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Monday, September 22, 2014

O que a decisão do Burger King tem haver com você abrindo empresa em Miami?

Semanas atrás os Estados Unidos acordaram com uma notícia bombástica. O Burger King que é comandada pelo quarteto brasileiro Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira, Marcel Herman Telles e Roberto Thompson Motta através da 3G Capital compraram a rede canadense de café e donuts Tim Hortons, assim tornando-se a terceira maior rede de fast food do mundo.  

Até aí tudo bem, mas acontece que os críticos e especialistas dizem que o motivo principal dessa negociação de quase US$ 12 bilhões de dólares foi a transferência da matriz do Burger King para o Canadá para pagar menos impostos, evitando assim a duplicidade nos impostos em cima dos lucros gerados fora dos Estados Unidos, caso a matriz continuasse por aqui. 

Para quem tem uma expectativa de faturamento de US$ 23 bilhões anuais, qualquer percentual economizado, é muito significativo. Opa, agora mexeram no bolso do americano!

Polêmicas à parte, você buscando no Google, com certeza encontrará um absurdo de matéria sobre essa mega transação.

Ok, Richard mas o que tem haver com abrir empresa em Miami. I am glad that you asked me! Preparado para a resposta?

Muitos brasileiros sonham em negociar com os Estados Unidos, abrindo sua empresa na Flórida, escolhendo principalmente as cidades de Miami e Orlando. Acontece que muitos abrem somente para “testar” o mercado e não possuem volumes financeiros que justifiquem a abertura dessa empresa.

Como o brasileiro não é residente, ele terá que abrir uma corporação chamada C-Corporation cujo a carga tributária é mais pesada. Dependendo do que o brasileiro sonha com o mercado americano, o melhor é ele contratar uma trading e/ou consultoria e como falamos aqui, “testar as águas”.  Dando certo o produto e/ou serviço, aí sim com a experiência adquirida e justificando, o brasileiro parte para carreira solo. Você leitor, pode acreditar que de um modo geral ficará muito mais barato do que o brasileiro operar a própria corporação. 


Caro leitor, você deve consultar seu advogado ou contador para confirmar tal informação. O narrado no parágrafo acima é nossa opinião em cima de uma experiência de mais de 20 anos atuando em trading, consultoria, marketing e vendas atendendo exclusivamente o Brasil. 

Você pode até dizer que não terá os mesmos resultados do Burger King. Acreditamos também que não! Mas acontece que quando seu nome entra no sistema financeiro americano, não tem mais volta. A pergunta que fica é a seguinte: é isso mesmo que você quer?

Thursday, August 14, 2014

Devo não nego, pago se puder....nos Estados Unidos?

Opa, como é isso? Não é devo não nego e pago quando puder? Pode ser mas aqui na América não é muito assim. 

Aqui muita gente inclusive grandes empresas e empresários “famosos” e “celebridades” fazem a opção de não querer pagar por não querer pagar, aproveitando assim certas facilidades da legislação americana.

No final de Julho, o país levou um susto quando foi noticiado pelo Urban Institute, que 35% da população dos Estados Unidos, está nas mãos dos cobradores; ou seja, estão com as contas atrasadas e estão nas mãos dos cobradores de débitos, ou debtor collectors.

O mesmo relatório diz que a maioria se concentra no sul dos Estados Unidos e no oeste como Las Vegas, onde quase 50% da população da cidade está nas mãos desses cobradores. Podemos então concluir que nem tudo que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas.

Mas aí você pergunta, o que tenho eu haver com isso se nem imigrante eu sou? Você tem mais haver do que você imagina. Se você pelo menos está lendo essa matéria acreditamos que tem interesses com esse país. E se você negocia com seu amigo de infância que tem uma trading aqui, mais ainda!

Repare no parágrafo acima. É citado que a massa está no sul e no oeste. Coincidência ou não é onde está a força da imigração que não fala inglês. Isto posto, a ignorância financeira é assustadora. Esses imigrantes mal informados se encantam com o canto da sereia, assumindo compromissos relevantes sem nenhuma base, sendo os mesmos abusados pelos vendedores de maneira impiedosas. Se você acompanhou a crise imobiliária americana, você pode confirmar essa informação.

Se um dia você pensar em imigrar para cá, seja Miami, Orlando, NY ou qualquer outra cidade, siga nosso conselho e faça o seu dever de casa. Um erro seu na chegada que arranhe ou comprometa seu crédito, pode tornar a sua vida muito mas muito mais cara do que você imagina durante anos. Acreditamos que a maioria que lê esse blog não tem idéia de como fica mais cara.

Nosso conselho é entrar devagar, aprender o sistema lendo de tudo que hoje excelentes sites governamentais proporcionam, e claro, consultar amigos que merecem ser consultados. De imigrante aventureiro e irresponsável esse país está cheio. E faça o possível para ficar sempre dentro dos 65%, que já é uma grande coisa.

Voltando a esse percentual dos 35%. O teu nome só vai para o debt collector depois de 90 dias de atraso. Então esse blogger pergunta: quantos americanos estão com as contas atrasadas 30 dias? 60 dias? 90 dias? Se bobear, quase 50% ou mais estão comprometidos.

Concluo que é muito fácil cairmos nas garras do consumismo americano. Caso você não saiba, para finalizar, o comprador compulsivo aqui tem tratamento que nem de drogas, álcool, e é tido como doença!

Friday, July 18, 2014

Alta Gestão leva sua primeira missão corporativa à Miami

Alta Gestão que é tido como o melhor grupo do Brasil na promoção de eventos cujo objetivo é a aproximação comercial e política entre as principais lideranças empresariais, representativas e sociais, leva a sua primeira Missão Corporativa à Miami já em agosto. 

www.usbrazilchamberofcommerce.com 
Aplicando as mesmas estratégias que fizeram o Alta Gestão sinônimo de networking qualificado e geradores de novos negócios aos participantes no mercado brasileiro, hoje em parceria com o U.S.-Brazil Chamber of Commerce, a primeira delegação se prepara para visitar a cidade do Doral,  onde será realizadas as famosas e cobiçadas reuniões. 

Programado e sujeito a aprovação, o grupo planeja visitar pontos relevantes como Porto de Miami, Aeroporto Internacional de Miami, terminal de carga de companhia aérea, dentre outros pontos de interesse para aqueles que consideram em fazer negócios com os Estados Unidos.

Maiores informações, diretamente com Alta Gestão no http://altagestao.com/missao-corporativa

Thursday, July 10, 2014

O que podemos aprender com a derrota do Brasil?

Você que nos acompanha nesse blog, deve estar se perguntando, o que tem haver esse blog com a derrota do Brasil de 7 x 1 para a Alemanha. 

Se você pensa e age que nem esse blogger, você tenta aprender com os seus erros e com os erros dos outros que é bem menos doloroso.

Se você faz negócios com os Estados Unidos ou pensa em um dia fazer ou até mesmo morar aqui em Miami, por exemplo, você pode aprender e muito com essa histórica e inesquecível derrota.

Como o mundo viu, mal começou o jogo, em um cochilo, o Brasil levou um gol. Bateu o desespero e levou logo mais quatro gols. Em 29 minutos a história do Brasil estava sendo reescrita! O sonho tinha acabado para 200 milhões de brasileiros.

Ok. Eu vi isso diz você...mas qual a relação do mercado internacional, dos Estados Unidos com toda essa história? A falta de preparo, responde esse blogger.

Esse blogger pode garantir à você sem margem de dúvida, que já viu muito mas muitos brasileiros em frações de segundos, não em 29 minutos, com total falta de preparo, tomarem decisões aqui na Flórida que destroem os sonhos familiares e que muitas das vezes acabam como o patrimônio familiar. Aí meu caro leitor, como diz o carioca, acabou o milho acabou a pipoca!

É curioso que apesar de quase 30 anos seguidos de imigração contínua, muitos brasileiros ainda ousam, ou se aventuram, ou arriscam tentar a vida ou empresariar abrindo qualquer negócio, sem nenhum planejamento. Comparecem aqui nos States totalmente despreparados.

É sabido que aqui é o país das oportunidades. Mas aí você me pergunta, como se preparar? Respondo sem pestanejar... fazendo o dever de casa, lendo tudo que é possível sobre o assunto que deseja, conversando com quem já veio e perdeu muito, frequentando trade shows e tendo a devida assessoria. Foco, determinação e muita disciplina fazem parte de um bom preparo.

Dentro da nossa experiência empresarial que modéstia à parte não é pequena nesse assunto, ainda mencionamos que deixar a vaidade no balcão de embarque no Brasil, ajuda muito.

Aprendemos aqui que sucesso é quando preparo encontra oportunidade. Estando você preparado, com certeza as oportunidades irão aparecer. Claro que não temos controle sobre os fatos e as pessoas, mas estando você preparado, a índice de sucesso será bem maior.

E quanto ao Brasil que perdeu, fechamos com uma bela frase de Henry Ford.

Fracasso é simplesmente a oportunidade de começar de novo, só que dessa vez de maneira mais inteligente. Henry Ford

O vídeo seguinte que está bombando na internet publicado pela Radio Bayern que nos mostra o que acontece quando não nos preparamos. Segundo o vídeo em não mais do que 11 segundos nossa alegria e sonho podem mudar!

Friday, July 4, 2014

Hoje é 4 de julho e os Estados Unidos comemoram o Dia de Indepedência.

O dia hoje é de celebração mas muitos nem lembram mais a razão desse feriado. Pensam só em um final de semana prolongado, praia para os que moram na costa, parques e hamburguers. E como sabemos, às 9 horas da noite a celebrada queima de fogos. 
Em alguns lugares você ainda consegue escutar músicas patrióticas mas em muitos lugares, ainda mais onde existem os bolsões de imigrantes, esse patriotismo tem sido comprometido...o que é uma pena.
Mesmo assim, uma das músicas preferidas é a God Bless America que originalmente foi escrita em 1918 por Irving Berling enquanto servia no exército americano.
Através dos anos a música foi evoluindo e sendo adaptadas por vários cantores como Le Ann Rimes e Celine Dion com diferentes arranjos, dando inspiração a outros compositores, sendo tocada quase que como obrigatoriedade nos grandes eventos esportivos e políticos americanos.
No aspecto político, a história conta que foi a música original foi tema de Franklin Delano Roosevelt em 1940. Na época a música representava a tolerância cultural e religiosa...como os tempos mudaram...
Um dos momentos mais históricos dessa música, e esse blogger se lembra disso, foi logo após 11 de setembro de 2011 quando na escada do Capitólio em Washington, D.C., republicanos e democratas cantaram unísono God Bless America. Foi um momento que a América chorava!
Mas para você entender um pouco mais desse patriotismo americano e o preço da liberdade que chega a ser comovente, veja o vídeo do YouTube e God Bless America com Lee Greenwood. Hoje 4 de julho de 2014 e o vídeo tem mais de 6.850.000 visitas! 

Na letra abaixo diz... And I won't forget the men who died, who gave that right to me. Sem demagogia e quem conhece de perto esse blogger sabe que é verdade, eu não esqueço e nunca esquecerei os homens que morreram e ainda morrem para me dar esse direito de liberdade. Meu muito obrigado. God bless America!

"God Bless The USA"

If tomorrow all the things were gone I'd worked for all my life
And I had to start again with just my children and my wife
I'd thank my lucky stars to be livin' here today
'Cause the flag still stands for freedom and they can't take that away

And I'm proud to be an American where as least I know I'm free
And I won't forget the men who died, who gave that right to me
And I'd gladly stand up next to you and defend her still today
'Cause there ain't no doubt I love this land God bless the USA

From the lakes of Minnesota, to the hills of Tennessee
Across the plains of Texas, from sea to shining sea
From Detroit down to Houston and New York to LA
Well, there's pride in every American heart
And it's time to stand and say that

I'm proud to be an American where as least I know I'm free
And I won't forget the men who died, who gave that right to me
And I'd gladly stand up next to you and defend her still today
'Cause there ain't no doubt I love this land God bless the USA

Tuesday, June 24, 2014

Feira da indústria de calçados acontece em Miami.

Uma das feiras mais tradicionais dos Estados Unidos no ramo de calçados acontece no final do mês aqui na cidade de Miami. Será do dia 29 de junho à 1 de julho. 
A Shoe Market of the Americas ou a SMOTA como é conhecido o evento é somente para os profissionais do segmento e não é aberta ao público.
Muitos brasileiros que comparecem a eventos especializados, às vezes reclamam de tais medidas porque dizem inibir aos que querem iniciar no segmento. Uma coisa é certa, o justo paga sempre pelo pecador. Não podemos esquecer dois pontos importantes.
1)    Tempo é dinheiro e tem muita gente jogando conversa fora com pura especulação nesses eventos atrapalhando não só os expositores como também os que querem realmente atenção.
2)  Afasta os "colecionadores de brindes”. Antes de torcer o nariz, temos que confessar que também já fizemos isso quando aqui chegamos em 1991. E claro, tudo que era brinde era novidade e de muita boa qualidade!
2)    Estudos de mercado mostram que as feiras que não são abertas aos públicos, agradam muito mais aos expositores e também aos que visitam. Eles possuem maior produtividade com melhores resultados após eventos.
Como qualquer trade show que acontece aqui nos States, as últimas tendências, com exibidores de diversos países que querem conquistar a América assim como visitantes de diversos países, disputam as atenções dos compradores e formadores de opinião que se apresentam no pavilhão.

Maiores informações direto no website http://www.smota.com 

Wednesday, June 4, 2014

É internacionalização de empresa, abrir uma empresa em Miami?

Com essa crise mundial varrendo todo o globo terrestre, mudanças radicais a níveis estratégicos, têm levado as empresas à internacionalização de uma maneira crescente de seus produtos e serviços.

O mercado externo e a prática da exportação como expectativa de crescimento econômico para uma empresa ou fábrica de maneira sustentável, tem sido a opção quase que número 1 para os empresários e fabricantes brasileiros; e a palavra da vez é internacionalização de empresas.

Mas é a internacionalização de empresa, abrir uma empresa em Miami? Claro que não! Mas parece que virou moda no Brasil dizer que sim, e quando se pensa em internacionalizar, se pensa em Miami. 

O que particularmente não achamos nada mal porque estamos aqui prestando serviços e também vendendo imóveis aos interessados.

Ousamos a dizer que abrir uma filial ou uma nova empresa em Miami pode ser o primeiro passo. 

Afinal com quase 300.000 brasileiros no Sul da Flórida, é difícil o interessado dizer que não tem um contato aqui para ajudar nesse novo desafio.

Tendo você uma boa assessoria empresarial aqui na cidade de Miami, não só você pode atingir o resto da Flórida, como outros estados dos Estados Unidos, como América Central e vários países da América do Sul.

Vir à Miami buscar negócios é uma obrigatoriedade do pessoal do cone sul. Porque não dizer até mesmo “chique’? Você frequentando os trade shows de Miami, você confirmará essa afirmação.

Como sabemos, o Brasil está cheio de profissionais que descem diretamente dos States para dar seminários de como abrir empresas, como negociar ou abrir um centro de negócios e/ou incubadora nos Estados Unidos. Um dia seremos nós porque também fazemos a mesma coisa.

Acreditamos que a praticidade e não facilidade do sistema, permite essa concorrência; ainda mais quando muitos falam português. Cabe você escolher o que atender as suas necessidades.

Você tendo uma boa assessoria comercial, jurídica, contábil, logística e de distribuição, de como instalar sua empresa no exterior, e se for o caso, imigração e compra de imóvel, suas chances de sobrevivência aumentam bastante, o que pode levar ao sucesso. Opa, peraí! Como é? Chances de sobrevivência? Como é isso? Como se diz aqui, ficamos felizes que você está nos perguntando.

Bem, se não te informaram ou se te informaram e você não acreditou, apesar de ser muito polêmico os percentuais de tão altos que são, tanto o SBA – Small Business Administration como o Dun & 
Bradstreet, afirmam que de 70% à 90% das empresas fecham nos dois primeiros anos! O restante, metade fecha nos próximos 3 ou 5 anos. Temos motivos para comemorar porque já operamos desde 2000!

Acreditamos que o percentual a essa altura do campeonato para você que quer abrir uma empresa em Miami não é mais importante, você não quer investir dinheiro, tempo, sonho e fechar, diz você.
O que fazer Richard? Você está me dizendo que não vale a pena abrir uma empresa em Miami? Dependendo do que você quer, claro que vale a pena, e vale muito. Como fazer? Você já está se perguntando! 

Se preparando com uma boa assessoria como mencionado acima. Na teoria é fácil mas na prática não. 

O brasileiro chega aqui, trazendo na bagagem a síndrome de Gabriela, eu nasci assim, eu cresci assim. 

Muitos trazem na bagagem vícios e modus operandi que não cabem no American Way of Doing Business. Muitos, principalmente os mais jovens que já fazem parte de uma geração que não conheceram e não conhecem autoridade e punição, acreditam que porque falam português estão no Brasil e querem fazer os negócios no jeitinho brasileiro, e botam a culpa no sistema ou na assessoria quando dá errado.

Mas e o sucesso? Como se diz aqui, sucesso é quando preparo encontra a oportunidade!