Quando você pensa que já viu tudo da agenda "demoniocrata", não! Você não viu! Ainda tem mais.
A governadora democrata Maura Healey sancionou uma ampla legislação que elimina o limite gestacional anteriormente aplicado ao aborto no estado muito democrata ou deep blue, azul profundo, como se chama aqui, devido as cores do partido, no estado de Massachusetts.
Com a mudança, o estado passa a integrar o grupo de jurisdições americanas,
hoje totalizando 10 dos 50 estados, sem uma proibição baseada especificamente
no estágio da gravidez. Em termos percentuais, 20% dos estados americanos!
Com a aprovação dessa legislação Massachusetts
junta-se aos outro 9 estados. A saber: Alaska, Colorado, Maryland, Michigan, Minnesota, Nova Jersey, Novo
México, Oregon e Vermont. O Distrito de Columbia onde fica Washington, capital
do país, também adota posição semelhante.
Antes da nova lei, abortos após 24 semanas eram permitidos apenas em
circunstâncias determinadas, como risco à vida ou à saúde da gestante e graves
condições fetais. Agora, o procedimento poderá ser realizado com base no "julgamento profissional do médico". A pergunta é que critério será esse de
julgar quem vive e quem morre?
Depois do que o mundo assistiu e tem descoberto sobre a manipulação da indústria farmacêutica, da indústria médica e da política a nível mundial durante e após a pandemia, isso sem considerer a postura do Anthony Fauci que nem quero classificar, temos todo o direito questionar quem quer que seja.
Essa demoníaca legislação entrará em vigor 90 dias após sua assinatura.
Logo, poderemos ver o que em 2019 tentaram na Virgínia com o apoio do
governador democrata Ralph Northam, apoiando a mãe matar o bebê caso estivesse
arrependida. Você não leu errado! Ele nega, mas a imagens que viralizaram dele confessando e explicando durante o
podcast, o condena!
Healey defendeu que decisões dessa natureza devem permanecer entre a
mulher, sua família e os profissionais de saúde, sem interferência de
políticos. Podemos ou não ver um tribunal montado?!
Segundo a governadora, a mudança permitirá que pacientes enfrentando
complicações médicas graves no final da gravidez sejam atendidas em
Massachusetts, sem precisar viajar para outros estados.
Essas "complicações médicas graves", podem ser psicológicos? Distúrbios mentais da mãe pela falta de preparo pelos desafios que se apresenta seja ele qual for a natureza?
Críticos classificam a medida como uma autorização legal para o “aborto
até o nascimento”, argumentando que a retirada do limite gestacional reduz
proteções ao nascituro, especialmente depois da viabilidade fetal.
A organização Susan B. Anthony | SBA Pro-Life America condenou a decisão e voltou a defender a criação
de um padrão federal mínimo de proteção à vida.
A controvérsia evidencia a profunda divisão americana após a Suprema
Corte revogar Roe v. Wade em 2022. Enquanto estados conservadores adotam
proibições ou limites rigorosos, estados liderados por democratas ampliam a
autonomia médica e o acesso ao aborto.
O resultado é um país com
legislações radicalmente diferentes sobre uma das questões morais, médicas e
políticas mais sensíveis de sua história.





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