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Friday, September 11, 2026

11 de Setembro: A Fragilidade da Vida

 


Hoje é 11 de setembro. Ou como os americanos rotularam, 9/11.

Há 25 anos atrás, 11 de setembro de 2001, as chances são que você que está lendo essa matéria, sabe exatamente onde estava.

O mundo assistiu, perplexo, aos ataques contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Em poucas horas, quase três mil vidas que saíram cedo de casa para trabalhar em um dia normal, foram interrompidas; deixando famílias, sonhos, histórias para trás e milhares de sequelas físicas e emocionais.

O 11 de Setembro nos recorda uma verdade que frequentemente evitamos: a vida é preciosa, mas profundamente frágil. Fazemos planos, adiamos abraços e deixamos palavras importantes para depois, como se o amanhã estivesse garantido.

Esta data deve ser mais do que uma lembrança de tristeza. Deve ser um chamado à gratidão. Gratidão por acordarmos, respirarmos, trabalharmos e convivermos com aqueles que amamos.

Temos que ter a disciplina diária de verbalizar Salmos 118:24 - Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele" é um convite à gratidão e à alegria pelo presente que Deus nos concede.

Cada segundo, cada minuto, cada dia nesta Terra é uma oportunidade que não se repete. Que saibamos viver com propósito, amar sem reservas, perdoar enquanto há tempo e valorizar as pessoas acima das coisas.

A Organização Mundial de Saúde estima que ao redor de 165 à 175.000 pessoas por dia morrem no mundo, sendo você mais curioso e multiplicando por 365 dias, chegará facilmente nos números acima de 60 milhões de pessoas anualmente!

Portanto, se você levantar amanhã cedo, confesse Salmos 118:24

A vida é breve. Mas, quando vivida com gratidão, fé e amor, torna-se muito mais leve e verdadeiramente significativa.

E para fechar essa matéria, sejamos gratos e nunca venhamos esquecer o sacrifício dos bombeiros, policiais e todos os socorristas que se foram tentando salvar vidas.

Friday, September 4, 2026

Tax Lien e Tax Deed: quando um imóvel barato pode custar uma vida


 Investir em imóveis nos Estados Unidos tornou-se sonho cada vez maior de americanos, brasileiros e estrangeiros que buscam renda, segurança patrimonial e construção de riqueza. Isso é fato!

Nesse cenário, tax liens e tax deeds são frequentemente apresentados como oportunidades extraordinárias: propriedades abaixo do valor de mercado, juros elevados e possibilidade de lucros expressivos. Isso também é fato! Isso é real!

Tudo parece perfeito; até o investidor descobrir que muitas das vezes o imóvel adquirido não está vazio. Isso também é fato! Isso também é real! E acontece com muito mais frequência do que é divulgado!

Existe um lado sombrio desse mercado, que tem sido abafado por décadas, que dificilmente aparece nos cursos, seminários e vídeos promocionais: o risco humano envolvido na retirada de uma pessoa ou família de sua residência. Você sabia disso?

Devido a trágica estatística que não dá nenhum sinal de desaceleração, o Eviction Lab, centro de pesquisas ligado à Princeton University, uma das mais conceituadas universidades dos Estados Unidos, começou em julho de 2021, a monitorar notícias sobre episódios fatais relacionados a despejos. Segundo investigação publicada pela Gray Television/InvestigateTV, foram documentadas pelo menos 38 mortes em 2022 e 44 em 2023, o seja, 82 mortes! O The Guardian já havia reportado mais de 80 mortes relacionadas a despejos desde o início do monitoramento.

Esses números não constituem uma estatística governamental completa. O levantamento depende de notícias publicadas pela imprensa porque os Estados Unidos não possuem um sistema nacional específico para registrar mortes durante despejos. Consequentemente, o total verdadeiro pode ser maior.

As vítimas podem incluir moradores, familiares, proprietários, funcionários judiciais, policiais e os próprios agressores.

Em fevereiro de 2024, no Missouri, um funcionário do tribunal e um policial foram mortos durante o cumprimento de uma ordem de despejo. Outros dois policiais ficaram feridos, conforme noticiado pela Associated Press.

A crise não termina nos confrontos. Estudo baseado no sistema de mortes violentas do CDC - U.S. Centers for Disease Control and Prevention, identificou 929 suicídios relacionados a despejos ou execuções hipotecárias, entre 2005 e 2010, em apenas 16 estados. Em 79% dos casos, a morte ocorreu antes da perda efetiva da moradia. Não podemos esquecer que ainda faltam os números de 34 estados!

Isso significa que tax lien e tax deed são investimentos ruins? Não! No meu entendimento e de milhões, significa que tratá-los como dinheiro fácil é muito questionável.

Antes de dar um lance, o investidor precisa investigar ocupação, prazo de resgate, condição do título, dívidas, possibilidade de desocupação e legislação local. Jamais deve comparecer pessoalmente ao imóvel para ameaçar, pressionar ou remover ocupantes. Essa função pertence às autoridades e aos profissionais habilitados.

A pergunta decisiva não é somente “quanto posso lucrar?”. É também: quem está dentro do imóvel, como essa pessoa reagirá e quanto estou preparado para perder, se a oportunidade se transformar em confronto?

No papel, você pode estar comprando uma propriedade. Na vida real, talvez esteja entrando no pior dia da vida de alguém. E, em alguns casos, esse dia também poderá se tornar o pior, ou o último da sua.

Estou em desestimulando você a investir em Tax Lien e Tax Deed? Também não. O que quero é estimular você a fazer muito bem o seu dever de casa, e sempre escolher os imóveis já desocupados.

E por que decidi escrever essa matéria? 

Já acompanho isso há muitos anos. E como mencionado acima, a estatística que você leu foi somente em cima de 5 anos, e 16 estados. E os anos anteriores? E quais os registros de 2010 até a data de hoje nos 50 estados? 

Essa semana mais uma ocorrência trágica com duas vidas aconteceu na cidade de Minneapolis, no estado de Minesota. Daí, esse post!

Como se diz aqui nos Estados Unidos, agora você sabe!

Thursday, August 27, 2026

Canal Consultoria e Negócios com os EUA completa dez anos de informação, experiência e compromisso com o público brasileiro

  

No dia 18 de agosto de 2016, publiquei o primeiro vídeo do canal Consultoria e Negócios com os EUA no YouTube. Naquele momento, começava uma jornada movida por um propósito muito claro: compartilhar conhecimento, experiências e informações que pudessem ajudar brasileiros a compreender melhor os Estados Unidos — especialmente seu ambiente empresarial, sua cultura de negócios e suas oportunidades.

Dez anos depois, aquele primeiro vídeo se transformou em um projeto de comunicação sólido, relevante e muito maior do que eu poderia imaginar.

Hoje, o canal reúne mais de 900 vídeos, distribuídos em 15 categorias, ultrapassa a marca de 86 mil inscritos e acumula mais de 4,5 milhões de visualizações.

Esses números representam muito mais do que estatísticas. Cada inscrição, comentário, compartilhamento e visualização representa alguém que dedicou parte do seu tempo para ouvir uma experiência, conhecer uma perspectiva diferente ou buscar informações antes de tomar uma decisão.

Um canal que evoluiu junto com o público

O canal nasceu com uma forte vocação para a consultoria empresarial e para os negócios entre o Brasil e os Estados Unidos. Ao longo dos anos, porém, ele evoluiu naturalmente, acompanhando as dúvidas, os interesses e as transformações vividas pelo público.

Novas categorias foram incorporadas. Os temas se ampliaram. Passamos a tratar não apenas de negócios, empreendedorismo e internacionalização, mas também de economia, política, imigração, comportamento, cultura americana, networking, oportunidades comerciais e dos acontecimentos que afetam diretamente a vida dos brasileiros dentro e fora do país.

Essa evolução nunca significou abandonar a essência do projeto. Pelo contrário: significou compreender que os negócios não acontecem isoladamente. Eles são influenciados pela economia, pela política, daí a categoria Política e Economia ser a mais aquecida, pela legislação, pelo comportamento do consumidor e, acima de tudo, pela mentalidade das pessoas.

Durante essa década, procurei levar ao público uma visão construída não apenas por meio de muitos estudos e pesquisas, mas também pela experiência prática de quem vive nos Estados Unidos há mais de 3 décadas e atua profissionalmente conectando os dois mercados como se diz aqui, Crossborder Advisor.

Mais de 900 vídeos e uma mensagem permanente

Produzir mais de 900 vídeos exige muito mais do que inspiração. Exige disciplina, consistência, pesquisa, posicionamento e, principalmente, respeito por quem está do outro lado da tela.

Devido a intensa censura que esse canal sofre devido as verdades que fala, nem todos os vídeos alcançam milhares de pessoas. Nem todos os temas produzem o mesmo resultado. Essa é uma das realidades de qualquer projeto de longo prazo. Entretanto, autoridade não é construída com um único vídeo de sucesso. Ela é construída pela disposição de continuar produzindo, aprendendo e contribuindo mesmo quando os resultados imediatos não aparecem.

O mercado americano ensina exatamente isso: boas intenções não substituem resultados, e resultados consistentes não são produzidos por improvisação. São consequência de preparação, posicionamento e execução.

Ao longo desses dez anos, uma mensagem permaneceu constante: entrar no mercado dos Estados Unidos exige muito mais do que entusiasmo. Exige conhecimento, planejamento, adaptação cultural, profissionalismo e disposição para competir em um dos ambientes empresariais mais exigentes do mundo. É o que eu denominei d Metodologia PFP - Preparar, Formatar para se Posicionar nos Estados Unidos. O exportador brasileiro fazendo isso, ele estará aplicando o The American Way of Doing Business | A maneira americana de fazer negócios na plenitude. 

Uma construção coletiva

Nenhuma trajetória no YouTube é construída individualmente. Por isso, esta comemoração também pertence a cada pessoa que assistiu a um vídeo, deixou um comentário, discordou respeitosamente, compartilhou um conteúdo ou recomendou o canal para alguém.

Meu agradecimento especial aos mais de 86 mil inscritos que decidiram acompanhar esse trabalho e ajudaram o canal a ultrapassar 4,5 milhões de visualizações.

Também agradeço aos convidados, empresários, profissionais, especialistas, amigos e parceiros que, ao longo dos anos, compartilharam conhecimento e contribuíram para elevar a qualidade das discussões.

Cada participação acrescentou uma nova perspectiva e ajudou a transformar o canal em um espaço mais plural, informativo e conectado com a realidade.

Dez anos não representam uma chegada

Completar uma década é motivo de gratidão, mas também de responsabilidade.

O conhecimento envelhece rapidamente. Os mercados mudam. As tecnologias avançam. As regras comerciais e regulatórias são atualizadas. Novas oportunidades surgem, enquanto antigos modelos de negócio desaparecem. Por essa razão, permanecer relevante exige atualização permanente.

Depois de dez anos, não considero que tenha chegado ao destino. Considero que construí uma base sólida para uma nova etapa.

O compromisso continua sendo o mesmo: oferecer informação, provocar reflexão, compartilhar experiências e ajudar empresários, profissionais e empreendedores a enxergarem os Estados Unidos com mais clareza, realismo e preparação.

Sem vender fantasias. Sem prometer atalhos. Sem esconder as dificuldades.

Gratidão e compromisso com o futuro

Quando olho para aquele primeiro vídeo publicado em 18 de agosto de 2016 (mostrado no link abaixo) e comparo com os números alcançados hoje, sinto uma profunda gratidão.

São dez anos de trabalho, aprendizado, desafios, mudanças e perseverança.

São mais de 900 vídeos.

São 15 categorias.

São mais de 86 mil inscritos.

São mais de 4,5 milhões de visualizações.

Mas a principal conquista não pode ser medida apenas pelos números. Ela está nas mensagens recebidas, nas decisões influenciadas, nos negócios iniciados, nos erros evitados e nas pessoas que encontraram no canal alguma informação útil para seguir em frente.

A todos que fizeram e continuam fazendo parte dessa história, o meu sincero agradecimento.

Que esta primeira década represente apenas o início de um projeto ainda maior, mais maduro e mais relevante.

Seguimos construindo pontes entre o Brasil e os Estados Unidos, com experiência, transparência, consistência e a maneira americana de fazer negócios.

Veja vídeo comemorativo clicando no link abaixo.

EUA: 10 anos de canal no YouTube. Muito obrigado

Monday, August 24, 2026

O Modelo Americano de Longevidade Chega ao Brasil: A Visão da ABRACS para um Envelhecimento Ativo

 


O Brasil atravessa uma transformação demográfica sem precedentes. O envelhecimento da nossa população deixa de ser um cenário distante para se tornar uma realidade premente que exige responsabilidade, planejamento e ação. Longevidade não deve ser encarada apenas como o acréscimo de anos à vida, mas como a garantia de vida, dignidade e saúde a esses anos.

A Associação Brasileira do Cidadão Sênior (ABRACS) nasce exatamente dessa premissa. Desde 2015, nossa missão tem sido atuar de forma incisiva na formulação e no fortalecimento de políticas públicas voltadas para as pessoas idosas em todo o território nacional. Acreditamos que envelhecer com qualidade é um direito de todos, e não um privilégio de poucos.

Ao longo de nossa trajetória, construímos uma atuação pautada no diálogo institucional e na representatividade real:

 Participação Decisiva: Já ocupamos assentos no Conselho Nacional da Pessoa Idosa e no Conselho do Idoso do Distrito Federal, levando a voz e as demandas da população sênior diretamente aos centros de decisão.

 Inspiração Internacional: Buscamos na AARP americana a inspiração para consolidar uma entidade forte, sustentável e altamente organizada no Brasil.

 Independência e Neutralidade: Mantemos o compromisso inegociável de ser uma organização isenta, totalmente livre de interferências político-partidárias e de interesses de associações de classe.

A ABRACS é uma instituição aberta a todas as pessoas do Brasil que compartilham do desejo de construir uma sociedade mais inclusiva, acolhedora e preparada para o envelhecimento ativo. Queremos ser a ponte que conecta o cidadão sênior às oportunidades, aos direitos e ao respeito que ele merece.

O futuro da longevidade no Brasil se constrói hoje. Convidamos você a fazer parte dessa transformação e a fortalecer essa causa conosco.

Acesse nosso portal e saiba como contribuir: www.abracs.org.br

Mauro Freitas

Presidente 
+55 61 999152810 (WhatsApp)
Mauro@oliveirafreitas.adv.br

Thursday, August 13, 2026

Massachusetts elimina limite gestacional para o aborto

 


Quando você pensa que já viu tudo da agenda "demoniocrata", não! Você não viu! Ainda tem mais.

A governadora democrata Maura Healey sancionou uma ampla legislação que elimina o limite gestacional anteriormente aplicado ao aborto no estado muito democrata ou deep blue, azul profundo, como se chama aqui, devido as cores do partido, no estado de Massachusetts. 

Com a mudança, o estado passa a integrar o grupo de jurisdições americanas, hoje totalizando 10 dos 50 estados, sem uma proibição baseada especificamente no estágio da gravidez. Em termos percentuais, 20% dos estados americanos!

Com a aprovação dessa legislação Massachusetts junta-se aos outro 9 estados. A saber:  Alaska, Colorado, Maryland, Michigan, Minnesota, Nova Jersey, Novo México, Oregon e Vermont. O Distrito de Columbia onde fica Washington, capital do país, também adota posição semelhante.

Antes da nova lei, abortos após 24 semanas eram permitidos apenas em circunstâncias determinadas, como risco à vida ou à saúde da gestante e graves condições fetais. Agora, o procedimento poderá ser realizado com base no "julgamento profissional do médico". A pergunta é que critério será esse de julgar quem vive e quem morre?

Depois do que o mundo assistiu e tem descoberto sobre a manipulação da indústria farmacêutica, da indústria médica e da política a nível mundial durante e após a pandemia, isso sem considerer a postura do Anthony Fauci que nem quero classificar, temos todo o direito questionar quem quer que seja.

Essa demoníaca legislação entrará em vigor 90 dias após sua assinatura.

Logo, poderemos ver o que em 2019 tentaram na Virgínia com o apoio do governador democrata Ralph Northam, apoiando a mãe matar o bebê caso estivesse arrependida. Você não leu errado! Ele nega, mas a imagens que viralizaram dele confessando e explicando durante o podcast, o condena! Detalhe: na época não existia I.A. Foi ele mesmo!

Healey defendeu que decisões dessa natureza devem permanecer entre a mulher, sua família e os profissionais de saúde, sem interferência de políticos. Podemos ou não ver um tribunal montado?!

Segundo a governadora, a mudança permitirá que pacientes enfrentando complicações médicas graves no final da gravidez sejam atendidas em Massachusetts, sem precisar viajar para outros estados.

Essas "complicações médicas graves", podem ser psicológicos? Distúrbios mentais da mãe pela falta de preparo pelos desafios que se apresenta seja ele qual for a natureza?

Críticos classificam a medida como uma autorização legal para o “aborto até o nascimento”, argumentando que a retirada do limite gestacional reduz proteções ao nascituro, especialmente depois da viabilidade fetal.

A organização Susan B. Anthony | SBA Pro-Life America condenou a decisão e voltou a defender a criação de um padrão federal mínimo de proteção à vida.

A controvérsia evidencia a profunda divisão americana após a Suprema Corte revogar Roe v. Wade em 2022. Enquanto estados conservadores adotam proibições ou limites rigorosos, estados liderados por democratas ampliam a autonomia médica e o acesso ao aborto.

 O resultado é um país com legislações radicalmente diferentes sobre uma das questões morais, médicas e políticas mais sensíveis de sua história.

Saturday, August 8, 2026

O que saber sobre as novas aulas de história do comunismo nas escolas da Flórida


 Devido ao levante comunista nos Estados Unidos, as escolas públicas da Flórida, um estado republicano e não democrata, começarão a implementar, no ano letivo de 2026–2027, um novo currículo dedicado à História do Comunismo. A iniciativa decorre da lei SB 1264, aprovada pelo Legislativo estadual e sancionada pelo governador republicano Ron DeSantis em 2024.

A legislação determina que os estudantes aprendam sobre as atrocidades, os fracassos econômicos e o sofrimento humano provocados por regimes comunistas ao longo da história. Os novos padrões educacionais foram aprovados pelo Conselho de Educação da Flórida e desenvolvidos por professores e especialistas em conteúdo do estado.

Segundo o comissário de Educação, Anastasios Kamoutsas, diante do ressurgimento de ideologias comunistas nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, tornou-se ainda mais importante que os alunos compreendam as consequências desses regimes.

O conteúdo será incorporado às disciplinas de estudos sociais entre o sexto ano do ensino fundamental e o último ano do ensino médio. As aulas abordarão movimentos comunistas na Rússia, China, Cuba, América Latina e nos próprios Estados Unidos. Cm certeza quando começar a ensinar sobre o comunismo na América Latina, alguns personagens da política brasileira entrarão nos livros didáticos americanos e ficarão "famosos"!

O programa também incluirá comparações entre comunismo, totalitarismo e sistemas democráticos; censura à imprensa e à liberdade religiosa; repressão ao pensamento político divergente; planejamento econômico centralizado; violência política; e os acontecimentos econômicos, industriais e sociais que normalmente antecederam revoluções comunistas.

No sexto ano, os estudantes analisarão antigas sociedades comunitárias, incluindo Esparta e Roma. Entre os temas estarão a dependência do trabalho escravo, o sistema educacional e militar espartano, as grandes propriedades romanas e as limitações ao comércio e à inovação.

No sétimo ano, o foco será o impacto dos governos comunistas sobre as liberdades individuais, a participação política e a economia. Os alunos estudarão a censura e os fracassos do planejamento central, como os Planos Quinquenais da União Soviética e o Grande Salto Adiante da China.

No oitavo ano, o currículo examinará experiências coletivistas na história americana, como Jamestown, a Colônia de Plymouth e o experimento utópico de Brook Farm. Também serão discutidas a falta de incentivos ao trabalho, a escassez de alimentos e a posterior adoção da propriedade privada.

Para os estudantes do ensino médio, do nono ao décimo segundo ano, os padrões são consideravelmente mais extensos, ocupando cerca de 30 páginas.

Com a SB 1264, o governo Ron DeSantis pretende garantir que os jovens conheçam não apenas a teoria comunista, mas também seus resultados históricos, políticos, econômicos e humanos.

Friday, August 7, 2026

Flórida continua atraindo moradores de outros estados em 2026

 


O Estado Republicano da Flórida continua atraindo moradores de outros estados em ritmo expressivo.

Dados do Departamento de Segurança Rodoviária e Veículos Motorizados da Flórida mostram que mais de 200 mil pessoas transferiram suas carteiras de motorista para o estado no primeiro semestre de 2026, o maior volume desde 2023.

Nova York, estado democrata, liderou as origens, com 23.436 transferências, seguida por Geórgia, com 12.699; Nova Jersey, com 11.831; Califórnia, com 11.076; e Texas, com 11.032.

Entre os destinos, Miami-Dade, Sul da Flórida, recebeu 13.206 novos motoristas, Palm Beach, 12.794, e Hillsborough, 12.087. Orange, Broward, Lee, Duval e Pinellas também aparecem entre os condados mais procurados.

Embora os registros não mostram quem deixou a Flórida, crianças, não motoristas ou imigrantes internacionais, economistas consideram os dados valiosos por oferecerem uma visão quase em tempo real das tendências migratórias. Informações comparáveis do Censo ou do Internal Revenue Service, Receita Federal dos Estados Unidos, podem demorar até dois anos.

O movimento atual supera os números de 2024 e 2025, mas permanece abaixo do auge da pandemia. No primeiro semestre de 2021, foram 215.412 transferências; em 2022, 243.421. O crescimento daquele período foi impulsionado pelo trabalho remoto, pelas restrições mais severas em estados como Nova York e Califórnia e pelas taxas hipotecárias inferiores a 3%.

Especialistas afirmam que os resultados contradizem a narrativa de uma saída generalizada da Flórida. Miami-Dade e Palm Beach seguem atraindo empresas e profissionais, especialmente dos setores financeiro e tecnológico. Palm Beach ganhou o apelido de “Wall Street South”, enquanto Miami consolidou sua posição como polo de tecnologia.

Os novos moradores “fugindo” na maioria das vezes dos estados democratas, dizem que a decisão envolveu clima, hospitalidade, segurança, impostos, cultura, política e custo de moradia, como por exemplo o sul da Califórnia.

A tendência reforça a contínua força econômica e demográfica estadual que não está dando sinal de desaceleração.