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Thursday, February 24, 2011

3 perguntas + 7 perguntas = top 10 para quem morar nos Estados Unidos.

No dia 2 de setembro do ano passado, publicamos um artigo nesse blog que deu o que falar. Vale a pena ler. O título foi 3 perguntas que você tem que ter coragem de perguntar a si mesmo, se pensa em exportar para os USA. 

Que a economia brasileira está crescendo e está chamando a atenção do mundo, ninguém dúvida...mas a violência também. E isso ainda faz muitos empresários tentarem se estabelecer junto com a família aqui nos States; e desenvolverem negócios entre o Brasil e o mercado americano.

Como continuamos ver com frequência esse movimento, insistimos nas 3 perguntas. Mas gostaríamos de sugerir outras 7 devido as experiências que temos vivido, e considerar as Top 10 perguntas. Vamos à elas:

1)     O que posso perder por tentar morar e empresariar nos Estados Unidos?
2)     Irá justificar meu sacrifício e da família, caso venha perder muito em prol de um sonho?
3)     Esse preço a ser pago para imigrar, só eu estou disposto ou toda minha família está disposta ao sacrifício?
4)     O prazer de morar e empresariar nos States será temporário?
5)     O prazer de comprar um imóvel na Flórida será temporário?
6)     Morar, empresariar e comprar um imóvel em Miami, por exemplo, vai me dar paz?
7)     Com todo o movimento e comentários que hoje saem sobre a economia brasileira, sendo eu empresário, e empresário busca oportunidade, é a melhor estratégia “drenar” da empresa mãe e abrir filial nos States?

As perguntas, caso queiramos não irão parar. Estamos desanimando você leitor? Claro que não... mas o que vemos por aqui não é brincadeira. Chega a ser doloroso e muito triste...e podemos garantir que a maioria dos fracassos e desastres financeiros não são publicados no Brasil, o que deveria.

Iremos fechar esse artigo da quase da mesma maneira que fechamos o outro, porque sabemos ser uma decisão muitp difícil.
Se você não conseguiu responder com muita sinceridade e segurança a várias perguntas, sugerimos à você rever seus conceitos, seus planos e sonhos antes de qualquer decisão. Assim você economizará muito seu tempo e dinheiro... evitará muita dor de cabeça e sofrimento familiar. 

Monday, January 24, 2011

Brasil conhece a indústria da tragédia

O Brasil foi impactado nos primeiros dias de janeiro com a tragédia nas cidades de Teresópolis, Petrópolis e Friburgo. Com imagens impressionantes, os brasileiros acompanharam a dor dos que ficaram. 
Acompanharam os que perderam filhos, esposas, maridos, amigos, enfim, perderam literalmente tudo na enchente ou deslizamento de terra. Uma devastação total onde o recomeçar de novo já é um grande desafio.

Mas porque estamos escrevendo sobre a “indústria da tragédia”? Porque nós que empresariamos aqui no mercado americano estamos acostumados a isso. Você por acaso conhece algum outro país com mais desastre natural do que os Estados Unidos?

Anos atrás, mas precisamente durante o estrago do furacão Katrina, fizemos um projeto de distribuição para vários fabricantes brasileiros com o objetivo de atender os necessitados da área de Nova Orleans.

O que não faltou foi crítica em cima do projeto. Desconfiados, tratados fomos por vários fabricantes como exploradores da dor alheia. O que nunca entendemos e não entenderemos dessa maneira.

Hoje temos milhares de pessoas que literalmente precisam de tudo. Precisam de casa, toda a mobília, roupa, carro, comida, enfim, tudo. Estudos apontam 5 milhões de pessoas em área de risco no mínimo!

Perguntamos: por acaso o nível de caridade do homem é tão grande assim que doará tudo e à todos? Por acaso o nível de caridade dos fabricantes e/ou empresários é tão grande assim que doará tudo e à todos?

Sabemos que a dor muito grande em um momento inicial nos une. Mas com a rotina, isso mesmo, com a rotina a vida continua...e as pessoas vão seguindo o curso da vida. Alguém hoje fala sobre o terremoto do Haiti como falava? E do tsunami onde milhares de vidas pereceram? E Angra dos Reis ano passado?

O Brasil pelos últimos noticiários começa a ser afetado pelos desastres naturais; e devido ao tamanho continental e mudanças climáticas mundiais, ainda haverá muita coisa pela frente.

Cabe a nós empresários, administrar as oportunidades tanto aqui nos States como no Brasil e abastecer os necessitados, sem postura de exploração e especulativa que já aconteceram nas serras fluminenses. Milhões de reais serão investidos nessas áreas e o desenvolvimento virá.

Entrevistas mostram que os afetados ficam agradecidos não só por ganhar mas como ter fácil acesso a compra.

Isto posto, você fabricante se prepare por que mais tragédias naturais ainda estão por vir ou aqui em território americano ou brasileiro. Somos pessimistas? Claro que não, apenas realista.

Thursday, December 2, 2010

Abertura de empresa nos Estados Unidos. Qual o melhor para mim?

O sonho e/ou a vontade de abrir uma empresa nos Estados Unidos para o empresário brasileiro, é quase que o maior desafio empresarial na história dele.

Entenda que de um modo geral, é um processo muitíssimo rápido e que pode ser feito até mesmo pela internet; evitando assim pagar os custos de advogados ou contador no processo de abertura. Mas fica a pergunta: justifica?

Se você é confortável com a língua inglesa, já fez o homework pesquisando os diversos tipo de empresas, as regulamentações e requerimentos estaduais, implicações fiscais e tributárias, pode até ser...mas se você assim não o fez, sugerimos a buscar um profissional da área ou advogado ou contador especializado.

Entenda que depois que você submeter suas informações ao estado de escolha e ao imposto de renda, não tem mais volta...por isso todo cuidado é pouco.

Por exemplo, de um modo geral os brasileiros que aqui chegam se assustam em contratar um advogado para abrir uma empresa. Mas tenha certeza de uma coisa caso queira imigrar para os States. A consulta inicial de um advogado nos Estados Unidos não é caro, caro é contratá-lo depois para consertar...besteira...erros...

Inclusive dependendo do seu interesse para com a terra americana, o advogado já pode o direcionar dentro de uma estratégia jurídica, caso pense em imigrar no futuro com sua família.

Mais quais os tipos de empresas? Sem aprofundar muito porque não somos nem advogados nem contadores, iremos mencionar as principais.

Sole Proprietorship

Funciona como o autônomo no Brasil onde você pessoa física, você o dono, passa ser a empresa. Essa é a modalidade mais rápida e barata para se estruturar nos Estados Unidos. Porém, sua responsabilidade é ilimitada porque não existe uma proteção “corporativa” contra qualquer ação legal contra você. Seus bens quase sempre serão usados para cobrir qualquer processo. E como você bem sabe, processo aqui é uma coisa que faz parte da cultura americana.

Corporation

É a estrutura jurídica empresarial mais adotada no mercado americano. Nessa estrutura, a pessoa jurídica está separada da pessoa física, dando assim ao dono uma tremenda vantagem jurídica contra qualquer ação penal.

Uma das grandes desvantagens da C-Corporation é a “dupla tributação”. Paga imposto de renda a corporação e o dono da corporação independentemente. Muita utilizada pelos imigrantes brasileiros que aqui chegam abrindo empresas.

S Corporation

Bastante parecida com a C-Corporation tem a vantagem de poder misturar as despesas e receitas da empresa com a pessoa do dono, o que dá uma tremenda vantagem fiscal e tributária. Mas somente os residentes com Green Card ou cidadãos americanos podem ter a corporação com essa classificação S.

Se um dia você abrir uma corporação nos Estado Unidos, as chances são que a corporação será classificada como C Corporation, pois você não deve ser residente ou americano como mencionado.

Você ficando nos States, assim que ganhar seu sonhado e cobiçado Green Card, não esqueça de pedir seu contador e/ou advogado a transferência de status da sua corporação. Não espere que ele te lembre...pois o interesse é seu! Quem vai economizar muito dinheiro é você, não ele!

Limited Partnership (LP)

A Limited Partnership é a composição juridical estabelecida por dois tipos de sócios. Os sócios limitados que são os Limited Partners, onde recebem e respondem proporcionalmente contra qualquer ação legal proporcionalmente ao capital investido. Os sócios gerais, que são os General Partners, geralmente ganham mais por investir capital, trabalhar na frente do negócio, tem responsabilidade no dia a dia da empresa, e assumem maiores riscos.

Limited Liability Partnership (LLP)

Possui uma estrutura jurídica parecida com oa Limited Partnership mas todos os sócios tem responsabilidade limitada.

Limited Liability Company (LLC)

Como o próprio nome diz, limita as responsabilidades de jurídicas dos donos contra qualquer ação legal contra a corporação. Apesar de ser uma estrutura jurídica recente, ganha adesão mais e mais juntos aos empresários, principalmente os investidores.

Enfim, seja qual for a configuração jurídica que você queira escolher, uma coisa que você deve se informar no Brasil até mesmo antes da escolha, é de como fazer o aporte de capital do Brasil no início para cá.

Podemos garantir sem margem de dúvidas, que muitos tiveram seus projetos e sonhos empresariais americanos comprometidos, porque simplesmente não tiveram como transferir dinheiro devido ao modus operandis brasileiros.

O problema não foi com governo brasileiro, muito menos com o sistema bancário... mas eles próprios que tinham uma maneira bem empírica de tocar os negócios.

Monday, November 15, 2010

Compre um AK-47 e leve uma pick-up! Sorry, é o contrário...compre uma pick-up e leve um AK-47!

Que as coisa mais bizarras acontecem nos Estados Unidos, isso ninguém precisa duvidar e questionar mais. Que o mercado americano é o mais competitivo do mundo, isso também.

Mas o que aconteceu nesse último feriado dos Veteranos de guerra, o Veteran Day aqui no Estado da Flórida, deixou a população americana questionando muita coisa.

Uma concessionária Ford na área centro-norte da Flórida, simplesmente resolveu “homenagear” os veteranos de guerra, fazendo uma “promoção” onde o comprador de camionetes e pick-up ganhavam uma metralhadora AK-47. Seus olhos não estão embaçados...escrevemos uma metralhadora AK-47.

Que na América existe category killers nós já sabemos...mas que tipo de category killers seriam esses? Podemos classificar como estratégia de marketing? Podemos classificar como estratégia de vendas?

Uma coisa é certa, a promoção foi tida como legal porque a própria constituição americana permite o cidadão a ter uma arma. E o NRA – National Rifle Association também foi contatado e se manifestou.

Mas a questão da promoção? O americano concordou? Não concordou? Funcionou? Se uma vez que sabemos que as concessionária vivem muito do movimento da região, o que aconteceu junto a clientela?

Segundo a gerência da concessionária, o resultado foi positivo e a exposição que ganharam na mídia foi impressionante. Mas para "tranquilizar" a população a concessionária informou que antes de entregar a metralhadora, faz um background check no cliente.

Quando era garoto no Brasil havia um slogan que dizia: Não faça do seu carro uma arma, a vítima pode ser você. Poderíamos até adaptar para não compre seu carro com uma arma, a vítima pode ser você.

Já pensou se essa moda pega no Brasil?

Thursday, November 4, 2010

Dilma ganhou. E agora? O que acontece?

A vida continua!


Domingo passado, dia 31 de outubro o Brasil votou como presidente da república brasileira, a primeira mulher a ocupar esse cargo de tanta relevância para qualquer país. O Brasil terá a primeira presidenta.

O que acontecerá no comércio internacional, o que acontecerá no comércio entre Brasil e Estados Unidos, não sabemos...só o tempo irá dizer.

Mas como todo mercado é flutuante como o líquido, assim como a foto ao lado, a Presidenta Dilma está fazendo um splash no Brasil e no mundo. Mas depois que a fruta vermelha parar...a água, ele o mercado, irá procurar o próprio nível. O mercado irá se nivelar por conta própria. Sempre foi assim, é e será.

Nosso conselho para aqueles que ainda sonham em atuar no comércio exterior, não esperem pelo governo e façam a sua parte. O mundo tem pressa.

Friday, October 29, 2010

Dilma? Serra? Nessa eleição, você está decidindo o que é melhor para você ou para o Brasil?

Você que está lendo essa matéria agora deve estar perguntando o que tem haver esse blog de negócios entre Brasil e Estados Unidos com a eleição brasileira, com a bíblia...enfim, porque estamos comentando sobre esse momento histórico da política brasileira.

É porque já está saindo na imprensa internacional com certo tom de preocupação se o brasileiro escolher o novo presidente de forma errada, baseada em falsas promessas, os resultados econômicos e repercussão internacional poderão ser desastrosos.

Na bíblia sagrada, no livro de Provérbios 29:12 nos ensina o seguinte: ‘Se o governador dá atenção a palavras mentirosas, virão a ser perversos todos os seus servos”.

Ainda no mesmo capítulo no verso 24 nos garante o seguinte: “o que tem parte com o ladrão aborrece a própria alma; ouve as maldições e nada denuncia”.

Continua no verso 26 dizendo que “muitos buscam o favor daquele que governa, mas para o homem a justiça vem do Senhor”.

Alguma semelhança? Lembrou de alguém? Que seu voto seja consciente pensando em gerações por vir.

Tuesday, October 26, 2010

Votando errado, você compromete o comércio internacional, seu futuro e gerações por vir!

Votar é uma coisa muitíssimo séria. Votar em candidato não qualificado até mesmo para se vingar de um sistema governamental é triste. Votar acreditando que o governo tem obrigatoriedade de sustentar o povo é mais triste ainda.

Quem acredita que candidato mal preparado, que é eleito, não afeta a economia... está totalmente mal informado ou até mais mal preparado do que o candidato eleito.

Sendo hoje o mundo uma grande aldeia, onde as distâncias parecem cada vez menores e as informações cada vez mais rápidas, os candidatos passam ter influências local, estadual, federal e até mesmo com o comércio exterior.
Talvez você pode não acreditar no parágrafo acima...mas se você olhar com bastante atenção esse relógio da dívida americana, o chamado US Debt Clock, você confirmará que de uma forma ou outra, está sofrendo as consequências dessa dívida que afeta gerações por vir.

A dívida americana, não só afeta o sonho americano como o mercado americano e mundial. Afinal os Estados Unidos já foram a maior potência mundial e hoje tristemente luta para manter essa posição de um dos maiores líderes com essa dívida que muitos acreditam ser ímpagável.

Esse relógio foi desenvolvido com formulações e cálculos dos mais precisos existentes, para informar o cidadão americano em real time as condições financeiras desse país.

Veja o relógio, imagine, medite em quem votar e leve a sério seu voto no dia 31 de outubro. Quem se tornar presidente do Brasil pode ajudar no comércio internacional? Pode ajudar no comércio Brasil e Estados Unidos?

Não perca a oportunidade de votar nessa eleição com seriedade. Clique no link e medite o que é votar errado! Simplesmente é assustador! Clique agora... http://www.usdebtclock.org/