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Tuesday, October 3, 2017

Segurança do trabalho nos Estados Unidos. Como é isso?

Se você navega no YouTube e busca vídeos relacionados aos Estados Unidos, de como abrir empresa, de como internacionalizar, de como ingressar no mercado americano ou qualquer outro título que tenha a conotação de imigrar ou empresariar em Miami, em Orlando ou qualquer outra cidade na Flórida ou Estados Unidos, com certeza você encontrará vários " YouTubers"  brasileiros ousando a dizer que não existe lei trabalhista!

WOW! Isso mesmo, vários dizem que não existe lei trabalhista de maneira nenhuma nos Estados Unidos! Se você acredita em Papail Noel ou Saci-Pêrere, você acredita nesse discurso. 





Para continuarmos nosso post perguntamos: se existe Ministério do Trabalho, você não acredita que existe lei trabalhista?!

Mas continuemos no nosso post.

Aos que acreditam e querem saber mais e não conhecem, saibam a OSHA – OccupationalSafety and Health Administration, aos mais curiososos é só clicar no link, é a poderosa agência federal que regulamenta todas as “leis e regulamentos” de segurança e salubridade relacionadas a qualquer posição de trabalho dentro do território americano.

Em um país que segunda a própria OSHA diz que morrem mais de 4.500 trabalhadores e quase 3 milhões de trabalhadores se machucam por ano, você não acredita que deva have alguma regulamentação? Alguma lei que venha proteger o trabalhador?

Pois bem, a esperada listagem anual da OSHA acaba de ser divulgada. Iremos mencionar os top 5 casos que causaram mais acidentes no ambiente de trabalho dentro do calendário pesquisado.

  • Queda
  • Comunicação sobre perigo
  • Queda de andaimes
  • Proteção respiratória
  • Tranca e procedimentos de seguranças em máquinas perigosas.


Mesmo que você não acredite mas caso você venha a ter um funcionário que venha se machucar ou até mesmo falecer devido a uma violação de segurança trabalhista qualquer, imposta pela OSHA, com certeza, sua dúvida sobre se existe ou não lei, acabará quando você receber a primeira carta registrada para ser ter o recibo assinado do advogado da outra parte.

Welcome to America.

Wednesday, July 8, 2015

Memorandum of understanding, um aperto de mão e um possível processo na corte americana

Apesar de ter sido publicado em 1 de setembro de 2011, nossa matéria sobre Carta de Intenção ou Letter of Intent (LOI), tem sido disparada, uma das matérias mais lidas do nosso blog. Se você ainda não leu, ela deve estar na coluna da direita em vermelho com o título As 10 mais lidas dos últimos 7 dias.

Segundo nosso admin, desde a publicação até o dia de hoje, 8 de julho de 2015, 2.930 pessoas leram essa matéria. Se considerarmos que esse blog Direto dos USA só é promovido no Brasil, podemos dizer sem margem de dúvidas, que 2.930 brasileiros acessaram essa página. Mas por que estamos falando isso? 

Nos parece que uma outra palavra que está na moda na boca do brasileiro de um bom tempo para cá, é o Memorandum of Understanding, para os íntimos M.O.U. ou MOU como muitos chamam!

Temos escutado com bastante frequência os interessados brasileiros em fazer negócios em Miami ou em Orlando,  falar com bastante “desenvoltura”...”vamos fazer um M.O.U!”. Será que quem fala sabe o que está falando?

Como sabido, o M.O.U. é um documento que descreve os termos e condições de um acordo entre as partes, incluindo as responsabilidades e deveres das partes envolvidas. É o primeiro estágio na elaboração de um contrato, e muito mais formal do que um aperto de mão; carregando nesse documento um peso legal, que pode ser aplicada na corte, caso uma das partes não corresponda as obrigações que foram acordadas. Você sabia disso? Você já reparou que quando negociações entre países acontecem, é assinado um M.O.U. e não um L.O.I.?

Nossa opinião no tocante a negócios com os Estados Unidos e está ficando cada vez mais difícil de mudar pelo que vemos acontecer ao nosso redor, é a seguinte. 

Antes do interessado brasileiro chegar aqui Flórida, querer impressionar com o inglês, procure um advogado de confiança para o devido assessoramento jurídico. Não assine nada sem uma assessoria jurídica e/ou ou até mesmo comercial, caso não tenha segurança. 

O texto abaixo é para colocar no Twitter porque tem menos de 140 caracteres. 

O fato de muitas das vezes você falar português nas negociações, não quer dizer que está no Brasil. O fato do sistema americano ser prático, não quer dizer que é frágil. 

Monday, June 8, 2015

Porto de Miami dá palestra na Câmara de Comércio U.S.Brazil no Doral

No dia 20 de maio, Eric Olafson Gerente de Assuntos Intergovernamentais e Desenvolvimento de Carga do Porto de Miami, deu uma palestra aos empresários brasileiros e não brasileiros na cidade do Doral, oeste de Miami, no Condado de Miami-Dade na U.S.Brazil Chamber of Commerce (USBRCC). 

Na apresentação, Olafson falou do impacto da expansão do Canal do Panamá no Sul da Flórida, e claro como não poderia deixar de ser, o volume de trading com o Brasil que continua firme, apesar de uma pequena redução devido ao câmbio.

Como sabemos, mesmo com a alta do dólar as negociações com o Brasil irão continuar. Pode dar uma redução mas não parar!

Na foto acima, da direita para esquerda: Pete de La Torre, conselheiro do USBRCC e host do programa de rádio de business Pete de La Torre show. Eric Olafson, o palestrante. Abraham, advogado e diretor do USBRCC. Paulo Paiani, do Setor Econômico e Promoção Comercial do Consulado Geral do Brasil em Miami. E por último, esse blogger, presidente e fundador do USBRCC. 

Maiores informações sobre a câmara de comércio, favor visitar www.usbrazilchamberofcommerce.com

Tuesday, December 9, 2014

Uma nova câmara de comércio bi-nacional Brasil e Estados Unidos, será lançada dia 17 em Miami

Brasil e Estados Unidos possuem uma balança comercial de bilhões de dólares. 

O Brasil é um dos maiores parceiros comerciais da Flórida, e o maior parceiro comercial do Sul da Flórida, tendo um tremendo impacto econômico, social e demográfico na região, hoje por gerações por vir. 

U.S.-Brazil Chamber of Commerce (USBRCC) será oficialmente lançada no dia 17 de dezembro na cidade do Doral, no oeste de Miami, comandada por Richard Sanchez, esse blogger e presidente da Moriah International, Inc.

USBRCC promote focar o pequeno e médio empresário americano e brasileiro que desejam aumentar as relações comerciais entre os dois países, ou fazerem negócios entre si aqui mesmo nos Estados Unidos, uma vez que a representatividade brasileira é significante.

USBRCC promete ser um agente facilitador entre as partes interessadas. Igualmente promete promover boas ações e investimentos, contribuindo assim para a balança comercial entre os dois países.

Já confirmada a presença de políticos da Cidade do Doral e do Condado de Miami-Dade dentre outras personalidades da comunidade do comércio internacional entre os dois países.

A palestra inaugural estará por conta do advogado internacional, professor de universidades americanas, e autor com livros publicados no Amazon.com, Dr. Attila de Andrade Jr.

Você brasileiro que está lendo esse blog, acesse o site abaixo e veja como poderá se tornar membro dessa câmara de comércio e se beneficiar do que ela tem para oferecer.

Maiores informações no website www.usbrazilchamberofcommerce.com 

Friday, November 21, 2014

O dólar subiu e quero vender meu imóvel em Miami. Como faço?

Pela primeira vez estaremos repetindo uma matéria em dois blogs. Como o blogger é o mesmo, não existe nenhum problema. 

Mas porque a repetição da matéria? Porque nem todo mundo que acessa o Direto dos USA, acessa o das compra de imóveis na Flórida e vice-versa. E como o tópico da disparada do dólar tem sido uma constante, e as consultas também, nosso objetivo e educar os brasileiros que sonham em comprar um imóvel nos Estados Unidos.

Que a flutuação do dólar está assustando a muitos brasileiros que compraram apartamentos ou casas em Miami ou em Orlando, não se discute. Para quem comprou na baixa e ver agora uma disparada no dólar, é assustador.  

Mas como fazer caso queira vender meu imóvel? Se você comprou um imóvel aqui na Flórida ou em qualquer lugar nos Estados Unidos, sendo você não residente, algumas tratativas fiscais e tributárias serão aplicadas na negociação. 

A lei do Imposto de Renda americano diz que quando um estrangeiro vende um imóvel, ele está sujeito a uma taxação de 10% do valor do imóvel. Essa cobrança é baseada na lei chamada FIRPTA – Foreign Investment in Real Property Tax Act. Esses 10% terão que ser remetido ao Imposto de Renda em no máximo 20 dias após a escritura de venda. 

Acontece que como quase como toda regra tem exceção, a lei do FIRPTA não poderia ser diferente. 

Se o valor de vendas do imóvel for menos de US$ 300 mil dólares, o vendedor “pode” ser isento desses 10%. Mesmo assim o comprador terá que comprovar uma ocupação de mais de 50% durante um prazo determinado e esse comprador terá que assinar alguns documentos se comprometendo junto ao Imposto de Renda. É viável a isenção mas não tão simples.

Mas se o valor de vendas for maior do que US$ 300 mil dólares, não tem jeito. O vendedor pagará os 10%.

Como o objetivo desse blog é dar algumas dicas para chamar a sua atenção, sugerimos consultar seu advogado imobiliário ou corretor de imóveis.

Thursday, May 15, 2014

É o visto de imigração EB-5, a melhor maneira de imigrar para os Estados Unidos?

Se você pensa em morar nos Estados Unidos, uma coisa que terá que se acostumar é com os disclaimers. Ou seja, são documentos e/ou avisos que você dá a parte interessada que não existe responsabilidade da sua parte de maneira nenhuma.
Isto posto, o que você vai ler abaixo é pura opinião nossa, não substitui e nunca substituirá o aconselhamento e orientação do seu advogado de imigração.
EB-5 é o visto de imigrante investidor de Quinta Preferência Baseado em Emprego, ou como se diz em inglês, Employment Based Fifth Preference.
Na nossa opinião e na nossa experiência como imigrante, pelas histórias que temos escutado e acompanhado ao longo desses mais de 20 anos aqui nos Estados Unidos, esse visto para investidor imigrante EB-5 que começa a ficar em evidência não só no Brasil como no mundo, se não for o melhor e mais seguro para os que tem dinheiro, é um dos melhores e dos mais seguros. Pergunta você porque:
Porque quando você investidor investe no mínimo US$ 500 mil dólares em um projeto já aprovado pelo governo americano, onde esse projeto emprega diretamente por no mínimo dois anos, mais de 10 residentes legais em folha de pagamento por no mínimo 35 horas por semana, e as chances de você e sua família sair com o cobiçado e sonhado Green Card em dois anos é praticamente certa. 
E uma vez portador por cinco anos do Green-Card definitivo, você pode aplicar a cobiçada cidadania americana. 
Você já deve estar se perguntando, vou investir meio milhão de dólares e ainda corro o risco de não conseguir o Green Card? Sim, desde que você não saiba escolher esses projetos porque como qualquer negócio e investimento existe risco, e claro muitos aproveitadores!
O índice de sucesso desses Centro Regionais onde seu dinheiro será investido são muitíssimo alto, daí o sucesso do EB-5. Esses projetos chamados Centro Regionais já foram analisados com todo o cuidado com planos de negócios, estudos demográficos, projeção de vendas, estratégias de marketing e vendas. Mas como o marketing nos ensina, toda pesquisa é inexata por natureza!
O interessante desse visto é que mesmo depois dos dois anos o projeto fracassar, o seu Green Card e da sua família está garantido. Aí você pergunta, mas cadê meu dinheiro? Podemos garantir à você que muito brasileiro perdeu muito mais de US$ 500 mil dólares tentando o Green Card com negócio próprio e não conseguiu.
 De qualquer maneira, o EB-5 para o imigrante endinheirado tem demonstrado ser a melhor maneira. Mais uma vez, muitos brasileiros vieram para cá com milhões de dólares, e antes de você acabar de ler esse texto, perderam tudo. Leia de novo porque nós escrevemos tudo; e acabaram voltando para o Brasil sem dinheiro e sem visto de residente. Você de repente conhece alguém e se não conhece, não é difícil conhecer alguém que conhece alguém que perdeu tudo porque quis abrir o próprio negócio, trazendo na bagagem a síndrome de Gabriela, eu nasci assim e cresci assim, com a vaidade resistindo o American Way of Doing Business.
Uns dizem que sim outros dizem que não, mas do nosso ponto de vista, um dos maiores desafio é o brasileiro que aplica para o EB-5 provar a origem do dinheiro. 
Como sabemos, no Brasil devido a estrutura fiscal, muitos fazem e acumulam riquezas e não as declaram. 
Temos que ter em mente que como se diz no mercado, apesar do EB-5 ser chamado visto de investidor, esse visto não te faz rico. Se você quiser “investir” no seu futuro, no futuro do seus filhos e da sua família, vivendo com segurança, qualidade de vida desfrutando desse grande país, é um maneira oficial e muito rápida de ser tornar residente legal nos Estados Unidos e mas não de enriquecer!
Se você consegue ler em inglês ou em espanhol, você consegue todas as respostas das suas dúvidas no website oficial U.S.Citizenship and Immigration Services (USCIS).  No topo da direita, você encontra o campo SEARCH que é de BUSCA, escreva a palavra EB-5 e clique. Você encontrará dezenas de links que com certeza responderão suas perguntas.

Friday, July 5, 2013

É bom negócio imóvel para aluguel na Flórida?


Que o mercado de imóveis tem um apelo forte para o brasileiro, não se discute. A procura continua e parece que com tudo que acontece no Brasil e aqui nos Estados Unidos, mais e mais brasileiros estão buscando investir em imóveis incentivados com a baixa dos preços não só devido a economia recessiva mas também pelo foreclosures (leilão de imóveis). 

Acontece que algumas coisas no tocante investimento imobiliário na Flórida ou em qualquer outro estado no solo americano são pouco declaradas; e você que considera um imóvel como investimento, tem que ter o devido cuidado. Tenha em mente que imóvel para aluguel tem suas restrições e obrigações. Como assim já está perguntando você?


Antes de você tomar esse comentário como verdade, consulte seu advogado imobiliário e corretor de imóveis para confirmar ou negar tais informações.

Por exemplo, é sabido que brasileiro gosta de comprar casa ou apartamento em condomínio fechado. Uma coisa que muita gente não sabe é que várias associações de moradores, os chamados HOA – Home Owner Association tem suas regras estabelecidas, e de um modo geral são rígidas e porque não dizer “chatas” que contraria e muito o indisciplinado. 

Por exemplo, uma regra muita adotada, nem todos os HOA tem as mesma, muitos não aceitam você alugar o seu imóvel por temporada! Outros limitam o números de pessoas que irão alugar o seu imóvel e por aí vai.

Muitos brasileiros lidam com os HOA acreditando que estão lidando com a mesma figura do síndico no Brasil. Isso é um grande erro! Os HOA’s são poderosos a ponto de poder tomar sua residência, caso você atrase o condomínio por uns meses!

Um outro exemplo, que muitos não sabem é que se você compra um imóvel como investimento, não mora nele, aluga por temporada ou anual, o aluguel dele será uma renda. Ou seja, o Imposto de Renda entenderá que seu imóvel atua “como se fosse um negócio e você está tendo uma receita”. Dito isto, você tem que pagar a fatia do Tio Sam. Como é? Você tem certeza do que está escrevendo? Pergunta você!

E se você morrer? Como fica? Alguém falou na lei de herança para estrangeiro?

O texto acima não é aconselhamento jurídico mas sim comentários e opiniões de quem “escuta” muita coisa há mais de 20 anos.  O nosso aconselhamento para você é procure um bom corretor de imóveis, um bom advogado imobiliário e nunca se esqueça de considerar um bom International Tax Advisor para a remessa do seu suado dinheiro. Evite assinar qualquer contrato correndo e sem assessoria.

Mas aí você pergunta: é ou não é bom negócio ter imóvel na Flórida para aluguel? Respondemos sem pestanejar: Depende do seu perfil, seu objetivo e grana disponível. Trate um imóvel para investimento como negócio e saiba que como qualquer negócio, você terá seus desafios. 

Friday, March 22, 2013

Acordo fiscal Brasil x USA. Chegou para mudar o mercado e tirar o sono de muitos brasileiros

 A mamãe nos ensinou que cautela e canja de galinha não faz mal  ninguém. Não importa se na sua frase você usar prevenção ou até mesmo cuidado mas pode acreditar que o teor é o mesmo no que você vai ler.

Se você pensa em imigrar para os Estados Unidos ou pensa em voltar para o Brasil. Nenhum dos cenários mencionados mas pensa em negociar com esse país, é bom abrir o olho porque as relações de tratamento fiscais entre esses dois países estão ficando mais…digamos assim, “detalhistas” e “cuidadosas” com os aproveitadores e sonegadores.

Se você não acredita em Papai Noel, acreditamos que você é um forte candidato a acreditar no que acaba de ser assinado.

Semanas atrás, mas exatamente no dia 13 do corrente, os dois governos assinaram o U.S. – Brazil Tax Information Exchange Agreement (TIEA)

Como o próprio nome do acordo diz, será uma troca de informações sobre a taxa dos contribuintes e de todos aqueles que empresariam no e/ou negociam com os Estados Unidos e vice-versa. Wow!

Como será essa troca de informação? Com certeza no mínimo será através do CPF para os brasileiros e para os americanos naturalizado como eu, ou residente legal portador do SSN – Social Security Number.

Acreditamos que os principais motivos são combater a sonegação e lavagem de dinheiro. Para aqueles que não operam no mercado entre os dois países, se quer conseguem contemplar a dimensão do problema.

Os dois países se comprometem em trocar informações dentre outras informações declaração de IR, taxas recolhidas de previdência, herança, presentes, etc

Alguém falou em pânico?

Sim. Para muitos que só sabem operar de maneira errada, sub-faturando, super-faturando, trocando nota, mandando dinheiro por fora, na mala ou de qualquer outra maneira ou até mesmo recebendo, investindo em imóveis, carros, helicópteros, aviões e/ou qualquer outro brinquedo caro, aconselhamos já buscar um advogado que entenda do assunto e um consultor fiscal internacional para ter um plano B e a devida orientação legal.

O zum-zum já começou e já tem muito brasileiro perdendo o sono aqui em Miami. Como se diz no bom inglês, you can run but you can’t hide. Você pode correr mas não se esconder. 

Friday, July 6, 2012

O que tem haver o palito, o guardanapo com um imóvel e um advogado?

O título desse post parece mais uma charada mas não é. Agora que temos a sua atenção, depois de você ler essa matéria, esperamos que venha fazer sentido.

É sabido que os brasileiros estão investindo e comprando imóveis por todos os Estados Unidos. A cidade de Miami no Condado de Miami-Dade no estado da Flórida pelos laços desenvolvidos em quase 30 anos de imigração ininterrupta, preços e condições de financiamentos oferecidos, ainda é a preferência brasileira.

O que muitos não sabem, não querem saber ou não querem acreditar é que existe muita mas muita gente mesmo, incluso brasileiros se encrencando com a justiça americana por ter comprado o imóvel de maneira “equivocada”...de maneira “não apropriada”...para sermos políticamente corretos.  

Recentemente como noticiado no Brasil, mais um, leia de novo...mais um brasileiro na Flórida, não sabemos em outros estados americanos, se meteu em uma tremenda encrenca.

Culpado? Inocente? Apesar do brasileiro jurar inocência, não nos cabe julgá-lo mas uma coisa é certa, pelo vídeo por ele mesmo criado, ele assina uma papelada sem ler! Opa, como é isso? Assinar a compra de um imóvel onde técnicamente você poderá estar se comprometendo por 30 anos, sem ler?

É quase que inacreditável ainda ver de maneira contínua muitos brasileiros comprando e/ou investindo em imóveis nos USA, sem assistência de um advogado. Ou seja, eles querem comprar imóveis de preço significativo, às vezes mais de milhão de dólares ou até mesmo mais de um milhão de dólares e se recusam a contratar uma assessoria jurídica. Pegando a carona no título, eles querem dar um banquete e economizar no palito e no guardanapo. Agora o título faz sentido?

Muitos se encantam com o canto da sereia. Acham o preço e condições favoráveis, acreditam nas facilidades, mas não são esclarecidos, sobre a lei da herediteriadade, os compromissos com o Imposto de Renda quando tem o imóvel para rendimento e por aí vai outras tratativas legais que mais pesadas são para o estrangeiro.

A síndrome de Gabriela, eu nasci assim eu cresci assim, muitas das vezes vem na mala e não funciona muito nos States. A vida nos ensina que apagar incêndio é mais caro do que prevenir. O mesmo funciona com advogado; caro é contratá-lo para nos defender de alguma encrenca que possamos nos envolver, contratá-lo para nos orientar/prevenir não!

Uma verdade que temos presenciado é que muitos não querem contratar advogado por que já “chiam” de pagar comissão ao corretor, e quando pensam que ainda terão que pagar assessoria jurídica, torcem o nariz.

Aprendemos aqui logo que chegamos há mais de 20 anos atrás que você pode esquecer do imposto de renda mas o imposto de renda não esquece de você. You have been warned. Você foi avisado! 

Thursday, December 2, 2010

Abertura de empresa nos Estados Unidos. Qual o melhor para mim?

O sonho e/ou a vontade de abrir uma empresa nos Estados Unidos para o empresário brasileiro, é quase que o maior desafio empresarial na história dele.

Entenda que de um modo geral, é um processo muitíssimo rápido e que pode ser feito até mesmo pela internet; evitando assim pagar os custos de advogados ou contador no processo de abertura. Mas fica a pergunta: justifica?

Se você é confortável com a língua inglesa, já fez o homework pesquisando os diversos tipo de empresas, as regulamentações e requerimentos estaduais, implicações fiscais e tributárias, pode até ser...mas se você assim não o fez, sugerimos a buscar um profissional da área ou advogado ou contador especializado.

Entenda que depois que você submeter suas informações ao estado de escolha e ao imposto de renda, não tem mais volta...por isso todo cuidado é pouco.

Por exemplo, de um modo geral os brasileiros que aqui chegam se assustam em contratar um advogado para abrir uma empresa. Mas tenha certeza de uma coisa caso queira imigrar para os States. A consulta inicial de um advogado nos Estados Unidos não é caro, caro é contratá-lo depois para consertar...besteira...erros...

Inclusive dependendo do seu interesse para com a terra americana, o advogado já pode o direcionar dentro de uma estratégia jurídica, caso pense em imigrar no futuro com sua família.

Mais quais os tipos de empresas? Sem aprofundar muito porque não somos nem advogados nem contadores, iremos mencionar as principais.

Sole Proprietorship

Funciona como o autônomo no Brasil onde você pessoa física, você o dono, passa ser a empresa. Essa é a modalidade mais rápida e barata para se estruturar nos Estados Unidos. Porém, sua responsabilidade é ilimitada porque não existe uma proteção “corporativa” contra qualquer ação legal contra você. Seus bens quase sempre serão usados para cobrir qualquer processo. E como você bem sabe, processo aqui é uma coisa que faz parte da cultura americana.

Corporation

É a estrutura jurídica empresarial mais adotada no mercado americano. Nessa estrutura, a pessoa jurídica está separada da pessoa física, dando assim ao dono uma tremenda vantagem jurídica contra qualquer ação penal.

Uma das grandes desvantagens da C-Corporation é a “dupla tributação”. Paga imposto de renda a corporação e o dono da corporação independentemente. Muita utilizada pelos imigrantes brasileiros que aqui chegam abrindo empresas.

S Corporation

Bastante parecida com a C-Corporation tem a vantagem de poder misturar as despesas e receitas da empresa com a pessoa do dono, o que dá uma tremenda vantagem fiscal e tributária. Mas somente os residentes com Green Card ou cidadãos americanos podem ter a corporação com essa classificação S.

Se um dia você abrir uma corporação nos Estado Unidos, as chances são que a corporação será classificada como C Corporation, pois você não deve ser residente ou americano como mencionado.

Você ficando nos States, assim que ganhar seu sonhado e cobiçado Green Card, não esqueça de pedir seu contador e/ou advogado a transferência de status da sua corporação. Não espere que ele te lembre...pois o interesse é seu! Quem vai economizar muito dinheiro é você, não ele!

Limited Partnership (LP)

A Limited Partnership é a composição juridical estabelecida por dois tipos de sócios. Os sócios limitados que são os Limited Partners, onde recebem e respondem proporcionalmente contra qualquer ação legal proporcionalmente ao capital investido. Os sócios gerais, que são os General Partners, geralmente ganham mais por investir capital, trabalhar na frente do negócio, tem responsabilidade no dia a dia da empresa, e assumem maiores riscos.

Limited Liability Partnership (LLP)

Possui uma estrutura jurídica parecida com oa Limited Partnership mas todos os sócios tem responsabilidade limitada.

Limited Liability Company (LLC)

Como o próprio nome diz, limita as responsabilidades de jurídicas dos donos contra qualquer ação legal contra a corporação. Apesar de ser uma estrutura jurídica recente, ganha adesão mais e mais juntos aos empresários, principalmente os investidores.

Enfim, seja qual for a configuração jurídica que você queira escolher, uma coisa que você deve se informar no Brasil até mesmo antes da escolha, é de como fazer o aporte de capital do Brasil no início para cá.

Podemos garantir sem margem de dúvidas, que muitos tiveram seus projetos e sonhos empresariais americanos comprometidos, porque simplesmente não tiveram como transferir dinheiro devido ao modus operandis brasileiros.

O problema não foi com governo brasileiro, muito menos com o sistema bancário... mas eles próprios que tinham uma maneira bem empírica de tocar os negócios.

Monday, May 3, 2010

Mas o que é a lei dos 183 dias publicada em abril?


Nos parece que causou uma certa preocupação e polêmica a lei dos 183 dias mencionada na matéria publicada no dia 21 de abril.

A lei americana é clara: mesmo que você não seja cidadão americano, portador de green card ou residente com qualquer outri tipo de visto, você como “turista” ou legalmente falando portando Nonimmigrant Visa, poderá ser qualificado como tax resident.

Como turista, digamos assim, você é considerado tax resident se passar no mínimo 183 dias do ano nos Estados Unidos, ou até mesmo se nos últimos 3 anos acumular mais de 183 dias.

Claro que existem algumas tratativas do governo americano que isentam algumas categorias como funcionários de governo estrangeiro, professores, estudantes e atletas.

Igualmente caso teu tax home seja um outro país, no caso Brasil, você comprovando, o Imposto de Renda pago poderá ter isenção. Caso você não pague Imposto de Renda no Brasil, as chances serão que você será classificado como tax resident e taxado de acordo.

Amigo leitor, o objetivo dessa e qualquer outra matéria do blog é sempre alertar você. Nunca iremos substituir a consulta direta à um profissional; e nunca teremos a palavra final em assuntos que não somos qualificados.

Temos três sugestões para você que se preocupa em pagar Imposto de Renda nos Estados Unidos.

1. Consulte um advogado ou contador.
2. Consulte um international tax advisor, caso tenha um patrimônio relevante no Brasil.
3. Consulte o site do Imposto de Renda americano que é o http://www.irs.gov/ e procure a publicação 519 que é a U.S. Tax Guide for Aliens, ou seja, para estrangeiros.

E nunca esqueça da máxima. Você pode esquecer do Imposto de Renda mas o Imposto de Renda nunca esquece de você.

Monday, October 19, 2009

Comprar imóvel, é a melhor opção para quem acabou de chegar nos USA?

O dólar abaixou no Brasil mas violência não...só vêm aumentando. Você não aguenta mais essa fobia social. Sonha em se transferir para os Estados Unidos. Dar uma vida melhor a sua família...seus filhos...

A emoção toma conta, você vêm para os States ou transferido (a), ou vêm com visto de turista, e tenta se legalizar... e desavisadamente ou incentivado por amigos que dizem que os imóveis estão “super baratos” acaba comprando um imóvel.

Perguntamos: comprar um imóvel é o melhor negócio para quem logo chega nos Estados Unidos? Você está qualificado (a) financeiramente para comprar um imóvel? Você deve comprar uma casa, mesmo não sabendo se vai se adpatar a cultura americana ou onde quer ficar?

Se você vacilou em qualquer resposta, nosso conselho, não compre!

Você chegando aqui com visto de turista, não tendo histórico de crédito, sua entrada será bem mais alta do que você imagina.

Muitos bancos já estão pedindo no mínimo 30% de entrada. E muitos bancos, até segunda order, nem mais estão financiando para estrangeiro. Uma escritura gira mais ou menos de 5% à 6% do valor do empréstimo. Você já pode calcular quanto irá desembolsar. Você se descapitaliza!

Você como proprietário de imóvel será responsável por todas as taxas, seguros, e adversidades que qualquer propriedade pode apresentar. Estrago devido ao furacão, enchentes, vazamentos, etc.

No aluguel, você têm a flexibilidade de mudança de endereço e conhecer não só a cidade, mas principalmente saber se você se adaptará a uma nova realidade de vida. Você saberá se irá gostar ou não de morar nos States.

Se você soubesse quantos vêm para cá e não gostam, não se dão bem, não se adaptam e querem voltar...e estão todo enrolados com contratos e compromissos assumidos indevidamente logo que chegaram...você não têm idéia...

Estamos desencorajando à você a não vir para os States? Claro que não! Mas entenda que para quem quer fazer uma mudança radical de vida, ainda mais com toda a família, todo cuidado é pouco... e esse país, apesar dos brasileiros terem uma certa dificuldade de entender, é um país de estratégia e de sistemas aplicados.

Você sabendo um pouco de inglês, vários websites podem te ajudar na decisão.

http://www.mortgage101.com/ – você encontra tabela de financiamentos.

http://www.zillow.com/ – você pode ter o valor aproximado do imóvel que você pensa em adquirir, apenas digitando o endereço, cidade e cep.

http://www.interest.com/ – você calcula juros. Mas querendo saber o comparativo de comprar ou alugar, http://mortgages.interest.com/content/calculators/rentvsbuy.asp

Como sabido, as informações supra citadas jamais irão substituir as consultoria e orientações dos profissionais da área, seja ele advogado, realtor (corretor de imóveis) ou mortgage broker.

Boa sorte!