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Wednesday, June 3, 2026

Mercado Imobiliário Americano 2026: O Fim da Euforia e o Retorno da Realidade


Por incrível que pareça já estamos no meio do ano de 2026. 

O Presidente Donald Trump, já praticamente quase na metade do seu segundo e último mandato, se esforçando junto com a sua equipe econômica, desafios do país, incluso guerra, tentando acertar o desastre econômico deixado pelo seu antecessor democrata, Joe Biden. 

Depois de anos de valorização quase irracional, o mercado imobiliário americano entrou oficialmente em uma fase de ajuste psicológico e financeiro. Os juros elevados continuam pressionando compradores, investidores e até grandes construtoras. O sonho da casa própria nos Estados Unidos não acabou, mas ficou mais caro, seletivo e profissional. Um dos cobiçados ítem do American Dream nunca sairá de moda.

Em várias regiões do país, especialmente na Flórida, Texas e Arizona, o estoque de imóveis começou a aumentar novamente. Muitos vendedores ainda insistem em preços da época da pandemia, enquanto compradores aguardam reduções mais agressivas. O resultado? Casas permanecendo mais tempo no mercado e negociações mais duras.

Outro fator importante é o aumento do custo do seguro residencial e dos impostos imobiliários, principalmente em estados costeiros. Em cidades como Miami, muitos proprietários estão descobrindo que o custo de manter um imóvel pode ser tão pesado quanto financiá-lo.

Ao mesmo tempo, investidores experientes enxergam oportunidade no caos. O mercado americano nunca para completamente; ele apenas muda de mãos. 

Quem tem capital, estratégia e visão de longo prazo começa a encontrar ativos descontados, construtoras pressionadas e proprietários cansados financeiramente.

O maior erro agora é analisar o mercado com emoção. O ciclo atual exige racionalidade, fluxo de caixa e capacidade de negociação. A era do “qualquer imóvel sobe” acabou.

Nos Estados Unidos, o mercado imobiliário continua sendo um dos pilares da economia. Mas em 2026, sobreviverão os profissionais preparados, não os aventureiros seduzidos pela fantasia de dinheiro fácil.

Monday, June 1, 2026

ISO 9001 não garante sucesso nos EUA


Você já reparou a facilidade que o Brasil fala de ISO 9001? Eu sempre me perguntei sobre isso. 

Acontece que quando vejo a quantidade de empresas certificadas no Brasil, e vejo o que muitas fazem aqui nos EUA, me reservo ao direito de questionar. 

Durante décadas, muitas empresas brasileiras passaram a enxergar a certificação ISO 9001 como símbolo máximo de profissionalismo e credibilidade. Podemos dizer status?

Sem dúvida, a certificação representa organização, padronização de processos e compromisso com qualidade. O problema começa quando empresários confundem ISO com preparo real para competir no mercado americano.

O Brasil possui aproximadamente 19 mil certificações ISO 9001 ativas. Já os Estados Unidos, mesmo sendo a maior economia do planeta e possuindo um parque industrial infinitamente maior, possuem cerca de 30 mil certificações. 

Podemos afirmar que é uma diferença relativamente pequena diante do poderio econômico americano perante o brasileiro. 

Isso levanta uma pergunta desconfortável: por que tantas empresas brasileiras certificadas ainda fracassam quando tentam exportar para os EUA? Foi o mencionado no início da matéria.

A resposta é simples: ISO não substitui cultura empresarial internacional.

Nos Estados Unidos, o comprador corporativo não quer apenas qualidade. Ele quer previsibilidade; e isso o exportador brasileiro deixa a desejar. Quer prazo cumprido, resposta rápida, documentação impecável, compliance, logística eficiente e capacidade de escala. 

O americano não quer “acompanhar” fornecedor. Ele quer segurança operacional! Isso é fato.

Muitas empresas brasileiras possuem ISO no papel, mas não na cabeça do dono como dizia meu querido e saudoso pai. Continuam operando de forma emocional, centralizada no dono e sem mentalidade internacional. 

Algumas ainda confundem networking com amizade, acreditam que participar de feira gera vendas automáticas e entram no mercado americano sem presença local, sem estratégia comercial e sem entender a cultura de negócios dos EUA. Sem entender A maneira americana de fazer negócios, o THE American Way of Doing Business.

Outro choque cultural importante é que, enquanto no Brasil a ISO ainda impressiona, nos Estados Unidos ela muitas vezes é vista apenas como obrigação básica. Dependendo do setor, possuir ISO 9001 não diferencia ninguém. É apenas o mínimo esperado.

Por isso, não é raro ver empresas brasileiras tecnicamente excelentes fracassando nos EUA, enquanto empresas americanas medianas dominam o mercado. Muitas vezes, a diferença não está no produto, mas na execução comercial, operacional e cultural.

No fim do dia, o mercado americano compra menos discurso e mais previsibilidade. 

Thursday, May 28, 2026

Internacionalizar a sua franquia para os EUA: Crescimento ou suicídio?


Dia de de maio de 2026, diretamente dos EUA, Richard W. Sanchez da Moriah International, Inc, esse blogger, teve o prazer de entrevistar durante uma LIVE o Advogado e Consultor Empresarial LuÍs Rodolfo Cruz e Creuz.

O debate foi em cima desse processo de internacionalização de empresas brasileiras para os Estados Unidos, no caso específico, franquias.

A LIVE foi recheada com tantas informações riquíssimas para qualquer empresário que considera o mercado americano como destino final, que passamos mais de 30 minutos dos 60 minutos previstos.

Veja vídeo clicando no link e compartilhe. Obrigado.

Internacionalizar a sua franquia para os EUA: Crescimento ou suiicídio?

Internacionalizar a sua franquia para os EUA: Crescimento ou suicídio

Networking não é Happy Hour. EUA x Brasil




O Advogado e Professor Mauro Moreira de Oliveira Freitas, CEO da GBG Network Ltda, debateu junto com esse blogger, Richard W. Sanchez da Moriah International, Inc, diretamente de Miami na Flórida, um tema muito discutido entre os profissionais brasileiros que querem se reunir.fora do escritório, ou seja para um business lunch ou after hours, sobre qual a diferença do networking do Brasil para o dos Estados Unidos. 

E mais, como o título carregou o nome Networking não é Happy Hour. EUA x Brasil, com um papo muito descontraído e rico, a LIVE teve uma audiência acima da esperada.

Veja essa LIVE clicando no link. Networking não é Happy Hour. EUA x Brasil

GUERRA SEM FIM. A Luta Constante Pela Liberdade. Maria Emília Voss escreve a história como tem que ser escrita

 


A maior e melhor cientista política brasileira, Maria Emília Voss, do conceituado canal do You Tube CANAL VOSS BRASIL, onde ela fala de Ciência Política, Geopolítica e Estratégia,  hoje já conta com mais de 125.000 seguidores, acaba de lançar no Brasil um livro que já está chamando a atenção de muitos, e já disponível na Amazon.

GUERRA SEM FIM. A Luta Constante Pela Liberdade.

Com a coragem, transparência e clareza que poucos analistas políticos, e porque não dizer até mesmo historiadores possuem, Maria Emília Voss narra a história da humanidade desde a Revolução Francesa, onde chama a nossa atenção para essa agenda que ela denomina “um projeto silencioso de dominação global vem sendo executado sob o disfarce da civilização, do progresso e da democracia”.

Na sua ousadia e coragem, ela chama pelo nome que tem que ser chamado que a maioria para ficar políticamente correto, não chama: Guerra Santa! E explica o porquê. 

Maria Emília Voss
Desde desconstrução da família à doutrinação nas escolas fruto de uma agenda internacional muito bem orquestrada e financiada, cada capítulo desvela uma camada dessa trama que afeta diretamente o Brasil e o mundo.

Como se diz no bom inglês, esse livro é um wake up call. Uma chamada em alto e bom som para que a sociedade acorde e veja o quanto todos nós estamos sendo manipulados 24/7/365 sem cessar.

Finalizando, como o texto promocional na própria Amazon diz:

A guerra só terá fim quando formos capazes de "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". Todo o resto é comentário.

Compre seu livro em português no link reduzido na Amazon. Depois de ler, deixe o seu comentário.

GUERRA SEM FIM. A Luta Constante Pela Liberdade

https://tinyurl.com/GuerraSemFim

Monday, May 25, 2026

Hoje é Memorial Day aqui nos EUA. O imigrante antipatriota e o partido democrata lembram de que?


Muito confundido com o Veterans Day, o dia dos Veteranos de Guerra que é para homenagear todos os que já serviram nas forças armadas americanas; o Memorial Day é para todos aqueles das forças armadas que morreram servindo esse grande país chamado Estados Unidos da América. 

Talvez não faça sentido para você que está lendo esse post. Mas se eu estou escrevendo e você está lendo, chances são porque um jovem, um pai de família, um marido, ou filho ou filha morreram para que nós pudéssemos ter essa liberdade que é cobiçada pelo mundo inteiro.

Muitos encaram esse feriado nacional como simplesmente a abertura do verão americano. Outros associam a barbeque que é o churrasco americano na grelha, entenda, hamburger, cerveja e parques. Quando não um simples feriado esticado.

Literalmente falando, não estão “nem aí” para a dor das famílias destruídas que ficam. Me entristece muito o coração, ver principalmente o partido democrata que a história prova, que não estão nem aí para os militares; haja visto o que aconteceu nos últimos governos democratas. Só você lembrar o que aconteceu em Benghazi na Líbia no governo Obama, ou na saída do Afeganistão no governo Biden, ambos democratas!

Quanto aos milhões de imigrantes que aqui chegam de todas as nacionalidades, muitos brasileiros inclusos, vêm para cá, e só querem tirar vantagens da terra. Não pensam, nem consideram construir nada para a sociedade americana; esquecem que esse país os acolheu como chegaram. Demonstram total desrespeito para com o país! 

Para os que nunca prestaram atenção ou nunca foram informados, registramos aqui uma coisa que logo confirmamos quando aqui chegamos em 1991: Liberdade não é de graça! E não existe maior sacrifício do que dar a própria vida por um país, ou por um ideal.

O Presidente Republicano Ronald Reagan, eternizou uma frase quando disse que um jovem na guerra perdeu duas vidas, a que viveu e a que deixou de viver. Até onde eu sei, nenhum outro presidente já tinha resumido a morte de um herói de guerra dessa maneira.

Se você não acredita, vá visitar o Cemitério Militar de Arlington em Virginia, bem pertinho de Washington, D.C. Costumo dizer que esse cemitério deveria ser passagem obrigatória para o mundo inteiro ver, principalmente para todos que residem nesse país, quanto custa a liberdade, quanto custa a democracia. Aqui você aprende que democracia vai além dos votos! Democracia está acima de qualquer partido e ideologia.

Quando visitei Arlington, meu filho que é americano nato era pequeno; hoje já um adulto. Assim que cheguei, me emocionei muito. Meus primeiros minutos foram embaixo de muita emoção e muita gratidão. Se já na época era grato e respeitava os militares, depois dessa experiência, mais grato e respeitador passei a ser, e desde então tenho ensinado a valorizar e respeitar militares a qualquer um. 

Esse blogger confessa: eu não faria por eles o que eles fazem por mim. E acredito que você também não faria; por isso te pergunto: Você se vê no deserto agora, ou nas condições mais improváveis, improvisadas, arriscadas, no total desconforto, sem saber quando vai voltar para casa, se vai voltar, arriscando a sua vida por uma pessoa que não conhece? Sabendo que tem que matar para não morrer, e muitas das vezes nem sabe o que está fazendo lá?

Você se arriscaria por um sistema político que questiona? Acredito que não!

Como supracitado, se você acompanha política, mais uma vez, você entende o descaso e o desrespeito pela vida que o partido democrata tem pelos militares, isso é fato! Isso é pior ainda. Você se arriscaria?

Por isso o meu eterno respeito e eterna gratidão aos militares desse país, que serve em uniforme em qualquer capacidade e esfera, principalmente os que estão na linha de frente. 

God bless America! 

Friday, May 22, 2026

2026 NOS EUA: 10 Oportunidades de Negócios Escondidas que a Maioria dos Empresários Brasileiros Ainda Não Enxergou


Devido o sucesso da LIVE onde tivemos mais de 3.100 visualizações na plataforma de celular, estou adicionando parte do que foi falado nesse blog.

Se você ainda não viu, clique no link: 2026 nos EUA: Oportunidades escondidas

Durante décadas, o empresário brasileiro olhou para os Estados Unidos praticamente da mesma forma: abrir um restaurante, uma loja, importar produtos ou investir em imóveis.

O problema é que o mercado americano mudou drasticamente.

Em 2026, as maiores oportunidades não estão mais nos modelos tradicionais que a maioria conhece. O dinheiro grande está migrando para setores estratégicos, invisíveis para grande parte dos empreendedores brasileiros que ainda chegam aos EUA sem entender a nova economia americana.

A verdade é simples: os Estados Unidos estão vivendo uma transformação econômica silenciosa — e quem entender isso primeiro poderá construir negócios extremamente lucrativos.

1. Nearshoring Brasil–EUA

Empresas americanas querem reduzir sua dependência da China e estão buscando novos fornecedores na América Latina. O Brasil aparece como alternativa forte em diversos setores industriais e agrícolas.

A grande oportunidade não é necessariamente fabricar, mas atuar como ponte estratégica entre empresas brasileiras e compradores americanos.

2. Trade Finance para Exportadores

Exportadores brasileiros enfrentam dificuldades de crédito e capital de giro. Enquanto isso, fundos privados americanos estão entrando pesado em financiamento internacional.

Existe uma enorme oportunidade para consultores e estruturadores de operações internacionais ligando capital americano a produtores brasileiros.

3. Infraestrutura para Inteligência Artificial

A explosão da IA criou uma demanda gigantesca por:

  • energia,
  • data centers,
  • refrigeração,
  • automação,
  • sistemas elétricos.

O dinheiro da IA não está apenas nos softwares, mas principalmente na infraestrutura que sustenta essa nova economia digital.

4. Elder Care (Cuidado com Idosos) para Latinos

Os EUA estão envelhecendo rapidamente, inclusive a população latina.

Milhares de famílias procuram:

  • home care,
  • assistência médica personalizada,
  • serviços bilíngues,
  • apoio cultural.

Esse mercado cresce silenciosamente e possui demanda praticamente ilimitada.

5. Compliance Ambiental e ESG

O ESG deixou de ser discurso corporativo e virou exigência real de bancos, seguradoras e importadores americanos.

Empresas brasileiras que desejam exportar precisarão cada vez mais comprovar:

  • origem,
  • rastreabilidade,
  • conformidade ambiental.

Quem dominar essa área poderá prestar serviços extremamente valorizados.

6. Fractional Executive

Nos EUA explodiu o mercado de executivos terceirizados:

  • Fractional COO,
  • Fractional CMO,
  • Fractional CFO.

Empresas americanas buscam especialistas experientes sem precisar contratar executivos full-time. Profissionais brasileiros com experiência internacional podem ocupar esse espaço com enorme vantagem competitiva.

7. Serviços para Imigrantes de Alta Renda

O fluxo de empresários latino-americanos para Miami, Texas e Flórida continua crescendo.

Esses investidores precisam de:

  • estrutura empresarial,
  • planejamento patrimonial,
  • relocation,
  • networking,
  • orientação estratégica.

O mercado premium para imigrantes é muito maior do que a maioria imagina.

8. Micro-Manufatura Automatizada

Os EUA estão incentivando pequenas fábricas altamente automatizadas.

Estados como:

  • Texas,
  • Arizona,
  • Tennessee,
  • Geórgia,
    estão atraindo investimentos industriais gigantescos.

Isso abre espaço para fornecedores, distribuidores e operadores internacionais.

9. Inteligência Tributária Internacional

Milhares de brasileiros possuem negócios ou patrimônio nos EUA sem qualquer planejamento tributário adequado.

A demanda por:

  • estruturação patrimonial,
  • planejamento sucessório,
  • proteção de ativos,
  • consultoria binacional,
    cresce rapidamente.

É um mercado extremamente sofisticado e altamente lucrativo.

10. Produtos Brasileiros Premium

O mercado americano ainda conhece muito pouco do verdadeiro potencial dos produtos premium brasileiros.

Existe demanda crescente por:

  • cafés especiais,
  • cacau fino,
  • cosméticos naturais,
  • móveis premium,
  • alimentos funcionais,
  • produtos sustentáveis.

Mas o segredo não está no varejo comum. O grande dinheiro está no mercado B2B premium.

Conclusão

A maioria dos empresários brasileiros continua olhando para os Estados Unidos de maneira ultrapassada.

Enquanto muitos ainda pensam apenas em abrir pequenos negócios tradicionais, o mercado americano já está se movimentando para:

  • inteligência internacional,
  • infraestrutura,
  • serviços premium,
  • compliance,
  • cadeia global de suprimentos,
  • tecnologia,
  • capital privado.

A grande pergunta para 2026 é simples:

Você quer competir em mercados saturados… ou participar das novas oportunidades escondidas da maior economia do mundo?

Porque uma coisa é certa:

Os Estados Unidos continuam sendo a terra das oportunidades — mas somente para quem entende para onde o mercado está indo.

Wednesday, May 20, 2026

2026 nos EUA: Oportunidades que os empresários brasileiros desconhecem


Praticamente já estamos no meio do ano de 2026.

Ano com muitos desafios em todos os lugares do mundo. Dois países que nos unem, é o Brasil e os Estados Unidos.

Devido a turbulência política brasileira, que afeta diretamente a classe social, e a economia, muitos empresários e/ou exportadores, consideram o mercado americano como destino final.

Mas quais as oportunidades escondidas que os empresários brasileiros desconhecem nos EUA nesse ano de 2026?

Na LIVE de hoje já contamos mais de 3.000 visualizações, Rodrigo Nascimento, Consultor Empresarial em New Hampshire, e eu, Richard W. Sanchez, esse blogger, aqui direto da Cidade do Doral no Sul da Flórida, dividimos experiências com a audiência, e compartilhamos várias oportunidades escondidas.

Veja vídeo, comente e compartilhe. 2026 nos EUA: Oportunidades que os empresários brasileiros desconhecem

Friday, May 8, 2026

Segurança Alimentar e o Poder dos Gigantes da Carne nas Américas

 


O debate sobre segurança alimentar voltou ao centro da política americana após críticas ao domínio de gigantes frigoríficos como Tyson, Cargill, National Beef e JBS. Pecuaristas independentes denunciam há anos pressão abusiva sobre preços, contratos e condições comerciais, enquanto consumidores enfrentam inflação nos alimentos.

O tema expõe a diferença entre oligopólio, cartel e política antitruste.

Oligopólio ocorre quando poucas empresas dominam a maior parte de um mercado. No setor da carne bovina dos EUA, quatro grandes grupos concentram grande parcela do processamento e distribuição, criando enorme poder econômico e influência sobre produtores e consumidores.

Já cartel é quando empresas concorrentes deixam de competir livremente e passam a coordenar práticas como preços, oferta ou condições comerciais para controlar o mercado e aumentar lucros. Embora nem todo oligopólio seja cartel, mercados altamente concentrados criam ambiente propício para comportamentos abusivos.

É justamente aí que entra a política antitruste — conjunto de leis criadas para impedir concentração excessiva de poder econômico e proteger a livre concorrência. Nos Estados Unidos, essas leis permitem investigar monopólios, barrar fusões e punir práticas anticoncorrenciais.

O avanço desse debate vai além da economia. Para muitos conservadores, segurança alimentar tornou-se questão estratégica de soberania nacional. A preocupação envolve não apenas preços e abastecimento, mas também o risco de poucos grupos privados controlarem cadeias essenciais de proteína animal nas Américas.

A discussão agora é direta: combater a concentração excessiva fortalece o livre mercado ou amplia a intervenção estatal? Esse poderá ser um dos principais embates econômicos e políticos da próxima década.

Veja link do debate no CCA - Coalização Conservadora das Américas | Segurança Alimentar: A linha de frente da luta conservadora nas Américas

Wednesday, May 6, 2026

Qual o deficit habitacional dos EUA hoje e por que?

 


Apesar do preço da gasolina devido o fechamento do Estreito de Hormuz, os Estados Unidos apontam para uma recuperação histórica logo após o acordo de paz com o Irã. E isso poderá acontecer em dias, senão, em horas enquanto escrevo essa matéria.

Com essa recuperação, um outro desafio começa a surgir no horizonte, e dessa vez é doméstico: o preço dos imóveis.

Hoje, os Estados Unidos atravessam um dos maiores déficits habitacionais de sua história recente. Estimativas de entidades do setor imobiliário mais comedidos, apontam que o país possui uma carência entre 15 a 20 milhões de moradias no mínimo, resultado de mais de uma década de construção insuficiente diante do crescimento populacional e da alta demanda por imóveis.

Dois grandes problemas são apontados como causadores.

Problema 1 – considerado como o início, o deficit se agravou após a crise financeira de 2008, quando milhares de construtoras fecharam as portas e o ritmo de novas obras despencou. Desde então, o mercado americano não conseguiu recuperar plenamente sua capacidade de entrega. Além disso, juros elevados, aumento no custo de materiais e escassez de mão de obra elevaram ainda mais os preços dos imóveis e dos aluguéis.

Problema 2 – o plano de imigração do governo Biden de escancarar as fronteiras para qualquer imigrante entrar no país. Como números que variam de 15 à 25 milhões de pessoas que chegaram ao país em meses de desgoverno, esse deficit aumentou mais ainda. Dentro dessa expectativa, é considerado não só a necessidade atual de habitação, mas sim o avanço da população para os próximos anos. 

As regiões mais desabastecidas atualmente são o Nordeste e parte do Centro-Oeste americano. Estados como Nova York, Connecticut, Maryland e regiões da Pensilvânia apresentam forte pressão de demanda e pouca oferta de novas construções, o que mantém os preços elevados. Caso você não tenha atentado para o detalhe, estados democratas.

Isso mesmo, o déficit habitacional é mais acentuado em estados tradicionalmente democratas, devido aos incentivos que eles oferecem aos menos privilegiados, e as “loucas” regras urbanísticas, restrições ambientais para proteção da borboleta que voa somente a 3 metros acima da superfície ou do mosquito de uma só asa, claro que estou sendo sarcástico, mas é a realidade, e dificuldades para aprovação de novos projetos imobiliários. Califórnia e Nova York são exemplos clássicos desse cenário.

Já estados republicanos, especialmente no Sul, como Texas e Flórida, têm conseguido ampliar mais rapidamente a oferta habitacional graças a regulações menos restritivas e maior expansão territorial. Ainda assim, o crescimento populacional acelerado também começa a pressionar esses mercados.

Tuesday, April 21, 2026

O luxo chegando na Cidade do Doral mais uma vez

 


A palavra ‘ritz” em inglês quer dizer ostentação, uma demonstração pretenciosa de elegância e luxo. E sabemos, que é usada de diversas maneiras, não só no estilo de vida mas como também no apelo comercial. Seja no ramo hoteleiro ou residencial.

Dito isto, como não poderia deixar de ser, aqui mesmo na Cidade do Doral, Condado de Miami-Dade no Sul da Flórida, um novo empreendimento residencial de luxo de uso misto, o Ritz Sky Mansions, está previsto para ser desenvolvido muitíssimo em breve.

Aos que são familiarizados com a região, estará ocupando aproximadamente cinco acres de uma área atualmente utilizada como estacionamento, onde já funcionam os hotéis Aloft Miami Doral e Element Miami Doral, mais precisamente 3285 NW 107 Ave. Será um edifício de oito andares com 69 unidades residenciais de alto padrão,

Além das unidades residenciais, o empreendimento contará com cerca de 5.000 pés quadrados destinados a escritórios, estacionamento estruturado, arquitetura contemporânea, bicicletários, áreas paisagísticas, passarelas para pedestres, instalações de arte pública e também acomodará vagas de estacionamento para os hotéis já existentes no local.

O projeto Ritz Sky Mansion, afirma que terá baixo impacto viário, estando abaixo dos limites permitidos pelo Código urbanístico vigente.

Também foi ressaltado que o projeto incorpora melhorias relevantes ao espaço público, em linha com o plano diretor e o código de zoneamento da cidade, incluindo áreas cívicas ao redor do edifício, obras de arte pública e paisagismo reforçado. A proposta busca criar um ambiente urbano de alta qualidade, favorecendo a convivência e fortalecendo o senso de comunidade.

A Incorporadora Eurocon, teve o projeto aprovado pelo conselho da cidade por 3 votos a 2. Um pouco apertado, mas foi aprovado.

Agora é aguardar e desfrutar de mais um belo empreendimento na cidade.

Friday, April 17, 2026

The Fall of Legacy Media and the Rise of Truth. The yourNEWS revolution |Sam Anthony


It was broadcast last night, Thursday, April 16, 2026 | 8:00 PM EST | 21:00 Brasília Time. 

It was Live from the USA. Eduardo Platon and Richard W. Sanchez, representing The Americas Conservative Coalition, welcomed a very special guest: Sam Anthony, Founder & CEO of yourNEWS. This was the first-ever English-language broadcast of the program. 

Topic: The Fall of Legacy Media and the Rise of Truth. The yourNEWS revolution |Sam Anthony. 

Click the link. Subscribe, share, and turn on notifications so you do not miss the next video. 

Wednesday, April 15, 2026

Amazon não é o mercado americano. Feira de Negócios fecha mais contratos


A maioria dos brasileiros quando pensam em exportar hoje para os Estados Unidos, primeiro pensam na plataforma digital Amazon. Ou estou eu enganado?

Você exportador quer conquistar uma fatia do mercado americano. Você quer vender unidade? Quer  vender caixa? Ou quer vender pallets ou containers? Com contrato duradouros?

Qual a melhor estratégia para se posicionar nos Estados Unidos? Veja vídeo e entenda a grande diferença do Amazon para as feiras de negócios.

Veja vídeo clicando no link  Amazon não é o mercado americano. Feira de Negócios fecha mais contratos


Friday, March 6, 2026

Quer vender e vencer nos EUA? Comece pela pesquisa


Vender e vencer nos Estados Unidos continua sendo um dos maiores sonhos do empresário/fabricante/produtor brasileiro, apesar do desafio.

E quanto mais difícil e complicada fica a economia brasileira devido a agenda destruidora da esquerda, mais e mais brasileiros consideram o mercado americano como alternativa. Mas como começar?

Com a experiência de quem atende os brasileiros desde 1991, e ainda aprendendo A maneira americana de fazer negócio, THE American Way of Doing Business, afirmo sem hesitação que a maneira mais segura é a pesquisa; mesmo sendo uma pesquisa como chamamos aqui, de pesquisa rasa ou shallow research.

Você se aventurar em um mercado totalmente desconhecido sem saber o que fazer e o que não fazer, é simplesmente loucura; ao invés de ser sucesso, será estatística e mais um case de imigrantes que desafiaram o sistema. 

A máxima aqui é a seguinte: 

Quando você entende a indústria, você entende o mercado, mas a recíproca não é verdadeira. 

Saturday, February 28, 2026

Pronunciamento de Trump sobre a Operação Fúria Épica. EUA e Israel bombardeiam o Irã. (TRADUZIDO)


Hoje em um ataque coordenado com Israe, os Estados Unidos no comando do novo xerife, o Presidente Republicano Donald J. Trump, bombardearam a cabeça da serpente do terrorismo mundial, o Irã. 

Veja na íntegra e traduzido o pronunciamento à nação e ao mundo do Presidente Donald Trump sobre a Operação Fúria Épica

Pronunciamento de Trump sobre a operação Fúria Épica

Friday, February 13, 2026

Quem os democratas americanos protegem em Mineápolis?


Que a esquerda mundial tem a tendência de proteger e defender bandido, apoiado e incentivaddo por celebridades e políticos de todos os níveis, nós já sabemos. 

Mas até que ponto o partido democrata americano faz isso? O partido democrata tem chocado aos mais antenados quanto ao desrespeito a vida humana. 

É simplesmente inacreditável até que ponto eles estão dispostos a chegar para prosseguir com uma agenda antipatriota, antiAmérica e por aí vai todos os "antis" que são contrários a Constituição dos Estados Unidos, a moral e bom costumes dessa grande nação chamada Estados Unidos. 

Com a agenda de deportação que o Presidente Donald Trump defendeu nas 3 campanhas, e foi eleito na última com um mandato de quase 80 milhões de votos, junto com a fronteira fechada, a deportação tem sido feita. 

O mundo tem acompanhado a violência que tem acontecido nos estados democratas, entenda, santuários; onde o imigrante ilegal tem mais moral, direito e benefícios do que um americano nato e até mesmo um veterano de guerra! Você sabia?!

Acontece que todas as ações da polícia de imigração nos estados republicanos onde dezenas de milhares de criminosos imigrantes ilegais já foram presos, praticamente houve zero de ocorrência, zero de violência. Como explicar?

Recentemente na cidade de Mineapolis que é a capital do estado de Minesota, estado democrata e santuário, como previamente avisado pelo governo Trump, duas vidas se foram durante uma manifestação, onde essas duas vítimas ou ativistas confrontaram a polícia de imigração, que é agente federal, contrariando e desafiando as leis.

Se você ainda não viu ou tomou conhecimento do que aconteceu e tem acontecido, veja esse vídeo e tire as suas conclusões. 

Quem os democratas americanas protegem em Mineapólis?

Thursday, February 5, 2026

3 sinais de que você não está pronto para vender nos EUA

O mercado americano continua sendo o sonho da maioria dos exportadores brasileiros.

Mas por incrível que pareça, apesar de estarmos em fevereiro de 2026, 3 pontos ainda ameaçam o sucesso dessa maioria.

Como Business Advisor e Consultor Empresarial nos Estados Unidos, atendendo exportadores brasileiros de todos os tamanhos, perfis e regiões do Brasil desde 1991, continuo vendo os mesmos erros.

Será comportamento cultural?

Caso você seja exportador, por acaso tem algum desses sinais? Veja vídeo e responda.

sinais de que você não está pronto para vender nos EUA


Saturday, January 24, 2026

1 ano de Trump. Video oficial da Casa Branca comemorando legado e conquistas


 O Presidente Donald Trump e os Estados Unidos comemoraram 1 ano de volta à Casa Branca.

Assim como na primeira administração, o Presidente Donald Trump está batendo recordes em todas as possíveis métricas, trazendo de volta o patriotismo e orgulho de ser americano, e deixando um legado para gerações por vir.

Presidente Donald Trump com a meteórica recuperação dos Estados Unidos, com os 8 acordos de paz, recém atuação em Davos, já é considerado um dos melhores presidente que não só os Estados Unidos já teve, mas como o mundo também já conheceu.

Para desespero do partido democrata, a agenda América Primeiro e/ou MAGA tornando a América Grande Novamente, tem funcionado muito bem e com grande aceitação.

Veja video oficial da Casa Branca mostrando momentos históricos com belas imagens desse primeiro ano de governo. Clique no link agora.

1 ano de Trump. Video oficial da Casa Branca comemorando legado e conquistas

Thursday, January 22, 2026

Hipocrisia política: O ICE não mudou. Só mudou quem conta a história

O Presidente Donald J. Trump foi eleito com um mandato de quase 80 milhões de eleitores, quebrando recordes eleitorais, inclusive fazendo com que todos os estados pêndulos, votassem no candidato republicano que era ele, e não no democrata que era a Kamala Harris. 

Um dos tópicos da agenda do Presidente Trump que ocupou a Casa Branca pela segunda vez como presidente de número 47, foi fechar a fronteira que foi escancarada como parte da agenda comunista da administração anterior, e deportar o maior número possível de imigrantes ilegais, concentrando primeiramente nos imigrantes ilegais. 

Acontece que devido a uma agenda bem organizada e orquestrada, financiada pelos democratas, muitos governadores, deputados, senadores dentre outras "celebridades" políticas ou não, estão incentivando a uma grande massa de manobra a desrespeitar e se rebelar contra as autoridades federais, no caso o I.C.E. - Immigration Customs and Enforcement.

Se você acha que o ICE - Immigration Customs and Enforcement dos Estados Unidos mudou com o governo republicano do Presidente Donald Trump, este vídeo vai te incomodar. Vai surpreender você mostrando que essa abordagem, não começou no governo do Presidente Republicano Donald John Trump.

Assista antes de opinar Hipocrisia pol'itica: O ICE não mudou. Só mudou quem conta a história.