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Monday, October 19, 2026

Quando a necessidade de mentir para ganhar eleição é maior do que a necessidade do povo?

 


A poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras, marcado para 25 de outubro, uma pergunta precisa ocupar o centro do debate nacional: até onde um candidato está disposto a ir para conquistar ou preservar o poder?

A mentira na política não é apenas uma falha moral. É uma ameaça à confiança pública, à democracia e, principalmente, à dignidade de milhões de brasileiros que trabalham, pagam impostos e esperam soluções concretas para seus problemas.

Quando promessas eleitorais substituem compromissos verificáveis, quando discursos emocionais escondem contradições e quando a propaganda se torna mais importante que os resultados, o cidadão corre o risco de ser tratado como instrumento eleitoral, não como prioridade nacional; e nisso a esquerda é mestre! Daí a lavagem cerebral que fazem, criando o espírito do medo, desenvolvendo assim a dependência do estado.

Para muitos cristãos, a verdade também representa um princípio espiritual inegociável. Entretanto, convicções religiosas não dispensam a responsabilidade de examinar fatos, confrontar declarações e exigir provas antes de formular acusações.

Nenhum candidato, partido ou governante deve estar acima desse escrutínio. O passado precisa ser confrontado com o presente. As promessas precisam ser comparadas às realizações. E as propostas precisam demonstrar viabilidade econômica, responsabilidade institucional e respeito às liberdades individuais.

E lamentavelmente os reporteres quando na oportunidade de entrevistar esses candidatos ao vivo, não os confrontam devido a uma agenda previamente acordada, ou porque se acovardam.

O Brasil não necessita de salvadores políticos. Necessita de governantes comprometidos com a verdade, a transparência e o interesse público.

A questão fundamental não é apenas quem vencerá a eleição, mas que padrões éticos os brasileiros estarão dispostos a exigir de quem conquistar o poder.

E se você ainda não se decidiu e não sabe em quem votar, vote em quem de repente mente menos, porque o candidato comunista Lula já disse inúmeras vezes que mente mesmo, inclusive mundo a fora, e ainda debocha da cara do povo brasileiro. 

Bem, se você assistiu o primeiro debate presidencial da Band entre Lule e Flávio Bolsonaro, você mesmo não sabendo, começará a concordar com o parágrafo acima. 

Para suavizar o texto que acabou de ler, vou usar a famosa frase o livro Pequeno Princípe: Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

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