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Tuesday, September 11, 2018

Comida pronta durante um desastre natural. A indústria da tragédia americana.


Enquanto escrevo esse post, o estado da  Carolina do Norte está ameaçado com um furacão monstro de categoria 4, com um poder de destruição assustador, que pode alcançar 220 kilometros por hora.

Na reta em direção aos Estados Unidos, digamos, no corredor onde os furacões passam no Atlantico, mais dois furacões dão sinal de preocupação, o Isaque e o Helene.  Ou seja, existe a chance de mais dois atingirem esse país. 

A pergunta é: onde será que o furacão irá bater? Irá desviar ou até mesmo diluir durante o percurso?

Seja lá qual for o cenário, uma coisa que não pode ser esquecida é que existe uma indústria bilionária da tragédia, e infelizmente se repete todos os anos. 

Por exemplo, semana atrás, o Havaí que não está nessa rota comum de destruição por furacão, foi destruída e calcula-se uma destruição cuja reconstrução será de no mínimo US$ 4 bilhões de dólares. 

Dias atrás, foi a vez de Alabama, Mississipi e Missouri. Agora é Carolina do Norte!

Curioso é que o brasileiro exportador, que não entende nada dessa indústria, ainda tem muito escrúpulo com essa indústria. 


Mas por que desse post?

Hoje cedo fui no Sam’s Club aqui da cidade do Doral que fica localizada no Condado de Miami-Dade aqui no Sul da Flórida. 

Para surpresa minha, fora outros produtos que são mais do que necessários durante a época do furacão, como pilha, lanterna, gerador, água, dentre outros sugeridos pelo governo, um espaço de comida prontas ou que os militares chamam de MRE – Meals Ready TO Eat, estava bem no corredor!

Veja bem, o furacão é norte. Dirigindo são quase 15 horas norte de Miami até a capital do Estado de Carolina do Norte. 

Então porque de um kit furacão em Miami onde até agora não apresentou nada?

Resposta: cultura do país.

Esse kit de comida acima com um balde prêto proporciona 124 refeições balanceadas custando quase US$ 60.00. O kit branco, dentre outros objetos necessários, proporciona 32 porções de comida durante o furacão.

Se você um dia vier para cá, não faça como muitos fazem. Leve a sério a força da natureza. Como esgoto no meu Canal de Consultoria e Negócios,  se informe e se prepare. Fique ligado nas notícias americanas e nos órgãos oficiais americanos, com todo respeito, não nos seus amigos no Brasil!

Tuesday, August 30, 2011

Investir em imóvel nos USA com desastre natural. É um bom negócio?


 Recentemente temos lido que os brasileiros estão investindo de uma maneira “empolgada” na compra de imóveis nos Estados Unidos. Acontece que muitos compram nessa “empolgação” e com o passar do tempo, começam a experimentar os problemas que qualquer imóvel apresenta junto com um grande diferencial que não se apresenta no Brasil: desastre natural.

Vamos esquecer os desafios junto ao Imposto de Renda e a lei da hereditariedade. Mas caso você tenha comprado um imóvel aqui nos States, estaria você protegido contra os desastres naturais?

Digamos no caso de uma grande tempestade, se a água vem por cima você está protegido? Ou se vier por baixo como rio transbordando, mar invadindo as ruas…você estaria protegido? Complicou? Você ainda não viu nada….

É dito que dois palmos de água dentro da sua casa pode no mínimo causar US$ 50 mil dólares.

Agora e perguntamos: quanto vale o imóvel que vc comprou?

Um bom website para você se posicionar é o http://www.floodsmart.gov/. Você terá dicas muitíssimo interessante de como se comportar. 

E o furacão? E o terremoto? Você que comprou imóvel aqui nos States ou considera investir, já pensou nisso?

Dentro do que temos lido, pesquisado, participado de seminários, estamos chegando a conclusão no que se trata de propriedade, o melhor investimento apesar de menor rentabilidade, dependendo da localização, é o terreno.

Investindo em terreno, você não terá problema de enchente (flood), furacão, terremoto, nevasca, incêndio…ou qualquer outra ameaça de desastre natural. E o pior de tudo isso, é lidar com as companhias de seguro que no final não querem te pagar porque foi ato de DEUS!

Alguém pode nos explicar como é isso de uma grande corporação Americana se agarrar em DEUS para não te pagar quando você não pode falar de DEUS dentro da mesma corporação?