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Friday, March 6, 2026

Quer vender e vencer nos EUA? Comece pela pesquisa


Vender e vencer nos Estados Unidos continua sendo um dos maiores sonhos do empresário/fabricante/produtor brasileiro, apesar do desafio.

E quanto mais difícil e complicada fica a economia brasileira devido a agenda destruidora da esquerda, mais e mais brasileiros consideram o mercado americano como alternativa. Mas como começar?

Com a experiência de quem atende os brasileiros desde 1991, e ainda aprendendo A maneira americana de fazer negócio, THE American Way of Doing Business, afirmo sem hesitação que a maneira mais segura é a pesquisa; mesmo sendo uma pesquisa como chamamos aqui, de pesquisa rasa ou shallow research.

Você se aventurar em um mercado totalmente desconhecido sem saber o que fazer e o que não fazer, é simplesmente loucura; ao invés de ser sucesso, será estatística e mais um case de imigrantes que desafiaram o sistema. 

A máxima aqui é a seguinte: 

Quando você entende a indústria, você entende o mercado, mas a recíproca não é verdadeira. 

Thursday, February 5, 2026

3 sinais de que você não está pronto para vender nos EUA

O mercado americano continua sendo o sonho da maioria dos exportadores brasileiros.

Mas por incrível que pareça, apesar de estarmos em fevereiro de 2026, 3 pontos ainda ameaçam o sucesso dessa maioria.

Como Business Advisor e Consultor Empresarial nos Estados Unidos, atendendo exportadores brasileiros de todos os tamanhos, perfis e regiões do Brasil desde 1991, continuo vendo os mesmos erros.

Será comportamento cultural?

Caso você seja exportador, por acaso tem algum desses sinais? Veja vídeo e responda.

sinais de que você não está pronto para vender nos EUA


Saturday, May 3, 2025

Amazon vai abrir dezenas de depósitos em áreas rurais dos EUA


A gigante do e-commerce Amazon está se preparando para construir dezenas de novos depósitos nos Estados Unidos voltados para atender regiões rurais.

A ideia é expandir sua estrutura de entregas e depender menos de empresas como o USPS que é o correio americano, ou a UPS, que muitos brasileiros também conhecem. A meta é concluir essa expansão até o fim do ano que vem.

Desde 2020, a Amazon tem investido na criação de uma rede própria de entrega no interior.

Hoje, ela já conta com cerca de 70 centros desse tipo estratégicamente espalhados pelo país, mas a expectativa é chegar a 210 até o fim de 2026. Ao todo, a empresa planeja investir US$ 4 bilhões nesse projeto, criando assim um impacto econômico nessas regiões sem precedentes.

A Amazon já construiu uma operação logística enorme nos últimos anos, com centenas de depósitos nas grandes cidades e uma rede de milhares de motoristas contratados que dirigem as vans azuis da marca.

Com o retorno do Presidente Donald Trump à presidência em 20 de janeiro desse ano, e seu discurso de valorização da economia americana, combate as tarifas abusivas principalmente contara a China, e geração de empregos, várias empresas principalmente as gigantes da tecnologia, como Apple e Nvidia já anunciaram grandes investimentos nos EUA.

A saber, até a presente data desse post, quase US$ 8 trilhões de compromisso de megas corporações já negociaram com a Casa Branca!

Segundo a Bloomberg, a Amazon chegou até a discutir com o Presidente Donald Trump a possibilidade de fazer um anúncio oficial sobre os próprios planos de expansão no país.

No caso das áreas rurais, a Amazon costumava repassar a maior parte das entregas para outras transportadoras. Mas agora está mudando essa estratégia.

A UPS, por exemplo, anunciou que vai cortar 20 mil empregos este ano e fechar vários centros, justamente por causa da queda nas entregas para a Amazon.

A empresa acredita que essa nova rede rural pode gerar até 100 mil empregos diretos e indiretos — tanto dentro dos centros de distribuição quanto entre os motoristas contratados. E, segundo a Bloomberg, a Amazon também está considerando um investimento ainda maior: US$ 15 bilhões para ampliar seus depósitos e hubs de entrega, revertendo a desaceleração das construções que veio depois da pandemia.

Como costumo falar, a concorrência nos Estados Unidos é predadora. Com certeza milhares de transportadoras ou mesmo lojas de porte dos mais diversos segmentos, jamais imaginaram que um dia chegaria uma empresa com uma proposta tão disruptiva, e mexeria com toda a estrutura de logística do mercado americano, a final caso você não saiba, a Amazon diz ser uma empresa de logística e não uma plataforma de e-commerce. Agora você sabe!

E se você é investidor imobiliário, como aproveitar esse impacto econômico causado pela Amazon, e seguir a rota de expansão?

A resposta é simples: conhecendo A maneira americana de fazer negócio.

Agora você também já sabe!

 

 

 

Tuesday, January 21, 2025

Qual o impacto para o Brasil e para o mundo da nova política americana tarifária do governo Trump?

Presidente Donald J. Trump acaba de assumir a Casa Branca para um revolucinário mandato.

A nova política tarifária dos Estados Unidos sob o governo Trump promete sacudir o cenário global, com reflexos significativos para o Brasil e outras economias emergentes.

Como promessa de campanha, ao criar a External Revenue Service (Serviço de Receita Externa), o presidente demonstra seu compromisso com a agenda "América Primeiro", buscando combater práticas comerciais que considera injustas e proteger a economia americana.

Para o Brasil, maior exportador de produtos agrícolas como soja, carne e café para os EUA, as mudanças podem gerar tanto desafios quanto oportunidades. A pergunta é: está o Brasil preparado para negociar com os EUA?

O aumento de tarifas sobre bens importados pode elevar os custos para empresas brasileiras que dependem do mercado americano, tornando seus produtos menos competitivos. No entanto, setores menos afetados por tarifas específicas, como o agronegócio, podem se beneficiar da possível redução da concorrência de outros países que enfrentem sanções tarifárias mais severas.

Pergunto mais uma vez: está o Brasil preparado para negociar com os EUA para tirar vantagem desses setores menos afetados por tarifas específicas?

Globalmente, a estratégia de Trump pode desencadear uma guerra tarifária, incentivando retaliações de grandes parceiros comerciais, como China e União Europeia. Isso pode fragmentar ainda mais as cadeias de suprimentos globais e enfraquecer o comércio multilateral. Países exportadores de commodities, como o Brasil, podem sofrer com a volatilidade dos mercados e a redução na demanda internacional.


Por outro lado, o Brasil pode aproveitar a oportunidade para fortalecer acordos bilaterais e diversificar sua base comercial, buscando novos mercados e reduzindo sua dependência dos EUA. Para isso, será crucial investir em competitividade, inovação e diplomacia econômica.

Com os comentários e agressões do governo atual durante a campanha presidencial de 2024, perguntarei pela terceira vez: está o Brasil preparado para negociar com os EUA?

A política tarifária do governo Trump, ao desafiar o status quo do comércio global, impõe um alerta para o Brasil e para o mundo: é necessário adaptar-se rapidamente a um cenário de maior protecionismo e competição.

As respostas dos países a essa nova realidade determinarão seu lugar no redesenho das relações econômicas globais, e claro, com os Estados Unidos.

Muitos dizem que o Presidente Donald Trump chegou chutando a porta. Mas que nem diz um querido Amigo meu. "Em toda negociação, sempre existe um facão. Um fica na ponta e outro segura o cabo". E hoje, quem segura o cabo, é o presidente de número 47 dos Estados Unidos da América, Presidente Donald J. Trump.

Tuesday, June 26, 2018

Aviso cancerígeno na água? Na Califórnia sim! Como é isso?


Se você é exportador brasileiro de qualquer produto onde água é um componente, já no segundo semestre desse ano, conhecer a Proposition 65, irá fazer a diferença do seu produto se posicionar nas pratileiras americanas, principalmente na Califórnia. E claro, evitar um baita de um processo?

Opa! Agora você chamou a minha atenção, Richard! 


Mas aí você diz o seguinte: eu não exporto para a  Califórnia. Mas eu te respondo: a Califórnia é fomadora de opinião nos Estados Unidos, e logo outros estados americanos estarão copiando. Tenha certeza disso!

Mas o que é Proposition ou Prop.65?

Conhecida como Safe Drinking Water and Toxic Enforcement Act of 1986, Água Potável Segura ou Decreto Contra Toxinas, perdoe se não consegui a tradução perfeita, mas creio que já entendeu a proposta, todos envolvidos na cadeia produtiva, desde fabricante, fornecedores, distribuidores, representantes, varejistas e qualquer outra posição que você possa imaginar que participe desse processo até chegar ao consumidor final, terá obrigatoriedade por lei, a partir de 30 de agosto de 2018, a apresentar um rótulo ou etiqueta de segurança.

A prop 65 tem como objetivo informar ao consumidor, todos os químicos usados na água que causam ou podem causar cancer, defeitos de nascença dentre outras doenças.

Como sempre, apesar dessas medidas serem confusas, se você acha que pode passar por cima dos compliances and regulations já determinado e prontos para serem aplicados, aviso que você terá problemas e muito sérios de posicionamento.

 A Metodologia PFP – preparar, formatar para posicionamento no mercado americano, nesses produtos, mais do que nunca terão que ser aplicados.

Se o fabricante não estiver preparado e formatado para as novas exigências do mercado, esquece que ele não terá chance.

E mais, se o fabricante não considerar um bom seguro de liability (responsabilidade civil) e até mesmo um eventual plano de recall, meu conselho: esquece os Estados Unidos!

Esquecer como se eu já estava considerando o maior mercado do mundo, diz você?

Minha respota é a de sempre: se prepare com os devidos seguros, adicione nos custos e vamos para frente.

Mas aí você continua dizendo, meu produto usa água mas não é para beber mas para outro tipo de uso. 

Meus Amigos, welcome to America! Uma vez que firmar jurisprudência, o resto vem na carona. Esteja preparado e formatado! 

Informações oficiais no site da OEHHA – Office of Environmental Health  HazardAssessement que é uma das agências de proteção ambiental do Estado da Califórnia / CalEPA – California Environmental Protection Agency.

Como sempre digo, a festa nos Estados Unidos é maravilhos mas o bilhete de entrada é caro!

Monday, October 2, 2017

Feira de qualidade?! Como é isso nos Estados Unidos

Muitos nos perguntam de que o mercado americano precisa.

Ousamos a dizer que o mercado americano praticamente não precisa de mais nada em termos de idéias mas sim de qualidade de produtos ou serviços. 

Tenha certeza que o espírito de excelência ainda é um grande diferencial e apelo comercial em qualquer área ou nível comercial.

Aqui tem de tudo que você imaginar e em grande quantidade. Só que de qualidade, muitas das vezes comprometedora. Mas é assim, pergunta você. Sim, é! Mas o que fazer?

No aspecto fabricação, como sabido, o que muitas das vezes o que dá qualidade no produto é o máquinário.

Dito isto, acontece nesse mês, de 24 à 26, na cidade de Rosemont em Ilinois, a famosa feira The Quality Show.

The Quality Show acontece todos os anos e trás ao mercado americano e mundial, o que existe de mais moderno em maquinário para dar o acabamento ideal ao seu produto ou fábricá-lo com uma qualidade irretocável.

Aos interessados, favor acessar site oficial www.qualityshow.com

Saturday, August 5, 2017

Canal de Consultoria e Negócios nos Estados Unidos no YT é atualizado com 7 seções e playlist


 Se você pensa em abrir empresa nem Miami, Orlando ou qualquer outra cidade da Flórida ou até mesmo dos Estados Unidos, o Canal de Consultoria e Negócios da Moriah International, Inc é visita obrigatória.

Carregando uma experiência de quem empresaria com o Brasil desde 1991, Richard Sanchez, esse blooger e You Tuber, passa para todos os brasileiros que querem importar, exportar, distribuir sua linha de produto no mercado americano, sua experiência.

Com mais de 30 vídeos já publicados no Canalde Consultoria e Negócios até a data de hoje e vários já gravados, estamos seguindo um cronograma para a devida publicação. 

Os assuntos são os que mais interessam aos brasileiros que pensam em imigração e/ou abertura de empresa.

Hoje existem um sete categorias de vídeo.

Abertura de empresa em Miami ou nos Estados Unidos

  • 3 etapas para abrir empresa nos EUAAbertura de empresa em Miami: Home Office
  • Abrir empresa nos EUA. O preço do sonho
  • Como preparar, formatar e posicionar sua empresa para o mercado americano?
  • Que negócio abrir em Miami?
  • Vale a pena abrir empresa nos Estados Unidos?
  • O bom d eempresariar nos Estados Unidos 
Coaching e desenvolvimento pessoal 
  • O Rei Salomão e você nos Estados Unidos
  • Tenho coragem de me fazer essas perguntas?
Comportamento cultural e político
  • Como conquistar o mercado americano de graça?
  • Com fazer networking nos EUA?
  • O jeitinho brasileiro funciona nos Estados Unidos?
  • Miami não é Brasil. Aprenda inglês!
  • Se me candidatasse a presidente dos EUA!
  • Você brasileiro naturalizado.Vote! 
Legislação 
  • Imóvel ou contabancária nos EUA? Lei da Anistia. Conhece?
  • O Imposto de Renda e você nos EUA 
Marketing, distribuição e logística 
  • Com escolher um embarcador nos EUA?
  • Marketing de trade show nos Estados Unidos
  • Por que ter estoque regulador nos EUA?
  • Qual a sua capacidade produtiva para exportar para os Estados Unidos?
  • Qual a relação da pesquisa e do pesquisador nos EUA?
  • Qual o seu diferencial para os Estados Unidos
  • Você tem precó competitivo para os EUA? 
Porque Doral? Miami? Flórida? 
  • Por que a Cidade do Doral?
  • Por que o Condado de Miami-Dade?
  • Por que a Flórida? 
Vídeos institucionais e promocionais da Moriah International, Inc 
  • 15 razões porque contratar a Moriah International nos EUA
  • Consultoria e Negócios nos EUA. Vídeo inaugural
  • Consultoria e Negócios nos EUA. Vídeo promocional da Moriah International
  • Empresa brasileira de conversão de marcas nos Estados Unidos
Depois de visitar nosso Canal deConsultoria e Negócios, não deixe de se inscrever, curtir e compartilhar com seus amigos ou na sua rede social.

Caso você tenha alguma sugestão ou idéia, faça um contato conosco através do formulário de contato da www.moriahinternational.com 

Monday, July 17, 2017

Como conquistar o mercado americano de graça?

Com a crise sócio-econômica-política que o Brasil vive hoje, exportar para os Estados Unidos sempre é um plano B para a maioria dos empresários e/ou fabricantes.

Muitos acreditam que podem chegar e conquistar o mercado americano de graça.

Será que podemos comemorar como a foto ao lado oh yes! It is free?

Finalmente, segue a resposta em vídeo, que muitos perguntam a esse blogger/consultor há muito tempo.

Veja o vídeo para saber da resposta e tire as suas conclusões.  



Thursday, July 23, 2015

O que precisa para conquistar um cliente de luxo ou uma grande fatia do Mercado Americano?

Classe AGargalhada!
Grana! Muita grana! 

O Brasil virou exportador. Muitos fabricantes e empresários querem vir para cá, e conquistar os Estados Unidos. Mas fica a pergunta: estariam eles dispostos a investir nessa conquista?

Podemos estar errados, mas nos parece que a defasagem entre o rico e o pobre está cada vez mais distanciada. A chamada classe dos 1% dos americanos, sabe quem ela é e o poder de compra que tem. Os grandes compradores americanos, também sabem quem são.

Nos imóveis de dezenas de milhões de dólares os corretores estão fazendo coisas, adotando estratégias que a maioria dos brasileiros, deverão perguntar: como pode? Funciona? Respondemos, sim pode e funciona, se não, não fariam.

Como a proposta de porque você tem que fazer negócio comigo, cada vez o vendedor nos Estados Unidos tem que criar um diferencial para se destacar da competição, encantar o comprador e ser lembrado.

Em Los Angeles, os corretores chegam ao ponto de investir em voo de helicóptero para sobrevoar a propriedade, criar filme muito bem editado de apresentação bem no estilo Hollywood, dar um open house que pode custar uns bons milhares de dólares para de repente, o cliente falar, não gostei! 


 Em um veículo conceituado de imóveis de luxo, recentemente publicou que um corretor chega a dizer que gastou quase US$ 300 mil em promoção para um imóvel de US$ 77 milhões de dólares.

E você fabricante? Quanto quer investir para visitar o comprador de uma grande cadeia americana que possui dezenas e/ou centenas de loja, que tem chama de repente?

Quanto você quer investir para enviar as amostras para uma cadeia de loja super cobiçada que o mundo todo que ter uma oportunidade de ter esse tipo de exposição?

Seja para vender produto ou para você brasileiro incorporador, que quer vir aqui, construir e vender. Saiba que investimento em promoção, marketing e merchandising também fazem parte do produto ou serviço que pensa em negociar. 

E os resultados a serem alcançados, estão diretamente ligados ao tamanho do investimento. Se você não criar o chamado WOW fator vai ficar muito difícil. Abra o olho quem te falar o contrário. Se você acha que estamos exagerando, tente!

Friday, September 24, 2010

Porque não retornar o telefonema ou email que prometeu?

A bíblia nos ensina no livro de Mateus 5:37 que seja o nosso falar:sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.

Porque estamos escrevendo isso? O que tem haver entre o que falamos, da maneira que nos expressamos com o comércio com os Estados Unidos?

Porque aquele que quer fazer negócio com o mercado americano, tem que ser objetivo e se esforçar ao máximo, não queremos usar a palavra honrar para não ficar pesado, para fazer o que diz que vai fazer. Seja retornar um email, seja retornar uma ligação como muitos se comprometem, e nada fazem.

Como em um artigo polêmico por nós publicado nesse mesmo blog em 24 de agosto de 2009 chamado You Got Email, a cultura americana, tem praticamente tolerância zero para esse tipo de postura. Seja um telefonema não devolvido em que a parte diz ou promete que vai ligar e não liga...ou email não respondido que a parte diz ou promete que vai responder e não responde...nós brasileiros que muitas vezes estamos no meio da negociação e assumimos compromissos junto as empresas americanas, ficamos em uma situação complicadíssima...e quanto maior a transação, menor a tolerância por parte dos americanos... porque a imagem começa a ficar arranhada...a confiança comprometida...será uma influência dos políticos brasileiros junto ao empresariado brasileiro?

O empresário brasileiro que quer comercializar com os States, não responder um e-mail ou dois, um telefonema ou dois até entendemos, mas três ou quatro, com toda a facilidade de comunicação que existe hoje, deixamos a imaginação de você leitor à vontade; afinal brasileiro é tido como muito criativo.

Vamos reverter a experiência...e se fosse tentando fazer um negócio grande, nos ligasse 3 ou quatro vezes, e não retornássemos a ligação? Ou prometêssemos?  Déssemos a palavra sobre o telefonema ou email? Marcasse dia e hora e não ligássemos? Como se sentiria?

Talvez devido a cultura brasileira conviver mais com isso, basta ver quem elege para o governo, consegue administrar mais esse tipo de postura mas não os americanos...principalmente os que não estão muito ligados na cultura latina.

Mais uma vez, a tolerância é zero e muitos negócios são perdidos e desestimulados  pelas fábricas americanas simplesmente por não compactuar com esse tipo de postura e atendimento. Choque cultural? Quem tem que ceder? Quem compra ou quem vende? Quem está certo ou errado nessa relação?

Esse problema é tão grande que já virou até debate no LinkedIn de um grupo de brasileiros que opera aqui fora.

Mas onde entra Mateus 5:37 nisso tudo? Nas desculpas que se seguem...de um modo geral são desastrosas...sem querer espiritualizar mais ainda o texto...como se diz no próprio livro de Mateus...nada há de escondido que não venha ser revelado.

Como bem sabemos...a verdade pode ser evitada mas não negada! Não seria mais fácil fazer o que se diz ou que se compromete a fazer? Onde está a dificuldade de não fazer?

Friday, December 18, 2009

Alguém falou em crise nos USA?


Como um dos objetivos desse blog é curiosidade em relação ao mercado americano, tomamos conhecimento que a poderosa empresa de transporte UPS – United Parcel Service estará adicionando 37 aeronaves só para atender a semana de pico de Natal, a chamada peak week.

Serão mais de 22 milhões de pacotes com mais de 250 deliveries por segundo a nível mundial.

Estudos apontam que o dia mais busy para todas as transportadoras nos Estados Unidos será o dia 21, próxima segunda-feira, porque acumula as entregas de final de semana mais o que pessoal passa “se distraindo”..comprando na internet. Só de compra na internet, a UPS considera quase 35 milhões de pacotes para o dia 21!

Isso sem falar na Fedex, DHL, no correio americano USPS...alguém falou em crise financeira nos States? Detalhe curioso é que depois do Natal, muitos caem na real e devolvem os "presentes usados ou não"! Assim que conseguirmos o percentual devolvido, que geralmente não é pequeno, igualmente publicaremos nesse blog.

Monday, November 2, 2009

Porque ser específico nos Estados Unidos?

Duas pessoas fazendo negócios, já não é muito fácil. Quando essas pessoas estão em países diferentes, culturas diferentes e muitas das vezes, até mesmo língua diferentes, o que já era difícil mais difícil fica.

Mas porque estamos falando isso? Existem estudos, que apontam que uma das razões que o brasileiro têm dificuldade de se expressar é a própria língua portuguesa. Falta objetividade. A língua portuguesa é muito vasta quando a inglesa não é.

A língua inglesa é mais direta, mais objetiva; inclusive o vocabuário inglês é menor. Vai direto no assunto. Just do it como diz o famoso slogan da Nike.

O famoso be specific, seja específico, é um must quando se negocia com qualquer fornecedor americano ou prestador de serviços nos Estados Unidos.

É impressionante os problemas que surgem no dia a dia, por que muitas das vezes, o importador brasileiro não sabe o que quer comprar, e resume a intenção de compra e não definição no etc, etc e etc.

E amigos, se fossemos relatar só nossas experiências aos longos desses quase 20 anos...com certeza você não teria “saco” de ler tudo e como também começaria a nos dar razão. Isso sem contar outras experiências de amigos nossos...

Nos desculpem aos que já estão milindrados de ler essa matéria, mas na América quanto mais específico você for, mais chances têm de acertar e se relacionar. Time is money!

Quando você contratar os serviços de uma trading company para o representar, dando assessoria nas compras ou qualquer outro tipo de serviços, entenda que caso essa trading, consultor e/ou empresário trabalhe nos padrões americanos, ele irá pedir a mesma coisa. Be specific!

Imagina que ligamos para você e pedimos para fazer um serviço de compras no Brasil. Pedimos para comprar os ítens A.B,C e D...acertamos um preço. Só que não descrevemos o etc, etc, e etc! Sendo você prático e objetivo, você nos pergunta o que é o etc? Nós te respondemos etc é etc...e continuamos sem definir o etc. Como você se sentiria? Confuso não?! Você arriscaria nos prestar serviços? Se sim, quanto cobraria?

Vamos ainda mais longe...o fato de você falar português nos Estados Unidos, não quer dizer que você está no Brasil. E isso amigo leitor, confunde demasiadamente a cabeça de qualquer brasileiro que quer fazer negócios com e/ou no mercado americano.

Não está fácil para ninguém. As pessoas estão cada vez mais sem tempo, paciência e cada vez mais sensíveis...e no que pudermos ajudar, mostrando a realidade dura e crua do que é fazer negócios nos States, iremos mostrar porque é o objetivo desse blog.

Fantasia nesse país? Você encontra nos parques da Disney...mesmo assim quando chegamos na bilheteria e dentro dos parques, o sonho acaba...e nós que viramos o Pateta, porque tudo é caro....mas fantasia é fantasia...e no fundo a maioria que ser enganada...que diga Hollywood.

Tuesday, October 13, 2009

Perguntas que têm que ser respondidas antes de exportar para os Estados Unidos

Apesar do que aconteceu na economia americana e ainda está acontecendo, não podemos negar que o mercado americano ainda têm e terá seu apelo comercial por muitos anos.

Você quer exportar para os Estados Unidos? Não sabe por onde começar. Nossa experiência nos diz o seguinte: comece pela sua pessoa e fábrica/empresa.


De um modo geral sua fábrica/empresa são 3 coisas. O que você pensa que é, o que realmente é; e o que o mercado diz que é. Isto posto, perguntamos à você as seguintes perguntas:


1) Você está preparado para exportar? Você pode até estar preparado mas sua fábrica/empresa está preparada? Sua fábrica/empresa está preparada e você está preparado?

2) Porque você quer exportar para os USA?

3) Porquanto tempo você quer exportar para os USA?

4) Porquanto tempo você está disposto a investir e aguardar o retorno do investimento?

5) Porque o americano têm que comprar o seu produto?

Você leitor pode achar essas perguntas até banais mas nossa experiência entrevistando grandes fabricantes/empresários brasileiros aos longos dos anos, nos asseguram que a maioria dos entrevistas nunca tinha parado para pensar nessas perguntas e foram pego de surpresas.

Podemos garantir à você se tivessem respondido essas perguntas antes de tentar o comércio internacional, teriam evitado prejuízos enormes e até mesmo quase que irreparáveis. Entrevistamos vários fabricantes onde a fábrica dos mesmos era ISO 9000 mas a cabeça do dono, não era! Sorry pela sinceridade!...

Friday, July 24, 2009

Trade Show - apesar da crise ainda é chave para abrir o mercado americano.


O que mais se fala nos Estados Unidos e no mundo, é a crise americana que afetou literalmente o mercado mundial. O que está para acontecer com o esse resgate financeiro do governo americano, o que ainda está para acontecer com a crise imobiliária e financeira, as montadoras de automóveis americana, a parte de plano de saúde... ninguém sabe.

Quem falar quem sabe, é um mentiroso des-ca-ra-do! Falar que ainda vai piorar antes de melhorar, também não vale, pois isso é bem sabido. Estudos começam a mostrar que qualquer sinal de recuperação econômica saudável é para depois de 2010, isso para os mais otimistas, quando os contratos de financiamento imobiliário já tiverem vencido quase que na totalidade, as parcelas com percentual de reajuste.


Com a dívida interna americana crescendo a proporções inimagináveis e inigualável na história mundial que afetará gerações por vir, o que fazer para empresariar nos USA? A dívida já acumulada no governo Obama, faz com que a administração do George Bush acumulou em 8 anos parecer "troco", o que pensar?


Mas como se apresentar nesse mercado que cada vez fica mais difícil? O que fazer nesse cenário apocalítico? Qual a chave de entrada para o mercado americano? Trade show!

Entenda o exportador brasileiro ou não, aceite ou não, trade show é uma indústria bilionária e parte da cultura americana. Se você está sério para conquistar o mercado americano, o investimento em trade show não pode ser considerado como despesas!

Em uma pesquisa feita por uma conceituada empresa de consultoria de trade shows em 60 (sessenta) eventos, conclui-se que:

1) Trade shows continuam a atrair compradores qualificados que possuem influência direta de compras nas empresas tanto em produtos como serviços.

2) 34% dos que visitaram tradeshow em 2007, foram visitantes de primeira vez, o que anima qualquer expositor.

3) 39% dos que visitaram, dizem estar mais inclinados a comprar de quem exibe nos trade shows do que qualquer outro fornecedor fora do evento.

4) Hoje um visitante passa em média 8 horas visitando um trade show por inteiro. Isso significa que você têm frações de segundos para abordar no corredor e no máximo 30 segundos para convidá-lo a escutar sua apresentação.

A única coisa que se sabe que no maior mercado do mundo, os compradores estão ficando cada vez mais exigentes, desconfiados e lotados de ofertas. Diríamos até mesmo confuso porque eles não sabem se os fornecedores estarão “vivos”, um ou dois anos depois de comprarem a primeira amostra.

Quando você participa de um trade show, você demonstra ao comprador americano, que você têm commitment (compromisso com interesse de continuidade), e que aceita as regras do jogo e quer jogar o jogo.

Não é incomum você encontrar alguns compradores que só aceitam negociar com fornecedores que já participaram de dois, três ou mais anos de alguns trade shows do segmento em que ele atua. Já experimentamos compradores que pedem 5 anos seguido no mesmo evento que para ele, era a seleção de fornecedores. É uma maneira de “filtrar e selecionar” os fornecedores.

Como dizem os americanos, depois de tudo falado e feito...after all said and done, o que vale ainda é o olho no olho e toque pessoal quando envolve grandes negócios e relacionamento duradouro. Se você acha que website bonito, convence comprador americano...shall I say? Devo dizer?!... Esquece! Quanto custa mesmo um website bonito no Brasil?