A poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras, marcado para 25 de outubro, uma pergunta precisa ocupar o centro do debate nacional: até onde um candidato está disposto a ir para conquistar ou preservar o poder?
A mentira na política não é apenas uma falha moral. É uma ameaça à
confiança pública, à democracia e, principalmente, à dignidade de milhões de
brasileiros que trabalham, pagam impostos e esperam soluções concretas para
seus problemas.
Quando promessas eleitorais substituem compromissos verificáveis, quando
discursos emocionais escondem contradições e quando a propaganda se torna mais
importante que os resultados, o cidadão corre o risco de ser tratado como
instrumento eleitoral, não como prioridade nacional; e nisso a esquerda é
mestre! Daí a lavagem cerebral que fazem, criando o espírito do medo,
desenvolvendo assim a dependência do estado.
Para muitos cristãos, a verdade também representa um princípio espiritual
inegociável. Entretanto, convicções religiosas não dispensam a responsabilidade
de examinar fatos, confrontar declarações e exigir provas antes de formular
acusações.
Nenhum candidato, partido ou governante deve estar acima desse
escrutínio. O passado precisa ser confrontado com o presente. As promessas
precisam ser comparadas às realizações. E as propostas precisam demonstrar
viabilidade econômica, responsabilidade institucional e respeito às liberdades
individuais.
E lamentavelmente os reporteres quando na oportunidade de entrevistar
esses candidatos ao vivo, não os confrontam devido a uma agenda previamente
acordada, ou porque se acovardam.
O Brasil não necessita de salvadores políticos. Necessita de governantes
comprometidos com a verdade, a transparência e o interesse público.
A questão fundamental não é apenas quem vencerá a eleição, mas que
padrões éticos os brasileiros estarão dispostos a exigir de quem conquistar o
poder.
E se você ainda não se decidiu e não sabe em quem votar, vote em quem de repente mente menos, porque o candidato comunista Lula já disse inúmeras vezes que mente mesmo, inclusive mundo a fora, e ainda debocha da cara do povo brasileiro.
Bem, se você assistiu o primeiro debate presidencial da Band entre Lule e Flávio Bolsonaro, você mesmo não sabendo, começará a concordar com o parágrafo acima.
Para suavizar o texto que acabou de ler, vou usar a famosa frase o livro
Pequeno Princípe: Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

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