou não, seja armação ou não, o fato é que ele foi agraciado com US$ 7.5 milhões de dólares.

Mas aí você pergunta: o que tenho eu com esse absurdo?

Bem, se você não for exportador ou não pensar em exportar para os Estados Unidos, nada! Mas se você exporta ou considera exportar, o seguro de responsabilidade civil, o que  chamamos de liabiliy, é fundamental para seu sucesso e aceitação no mercado.

Decidimos colocar esse post porque muitos brasileiro vem ao nosso escritório, e acham que estamos exagerando. Esse caso, é só 1!

Não queremos dizer que o fornecedor da melancia será processado ou o fabricante do pallet será processado mas queremos mostrar o quanto é comum esse tipo de processo nesse país.

Por razões inaceitáveis, por valores mais ainda inaceitáveis, fortunas são pagas todos os dias em um sistema judiciário falho. Quando justifica, até endemos mesmo assim, muitas das vezes paga-se um valor de loteria as vítimas. Mas uma grande maioria das indenizações super milionárias, mancha o sistema judiciário americano.

E se você exportador, acha que só porque está no Brasil, não será atingido...esqueça! Qualquer problema dessa ordem, tenha certeza que antes de você acabar de ler esse email, te localizarão onde você estiver no Brasil. Claro que quem está aqui é atingido primeiro e mais fácil mas dependendo do caso, todos envolvidos na cadeia produtiva, no popular, “dançam!”.

Isto posto, você querendo exportar para os States, siga nosso conselho: faça um seguro.

Quanto ao WalMart, seguirá os mesmos  procedimentos de segurança,  informou que continuará usando o mesmo pallet, e claro, irá disputar na justiça esse valor, uma vez que a culpa foi do cliente.

Wednesday, May 24, 2017

Sua etiqueta para exportar açaí, água de coco ou remédio para os Estados Unidos está certa?

Estamos quase na metade do ano de 2017, quase com 30 anos de comércio incrementado com os Estados Unidos, tanto na importação como exportação. 

 Curioso é que muitos exportadores brasileiros, muito mais do que você leitor possa imaginar, ainda não prestam atenção nas embalagens e símbolos nas etiquetas.

Esteja ele exportando, açai, água de coco, remédio, ou qualquer outro produto que haja necessidade de seguir os compliances do governo americano, embarcar esses produtos sem fazer o dever de casa, sem preparar e formatar conforme os padrões americanos, na maioria das vezes, dependendo do produto, é apreensão certa pela alfandêga americana certa, quando na maioria das vezes, seguido de severas multas dependendo do caso. 

Isso sem mencionar o lojista americano comprador, que não se sentirá seguro na aquisição do produto, por falta de informação no mesmo. Com sabemos, aqui a paranóia de processo é realidade. Podem acreditar!

No tocante a alimentação e remédios que tem mais apelos juntos aos brasileiros, fora outros produtos, o poderoso FDA– Food Drug and Administration inaugurou um novo website para ajudar todo aquele, de qualquer lugar do mundo, entender os símbolos que são estampados nas etiquetas, que se fazem necessários serem adotados, quando enviarem o seu produto para o território americano.

Com certeza o exportador visitando o link abaixo, terá várias perguntas respondidas. 

Mesmo assim, em um país que tem a cultura do faça você mesmo / do it yourself, acredito que uma boa assessoria aduaneira nos Estados Unidos, pode evitar muita dor de cabeça. 

Veja link para maiores conhecimentos.
  

Regra Final de Uso de Símbolos em Etiqueta / Use of Symbols in Labeling Final Rule 

Thursday, May 4, 2017

Feira de restaurante acontece em Chicago, Illinois. EUA. Maio 2017.

Se você segue esse blogger, você sabe que ele é fã das feiras e eventos nos Estados Unidos. Inclusive ele possui no canal de negócios no You Tube, um vídeo muito interessante chamado Marketing de Feira ou Exposição nos Estados Unidos

Para aqueles que são entusiastas, admiradores de uma boa comida e tendências, cozinheiros, chefs, dono de restaurante, importador ou exportador, o lugar para estar esse mês é em Chicago.

O mercado de restaurante americano e mundial se preparam para o grande evento da National Restaurant Association (www.restaurant.org) que acontecerá de 20 à 23 do corrente na cidade de Chicago, no estado de Ilinois. 

Como nos anos anteriores, brasileiros de diversos segmentos relacionados a restaurante, estão se organizando para comparecer a esse evento de alcance internacional.

Aos que planejam comparecer, incentivamos a navegar no site oficial e prestar atenção nos happy hours. Como podemos imaginar, comida e bebida, não será problema!

Maiores informações sobre esse evento, favor acessar o site https://show.restaurant.org

Ou os que precisam assessoria para ir a essa ou qualquer feira não só como visitante mas como expositores nos Estados Unidos, Canadá ou qualquer outro país, favor contatar Moriah International, Inc na Flórida. 

Friday, December 9, 2016

Sofiara Vergara. Embrião Feminino. Seu produto exportado para EUA. Qual a relação?

PROCESSO! Opa! Como é isso?
 
Quantas vezes esse blogger/consultor/YouTuber já disse que processo aqui nesse país é uma paranóia? A grande maioria acha que é exagero.

Mas essa semana os americanos e porque não dizer o mundo, ficaram chocados ou supresos, quando a notícia estourou na mídia dizendo que o ex-noivo da colombiana e atriz de sucesso na tv americana, Sofia Vergara, entrou com um processo pelos dois embriões congelados!

Os embriões que já possuem nomes, Emma e Isabella, “alegam buscar a partenidade”. Mesmo tendo um contrato assinado entre as partes, no caso do “pai” o empresário  Nick Loeb, e da “mãe” Sofia Vergara,  o contrato parece não estar funcionando e a ação judicial foi aberta. Como pode? Pode! E agora, a batalha judicial será travada e despesas serão acumuladas...de ambas as partes!

Mas e o meu produto que quero exportar ou já exporto para os Estados Unidos? O que tem haver com isso?

Amigo, se você é carioca por exemplo, a violência nas ruas, é uma constante na sua cabeça. Você nasceu, cresceu e é fruto de uma cidade violenta. Paranóia ao máximo 24 horas por dia, 7 dias na semana, nos 365 dias do ano! É a sua mente.

Da mesma forma somos nós que moramos, trabalhamos e empresariamos aqui. Tudo é motivo de processo! Mais uma vez: é uma pa-ra-nó-ia!

Aqui existe advogados especializados em processar advogados, que perderam causa que você acreditava que poderia ser ganha! Você não leu errado, aqui existe advogados especializados em processar advogados, que perderam causa que você acreditava poderia ser ganha!

Quando falamos para nossos clientes brasileiros que o seguro de liability (responsabilidade civil) faz parte do acabamento de um produto, o fabricante brasileiro acha que estamos exagerando. Se na hora da escolha o comprador tiver a opção de produtos similares, ele sempre irá preferir o produto que é acompanhado de um seguro. Isso é fato! Isso é cultura do país.

Você leitor, não pode imaginar quantos produtos brasileiros não estão no mercado americano, simplesmente porque o fabricante se recusa a colocar um seguro!  

E para fechar essa matéria, se amanhã você escutar uma história das mais absurdas, possíveis e imagináveis, em relação porque uma fábrica ou aquela pessoa foi processada nos Estados Unidos, acredite que existe uma grande chance de ser verdade.

Saturday, August 20, 2016

Exportador! Você sabe o que é recall?

Semana passada um noticiário na imprensa americana, chocou o mundo quando revelou o número de acidentes de carrinho para crianças pequenas. 

Segundo a pesquisa, só nos Estados Unidos, quase 17 mil lesões acontecem por ano com todo o tipo de gravidade. Se trabalharmos dentro de um conceito de americano de tabulação, divindo essa quantidade por mês, por semana, por dia, por hora ou até mesmo por segundo, como acontece em alguns casos, sabemos que pode ser até exagerado, mas americano pensa assim, chegaremos em um percentual de acidentes chocante!

Com imaginado, devido a fragilidade, crianças de menos de 1 ano são as que mais se acidentam.  O rostinho e a cabeça, são os dois primeiros pontos de contatos com o chão!

Os cangurus também não ficam de fora. Devido a altura, 35% das crianças sofreram lesão traumáticas no cérebro ou concussões.

Mas e o recall, pergunta você?

Recall é quando a poderosa entidade americana CPSC – Consumer Product Safety Commission, a comissão de segurança de produtos ao consumidor, que tem juridisção em mais de 15.000 tipos de produtos usados diáriamente, desde produtos voltados ao lar, esporte, recreação, escolas, enfim, uma variedade absurda de produtos que de uma maneira ou outra, pode colocar em risco o usuário, dá o comando oficial de recolher todos os produtos do mercado de uma vez só! WOW!

Isso é o recall. Recolher todos os produtos de imediato das pratileiras e/ou lojas dos Estados Unidos. E toda essa despesa e logística por conta do fabricante. Faça as contas!

Uma vez que a nota oficial de recall é emitida, tenha certeza, que os advogados estarão de stand by esperando pela próxima vítima. Isso se o produto já não tiver feito alguma vítima.

Toda vez que uma matéria que nem essa é veiculada, tenha certeza, que novas normas de segurança serão aplicadas no produto. Todo o segmento do produto em questão, tem interesse em se ajustar a uma nova realidade de segurança; afinal, a última coisa que uma empresa quer aqui nos Estados Unidos, é um processo milionário.

Aí você diz: “agora você me assutou, como faço eu que quero exportar?”. A resposta é muito simples e não tem outro jeito para se proteger:  faça um seguro e tudo certo. Assim a vida e o mercado americano continua. Welcome to America!

Aos mais curiosos, não deixem de visitar www.recalls.gov

Tuesday, May 17, 2016

Como abrir empresa em Miami? 3 etapas que tem que ser seguidas

Esse blogger que faz tudo para acompanhar a tendência empresarial e comercial nos Estados Unidos, tem arriscado o canal do You Tube com sua imagem e voz, passando para o público brasileiro a sua experiência de 25 anos negociando com os dois países.

O vídeo de hoje foi em cima da matéria publicada no dia 30 de março chamada “Os 2R’s que o exportador brasileiro insiste em não aceitar para conquistar os Estados Unidos”. Como sempre, a matéria foi polêmica, teve repercussão e não esperamos resultados diferentes com esse vídeo.

Mas como esse blogger sempre fala nos seminários, o brasileiro pode reclamar da maneira direta e objetiva que os assuntos são apresentados, mas nunca poderá dizer que foi enganado.

Se você não leu a matéria comentada, veja vídeo.




Monday, April 25, 2016

Como empreender nos Estados Unidos? Canal do YouTube Primo Junior e Richard W. Sanchez

Primo Junior é empreendedor e publicitário da Sinais Publicidade de São Paulo e Richard W. Sanchez, empresário e consultor da Moriah International, Inc da Cidade do Doral, Condado de Miami-Dade, na Flórida lançaram hoje um vídeo no YouTube com dicas práticas de como empreender nos Estados Unidos. 

Primo Junior e Richard Sanchez, empresários com experiência de mercado nos Estados Unidos, acreditando no poder da aliança estratégica, se juntaram, cada um na sua capacidade, para ajudar empreendedores brasileiros em negociar no mercado americano, dicas práticas e bem reais do que é necessário para empresariar e viver o American Dream.

Assuntos e comentários polêmicos serão apresentados ao longo do tempo. Nesse primeiro vídeo por exemplo, de uma maneira não muito aprofundada, Richard Sanchez bem no estilo já conhecido dele de se expressar, diz a necessidade de se falar inglês em Miami. Sanchez fecha o vídeo perguntando a audiência brasileira, porque o americano deve comprar o produto do potencial exportador.

Para saber a resposta da pergunta, acesse agora o vídeo, não deixe de se cadastrar no canal do YouTube, nem deixe de preencher o formulário com qualquer sugestão. 


Wednesday, December 23, 2015

Amazon.com e a nova estratégia de distribuição: Boeing 767

Muitas das vezes quando fazemos consultoria de marketing de massa aos clientes que chegam à nós, insistimos no tópico:  distribuição. Muitos acreditam que é só colocar o produto em Miami e mais nada. 

Como fazer para ter certeza na entrega? Como fazer para saber que quem vai entregar a mercadoria, fará com velocidade e eficiência?

A questão de distribuição é tão forte com os compradores de maior porte, que muitos só aceitam comprar de você, se a empresa XYZ Delivery fizer a entrega. Eles os compradores, indicam as opções que querem. Geralmente são empresas que já trabalham com eles há anos, possuem todos os certificados e seguros. Como se diz no Brasil, uma “máquina azeitada”.

Cabe ao exportador brasileiro aceitar ou aceitar a condição imposta caso queira fazer negócio com esse grande comprador! Isto posto, é bom ter uma boa idéia de custo de entrega no depósito do potencial comprador antes de qualquer negociação de porte. Isso é fato!

Mas qual o motivo dessa abertura?

A gigante Amazon.com está negociando o leasing de 20 Boeing’s 767 para fazer entrega mais rápida, principalmente na época do Natal. Você não leu errado, 20 Boeing’s 767! A empresa que reduzir os atrasos quando terceiriza os serviços usando outras companhias.

Paralelamente a Amazon prestaria serviços para a UPS e Fedex criando um tremendo impacto no mercado de carga.  Enquanto isso a logística no Brasil...

Thursday, July 23, 2015

O que precisa para conquistar um cliente de luxo ou uma grande fatia do Mercado Americano?

Classe AGargalhada!
Grana! Muita grana! 

O Brasil virou exportador. Muitos fabricantes e empresários querem vir para cá, e conquistar os Estados Unidos. Mas fica a pergunta: estariam eles dispostos a investir nessa conquista?

Podemos estar errados, mas nos parece que a defasagem entre o rico e o pobre está cada vez mais distanciada. A chamada classe dos 1% dos americanos, sabe quem ela é e o poder de compra que tem. Os grandes compradores americanos, também sabem quem são.

Nos imóveis de dezenas de milhões de dólares os corretores estão fazendo coisas, adotando estratégias que a maioria dos brasileiros, deverão perguntar: como pode? Funciona? Respondemos, sim pode e funciona, se não, não fariam.

Como a proposta de porque você tem que fazer negócio comigo, cada vez o vendedor nos Estados Unidos tem que criar um diferencial para se destacar da competição, encantar o comprador e ser lembrado.

Em Los Angeles, os corretores chegam ao ponto de investir em voo de helicóptero para sobrevoar a propriedade, criar filme muito bem editado de apresentação bem no estilo Hollywood, dar um open house que pode custar uns bons milhares de dólares para de repente, o cliente falar, não gostei! 


 Em um veículo conceituado de imóveis de luxo, recentemente publicou que um corretor chega a dizer que gastou quase US$ 300 mil em promoção para um imóvel de US$ 77 milhões de dólares.

E você fabricante? Quanto quer investir para visitar o comprador de uma grande cadeia americana que possui dezenas e/ou centenas de loja, que tem chama de repente?

Quanto você quer investir para enviar as amostras para uma cadeia de loja super cobiçada que o mundo todo que ter uma oportunidade de ter esse tipo de exposição?

Seja para vender produto ou para você brasileiro incorporador, que quer vir aqui, construir e vender. Saiba que investimento em promoção, marketing e merchandising também fazem parte do produto ou serviço que pensa em negociar. 

E os resultados a serem alcançados, estão diretamente ligados ao tamanho do investimento. Se você não criar o chamado WOW fator vai ficar muito difícil. Abra o olho quem te falar o contrário. Se você acha que estamos exagerando, tente!

Monday, September 16, 2013

Palestra sobre o programa de financiamento do Ex-Im Bank movimenta o famoso café-da-manhã do BMA – Brazilian Marketing Annex


Semana passada o BMA-Brazilian Marketing Annex que é o grupo empresarial da Câmara de Comércio do Doral, teve casa cheia com a presença de Luis Castillo, presidente da Global Trade and Financing. 

Castillo falou para um público entusiasmado sobre os novos produtos de financiamento do Ex-Im Bank, Export-Import Bank of the United States, que é o banco do governo americano que ajuda o exportador ou importador de produtos americanos a financiar a operação com um dos juros mais competitivos do mercado internacional.

Castillo que é um Broker registrado do Exim, disse que para o importador brasileiro ter uma idéia, o custo médio de financiamento de uma operação junto ao Ex-Im Bank varia de 6 à 8% ao ano, tudo incluído, juros e seguro. Em um valor maior, já na casa de milhões de dólares, o custo abaixará e o prazo será dilatado. 

Seja você importador de helicóptero, avião ou qualquer outro produto fabricado nos Estados Unidos ou que tenha mais de 51% de composição fabricada em território americano, esse programa agressivo de financiamento é a melhor maneira de se importar dos Estados Unidos.

Lamentavelmente a maioria dos importadores brasileiros não qualificam para esse maravilhoso programa, porque simplesmente não possuem balanços empresariais ou declaração de imposto de renda auditadas. Maiores informações, você leitor pode consultar no www.exim.gov

Monday, May 7, 2012

Miami se prepara para mais um Food and Beverage Tradeshow

Organizado pelo WTC - World Trade Center de Miami, você produtor/fabricante brasileiro que quer conquistar uma fatia do mercado americano, caribenho, da América Central e até mesmo da América do Sul, não pode deixar de expor na próxima America Food and Beverage Show em setembro.

Você terá a oportunidade de networking com mais de 7500 compradores internacionais, sendo a maioria dos mercados supra citados.

Você sendo expositor, você terá condições de negociar com importadores e/ou exportadores domésticos e/ou internacionais, restaurantes, cafés, companhia de cruzeiro marítimo, cadeias de hotéis e resorts internacionais, cadeias de supermercados domésticos e internacionais, distribuidores e atacadistas domésticos e internacionais, lojas de conveniências, fornecedores de vending machines, e qualquer outro tipo de estabelecimento comercial que adote comida e bebida como produto.

Apesar de comemorarmos 66% do espaço vendido, ainda existe condições de negociarmos um bom contrato para sua empresa/fábrica.

Se justifica o investimento, os organizadores respondem que sim, caso contrário não estaríamos comemorando a décima-sexta edição do  
Americas Food & Beverage Show.

Para informações sobre o show e vendas de stand, favor contatar Raul Morales que é o Diretor, U.S. & International Sales no telefone  305-871-7910 X201 no horário comercial de Miami. Ou no email rmorales@worldtrade.org  - 16th Americas Food & Beverage Show
www.americasfoodandbeverage.com 

Friday, July 22, 2011

Pro Forma Invoice é coisa muito séria aqui nos Estados Unidos! Mas o que é isso?

Nesses 20 anos fazendo negócios com o Brasil chega a ser assustador a falta de entendimento que muitos brasileiros possuem em relação a um documento de exportação chamado Pro Forma Invoice.

Ou entendem, mas não acreditam que a repercussão negativa quando não honram uma Pro Forma Invoice pode ser devastadora, ainda mais se for produtos de valor alto.

Não honrar uma Pro Forma Invoice causa situações delicadíssimas; podendo até mesmo ter processo  aberto pelo exportador devido a frustação da expectativa de vendas. Ou seja, um prejuízo e um stress para todas as partes envolvidas. Ah se o Brasil pudesse saber quem já foi processado aqui nos States...

Não saberíamos mensurar a quantidade de vezes, isso o que sabemos, nem contabilizamos o que não sabemos, mas a quantidade de vezes que o importador brasileiro pede uma Pro Forma Invoice e não honra.

Mas o que é uma Proforma Invoice?

Antes de responder o que é, iremos responder o que com certeza não é. Pro Forma Invoice não é cotação e não é brincadeira. Pro Forma Invoice aqui nos Estados Unidos é levado muitíssimo a sério.

Para você leitor que nunca viu esse termo, em resumo, é como se fosse uma Pré Nota Fiscal, uma Pré Fatura Final. A Pro Forma Invoice é como um documento que é apresentado para iniciar todo processo burocrático porque o comprador já aceitou as regras do jogo e já se comprometeu. Diríamos que ele "já assinou" o contrato. Quando a mercadoria embarca, a Pro Forma Invoice é trocada pela Commercial Invoice, que diríamos é a Nota Fiscal ou Fatura definitiva. Visualmente é idêntica. A única diferença é o título e geralmente algumas pequena instruções devido à alfandêga do país de destino.

A gravidade do desdém de vários importadores brasileiros, é que o teor jurídico de uma Pro Forma Invoice, é como se fosse um contrato em as duas partes, exportador e importador, onde o importador diz que concorda com os termos  apresentado pelo exportador americano. O negócio já foi “selado”, e o exportador americano espera o pagamento conforme acordado. Simples!

Nosso conselho à aqueles que pensam em um dia pedir uma Pro Forma Invoice.

Se por acaso você é importador brasileiro, e passa na sua cabeça pedir uma Pro Forma Invoice ao seu exportador, se tem dúvidas que irá honrar…nem ouse pedir tal documento para não manchar a relação comercial e causar um prejuízo desastroso!

Depois de tudo que você leu, deixamos duas perguntas para finalizar:

Como você acha que um americano adjetiva a empresa que não honra um contrato?
Como você chama ou classifica uma empresa que não honra um contrato?