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Tuesday, May 17, 2016

Como abrir empresa em Miami? 3 etapas que tem que ser seguidas

Esse blogger que faz tudo para acompanhar a tendência empresarial e comercial nos Estados Unidos, tem arriscado o canal do You Tube com sua imagem e voz, passando para o público brasileiro a sua experiência de 25 anos negociando com os dois países.

O vídeo de hoje foi em cima da matéria publicada no dia 30 de março chamada “Os 2R’s que o exportador brasileiro insiste em não aceitar para conquistar os Estados Unidos”. Como sempre, a matéria foi polêmica, teve repercussão e não esperamos resultados diferentes com esse vídeo.

Mas como esse blogger sempre fala nos seminários, o brasileiro pode reclamar da maneira direta e objetiva que os assuntos são apresentados, mas nunca poderá dizer que foi enganado.

Se você não leu a matéria comentada, veja vídeo.




Friday, May 13, 2016

Por que AINDA é importante a propaganda para lançar seu produto nos Estados Unidos?


Quem não escutou falar que a propaganda é alma do negócio? Acontece que a maioria dos fabricantes quando querem exportar ou abrir sua empresa em Miami, esquecem dessa realidade. 

Muitos acreditam que só porque tiveram sucesso no Brasil, terão o mesmo sucesso no mercado americano. Como se diz no bom inglês, não poderiam estar mais longe da verdade.

No mercado brasileiro, quando tem liderança, esses fabricantes de um modo geral competem com os fabricantes brasileiros, e de uns bons anos para cá, com os chineses; o que já foi suficiente para quebar muita gente. Aqui esse mesmo fabricante irá competir no segmento dele com fábricas do mundo inteiro, querendo disputar o mesmo espaço que ele quer.

É sabido que a guerra acontece na cabeça do consumidor (share of mind), e que na maioria das vezes essa batalha é travada em frações de segundos quando o consumidor americano está “passeando” nas lojas e hoje com mais um motivo para distraí-lo que não é outro concorrente mas o celular.

Se o produto não possuir um diferencial, um apêlo diferente que chamamos de USP, para os mais bairristas, lamentamos informar que não é a universidade mas sim o unique selling proposition ou unique selling point, vai ficar muito difícil.

Aos mais curiosos, esse termo foi criado em 1940 pelos pioneiros em propaganda na televisão. Mais tarde foi difundido ainda pelo professor de Harvard Theodore Levitt, onde dizia que a diferenciação é uma das estratégias mais importante que uma empresa deve com regularidade se engajar.

Perguntamos: qual é o seu diferencial? Por que o americano tem que comprar o seu produto?

Monday, May 2, 2016

Estados Unidos. Miami não é Brasil. Aprenda inglês

Richard Sanchez, esse blogger, publica mais um vídeo no seu canal do You Tube onde fala da necessidade de se falar inglês em Miami, ou em qualquer outra cidade americana onde existe o bolsão comunitário brasileiro. 

Como sabido e para não ficar cansativo, ele fala só um pouco dos pequenos desafios que o imigrante brasileiro pode enfrentar. Ou melhor, uma grande maioria enfrenta todos os dias. Só quem mora aqui sabe e presencia!

Apesar de não ter sido mencionado no vídeo, ele costuma dizer inclusive nas palestras, como é frequente os que se aventuram a abrir negócios em Miami, Orlando ou qualquer outra cidade, só com o inglês “the book is on the table”.

Vir para os Estados Unidos sem falar inglês, claro que não é problema. Cada um sabe da sua história e razões. Ele não questiona issao. O problema é vir e não querer aprender porque acha que não precisa! Vários dizem que se viram com o "portunhol"...e que amigos irão ajudar! E se os amigos também não falam inglês! Como fica?  

Como muitos chegam aqui achando que não precisam falar inglês, se escoram nos "amigos", chegam com muito dinheiro e não quererem pagar por uma boa assessoria! Deixaremos você imaginar os resultados, tropeços, e outros sérios problemas legais que não são colocados no Facebook.

Diz ele também que o imigrante que não fala inglês, perde o melhor da terra. Veja vídeo e tire suas conclusões.



Monday, April 25, 2016

Como empreender nos Estados Unidos? Canal do YouTube Primo Junior e Richard W. Sanchez

Primo Junior é empreendedor e publicitário da Sinais Publicidade de São Paulo e Richard W. Sanchez, empresário e consultor da Moriah International, Inc da Cidade do Doral, Condado de Miami-Dade, na Flórida lançaram hoje um vídeo no YouTube com dicas práticas de como empreender nos Estados Unidos. 

Primo Junior e Richard Sanchez, empresários com experiência de mercado nos Estados Unidos, acreditando no poder da aliança estratégica, se juntaram, cada um na sua capacidade, para ajudar empreendedores brasileiros em negociar no mercado americano, dicas práticas e bem reais do que é necessário para empresariar e viver o American Dream.

Assuntos e comentários polêmicos serão apresentados ao longo do tempo. Nesse primeiro vídeo por exemplo, de uma maneira não muito aprofundada, Richard Sanchez bem no estilo já conhecido dele de se expressar, diz a necessidade de se falar inglês em Miami. Sanchez fecha o vídeo perguntando a audiência brasileira, porque o americano deve comprar o produto do potencial exportador.

Para saber a resposta da pergunta, acesse agora o vídeo, não deixe de se cadastrar no canal do YouTube, nem deixe de preencher o formulário com qualquer sugestão. 


Tuesday, April 19, 2016

Salário mínimo no Brasil versus Salário mínimo nos Estados Unidos

Você está pensando em mudar com a família para a ensolarada Flórida, abrir uma empresa em Miami ou Orlando, comprar seu imóvel e viver o American Dream. 

Acontece que quando você abrir a sua empresa, salvo exceções, você precisará de funcionários para tirar seu visto de residência. Quando você começa a pensar em contratar funcionários, com certeza irá deparar com um problema que muitas das vezes, não te avisam: custo da folha de pagamento. Já aí o brasileiro empreendedor começa a experimentar a sua primeira crise!

Fique sabendo o brasileiro interessado em abrir empresas na Flórida, que está havendo um movimento muito forte para puxar o salário mínimo hora do estado para US$ 15.00. Se vão conseguir, é outra coisa! Estão querendo igualar o que já começou na Califórnia e Nova York, que foram os dois primeiros estados americanos a tentarem a levar o piso salarial a tal patamar. Confessamos que nem sabemos se conseguiram ou irão conseguir porque é uma proposta de quase dobrar o atual piso de US$ 8.05 estadual.

Mas façamos um comparativo com o Brasil porque é do Brasil que virá o seu dinheiro. Tomaremos como base mensal, 40 horas semanais, durante 4 semanas, total 160 horas/mensais.

Salário mínimo mensal brasileiro – R$ 5.50 x 160 horas = RS$ 880.00 + encargos
Salário mínimo mensal FL – US$ 15.00 x 160 horas = US$ 2.400,00 + encargos

Você leitor sabe o que vai acontecer que ainda vemos depois de 25 anos dando consultoria? Principalmente para quem é recente?  Você vai tabular de imediato com o mercado brasileiro! Muitos nos perguntam: vocês sabem quanto custa isso no Brasil?
 
No dólar de hoje, caso consigam o aumento, o trabalhador ganharia US$ 2.400,00 x R$ 3,54= RS$ 8.496,00.

No atual salário floridiano, seria US$ 8.05 x 160 horas = 
US$ 1.288,00 x R$ 3.54 = R$ 4.559,52. Mesmo assim 5 vezes mais do que o real pago no Brasil! Abrir empresa é o que o empresário precisa agora ou pode esperar mais um pouco? Pode terceirizar até saber o que quer ou se deu certo a idéia dele? 

A famosa americana não quer se calar: se você acha caro contratar uma empresa séria e competente, experimente uma amadora! Ou alguém para trabalhar de graça, que não fale inglês e não conheça a cultura empresarial americana!

Thursday, April 14, 2016

Carro de enchente x verão: qual o perigo?

Você brasileiro acaba de chegar nos Estados Unidos. Sonha com um carro novo ou usado, melhor do que o que dirigia no Brasil. Você conversa com um e conversa com outro, e te dizem que tem carros super baratos “naquela loja”...”naquele dealer”. Carros do ano, poquíssimo rodados... super baratos!

Você desavisado, achando que é o melhor investimento que fez na vida, compra o sonhado carrão. Tira foto, bota no Facebook, e diz estar vivendo o American Dream. Semanas depois, como sabemos, sempre depois de acabar a garantia, o carro quebra!

Acontece que o que você não sabe, é que o carro barato “daquele dealer” é carro de enchente! Opa, como é isso? São os chamados flood cars que as seguradoras deram perda total e torram por preços tão baixos que às vezes é inimaginável de tão baixo.

Se você acompanha o noticiário, você sabe que durante o inverno americano existem enchentes às vezes de proporções bíblicas. Centenas de carros novos e usados são perdidos causando prejuízos só em automóveis de centenas de milhões de dólares, dependendo da região.

A relação com o verão, é que os inescrupulosos revendedores esperam esquentar mais o tempo, para deixar o carro o máximo aberto tentando tirar o cheiro. Depois os vendem “as-is”, ou seja, “como está”, sem dizer o histórico do mesmo ao potencial comprador. 



Segundo técnicos esses carros inicialmente são “dirigíveis” mas logo começam apresentar problemas. O aconselhável é levar o carro que tem em vista, à um mecânico de confiança para a devida inspeção. E claro, prestar atenção nas evidências de carro de enchentes que são forte cheiro, manchas nos assentos e condensação nos faróis. Os entendidos, dizem que um grande segredinho são os fios do motor ou qualquer outro fio. Segundo eles, esses fios deverão torcer com certa facilidade porque uma vez submerso por muito tempo, endurece. Agora você sabe!

Wednesday, March 30, 2016

Os 2R’s de 3 que o exportador brasileiro insiste em não aceitar para conquistar os Estados Unidos

 O dólar está alto. A economia brasileira estagnada, dando cada vez mais sinal que antes de melhorar ainda vai piorar. O que fazer? Pergunta você fabricante/empresário. A saída parece ser: exportação.

Mas aí você que é mais cuidadoso, pergunta: estou eu preparado? Se você diz que sim, siga em frente. Se você diz que não, o conflito começa.

Suponhamos que você seja um dos que se aventuram a vir para Miami. Se o termo “aventuram” feriu os brios, informamos que você não está preparado para o mercado americano. Porque na hora que você colocar seu produto ou serviço em teste, acredite que você vai escutar muita coisa que não quer, não acredita ou nunca pensou em escutar.  Qualquer um quer te falar ao contrário, abra os olhos!

Não importa quão famosa sua empresa, sua fábrica seja no Brasil. Aqui nos States, de uma maneira respeitosa, nunca foi, não é e para ser, é um longo caminho, muito tortuoso, demorado e caro. 

Mas e os 3R’s do título? Bem, existe uma sequência “oculta” e “rígida” aqui no mercado que pela quantidade de ofertas do mundo inteiro, sim, o mundo inteiro disputa um espaço físico no território americano, é muito seguida.

Primeiro você tem que criar a sua REPUTAÇÃO. Quem é você? De onde vêm e para onde vai? Quais as suas intenções? Há quanto tempo está nos States? É residente? Não é? Qual sua história? Enfim, dezenas de perguntas que criam a sua identidade: REPUTAÇÃO.

Da REPUTAÇÃO, com o tempo, vem o RELACIONAMENTO. A indústria, o mercado, as pessoas começam a te conhecer. Fica bem menos difícil você pegar um telefone ou visitar uma pessoa e ser bem recebido.

Uma vez que você desenvolve sua REPUTAÇÃO e RELACIONAMENTO, a RECEITA aparece. Mas caro leitor, chegar na RECEITA, é demorado e caro. Muito caro! Você está preparado para esse tipo de investimento?

O que temos experimentado através dos anos é que o exportador brasileiro quer ir direto no terceiro R que é a RECEITA.  Ou seja, o exportador brasileiro insiste em não aceitar os dois primeiros R's. querendo ir direto no terceiro. Dizer que quebram a cara, estamos sendo carinhosos. 

Com tudo que acontece no Brasil que reverbera aqui nos States, mais do que nunca, criar, desenvolver e manter uma boa ou excelente REPUTAÇÃO junto com uma rede de RELACIONAMENTO, são etapas fundamentais para o sucesso de qualquer exportador brasileiro. Você que está interessado no mercado americano já tinha pensado com essa ótica?