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Friday, September 4, 2026

Tax Lien e Tax Deed: quando um imóvel barato pode custar uma vida


 Investir em imóveis nos Estados Unidos tornou-se sonho cada vez maior de americanos, brasileiros e estrangeiros que buscam renda, segurança patrimonial e construção de riqueza. Isso é fato!

Nesse cenário, tax liens e tax deeds são frequentemente apresentados como oportunidades extraordinárias: propriedades abaixo do valor de mercado, juros elevados e possibilidade de lucros expressivos. Isso também é fato! Isso é real!

Tudo parece perfeito; até o investidor descobrir que muitas das vezes o imóvel adquirido não está vazio. Isso também é fato! Isso também é real! E acontece com muito mais frequência do que é divulgado!

Existe um lado sombrio desse mercado, que tem sido abafado por décadas, que dificilmente aparece nos cursos, seminários e vídeos promocionais: o risco humano envolvido na retirada de uma pessoa ou família de sua residência. Você sabia disso?

Devido a trágica estatística que não dá nenhum sinal de desaceleração, o Eviction Lab, centro de pesquisas ligado à Princeton University, uma das mais conceituadas universidades dos Estados Unidos, começou em julho de 2021, a monitorar notícias sobre episódios fatais relacionados a despejos. Segundo investigação publicada pela Gray Television/InvestigateTV, foram documentadas pelo menos 38 mortes em 2022 e 44 em 2023, o seja, 82 mortes! O The Guardian já havia reportado mais de 80 mortes relacionadas a despejos desde o início do monitoramento.

Esses números não constituem uma estatística governamental completa. O levantamento depende de notícias publicadas pela imprensa porque os Estados Unidos não possuem um sistema nacional específico para registrar mortes durante despejos. Consequentemente, o total verdadeiro pode ser maior.

As vítimas podem incluir moradores, familiares, proprietários, funcionários judiciais, policiais e os próprios agressores.

Em fevereiro de 2024, no Missouri, um funcionário do tribunal e um policial foram mortos durante o cumprimento de uma ordem de despejo. Outros dois policiais ficaram feridos, conforme noticiado pela Associated Press.

A crise não termina nos confrontos. Estudo baseado no sistema de mortes violentas do CDC - U.S. Centers for Disease Control and Prevention, identificou 929 suicídios relacionados a despejos ou execuções hipotecárias, entre 2005 e 2010, em apenas 16 estados. Em 79% dos casos, a morte ocorreu antes da perda efetiva da moradia. Não podemos esquecer que ainda faltam os números de 34 estados!

Isso significa que tax lien e tax deed são investimentos ruins? Não! No meu entendimento e de milhões, significa que tratá-los como dinheiro fácil é muito questionável.

Antes de dar um lance, o investidor precisa investigar ocupação, prazo de resgate, condição do título, dívidas, possibilidade de desocupação e legislação local. Jamais deve comparecer pessoalmente ao imóvel para ameaçar, pressionar ou remover ocupantes. Essa função pertence às autoridades e aos profissionais habilitados.

A pergunta decisiva não é somente “quanto posso lucrar?”. É também: quem está dentro do imóvel, como essa pessoa reagirá e quanto estou preparado para perder, se a oportunidade se transformar em confronto?

No papel, você pode estar comprando uma propriedade. Na vida real, talvez esteja entrando no pior dia da vida de alguém. E, em alguns casos, esse dia também poderá se tornar o pior, ou o último da sua.

Estou em desestimulando você a investir em Tax Lien e Tax Deed? Também não. O que quero é estimular você a fazer muito bem o seu dever de casa, e sempre escolher os imóveis já desocupados.

E por que decidi escrever essa matéria? 

Já acompanho isso há muitos anos. E como mencionado acima, a estatística que você leu foi somente em cima de 5 anos, e 16 estados. E os anos anteriores? E quais os registros de 2010 até a data de hoje nos 50 estados? 

Essa semana mais uma ocorrência trágica com duas vidas aconteceu na cidade de Minneapolis, no estado de Minesota. Daí, esse post!

Como se diz aqui nos Estados Unidos, agora você sabe!

Thursday, August 27, 2026

Canal Consultoria e Negócios com os EUA completa dez anos de informação, experiência e compromisso com o público brasileiro

  

No dia 18 de agosto de 2016, publiquei o primeiro vídeo do canal Consultoria e Negócios com os EUA no YouTube. Naquele momento, começava uma jornada movida por um propósito muito claro: compartilhar conhecimento, experiências e informações que pudessem ajudar brasileiros a compreender melhor os Estados Unidos — especialmente seu ambiente empresarial, sua cultura de negócios e suas oportunidades.

Dez anos depois, aquele primeiro vídeo se transformou em um projeto de comunicação sólido, relevante e muito maior do que eu poderia imaginar.

Hoje, o canal reúne mais de 900 vídeos, distribuídos em 15 categorias, ultrapassa a marca de 86 mil inscritos e acumula mais de 4,5 milhões de visualizações.

Esses números representam muito mais do que estatísticas. Cada inscrição, comentário, compartilhamento e visualização representa alguém que dedicou parte do seu tempo para ouvir uma experiência, conhecer uma perspectiva diferente ou buscar informações antes de tomar uma decisão.

Um canal que evoluiu junto com o público

O canal nasceu com uma forte vocação para a consultoria empresarial e para os negócios entre o Brasil e os Estados Unidos. Ao longo dos anos, porém, ele evoluiu naturalmente, acompanhando as dúvidas, os interesses e as transformações vividas pelo público.

Novas categorias foram incorporadas. Os temas se ampliaram. Passamos a tratar não apenas de negócios, empreendedorismo e internacionalização, mas também de economia, política, imigração, comportamento, cultura americana, networking, oportunidades comerciais e dos acontecimentos que afetam diretamente a vida dos brasileiros dentro e fora do país.

Essa evolução nunca significou abandonar a essência do projeto. Pelo contrário: significou compreender que os negócios não acontecem isoladamente. Eles são influenciados pela economia, pela política, daí a categoria Política e Economia ser a mais aquecida, pela legislação, pelo comportamento do consumidor e, acima de tudo, pela mentalidade das pessoas.

Durante essa década, procurei levar ao público uma visão construída não apenas por meio de muitos estudos e pesquisas, mas também pela experiência prática de quem vive nos Estados Unidos há mais de 3 décadas e atua profissionalmente conectando os dois mercados como se diz aqui, Crossborder Advisor.

Mais de 900 vídeos e uma mensagem permanente

Produzir mais de 900 vídeos exige muito mais do que inspiração. Exige disciplina, consistência, pesquisa, posicionamento e, principalmente, respeito por quem está do outro lado da tela.

Devido a intensa censura que esse canal sofre devido as verdades que fala, nem todos os vídeos alcançam milhares de pessoas. Nem todos os temas produzem o mesmo resultado. Essa é uma das realidades de qualquer projeto de longo prazo. Entretanto, autoridade não é construída com um único vídeo de sucesso. Ela é construída pela disposição de continuar produzindo, aprendendo e contribuindo mesmo quando os resultados imediatos não aparecem.

O mercado americano ensina exatamente isso: boas intenções não substituem resultados, e resultados consistentes não são produzidos por improvisação. São consequência de preparação, posicionamento e execução.

Ao longo desses dez anos, uma mensagem permaneceu constante: entrar no mercado dos Estados Unidos exige muito mais do que entusiasmo. Exige conhecimento, planejamento, adaptação cultural, profissionalismo e disposição para competir em um dos ambientes empresariais mais exigentes do mundo. É o que eu denominei d Metodologia PFP - Preparar, Formatar para se Posicionar nos Estados Unidos. O exportador brasileiro fazendo isso, ele estará aplicando o The American Way of Doing Business | A maneira americana de fazer negócios na plenitude. 

Uma construção coletiva

Nenhuma trajetória no YouTube é construída individualmente. Por isso, esta comemoração também pertence a cada pessoa que assistiu a um vídeo, deixou um comentário, discordou respeitosamente, compartilhou um conteúdo ou recomendou o canal para alguém.

Meu agradecimento especial aos mais de 86 mil inscritos que decidiram acompanhar esse trabalho e ajudaram o canal a ultrapassar 4,5 milhões de visualizações.

Também agradeço aos convidados, empresários, profissionais, especialistas, amigos e parceiros que, ao longo dos anos, compartilharam conhecimento e contribuíram para elevar a qualidade das discussões.

Cada participação acrescentou uma nova perspectiva e ajudou a transformar o canal em um espaço mais plural, informativo e conectado com a realidade.

Dez anos não representam uma chegada

Completar uma década é motivo de gratidão, mas também de responsabilidade.

O conhecimento envelhece rapidamente. Os mercados mudam. As tecnologias avançam. As regras comerciais e regulatórias são atualizadas. Novas oportunidades surgem, enquanto antigos modelos de negócio desaparecem. Por essa razão, permanecer relevante exige atualização permanente.

Depois de dez anos, não considero que tenha chegado ao destino. Considero que construí uma base sólida para uma nova etapa.

O compromisso continua sendo o mesmo: oferecer informação, provocar reflexão, compartilhar experiências e ajudar empresários, profissionais e empreendedores a enxergarem os Estados Unidos com mais clareza, realismo e preparação.

Sem vender fantasias. Sem prometer atalhos. Sem esconder as dificuldades.

Gratidão e compromisso com o futuro

Quando olho para aquele primeiro vídeo publicado em 18 de agosto de 2016 (mostrado no link abaixo) e comparo com os números alcançados hoje, sinto uma profunda gratidão.

São dez anos de trabalho, aprendizado, desafios, mudanças e perseverança.

São mais de 900 vídeos.

São 15 categorias.

São mais de 86 mil inscritos.

São mais de 4,5 milhões de visualizações.

Mas a principal conquista não pode ser medida apenas pelos números. Ela está nas mensagens recebidas, nas decisões influenciadas, nos negócios iniciados, nos erros evitados e nas pessoas que encontraram no canal alguma informação útil para seguir em frente.

A todos que fizeram e continuam fazendo parte dessa história, o meu sincero agradecimento.

Que esta primeira década represente apenas o início de um projeto ainda maior, mais maduro e mais relevante.

Seguimos construindo pontes entre o Brasil e os Estados Unidos, com experiência, transparência, consistência e a maneira americana de fazer negócios.

Veja vídeo comemorativo clicando no link abaixo.

EUA: 10 anos de canal no YouTube. Muito obrigado

Monday, August 24, 2026

O Modelo Americano de Longevidade Chega ao Brasil: A Visão da ABRACS para um Envelhecimento Ativo

 


O Brasil atravessa uma transformação demográfica sem precedentes. O envelhecimento da nossa população deixa de ser um cenário distante para se tornar uma realidade premente que exige responsabilidade, planejamento e ação. Longevidade não deve ser encarada apenas como o acréscimo de anos à vida, mas como a garantia de vida, dignidade e saúde a esses anos.

A Associação Brasileira do Cidadão Sênior (ABRACS) nasce exatamente dessa premissa. Desde 2015, nossa missão tem sido atuar de forma incisiva na formulação e no fortalecimento de políticas públicas voltadas para as pessoas idosas em todo o território nacional. Acreditamos que envelhecer com qualidade é um direito de todos, e não um privilégio de poucos.

Ao longo de nossa trajetória, construímos uma atuação pautada no diálogo institucional e na representatividade real:

 Participação Decisiva: Já ocupamos assentos no Conselho Nacional da Pessoa Idosa e no Conselho do Idoso do Distrito Federal, levando a voz e as demandas da população sênior diretamente aos centros de decisão.

 Inspiração Internacional: Buscamos na AARP americana a inspiração para consolidar uma entidade forte, sustentável e altamente organizada no Brasil.

 Independência e Neutralidade: Mantemos o compromisso inegociável de ser uma organização isenta, totalmente livre de interferências político-partidárias e de interesses de associações de classe.

A ABRACS é uma instituição aberta a todas as pessoas do Brasil que compartilham do desejo de construir uma sociedade mais inclusiva, acolhedora e preparada para o envelhecimento ativo. Queremos ser a ponte que conecta o cidadão sênior às oportunidades, aos direitos e ao respeito que ele merece.

O futuro da longevidade no Brasil se constrói hoje. Convidamos você a fazer parte dessa transformação e a fortalecer essa causa conosco.

Acesse nosso portal e saiba como contribuir: www.abracs.org.br

Mauro Freitas

Presidente 
+55 61 999152810 (WhatsApp)
Mauro@oliveirafreitas.adv.br

Thursday, August 13, 2026

Massachusetts elimina limite gestacional para o aborto

 


Quando você pensa que já viu tudo da agenda "demoniocrata", não! Você não viu! Ainda tem mais.

A governadora democrata Maura Healey sancionou uma ampla legislação que elimina o limite gestacional anteriormente aplicado ao aborto no estado muito democrata ou deep blue, azul profundo, como se chama aqui, devido as cores do partido, no estado de Massachusetts. 

Com a mudança, o estado passa a integrar o grupo de jurisdições americanas, hoje totalizando 10 dos 50 estados, sem uma proibição baseada especificamente no estágio da gravidez. Em termos percentuais, 20% dos estados americanos!

Com a aprovação dessa legislação Massachusetts junta-se aos outro 9 estados. A saber:  Alaska, Colorado, Maryland, Michigan, Minnesota, Nova Jersey, Novo México, Oregon e Vermont. O Distrito de Columbia onde fica Washington, capital do país, também adota posição semelhante.

Antes da nova lei, abortos após 24 semanas eram permitidos apenas em circunstâncias determinadas, como risco à vida ou à saúde da gestante e graves condições fetais. Agora, o procedimento poderá ser realizado com base no "julgamento profissional do médico". A pergunta é que critério será esse de julgar quem vive e quem morre?

Depois do que o mundo assistiu e tem descoberto sobre a manipulação da indústria farmacêutica, da indústria médica e da política a nível mundial durante e após a pandemia, isso sem considerer a postura do Anthony Fauci que nem quero classificar, temos todo o direito questionar quem quer que seja.

Essa demoníaca legislação entrará em vigor 90 dias após sua assinatura.

Logo, poderemos ver o que em 2019 tentaram na Virgínia com o apoio do governador democrata Ralph Northam, apoiando a mãe matar o bebê caso estivesse arrependida. Você não leu errado! Ele nega, mas a imagens que viralizaram dele confessando e explicando durante o podcast, o condena! Detalhe: na época não existia I.A. Foi ele mesmo!

Healey defendeu que decisões dessa natureza devem permanecer entre a mulher, sua família e os profissionais de saúde, sem interferência de políticos. Podemos ou não ver um tribunal montado?!

Segundo a governadora, a mudança permitirá que pacientes enfrentando complicações médicas graves no final da gravidez sejam atendidas em Massachusetts, sem precisar viajar para outros estados.

Essas "complicações médicas graves", podem ser psicológicos? Distúrbios mentais da mãe pela falta de preparo pelos desafios que se apresenta seja ele qual for a natureza?

Críticos classificam a medida como uma autorização legal para o “aborto até o nascimento”, argumentando que a retirada do limite gestacional reduz proteções ao nascituro, especialmente depois da viabilidade fetal.

A organização Susan B. Anthony | SBA Pro-Life America condenou a decisão e voltou a defender a criação de um padrão federal mínimo de proteção à vida.

A controvérsia evidencia a profunda divisão americana após a Suprema Corte revogar Roe v. Wade em 2022. Enquanto estados conservadores adotam proibições ou limites rigorosos, estados liderados por democratas ampliam a autonomia médica e o acesso ao aborto.

 O resultado é um país com legislações radicalmente diferentes sobre uma das questões morais, médicas e políticas mais sensíveis de sua história.

Saturday, August 8, 2026

O que saber sobre as novas aulas de história do comunismo nas escolas da Flórida


 Devido ao levante comunista nos Estados Unidos, as escolas públicas da Flórida, um estado republicano e não democrata, começarão a implementar, no ano letivo de 2026–2027, um novo currículo dedicado à História do Comunismo. A iniciativa decorre da lei SB 1264, aprovada pelo Legislativo estadual e sancionada pelo governador republicano Ron DeSantis em 2024.

A legislação determina que os estudantes aprendam sobre as atrocidades, os fracassos econômicos e o sofrimento humano provocados por regimes comunistas ao longo da história. Os novos padrões educacionais foram aprovados pelo Conselho de Educação da Flórida e desenvolvidos por professores e especialistas em conteúdo do estado.

Segundo o comissário de Educação, Anastasios Kamoutsas, diante do ressurgimento de ideologias comunistas nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, tornou-se ainda mais importante que os alunos compreendam as consequências desses regimes.

O conteúdo será incorporado às disciplinas de estudos sociais entre o sexto ano do ensino fundamental e o último ano do ensino médio. As aulas abordarão movimentos comunistas na Rússia, China, Cuba, América Latina e nos próprios Estados Unidos. Cm certeza quando começar a ensinar sobre o comunismo na América Latina, alguns personagens da política brasileira entrarão nos livros didáticos americanos e ficarão "famosos"!

O programa também incluirá comparações entre comunismo, totalitarismo e sistemas democráticos; censura à imprensa e à liberdade religiosa; repressão ao pensamento político divergente; planejamento econômico centralizado; violência política; e os acontecimentos econômicos, industriais e sociais que normalmente antecederam revoluções comunistas.

No sexto ano, os estudantes analisarão antigas sociedades comunitárias, incluindo Esparta e Roma. Entre os temas estarão a dependência do trabalho escravo, o sistema educacional e militar espartano, as grandes propriedades romanas e as limitações ao comércio e à inovação.

No sétimo ano, o foco será o impacto dos governos comunistas sobre as liberdades individuais, a participação política e a economia. Os alunos estudarão a censura e os fracassos do planejamento central, como os Planos Quinquenais da União Soviética e o Grande Salto Adiante da China.

No oitavo ano, o currículo examinará experiências coletivistas na história americana, como Jamestown, a Colônia de Plymouth e o experimento utópico de Brook Farm. Também serão discutidas a falta de incentivos ao trabalho, a escassez de alimentos e a posterior adoção da propriedade privada.

Para os estudantes do ensino médio, do nono ao décimo segundo ano, os padrões são consideravelmente mais extensos, ocupando cerca de 30 páginas.

Com a SB 1264, o governo Ron DeSantis pretende garantir que os jovens conheçam não apenas a teoria comunista, mas também seus resultados históricos, políticos, econômicos e humanos.

Friday, August 7, 2026

Flórida continua atraindo moradores de outros estados em 2026

 


O Estado Republicano da Flórida continua atraindo moradores de outros estados em ritmo expressivo.

Dados do Departamento de Segurança Rodoviária e Veículos Motorizados da Flórida mostram que mais de 200 mil pessoas transferiram suas carteiras de motorista para o estado no primeiro semestre de 2026, o maior volume desde 2023.

Nova York, estado democrata, liderou as origens, com 23.436 transferências, seguida por Geórgia, com 12.699; Nova Jersey, com 11.831; Califórnia, com 11.076; e Texas, com 11.032.

Entre os destinos, Miami-Dade, Sul da Flórida, recebeu 13.206 novos motoristas, Palm Beach, 12.794, e Hillsborough, 12.087. Orange, Broward, Lee, Duval e Pinellas também aparecem entre os condados mais procurados.

Embora os registros não mostram quem deixou a Flórida, crianças, não motoristas ou imigrantes internacionais, economistas consideram os dados valiosos por oferecerem uma visão quase em tempo real das tendências migratórias. Informações comparáveis do Censo ou do Internal Revenue Service, Receita Federal dos Estados Unidos, podem demorar até dois anos.

O movimento atual supera os números de 2024 e 2025, mas permanece abaixo do auge da pandemia. No primeiro semestre de 2021, foram 215.412 transferências; em 2022, 243.421. O crescimento daquele período foi impulsionado pelo trabalho remoto, pelas restrições mais severas em estados como Nova York e Califórnia e pelas taxas hipotecárias inferiores a 3%.

Especialistas afirmam que os resultados contradizem a narrativa de uma saída generalizada da Flórida. Miami-Dade e Palm Beach seguem atraindo empresas e profissionais, especialmente dos setores financeiro e tecnológico. Palm Beach ganhou o apelido de “Wall Street South”, enquanto Miami consolidou sua posição como polo de tecnologia.

Os novos moradores “fugindo” na maioria das vezes dos estados democratas, dizem que a decisão envolveu clima, hospitalidade, segurança, impostos, cultura, política e custo de moradia, como por exemplo o sul da Califórnia.

A tendência reforça a contínua força econômica e demográfica estadual que não está dando sinal de desaceleração.

Thursday, August 6, 2026

Nunca coma sozinho. Entenda o networking estratégico nos Estados Unidos

 


Acabei de postar um video no meu canal do YouTube inspirado no livro com o título americano, traduzido literalmente como: Nunca coma sozinho.

O livro é tido como um dos maiores clássicos sobre networking e construção de relacionamentos profissionais nos EUA. O autor foi Keith Ferrazzi, em coautoria com Tahl Raz. O nome original em inglês, Never Eat Alone: And Other Secrets to Success, One Relationship at a Time.

Em português, ele foi publicado com títulos ligeiramente diferentes dependendo da editora e do país, como: Nunca Almoce Sozinho. Nunca Almoce Sozinho: e outros segredos para construir relacionamentos que fazem a diferença

O conceito central do livro, é simples, porém poderosa:

O sucesso profissional não é determinado apenas por competência técnica, mas principalmente pela qualidade e profundidade dos relacionamentos que você constrói.

Ele combate a visão tradicional de networking como algo interesseiro. Em vez disso, ensina que as melhores conexões surgem quando você:

  • ajuda pessoas antes de precisar delas;
  • cria relacionamentos genuínos e duradouros;
  • conecta pessoas entre si;
  • mantém contato regularmente;
  • compartilha conhecimento e oportunidades.

Never Eat Alone pasar ser uma leitura praticamente obrigatória. Esse livro não ensina apenas a conhecer pessoas; ensina a transformar relacionamentos em um ativo estratégico de longo prazo.

No video gravado, resumidamente, citei 10 Lições de "Nunca Coma Sozinho" ou “Nunca Almoce Sozinho”. O link do vídeo no final da matéria. 

Vamos aos 10 pontos e o link do video no final da matéria.

1. O seu patrimônio está na sua rede de relacionamentos

O verdadeiro capital de uma pessoa não é apenas dinheiro ou conhecimento, mas a qualidade das pessoas que ela conhece e que confiam nela.

2. Networking não é vender. É servir.

As melhores conexões surgem quando você ajuda primeiro, sem esperar retorno imediato. Quem gera valor naturalmente cria oportunidades.

3. Nunca construa relacionamentos apenas quando precisar

A maioria das pessoas procura contatos somente durante uma crise. Os relacionamentos mais fortes são cultivados continuamente.

4. Seja genuinamente interessado nas pessoas

Faça perguntas, escute com atenção, lembre-se de detalhes importantes e demonstre interesse sincero pela trajetória dos outros.

5. Compartilhe conhecimento e oportunidades

Quem conecta pessoas, indica negócios e compartilha informações úteis torna-se uma referência valiosa dentro da própria rede.

6. Sua reputação chega antes de você

Competência abre portas, mas confiança mantém essas portas abertas. A reputação é construída por pequenas atitudes consistentes ao longo do tempo.

7. Amplie sua rede de forma estratégica

Não basta conhecer muitas pessoas. Procure relacionamentos que complementem suas competências e expandam sua visão de mercado.

8. Mantenha contato regularmente

Networking não termina após trocar cartões ou adicionar alguém no LinkedIn. O relacionamento precisa ser alimentado com conversas, encontros e acompanhamento.

9. Aprenda a pedir ajuda

Pessoas bem-sucedidas não fazem tudo sozinhas. Elas sabem pedir orientação, apresentar ideias e envolver outras pessoas em seus projetos.

10. O sucesso é um esporte coletivo

As maiores oportunidades de negócios, carreira e crescimento raramente acontecem isoladamente. Elas surgem por meio das pessoas que caminham ao seu lado.

Conclusão para o vídeo.

O grande ensinamento de Nunca Almoce Sozinho é que networking não é acumular contatos. É construir confiança. Pessoas fazem negócios com pessoas em quem confiam. E essa confiança não nasce em uma reunião de vendas; ela é construída ao longo do tempo, por meio de relacionamentos genuínos.

Uma observação que considero muito importante.

Há um ponto em que eu iria além do próprio livro. Ferrazzi enfatiza a quantidade e a qualidade dos relacionamentos. No entanto, no mercado de alto valor, especialmente em negócios internacionais, private wealth e grandes operações, a qualidade supera a quantidade de forma decisiva.

É melhor ter 20 relacionamentos profundos com pessoas que decidem do que 2.000 contatos superficiais. A influência está muito mais ligada à credibilidade e ao acesso do que ao tamanho da agenda.

Lendo o livro concluimos a máxima americana no mundo empresarial: o teu networking é a tua riqueza. Your networking is your networth.

Veja video e entenda.

5 de agosto de 2026 Nunca coma sozinho. O poder do NETWORKING ESTRATÉGICO https://youtu.be/OjL2oyeBWB0

Wednesday, July 22, 2026

O Grande Deslocamento: Por Que Milhares de Americanos Estão Trocando Califórnia e Nova York por Texas e Flórida


 


Os Estados Unidos vivem uma das maiores reconfigurações demográficas das últimas décadas. 

Dados do U.S. Census Bureau que corresponde ao IBGE no Brasil, mostram que Texas ganhou cerca de 391 mil novos residentes entre julho de 2024 e julho de 2025, o maior volume absoluto do país, seguido pela Flórida, com quase 197 mil. Aos que acompanham, é nítida essa saudável competição entre os dois estados.

Como aprendi aqui, cidade compete com cidade, condado compete com condado, e estado compete com estado.

Do outro lado, Califórnia, Nova York, Illinois e Nova Jersey seguem perdendo população para outros estados. A Califórnia seria a 50ª colocada, em último lugar, no U-Haul Growth Index pelo sexto ano consecutivo.

O motivo mais citado é incompatibilidade e aceitação com o governo democrata, que atinge em cheio o bolso: impostos estaduais elevadíssimo, violência descontrolada, a agenda woke ainda firme e forte, tudo isso afetando a qualidade de vida. 

E hoje com o avanço do trabalho remoto, os profissionais passaram a ter mais flexibilidade e liberdade, não precisando viver perto do escritório. Texas e Flórida, sem imposto de renda estadual, tornaram-se destinos naturais.

Esse movimento não afeta apenas o mercado imobiliário. Construtoras, escolas, seguradoras, hospitais e até o comércio local sentem o impacto em cidades como Austin, Dallas e Tampa, que crescem em ritmo acelerado, enquanto regiões de origem enfrentam desafios como base tributária menor e mudanças na representação política no Congresso.

Vale um ponto de atenção: o quadro é mais complexo do que o rótulo "fuga de estados democratas" sugere. 

A migração internacional continua sustentando o crescimento populacional de estados como Califórnia e Nova Jersey, e cidades grandes voltaram a atrair moradores após anos de interesse por cidades menores durante a pandemia.

Para empreendedores e investidores brasileiros nos EUA, entender essa dinâmica é essencial: novos polos de oportunidade estão surgindo — e não apenas no setor imobiliário.

Saturday, July 18, 2026

A crise da Europa Cristã é um alerta para os EUA e toda a América?


 A perseguição aos cristãos é uma realidade crescente e amplamente documentada por organizações internacionais de defesa da liberdade religiosa. Entretanto, é importante distinguir entre perseguição violenta, repressão governamental, discriminação social e hostilidade cultural, pois cada uma dessas formas apresenta características diferentes.

Segundo a organização Open Doors, mais de 388 milhões de cristãos vivem hoje sob altos níveis de perseguição ou discriminação em razão de sua fé. Os casos mais graves concentram-se em países como Coreia do Norte, Somália, Iêmen, Sudão, Eritreia, Síria, Nigéria, Paquistão, Líbia e Irã. Nessas regiões, cristãos enfrentam prisões, assassinatos, sequestros, conversões forçadas, destruição de igrejas e severas restrições ao livre exercício da religião.

Na Europa, o cenário é diferente. Embora não exista uma perseguição sistemática comparável à observada em regimes autoritários ou sob o domínio de grupos extremistas, diversos sinais preocupam líderes religiosos e defensores da liberdade de culto.

Nos últimos anos, países como França, Alemanha, Espanha, Itália, Bélgica e Suécia registraram aumento de ataques contra igrejas, atos de vandalismo, incêndios criminosos, profanação de cemitérios e destruição de símbolos cristãos. Paralelamente, cresce o debate sobre limitações à manifestação pública da fé, incluindo controvérsias envolvendo símbolos religiosos, liberdade de expressão de líderes cristãos e conflitos entre princípios religiosos e legislações antidiscriminação.

Além disso, muitos cristãos praticantes relatam crescente pressão social, ridicularização de suas convicções, discriminação em ambientes acadêmicos e profissionais e marginalização por defenderem valores tradicionais. Embora esses episódios normalmente não configurem perseguição estatal, refletem um ambiente cultural cada vez mais desafiador para a expressão pública da fé cristã.

Enquanto isso, em países como a Nigéria, grupos extremistas continuam promovendo ataques letais contra comunidades cristãs. No Irã, convertidos ao cristianismo enfrentam prisões e restrições severas, e na Índia aumentam os relatos de violência contra igrejas e acusações baseadas em leis anticonversão.

A realidade mundial demonstra que a liberdade religiosa permanece sob pressão em diferentes formas e intensidades. Em alguns lugares, ela é ameaçada pela violência física; em outros, por mudanças culturais e restrições ao exercício público da fé. Conhecer essa realidade é essencial para compreender os desafios enfrentados pelos cristãos ao redor do mundo e para defender um dos direitos fundamentais de qualquer sociedade democrática: a liberdade religiosa.

Você querendo entender mais, veja o vídeo do Coalização Conservadora das Américas onde eu e meu cohost Eduardo Platon debatemos sobre esse importante tema: https://youtube.com/live/YD5aE9QsyTs

Tuesday, July 14, 2026

LISTAGEM - 50 Maiores Invenções, Tecnologias e Inovações Desenvolvidas nos Estados Unidos em 250 Anos


Os Estados Unidos ainda estão comemorando os 250 anos. Desde 4 de julho, que marcou oficialmente a data devido Dia da Independência, o mês é de celebração.

Luta de UFC na Casa Branca, desfile, festas, fantásticas exibições de drones, fogos, e festas das mais variadas. 

Dentro de vários temas, compilações de fatos históricos que são perfeitas viagem ao tempo. E 

E claro, como não poderia ficar de fora, as invenções americanas. Como no post anterior, estou listando as 50 Maiores Invenções, Tecnologias e Inovações Desenvolvidas nos Estados Unidos em 250 Anos. 

Sabemos que existem muito mais; mas foi o que o Chat GPT listou. 

Comunicação, Computação e Tecnologia

  1. Lâmpada elétrica prática – Thomas Edison
  2. Telefone – Alexander Graham Bell
  3. Transistor – Bell Labs
  4. Circuito Integrado (Chip) – Jack Kilby e Robert Noyce
  5. Microprocessador – Intel
  6. Computador Pessoal (PC) – IBM e Apple
  7. Sistema Operacional Windows – Microsoft
  8. Interface gráfica moderna e mouse comercial
  9. Internet (ARPANET) – DARPA
  10. World Wide Web comercializada em larga escala nos EUA
  11. Google Search
  12. Cloud Computing (AWS)
  13. Smartphone moderno (iPhone)
  14. Inteligência Artificial Generativa (OpenAI, Google, Anthropic)
  15. GPU para IA e Computação Paralela – NVIDIA
  16. Fibra óptica moderna
  17. Wi-Fi (desenvolvimento e padronização comercial)
  18. Bluetooth (forte desenvolvimento industrial nos EUA)
  19. Impressora a laser
  20. Fotocopiadora Xerox

Transporte e Indústria

  1. Avião motorizado – Irmãos Wright
  2. Linha de montagem em larga escala – Henry Ford
  3. Produção em massa do automóvel
  4. Veículos elétricos modernos (popularização pela Tesla)
  5. Código de barras (UPC)
  6. Impressão 3D comercial
  7. Forno de micro-ondas
  8. Teflon
  9. Kevlar
  10. Post-it Notes (3M)

Medicina e Biotecnologia

  1. Ressonância Magnética (MRI) comercial
  2. Tomografia Computadorizada (CT) moderna
  3. Marcapasso implantável moderno
  4. Desfibrilador moderno
  5. Insulina produzida por engenharia genética
  6. Vacinas de mRNA
  7. Cirurgia robótica (Da Vinci)
  8. Sequenciamento moderno de DNA
  9. Terapia gênica
  10. Órgãos artificiais e dispositivos cardíacos avançados

Espaço, Defesa e Navegação

  1. GPS (Global Positioning System)
  2. Programa Apollo
  3. Foguete Saturn V
  4. Ônibus Espacial (Space Shuttle)
  5. Foguetes reutilizáveis (SpaceX Falcon 9)
  6. Satélites modernos de comunicação
  7. Tecnologia Stealth (baixa observabilidade)
  8. Drones modernos
  9. Radar Doppler
  10. Sistemas modernos de mísseis guiados de alta precisão

Menções Honrosas

Estas tecnologias talvez não tenham sido originalmente inventadas nos Estados Unidos, mas foram revolucionadas, escaladas ou transformadas em padrão mundial por empresas americanas:

  • Amazon (e-commerce moderno)
  • Netflix (streaming)
  • Uber (mobilidade por aplicativo)
  • PayPal (pagamentos digitais)
  • SpaceX (nova economia espacial)
  • Moderna (vacinas de mRNA)
  • OpenAI (ChatGPT e IA generativa)
  • NVIDIA (revolução da IA)
  • Apple App Store (economia dos aplicativos)
  • Redes sociais modernas (Facebook, Instagram, X, LinkedIn)

As 10 Invenções Americanas que Mais Mudaram a Humanidade

  1. Avião
  2. Telefone
  3. Lâmpada elétrica prática
  4. Internet
  5. Microprocessador
  6. Computador Pessoal
  7. GPS
  8. Smartphone moderno
  9. Inteligência Artificial Generativa
  10. Vacinas de mRNA

A Grande Conclusão

O maior diferencial dos Estados Unidos nunca foi apenas inventar. Foi criar um ambiente onde uma ideia pode sair de uma garagem, transformar-se em uma startup, tornar-se uma empresa global e, finalmente, mudar a vida de bilhões de pessoas.

Essa combinação de liberdade econômica, proteção à propriedade intelectual, universidades de excelência, capital de risco, empreendedorismo e mercado consumidor fez dos Estados Unidos, ao longo de seus 250 anos de história, o maior ecossistema de inovação já construído pela humanidade.

Thursday, July 9, 2026

As 50 maiores invenções dos EUA em 250 anos

 


Os Estados Unidos estão completando 250 anos de história. E quando olhamos para esses dois séculos e meio, uma coisa fica muito clara: a força da América não veio apenas do seu território, do seu poder militar ou da sua economia. Veio também da sua capacidade extraordinária de inventar, desenvolver, aprovar, comercializar e escalar ideias que mudaram o mundo.

Quando falamos das maiores invenções desenvolvidas nos Estados Unidos, não estamos falando apenas de produtos. Estamos falando de transformação de civilizações.

Pense na lâmpada elétrica prática de Thomas Edison. Pense no telefone de Alexander Graham Bell. Pense no avião dos Irmãos Wright. Pense na linha de montagem de Henry Ford, que tornou o automóvel acessível e mudou para sempre a indústria mundial.

Depois vieram as tecnologias que criaram o mundo moderno: o transistor, o circuito integrado, o microprocessador, o computador pessoal, a internet, o GPS, o Google, o smartphone, a computação em nuvem e agora a inteligência artificial.

A América não apenas criou invenções. A América criou plataformas de transformação.

Na medicina, os Estados Unidos ajudaram a revolucionar o diagnóstico, o tratamento e a expectativa de vida. Ressonância magnética, tomografia computadorizada moderna, marcapasso implantável, desfibrilador, insulina por engenharia genética, vacinas de mRNA, cirurgia robótica, terapia gênica e sequenciamento de DNA. Isso não é pouca coisa. Isso é vida sendo prolongada, sofrimento sendo reduzido e ciência sendo aplicada em escala.

Na área espacial e militar, o impacto também é gigantesco. O Programa Apollo colocou o homem na Lua. O Saturn V mostrou ao mundo o poder da engenharia americana. O Space Shuttle abriu uma nova era espacial. A SpaceX levou esse conceito adiante com foguetes reutilizáveis. Além disso, satélites de comunicação, GPS, aviões stealth, drones modernos, visão noturna, radar Doppler e mísseis guiados mudaram completamente a defesa, a navegação, a agricultura, a logística e até a vida comum de qualquer pessoa com um celular na mão.

E não podemos esquecer as invenções do dia a dia: forno de micro-ondas, cartão de crédito moderno, caixa eletrônico, código de barras, fotocopiadora Xerox, impressora a laser, Post-it, Teflon, Kevlar e impressão 3D. Muitas vezes, essas invenções parecem simples, mas elas mudaram a forma como compramos, trabalhamos, cozinhamos, protegemos vidas e produzimos.

Na minha avaliação, cinco invenções americanas estão entre as mais impactantes da história moderna: o avião, o microprocessador, a internet, o GPS e o smartphone moderno. Essas cinco mudaram transporte, comunicação, defesa, comércio, educação, negócios e comportamento humano.

Mas aqui está o ponto principal: a grande diferença dos Estados Unidos não foi apenas inventar. Foi criar um ambiente onde invenções podem virar empresas, empresas podem virar indústrias, e indústrias podem virar poder nacional.

Esse é o verdadeiro segredo americano: liberdade econômica, proteção à propriedade intelectual, mercado de capitais, universidades fortes, cultura empreendedora, ambiente competitivo e capacidade de escalar.

Por isso, quando celebramos 250 anos dos Estados Unidos, não estamos celebrando apenas uma data histórica. Estamos celebrando uma nação que transformou ideias em progresso, ciência em riqueza, tecnologia em poder e inovação em influência global.

Os Estados Unidos provaram ao mundo que uma boa ideia, dentro do ambiente certo, pode mudar a história.

E essa talvez seja uma das maiores invenções da própria América: um sistema que permite que pessoas comuns criem coisas extraordinárias.

Tuesday, June 16, 2026

Mercado Imobiliário da Flórida no segundo semestre de 2026: Normalização. Não Colapso


O mercado imobiliário da Flórida entrou já no segundo semestre de 2026 em uma fase de normalização, e não de declínio. 

Ao contrário das previsões dos profetas do apocalipse de uma grande queda no setor, o mercado residencial do estado demonstrou resiliência, especialmente no segmento de casas unifamiliares. 

O preço mediano estadual dessas propriedades permaneceu próximo de US$ 420 mil durante o primeiro semestre do ano, enquanto o volume de vendas apresentou crescimento moderado em comparação ao ano anterior. 

Ao mesmo tempo, a oferta de imóveis aumentou em relação às condições extremamente restritas observadas entre 2021 e 2023, proporcionando aos compradores mais opções e maior poder de negociação.

O segmento de condomínios apresenta uma realidade diferente. Condomínios mais antigos, especialmente nas regiões costeiras, enfrentam pressão crescente devido ao aumento dos custos de seguro, exigências mais rigorosas de financiamento, maiores reservas obrigatórias para manutenção e expansão da oferta disponível. Como resultado, esse mercado vem apresentando desempenho mais fraco do que o segmento de casas unifamiliares.

O Sul da Flórida continua se destacando em relação ao restante do estado. Os condados de Miami-Dade, Broward e Palm Beach permanecem altamente atrativos para compradores nacionais e internacionais de alto poder aquisitivo, sustentados por um forte volume de transações à vista e pela demanda consistente por imóveis de luxo. Miami, em particular, continua se beneficiando da concentração de compradores com recursos próprios e da migração de patrimônio para a região.

Já o Sudoeste da Flórida, incluindo Fort Myers e Cape Coral, entrou em uma fase mais equilibrada após o boom imobiliário do período pós-pandemia. O aumento da oferta, o maior tempo de permanência dos imóveis no mercado e o fortalecimento do poder de negociação dos compradores refletem essa mudança.

Olhando para o restante de 2026 e para 2027, a direção do mercado dependerá principalmente das taxas de juros hipotecárias, dos custos de seguro, da disponibilidade de crédito para condomínios e do comportamento da oferta. O cenário mais provável é de estabilização gradual, com os imóveis de luxo e os mercados impulsionados por compradores à vista apresentando desempenho superior à média.

A conclusão é clara: a Flórida por ser um estado republicano, com incentivos fiscais, continua sendo um dos mercados imobiliários mais dinâmicos dos Estados Unidos. E como sabemos, o estado preferido dos brasileiros para morar como para investir. 

No entanto, o sucesso dependerá cada vez mais da localização, do tipo de imóvel e da capacidade dos investidores e compradores de navegar em um ambiente mais seletivo, competitivo e sofisticado. E não podemos nunca nos esquecer que como investimento imobiliário tudo depende de preço e localização. 

Wednesday, June 3, 2026

Mercado Imobiliário Americano 2026: O Fim da Euforia e o Retorno da Realidade


Por incrível que pareça já estamos no meio do ano de 2026. 

O Presidente Donald Trump, já praticamente quase na metade do seu segundo e último mandato, se esforçando junto com a sua equipe econômica, desafios do país, incluso guerra, tentando acertar o desastre econômico deixado pelo seu antecessor democrata, Joe Biden. 

Depois de anos de valorização quase irracional, o mercado imobiliário americano entrou oficialmente em uma fase de ajuste psicológico e financeiro. Os juros elevados continuam pressionando compradores, investidores e até grandes construtoras. O sonho da casa própria nos Estados Unidos não acabou, mas ficou mais caro, seletivo e profissional. Um dos cobiçados ítem do American Dream nunca sairá de moda.

Em várias regiões do país, especialmente na Flórida, Texas e Arizona, o estoque de imóveis começou a aumentar novamente. Muitos vendedores ainda insistem em preços da época da pandemia, enquanto compradores aguardam reduções mais agressivas. O resultado? Casas permanecendo mais tempo no mercado e negociações mais duras.

Outro fator importante é o aumento do custo do seguro residencial e dos impostos imobiliários, principalmente em estados costeiros. Em cidades como Miami, muitos proprietários estão descobrindo que o custo de manter um imóvel pode ser tão pesado quanto financiá-lo.

Ao mesmo tempo, investidores experientes enxergam oportunidade no caos. O mercado americano nunca para completamente; ele apenas muda de mãos. 

Quem tem capital, estratégia e visão de longo prazo começa a encontrar ativos descontados, construtoras pressionadas e proprietários cansados financeiramente.

O maior erro agora é analisar o mercado com emoção. O ciclo atual exige racionalidade, fluxo de caixa e capacidade de negociação. A era do “qualquer imóvel sobe” acabou.

Nos Estados Unidos, o mercado imobiliário continua sendo um dos pilares da economia. Mas em 2026, sobreviverão os profissionais preparados, não os aventureiros seduzidos pela fantasia de dinheiro fácil.

Monday, June 1, 2026

ISO 9001 não garante sucesso nos EUA


Você já reparou a facilidade que o Brasil fala de ISO 9001? Eu sempre me perguntei sobre isso. 

Acontece que quando vejo a quantidade de empresas certificadas no Brasil, e vejo o que muitas fazem aqui nos EUA, me reservo ao direito de questionar. 

Durante décadas, muitas empresas brasileiras passaram a enxergar a certificação ISO 9001 como símbolo máximo de profissionalismo e credibilidade. Podemos dizer status?

Sem dúvida, a certificação representa organização, padronização de processos e compromisso com qualidade. O problema começa quando empresários confundem ISO com preparo real para competir no mercado americano.

O Brasil possui aproximadamente 19 mil certificações ISO 9001 ativas. Já os Estados Unidos, mesmo sendo a maior economia do planeta e possuindo um parque industrial infinitamente maior, possuem cerca de 30 mil certificações. 

Podemos afirmar que é uma diferença relativamente pequena diante do poderio econômico americano perante o brasileiro. 

Isso levanta uma pergunta desconfortável: por que tantas empresas brasileiras certificadas ainda fracassam quando tentam exportar para os EUA? Foi o mencionado no início da matéria.

A resposta é simples: ISO não substitui cultura empresarial internacional.

Nos Estados Unidos, o comprador corporativo não quer apenas qualidade. Ele quer previsibilidade; e isso o exportador brasileiro deixa a desejar. Quer prazo cumprido, resposta rápida, documentação impecável, compliance, logística eficiente e capacidade de escala. 

O americano não quer “acompanhar” fornecedor. Ele quer segurança operacional! Isso é fato.

Muitas empresas brasileiras possuem ISO no papel, mas não na cabeça do dono como dizia meu querido e saudoso pai. Continuam operando de forma emocional, centralizada no dono e sem mentalidade internacional. 

Algumas ainda confundem networking com amizade, acreditam que participar de feira gera vendas automáticas e entram no mercado americano sem presença local, sem estratégia comercial e sem entender a cultura de negócios dos EUA. Sem entender A maneira americana de fazer negócios, o THE American Way of Doing Business.

Outro choque cultural importante é que, enquanto no Brasil a ISO ainda impressiona, nos Estados Unidos ela muitas vezes é vista apenas como obrigação básica. Dependendo do setor, possuir ISO 9001 não diferencia ninguém. É apenas o mínimo esperado.

Por isso, não é raro ver empresas brasileiras tecnicamente excelentes fracassando nos EUA, enquanto empresas americanas medianas dominam o mercado. Muitas vezes, a diferença não está no produto, mas na execução comercial, operacional e cultural.

No fim do dia, o mercado americano compra menos discurso e mais previsibilidade. 

Thursday, May 28, 2026

Internacionalizar a sua franquia para os EUA: Crescimento ou suicídio?


Dia de de maio de 2026, diretamente dos EUA, Richard W. Sanchez da Moriah International, Inc, esse blogger, teve o prazer de entrevistar durante uma LIVE o Advogado e Consultor Empresarial LuÍs Rodolfo Cruz e Creuz.

O debate foi em cima desse processo de internacionalização de empresas brasileiras para os Estados Unidos, no caso específico, franquias.

A LIVE foi recheada com tantas informações riquíssimas para qualquer empresário que considera o mercado americano como destino final, que passamos mais de 30 minutos dos 60 minutos previstos.

Veja vídeo clicando no link e compartilhe. Obrigado.

Internacionalizar a sua franquia para os EUA: Crescimento ou suiicídio?

Internacionalizar a sua franquia para os EUA: Crescimento ou suicídio

Networking não é Happy Hour. EUA x Brasil




O Advogado e Professor Mauro Moreira de Oliveira Freitas, CEO da GBG Network Ltda, debateu junto com esse blogger, Richard W. Sanchez da Moriah International, Inc, diretamente de Miami na Flórida, um tema muito discutido entre os profissionais brasileiros que querem se reunir.fora do escritório, ou seja para um business lunch ou after hours, sobre qual a diferença do networking do Brasil para o dos Estados Unidos. 

E mais, como o título carregou o nome Networking não é Happy Hour. EUA x Brasil, com um papo muito descontraído e rico, a LIVE teve uma audiência acima da esperada.

Veja essa LIVE clicando no link. Networking não é Happy Hour. EUA x Brasil

GUERRA SEM FIM. A Luta Constante Pela Liberdade. Maria Emília Voss escreve a história como tem que ser escrita

 


A maior e melhor cientista política brasileira, Maria Emília Voss, do conceituado canal do You Tube CANAL VOSS BRASIL, onde ela fala de Ciência Política, Geopolítica e Estratégia,  hoje já conta com mais de 125.000 seguidores, acaba de lançar no Brasil um livro que já está chamando a atenção de muitos, e já disponível na Amazon.

GUERRA SEM FIM. A Luta Constante Pela Liberdade.

Com a coragem, transparência e clareza que poucos analistas políticos, e porque não dizer até mesmo historiadores possuem, Maria Emília Voss narra a história da humanidade desde a Revolução Francesa, onde chama a nossa atenção para essa agenda que ela denomina “um projeto silencioso de dominação global vem sendo executado sob o disfarce da civilização, do progresso e da democracia”.

Na sua ousadia e coragem, ela chama pelo nome que tem que ser chamado que a maioria para ficar políticamente correto, não chama: Guerra Santa! E explica o porquê. 

Maria Emília Voss
Desde desconstrução da família à doutrinação nas escolas fruto de uma agenda internacional muito bem orquestrada e financiada, cada capítulo desvela uma camada dessa trama que afeta diretamente o Brasil e o mundo.

Como se diz no bom inglês, esse livro é um wake up call. Uma chamada em alto e bom som para que a sociedade acorde e veja o quanto todos nós estamos sendo manipulados 24/7/365 sem cessar.

Finalizando, como o texto promocional na própria Amazon diz:

A guerra só terá fim quando formos capazes de "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". Todo o resto é comentário.

Compre seu livro em português no link reduzido na Amazon. Depois de ler, deixe o seu comentário.

GUERRA SEM FIM. A Luta Constante Pela Liberdade

https://tinyurl.com/GuerraSemFim